Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a campanha eleitoral ao longo do dia de ontem, quinta-feira.

    Pedro Nuno fecha campanha a dizer que PS é o único capaz de garantir “estabilidade política para quatro anos”

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Na reta final, Raimundo pede "coragem" e avisa: "isto ainda não acabou"!

    Discursa agora o secretário-geral do PCP. Acredita que a CDU “está a crescer” e que aqui (perante uma plateia com 200 pessoas no centro da cidade de Beja) “está uma prova desse crescimento”.

    Reclama para si e para a coligação de comunistas e ecologistas o título de “força de esperança” e na reta final da campanha avisa. “Isto ainda não acabou, ainda faltam muitas horas para mobilizar, muitos votos por conquistar”.

    “Não vamos entrar em discussões fúteis que só servem para desviar atenções. Aqui não há manobras, há coerência, há verdade e há razão do nosso lado.”

    Pede “coragem” no dia das eleições e pede aos eleitores – da CDU, mas também os que nas últimas eleições “deram a confiança a outros partidos”) – que vão às urnas “com a exigência de melhores salários, melhores pensões”, resumindo que vão às urnas “com a vossa vida”. Se assim for, acredita que apenas há uma solução: “Aqui está a CDU”. E Bernardino Soares é um dos seis deputados que Raimundo já estabeleceu como meta para as próximas eleições.

  • Bernardino Soares quer ser eleito e pergunta: "Onde estava" Ventura no tempo da Troika? "No PSD"

    Campanha eleitoral na reta final e a CDU termina em Beja, distrito onde tem como grande objetivo eleger Bernardino Soares (e recuperar assim o bastião perdido em 2024).

    O apelo ao voto é constante, até com música à mistura. “Enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar a lutar“, defende o candidato citando Jorge Palma. Bernardino insiste que fez uma campanha a “falar dos problemas reais das pessoas” e defende que “Beja não está condenada ao declínio”.

    Partilha ainda “duas ou três conversas” que diz ter tido com eleitores no círculo eleitoral. Desde uma senhora que lhe falou “do problema dos subsídios de alguns” quando na verdade o seu principal era, de acordo com o candidato, receber “uma reforma de 300€”. Ou ainda a conversa que teve com um “trabalhador que tem dois empregos” e que defendia a descida de impostos para as grandes empresas.

    E vira ainda a crítica para o Chega (que elegeu nas últimas eleições por Beja). “E há aí uns cartazes que pedem para lhe dar uma oportunidade” uma referência aos cartazes do Chega, onde André Ventura pede uma oportunidade para governar. E prossegue, a perguntar por Ventura. “Onde estava, quando o Passos Coelho estava a cortar salários e pensões? Estava no PSD.”

  • Ventura, o líder que já teve uma pastelaria, não tem carro nem casa, mas tem mais de 100 mil euros na conta

    Líder do Chega não tem imóveis, carros ou investimentos, mas na última declaração tinha 112 mil euros na conta. Chegou a ser dono de uma pastelaria com o sogro, só que vendeu a quota por 38 mil euros.

    Ventura, o líder que já teve uma pastelaria, não tem carro nem casa, mas tem mais de 100 mil euros na conta

  • Mariana Mortágua: "Campanhas de bandeirinha no ar não apresentam propostas para o país"

    Em mais uma conversa sobre Habitação, Mariana Mortágua diz que precisamos de “menos encenação na política” e uma maior procura de “soluções que unam toda a gente”. “As campanhas de bandeirinha no ar não apresentam propostas para o país”.

    A coordenadora do partido explica o momento que motivou o Bloco de Esquerda a fazer uma campanha diferente para estas eleições legislativas. No ano passado, num comício em Guimarães, um homem interrompeu o evento, acabando por ter direito à palavra no púlpito, de onde expôs a sua história pessoal: tinha sido despejado da sua habitação.

    Então, surgiu, a ideia de no futuro mudar de abordagem para ouvir mais a população: “Queríamos fazer uma campanha sem as pessoas terem a necessidade de interromper”, explica Mortágua, que admite que esta pode não ser a estratégia mais mediática. “É muito difícil mostrar isto na televisão, o sofrimento das pessoas.”

