Momentos-chave
- O que se passou até agora
- EUA congelam apoio militar para a Ucrânia, avança Bloomberg
- Administração Trump prepara-se para congelar envio de armas para a Ucrânia
- Presidente da República guineense anuncia visita aos Estados Unidos da América para falar da Ucrânia
- EUA preparam plano para aliviar sanções à Rússia
- Zelensky: "Ucrânia, toda a Europa e os EUA podem assegurar décadas de paz" se trabalharem em conjunto
- Trump ainda não tomou decisão sobre suspensão de ajuda militar à Ucrânia
- Trump repete que Zelensky devia "ser mais agradecido". Ataca Biden por "entregar dinheiro" à Ucrânia
- "Paz é necessária o mais rapidamente possível". Zelensky responde a Trump
- Trump volta a criticar Zelensky. "A América já não vai aguentar isto muito mais tempo"
- Trump diz que foi o "único Presidente que nunca deu territórios da Ucrânia a Putin" e promete "grande noite" amanhã
- A Casa Branca insiste que Zelensky não está pronto para discutir a paz
- Rússia quer lançar 500 drones kamikaze por dia contra a Ucrânia
- Von der Leyen divulga plano de rearmamento na terça-feira aos 27 países
- Trump vai reunir-se com a sua administração e pode cancelar ajuda militar à Ucrânia
- O que se passou até agora
- Zelensky pede aos países europeus apoio ao plano franco-britânico
- Moscovo considera indesejável a Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa
- EUA suspendem ciberataques contra a Rússia por ordem do governo de Trump
- Zelensky admite novo encontro com Trump e assinatura de acordo sobre minerais
- Trump: "Devíamos passar menos tempo a preocupar-nos com Putin"
- Preparativos para reunião Trump-Putin aceleram após humilhação de Zelensky na Casa Branca
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- Donald Trump ordenou a suspensão do apoio militar dos EUA à Ucrânia até Volodymyr Zelensky demonstrar um compromisso de boa-fé com a paz. Este congelamento inclui todo o equipamento militar que ainda não se encontra na Ucrânia. A decisão é vista como parte de uma reaproximação entre Washington e Moscovo, um movimento que coincide com novas tensões entre Trump e Zelensky.
- A relação entre os Estados Unidos e a Rússia parece estar a caminhar para uma reaproximação, com relatos de preparativos para uma cimeira entre Donald Trump e Vladimir Putin. Esta potencial reaproximação surge após uma humilhação pública de Zelensky por Trump na Casa Branca, gerando preocupação sobre a posição dos EUA na guerra na Ucrânia. Trump também expressou críticas a Zelensky por não ser suficientemente grato pela ajuda recebida dos EUA, destacando um erro ao conceder milhões à Ucrânia sem receber algo em troca.
- Zelensky apela ao apoio dos países europeus, especialmente do Reino Unido e França, para implementar garantias de segurança antes de iniciar negociações de paz com a Rússia. Após reuniões em Londres, espera-se que um plano com garantias específicas seja apresentado a Trump. Zelensky reforçou a importância da paz verdadeira e justa, destacando que a guerra sem fim apenas serve os interesses russos.
- Os Estados Unidos saudaram uma iniciativa europeia para liderar na segurança do continente, entregando a cargo da Europa mais responsabilidade na resolução do conflito na Ucrânia. Esta abordagem vem no seguimento de uma reunião de líderes europeus com o Canadá, e Trump manifestou interesse em que a Europa aumente os seus esforços para defender a Ucrânia perante a ameaça russa.
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Obrigada por ter acompanhado este liveblog, que agora encerramos. Pode continuar a seguir todos os desenvolvimentos relativos à guerra na Ucrânia desta terça-feira neste novo artigo.
Zelensky diz estar pronto para negociar e “trabalhar sob a forte liderança” de Trump
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EUA congelam apoio militar para a Ucrânia, avança Bloomberg
Donald Trump ordenou o congelamento de todo o apoio militar norte-americano para a Ucrânia, avança a Bloomberg. Esta pausa estará em vigor até Trump determinar que Volodymyr Zelensky demonstra um “compromisso de boa-fé com a paz”.
Será abrangido todo o equipamento militar americano que não está atualmente na Ucrânia, incluindo as armas que estão em trânsito, ou em armazém prontos para seguir. O Chefe de Estado norte-americano terá dado a ordem diretamente ao Secretário da Defesa, Pete Hegseth.
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Administração Trump prepara-se para congelar envio de armas para a Ucrânia
O financiamento já parou e, agora, os Estados Unidos da América estão a considerar congelar o envio de armas dos armazéns norte-americanos até à Ucrânia, de acordo com o Wall Street Journal.
