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Met Gala 2015: das curvas às transparências

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A mais recente edição da Met Gala ficou marcada pelas transparências, sobretudo as de Beyoncé, Jennifer Lopez e Kim Kardashian. Os volumes e os excessos também não ficaram em casa.

Foi uma noite de excessos, volumes e transparências, no que pareceu ser uma ode espontânea às curvas femininas. Disso são exemplo Kim KardashianJennifer LopezBeyoncé, trio que deu nas vistas pelos vestidos provocadores e colados ao corpo. Mas nem só de nudez se fez mais uma edição da Met Gala, cujo tema foi a nação chinesa (mais precisamente o impacto da estética chinesa na moda do mundo ocidental) e que ocupou o Costume Institute do Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, esta segunda-feira à noite.

Entre os looks mais cativantes da noite estão o da cantora Rihanna, numa peça assinada pela designer chinesa Guo Pei e cuja longa capa precisou de três pessoas só para a carregar, mas também o cabelo flamejante da atriz Sarah Jessica Parker. Mas como dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras, reunimos os vestidos da noite em fotogaleria.

Met Gala, o que é isso?

Apesar do “desfile” de moda que todos os anos cativa a imprensa internacional e o público em geral, esta é uma gala de beneficência. E que gala: só em 2014 acumulou quase 12 milhões de dólares (cerca de 11 milhões de euros), isto sem contar com as 25 milhões de visualizações que o site da Vogue teve no dia seguinte.

O jornal New York Times fazia a antevisão da festa a 2 de maio de 2015, ao dizer que na próxima edição da Met Gala marcariam presença atores e atrizes vencedoras de Óscares, titãs vindos diretamente de Wall Street, designers de moda e pesos pesados de Hollywood. Ao todo, cerca de 500 pessoas iriam percorrer — e percorreram — uma longa passadeira vermelha em direção ao Metropolitan Museum of Art, naquela que se tornou, na última década, a festa mais disputada do ano no calendário social de Nova Iorque.

Mais do que isso, esta parece ser a festa de Anna Wintour, editora da edição norte-americana da Vogue e diretora artística da Condé Nast. O evento tornou-se também numa forma de mostrar o poder indiscutível daquela que tem ainda a responsabilidade de o apresentar (embora não o faça sozinha).

Desde 1999 que Wintour está por detrás do sucesso da gala, que evoluiu de um jantar para doadores do museu para uma das maiores angariações de fundos organizadas numa instituição cultural da cidade. É uma iniciativa onde todos querem marcar presença, com os “convidados” dispostos a pagar cerca de 25 mil dólares (22 mil euros) por um bilhete individual ou, então, 157 mil euros por uma mesa com 10 lugares.

 

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