    A coordenadora do BE conta ainda que, numa das primeiras ações da campanha porta-a-porta em que participou, uma mulher residente na região do Porto a convidou para entrar na sua habitação, cujo teto estava a cair. “Ela queria-nos mostrar a casa e só a visitámos, porque fomos bater à porta”, explica, acrescentando que o partido criou uma relação pessoal com esta pessoa, como, segundo conta, aconteceu noutros casos.

    “Nós queremos ser isto. Não nos esquecemos porque fazemos política”. Mortágua diz que se o Bloco de Esquerda conseguiu com cinco parlamentares levar estas histórias à Assembleia da República, com mais deputados terão “a capacidade não só de denunciar mas de mudar de vida”, numa referência ao lema do partido para estas eleições.

  • Explicador em vídeo. Como se transformam votos em deputados?

    Portugal vai eleger os novos deputados. Mas nem todos os votos não valem todos o mesmo na contagem final. Como é que isto acontece? Explicamos o Método de Hondt neste vídeo.

    Explicador em vídeo. Como se transformam votos em deputados?

  • Fotogaleria. AD e PS descem a rua de Santa Catarina, no Porto, na mesma tarde

    Na tarde de quinta-feira as duas maiores forças políticas desceram a rua de Santa Catarina, no Porto. Primeiro desceu o PS de Pedro Nuno Santos. Depois foi a vez da AD, liderada por Luís Montenegro.

    Fotogaleria. AD e PS descem a rua de Santa Catarina, no Porto, na mesma tarde

  • Inês Sousa Real: o “partido da formiguinha”, o novo slogan e o apelo ao voto

    Inês Sousa Real abriu o discurso no jantar-comício, no Porto, com o apelo ao voto e um agradecimento aos militantes que marcaram presença, bem como a Vitorino D’Almeida que declarou, esta quarta-feira, apoio ao partido.

    Mas depois da mensagem positiva, veio a ataque aos adversários políticos. “Ouvimos partidos fazerem juras de amor ao ambiente que não agendaram uma única proposta para defender o ambiente. Só o PAN agendou”, atirou. Inês Sousa Real foi mais longe e rematou que “tiram todos selfies com cães e gatos, são todos muitos amigos dos animais, mas depois vão assistir a touradas”.

    A líder do PAN admitiu que “na política nem sempre há justiça”, mas defendeu que existe “sempre a possibilidade” de levantar a cabeça e “continuar a lutar”. Inês Sousa Real sublinha que é este o fator que “marca a diferença dos outros partidos”.

    Houve ainda espaço para recapitular as conquistas alcançadas pelo “partido da formiguinha”, nas palavras da líder do PAN. “Foi o PAN que tem posto na agenda pública tantas e tantas vezes o interesse nacional, a vida das pessoas em primeiro lugar, do que os interesses políticos ou partidários”, considerou.

    Já fechar o discurso, Inês Sousa Real aproveitou para estrear um novo slogan: “Plantar uma árvore, ler um livro e votar PAN”.

  • André Ventura deixa mais uma mensagem nas redes sociais: "Senti a vossa força em cada minuto destes dias dolorosos"

    Durante o período de observação após a realização do cateterismo, o líder do Chega deixou uma nova mensagem nas redes sociais.

    “Exames concluídos, vou regressar a casa. Senti a vossa força e o vosso apoio em cada minuto destes dias dolorosos”, pode ler-se na mensagem que acompanha uma fotografia de Ventura deitado na cama do hospital.

  • Ventura sai do hospital de Setúbal. "Sinto-me melhor. Conseguiram tranquilizar-me em relação à parte cardíaca"

    André Ventura acaba de sair do Hospital de Setúbal. Está acompanhado pela mulher e ainda tirou algumas fotografias com profissionais de saúde e uma criança.