Em conferência de imprensa, Donald Trump não confirmou a medida, mas admitiu que “muitas coisas estão a acontecer”, e que vai “ver o que acontece”, diante as críticas que tem vindo a apresentar a Volodymyr Zelensky, e a subsequente aproximação a Moscovo.
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Presidente da República guineense anuncia visita aos Estados Unidos da América para falar da Ucrânia
O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, anunciou esta segunda-feira que “brevemente” visitará os Estados Unidos da América para discutir a crise em torno da guerra da Ucrânia.
O anúncio foi feito à chegada a Bissau de um périplo de uma semana para uma visita de Estado à Rússia, com passagem pelo Azerbaijão, Hungria e França.
Sissoco Embaló disse que falou com Vladimir Putin sobre a situação da Ucrânia e da Rússia e anunciou que brevemente vai aos Estados Unidos com o mesmo fim.
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EUA preparam plano para aliviar sanções à Rússia
Os Estados Unidos da América estão a preparar um plano para aliviar as sanções impostas à Rússia, avança a Reuters.
De acordo com as fontes citadas pela agência, a Casa Branca terá pedido aos departamentos de Estado e do Tesouro para apresentar as sanções que possam ser aliviadas, incluindo entidades e pessoas, entre elas alguns oligarcas russos.
Não se sabe se existe alguma moeda de troca russa por este alívio, mas a Reuters aponta para uma tentativa de melhorar as relações diplomáticas e económicas entre os dois países.
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Quatro feridos em ataque russo a Odessa
Quatro pessoas ficaram feridas no seguimento de um ataque russo à cidade de Odessa, na Ucrânia. De acordo com um comunicado do governador da região Oleg Kiper, os mísseis chegaram a moradias, onde três das vítimas se encontravam. A quarta pessoa estava num complexo empresarial no momento do ataque.
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Ataque de drone causa falha de energia em Odessa, na Ucrânia
Um ataque de drone russo causou cortes de energia em Odessa, na Ucrânia.
“Como resultado de um ataque, há estragos na infraestrutura de energia”, avançou Oleg Kiper, responsável regional numa publicação no Telegram.
“Atualmente, existem falhas de energia de emergência na cidade. Os serviços públicos já começaram a trabalhar no lançamento de geradores para trabalhar na infraestrutura crítica, incluindo salas de caldeiras.”
O responsável regional explicou ainda que, devido à “queda de detritos” duas casas particulares e um centro de negócios foram danificadas. Para já, ainda não há informação sobre vítimas.
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Zelensky: "Ucrânia, toda a Europa e os EUA podem assegurar décadas de paz" se trabalharem em conjunto
Volodymyr Zelensky, na sua mensagem diária publicada nos seus canais oficiais, confirmou ter-se reunido com o seu gabinete, para preparar “todos os cenários possíveis para proteger a Ucrânia”.
“O cenário de base é manter posições e criar condições para uma diplomacia adequada, para que esta guerra termine o mais rapidamente possível com uma paz decente”, afirma o Presidente, reforçando querer uma paz “verdadeira e justa” e não uma “guerra sem fim”, juntamente com “garantias de segurança”.
Volta a mencionar o acordo de Minsk, em 2014, como exemplo de um documento assinado sem as tais garantias, que “permitiram a ocupação da Crimeia e a guerra no Donbass”. Segundo Zelensky, foi também a ausência de “garantias de segurança” que permitiu a invasão atual que se vive na Ucrânia — “é a Rússia que faz a guerra continuar”.
Toca ainda nas discussões em Londres, com os vários líderes europeus, acreditando que juntos, “a Ucrânia, toda a Europa e os EUA podem assegurar décadas de paz”. Para este cenário se concretizar, no entanto, o Chefe de Estado ucraniano diz que as várias potências têm de se “manter construtivos, trabalhar em conjunto, complementar propostas e acelerar a diplomacia”.
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Trump ainda não tomou decisão sobre suspensão de ajuda militar à Ucrânia
Donald Trump afirma que ainda não tomou uma decisão sobre a suspensão da ajuda militar à Ucrânia, uma notícia avançada pela imprensa norte-americana depois da discussão de Trump Com Zelensky.
“Ainda nem falei sobre isso. Agora, vamos ver o que vai acontecer, há muita coisa a acontecer enquanto falamos. Literalmente enquanto estamos aqui. Posso dar-lhe uma resposta e voltar para a Sala Oval e descobrir que a resposta é obsoleta”, declara.
