Bad Bunny vai ser o artista a subir ao palco do halftime da próxima final da Super Bowl, no Levi’s Stadium, a 8 de fevereiro de 2026. O anúncio surge, no entanto, depois da decisão do artista porto-riquenho de excluir os EUA da sua tour.

“O que estou a sentir vai além de mim mesmo. É por aqueles que vieram antes de mim e correram inúmeros metros para que eu pudesse entrar e marcar um touchdown… isto é pelo meu povo, pela minha cultura e pela nossa história”, afirmou o artista de 31 anos em comunicado, citado pela BBC. “Ve y dile a tu abuela, que seremos el HALFTIME SHOW DEL SUPER BOWL”, acrescentou, em espanhol — (“Vai e diz à tua avó que vamos fazer o HALFTIME SHOW DO SUPER BOWL”, em português).

Bad Bunny, que este ano lançou o álbum “Debí Tirar Más Fotos”, foi o terceiro artista mais ouvido em todo o mundo em 2024, depois de Taylor Swift e The Weeknd. Na Super Bowl, segue-se a Kendrick Lamar que no início do ano, junto de SZA, estabeleceu um novo recorde do espetáculo do intervalo com 133,5 milhões de espetadores. A atuação superou a audiência do espetáculo de Michael Jackson em 1993.

No início do mês de setembro, numa entrevista à revista i-D, o artista porto-riquenho avançou que ia excluir os EUA da sua tour mundial com medo que os serviços de imigração do país atuassem nas redondezas dos concertos, assegurando que nunca esteve em causa uma questão de “ódio”.

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