    “Sinto-me melhor. Fizemos uma série de exames que conseguiram tranquilizar-me muito em relação à parte cardíaca”, diz aos jornalistas à porta do hospital, frisando que está a ser medicado e que foi aconselhado a “parar um pouco”.

    O líder do Chega diz que parece indicar que voltou a tratar-se de um espasmo esofágico com “características agudas”. “Vou tentar olhar pelo meu esófago e procurar que isto não afete nem impeça a campanha eleitoral.”

    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR
    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR
    FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

  • Inês Sousa Real desvaloriza sondagem que coloca PAN com um deputado ou nenhuma representação parlamentar

    Inês Sousa Real desvaloriza a sondagem do Centro de Estudos e Sondagem de Opinião da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e Público que coloca o partido com apenas um ou mesmo nenhum deputado na Assembleia da República.

    A líder do PAN, que falava à entrada para o jantar-comício no Porto, aproveitou para apelar ao voto dos portugueses para conseguir grupo parlamentar. “Nós sabemos que as sondagens têm sempre uma margem de erro, mas não deixamos de apelar aos portugueses que no próximo dia 18 de maio votem no PAN”, disse.

    Sobre André Ventura não poder tornar à campanha, Inês Sousa Real defendeu que “a saúde é sempre prioritária” e que “não há campanha nem há política que valha tirar a própria saúde”. Deixou ainda desejo de “um pronto restabelecimento” ao líder do Chega.

    Sobre os objetivos para a próxima legislatura, a líder do PAN, voltou a sublinhar o combate à violência doméstica, que aos seus olhos, deveria “ser uma prioridade nacional”, bem como as “alterações climáticas” e a causa animal.

  • A última chamada dos candidatos antes de o dia acabar: revelações, desabafos e o momento fofo

    Os candidatos foram desafiados a fazer a última chamada do dia para o jornalista do Observador que acompanha a comitiva. Houve telefonemas depois de deitarem os filhos, no carro ou mesmo de madrugada.

    A última chamada dos candidatos antes de o dia acabar: revelações, desabafos e o momento fofo

  • Tracking Poll. AD volta a afastar-se do PS e Chega dá um salto

    A sondagem diária da Pitagórica para a CNN dá conta de um novo afastamento entre a AD e o PS — surgem separados por 6,7 pontos percentuais — e mostra que o Chega teve o melhor resultado de sempre, um dia depois do internamento de André Ventura devido a um espasmo esofágico.

    A coligação de Luís Montenegro alcança na Tracking Poll desta quinta-feira 31,9% das intenções de voto, uma subida de 0,4 pontos percentuais face aos valores de ontem (o pior resultado). Já o partido de Pedro Nuno Santos desce 1,1%, ficando com 25,2%.

    O Chega continua a tendência de crescimento: obteve nos últimos quatro dias consecutivos os melhores resultados de sempre. Desta vez atinge 19,1% das intenções de votos, com uma subida de 0,8 pontos percentuais — acima dos 18,07% obtidos nas legislativas de 2024.

    A IL continua a surgir como a quarta força política, apesar de uma queda de 1,4 pontos percentuais, que deixa o partido com 5,6% das intenções de voto — é o pior resultado desde o início da sondagem. Em sentido inverso, o Livre, de Rui Tavares, sobe 1,1 pontos percentuais, para 5,5% e está colado ao partido de Rui Rocha.

    O BE também sobe 0,9 pontos percentuais e chega aos 2,6%; a CDU desce 0,4 pontos percentuais e passa para 3,3%; enquanto o PAN sobe 1,1 pontos percentuais, ficando com 1,4%.

  • André Ventura não regressa à campanha eleitoral

    O Chega comunicou que André Ventura não marcará mais presença na campanha. “Informamos que atendendo à situação e às últimas informações médicas, o presidente do Chega não estará mais na campanha e regressará a casa logo que receba alta do hospital de Setúbal”, pode ler-se na nota enviada pelo partido.

    Desta forma, André Ventura falha as duas últimas ações de campanha desta sexta-feira — amanhã no Mercado do Livramento, em Setúbal, e a tradicional descida do Chiado.