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Trump repete que Zelensky devia "ser mais agradecido". Ataca Biden por "entregar dinheiro" à Ucrânia
Donald Trump ataca novamente Zelensky, afirmando que o Presidente da Ucrânia devia “ser mais agradecido”.
Em relação ao acordo para exploração de minerais, que deveria ter sido assinado na sexta-feira, antes da discussão na Sala Oval, Trump promete novidades para o discurso de amanhã.
“É um excelente acordo para nós. De forma estúpida Biden deu 300 mil milhões, 350 mil milhões de forma mais precisa, a um país para lutar e para tentar fazer coisas. E sabem o que aconteceu? Não recebemos nada. Podíamos ter reconstruído a nossa Marinha com esse dinheiro”, declara.
“Só acho que ele devia ser mais agradecido, porque este país tem estado ao lado dele em todas as circunstâncias. E demos mais do que a Europa, a Europa devia dar mais. Não estou a atacar a Europa, estou só a dizer que foram mais inteligentes do que Joe Biden. Ele deu só dinheiro”, afirma Trump.
“Quero que todos aqueles jovens parem de ser mortos, estão a morrer aos milhares”, vincou.
A afirmação foi feita durante um discurso na Casa Branca, com o anúncio de um investimento da fabricante de chips TSMC no Arizona.
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Trump acusa Europa de "gastar mais dinheiro a comprar petróleo e gás russo do que a defender a Ucrânia"
Donald Trump, o Presidente dos EUA, acusa a “Europa de gastar mais dinheiro a comprar petróleo e gás russos do que gastaram a defender a Ucrânia”.
A mensagem, publicada na Truth Social, não cita valores mas alega que a diferença “é de longe” superior.
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Presidente da Ucrânia teve "conversa produtiva com os amigos bálticos"
O Presidente da Ucrânia teve “uma conversa produtiva com os amigos bálticos”, referindo-se ao Presidente da Lituânia, ao Presidente da Letónia e ao primeiro-ministro da Estónia.
“Informei-os sobre a cimeira de ontem em Londres. Em conjunto, temos de preparar um plano de ação que nos vai deixar mais perto de garantias reais de segurança”, diz Zelensky. “Há iniciativas concretas e temos de trabalhar nelas.”
Zelensky afirma que a “união de todos os parceiros é crucial para acabar com a guerra o mais depressa possível e garantir uma paz fiável e duradoura”. “A Ucrânia, a Europa e os EUA — só juntos podemos recuperar a segurança para todos os nossos povos e isso é realmente possível.”
Os países bálticos não foram convidados para a cimeira, apesar de estarem numa zona sensível. Porém, o primeiro-ministro britânico fez uma videochamada com os governantes.
I had a productive conversation with our Baltic friends – President of Lithuania @GitanasNauseda, President of Latvia @edgarsrinkevics, and Prime Minister of Estonia @KristenMichalPM.
I informed them about yesterday’s summit in London. Together, we must prepare a plan of actions… pic.twitter.com/mvu33pcmMa
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) March 3, 2025
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"Paz é necessária o mais rapidamente possível". Zelensky responde a Trump
Em resposta ao Presidente dos Estados Unidos da América, Volodymyr Zelensky diz que a paz na Ucrânia é “necessária o mais rapidamente possível”, e que “deposita muita esperança no apoio dos EUA no caminho até à paz”.
“Precisamos de uma paz verdadeira e os ucranianos são os que mais a desejam, porque a guerra arruína as nossas cidades e vilas. Perdemos a nossa população. Precisamos de acabar com a guerra e garantir a segurança”, escreve o Chefe de Estado ucraniano no X, depois de Donald Trump ter voltado a criticar Zelensky nas redes sociais.
Assim, o Presidente da Ucrânia reforça a importância de tentar fazer com que a “diplomacia seja realmente substantiva”, de modo a conseguirem “acabar com esta guerra o mais rapidamente possível”.
We continue our work with partners. We have already had talks and other steps to come soon.
It is very important that we try to make our diplomacy really substantive to end this war the soonest possible.
We need real peace and Ukrainians want it most because the war ruins our…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) March 3, 2025
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Itália diz que proposta de cessar-fogo de Macron é "prematura"
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália, Antonio Tajani, acredita que a proposta de cessar-fogo na Ucrânia, apresentada este fim-de-semana por Emmanuel Macron, é ainda “prematura”.
“Acredito que tudo deve ser feito em conjunto, Europa e Estados Unidos da América, sentados à mesa com a Rússia e com a Ucrânia, para alcançar uma paz justa e, especialmente, duradoura”, afirmou o chefe da diplomacia italiana, em declarações citadas pelo The Telegraph.
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União Europeia vai conceder 60 milhões de euros à Moldávia para defesa
A União Europeia vai dar 60 milhões de euros à Moldávia para o orçamento de defesa, numa altura em que se temem possíveis movimentações da Rússia na região.
O anúncio foi feito por António Costa, presidente do Conselho Europeu, em visita ao país, escreve a Sky News.
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EUA aplaudem vontade dos europeus de defenderem o seu continente
Os EUA saudaram hoje uma iniciativa europeia para “assumir a liderança em matéria de segurança” no continente, após uma reunião no domingo entre os principais líderes da região e o Canadá, para discutir a guerra na Ucrânia.
“Saudamos os europeus por assumirem a liderança na sua segurança”, disse o conselheiro de Segurança Nacional, Mike Waltz, em declarações aos jornalistas à porta da Casa Branca.
Waltz sublinhou a vontade demonstrada neste sentido por líderes como o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e o Presidente francês, Emmanuel Macron, ambos figuras que foram recentemente recebidas na Casa Branca.
“Acolhemos com satisfação o passo em frente da Europa”, disse o conselheiro, acrescentando que o país deve também investir nas suas capacidades de defesa para tornar esse plano eficaz.
Waltz aproveitou ainda para criticar o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pelo incidente ocorrido na sexta-feira na Casa Branca, onde teve uma discussão acesa com o Presidente dos EUA, Donald Trump.
O conselheiro do Presidente norte-americano explicou que, antes da reunião em Washington, a Europa já planeava aumentar a ajuda a Kiev, pelo que Zelensky poderia ter obtido garantias económicas nesse fim de semana que teriam beneficiado não só a Ucrânia, mas “o mundo, durante uma geração”.
Numa entrevista à cadeia televisiva Fox News, Waltz questionou ainda se o Presidente ucraniano é a pessoa certa para negociar com os Estados Unidos, depois do que aconteceu na Sala Oval na sexta-feira.
“O tempo não está do lado dele para continuar este conflito para sempre. A paciência do povo norte-americano não é ilimitada. Os seus bolsos não são ilimitados, e as nossas reservas e munições não são ilimitadas”, avisou o conselheiro da Casa Branca.
Waltz salientou que “agora é o momento de conversar” e que o que aconteceu na sexta-feira na Casa Branca levanta dúvidas sobre a capacidade política e pessoal de Zelensky, não só para negociar com os Estados Unidos, mas também para conduzir a Ucrânia para a paz.
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Trump volta a criticar Zelensky. "A América já não vai aguentar isto muito mais tempo"
Donald Trump ataca novamente Volodymyr Zelensky, desta vez na rede social Truth Social.
Partilhando uma notícia da Associated Press, com o título “Zelensky diz que o fim da guerra com a Rússia está ‘muito, muito longe'”, Trump escreve que “é a pior afimração que poderia ter sido feita por Zelensky”.
“A América já não vai aguentar isto muito mais tempo! É o que tenho estado a dizer, este tipo não quer que haja paz desde que tenha a América a apoiá-lo”, afirma Trump. “E, na Europa, na reunião que tiveram com Zelensky, disseram claramente que não podem fazer o trabalho sem os EUA.”
“Provavelmente não foi a melhor afirmação em termos de mostrarem força contra a Rússia. Em que é que estão a pensar?”, questiona o Presidente dos EUA.
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Trump e Putin não são homens do século XX. São do XIX
Afonso Moura afirma que os presidentes da Rússia e dos EUA olham para a guerra como uma ferramenta. O geopolitólogo lembra as dificuldades da Ucrânia e afirma que Zelensky foi arrogante na Casa Branca.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Reino Unido vai ter "papel de destaque" em assegurar a paz na Ucrânia. Starmer lembra que não toma "decisões de ânimo leve"
Numa intervenção no parlamento britânico, o primeiro-ministro britânico afirma que o Reino Unido vai ter um “papel de destaque” em assegurar a paz na Ucrânia. A declaração é feita no dia a seguir à cimeira de segurança em Londres, que contou com a presença de Zelensky.
“Com, se for necessário, e em conjunto com outros, até com botas no terreno e aviões no ar”, declara. Mas avança que qualquer decisão desse tipo será apresentada à Câmara dos Comuns, cita a Sky News.
Porém, frisa que nenhuma das decisões será “tomada de ânimo leve”.
“A Rússia é uma ameaça às nossas águas e céus”, declara Starmer. “Pela segurança do nosso continente, pela segurança do nosso país e pela segurança do povo britânico — temos de conquistar a paz.”