  • Rocha compara “país da AD e do PS” com o da IL. E diz que Portugal deve ser "luz que ilumina a Europa"

    Fala agora Rui Rocha no Porto para dizer que nestas eleições a IL tem a responsabilidade de ser “coerente” com o que sempre defendeu. “Tivemos dignidade, estivemos à altura e merecemos que quem votou em nós em 2024 vote com mais entusiasmo”.

    Agora, a responsabilidade é também falar para os que estão zangados. “Há um partido que oferece soluções. Se têm energia e ainda acreditam em mudar Portugal, a solução é liberal, apela.
    A terceira responsabilidade é convencer os desiludidos da AD, que procuraram estabilidade e reformas. “Este é o partido das soluções, das reformas e da estabilidade”, assegura.

    E fala também aos jovens, dizendo que a responsabilidade da IL é tornar o país o sítio onde querem ficar. Rocha lembra também as gerações dos entalados, dos 35 aos 65 anos, e apela ao seu voto.

    Dirige depois uma palavra de transparência para distinguir o país liberal e o da AD e do PS. Neste último, perdem-se votos porque não há círculo de compensação (e no da IL haverá), não há casas (na da IL haverá e o IVA da construção vai baixar), há urgências fechadas e listas de espera (no da IL os portugueses “escolhem o prestador”), há impostos altos (e no da IL baixam e “não há surpresas”).

    “Temos a visão, as pessoas, o caminho, e queremos políticas testadas que funcionaram em países europeus e os levaram à prosperidade”, frisa. Lembra o que tem dito sobre o seu percurso e sobre ter “subido a pulso”: “Esse é quem eu sou, uma pessoa que fez tudo para subir e esteve com competência, rigor, esse é quem eu sou por comparação com todos os outros”.

    “Acredito mesmo que podemos ser os melhores da Europa. Não fiquem no sofá no domingo.Vamos transformar isto para sermos a luz que ilumina a Europa nos próximos anos”, pede Rocha.

    O arraial portuense, no jardim da Arca d’Água, junta os liberais (e transeuntes curiosos) para uma cerveja, uma sanduíche de porco no espeto e alguns jogos (num chuta-se uma bola contra o nome de diferentes impostos, noutro deitam-se umas latas abaixo porque representam o “despesismo” do Estado). Os dirigentes da IL andam por lá neste quase-fecho de campanha, ora em convívio, jogando às cartas (caso de Mariana Leitão), ou preparando-se para passar música (o deputado e candidato Mário Amorim Lopes fará de DJ).

  • “Se for para fazer Governo bom, seremos aliados. Se for medíocre, temos responsabilidade de ser alternativa”

    Carlos Guimarães Pinto começa a falar no arraial da IL, no Porto. Começa por dizer que os liberais são claros sobre as suas propostas há anos e que esta foi a campanha em que menos se falou de ideias nos últimos anos.

    “Andamos desde a nossa fundação a falar na redução do peso do Estado”, regista. “Muitas pessoas ainda entendem mal os benefícios dessa redução”, alerta, defendendo que um Estado pesado é um entrave ao próprio Estado e ao cumprimento das suas funções essenciais, como ter alunos com aulas e urgências abertas, ou evitar que milhares de jovens “escapem para o estrangeiro” anualmente.
    “Falamos em garantir que o Estado se deve focar em fazer bem o que deve mesmo fazer”.

    Depois, insiste: “Se for para fazer um bom Governo seremos aliados. Sabemos que a seguir a um Governo medíocre os portugueses quererão uma alternativa, e temos a responsabilidade de não fazer parte de um Governo medíocre” e que as únicas alternativas não sejam socialistas ou nacional-socialistas.

    “Se quiserem um Governo medíocre a repetir fórmulas estafadas dos últimos 30 anos seremos alternativa preparada para o substituir”, garante. A única preocupação do Governo não pode ser manter-se no poder e preparar as próximas eleições – deve preparar o país para as próximas gerações.

    Diz que é possível aspirar a um país onde não é preciso ter cunhas ou seguro privado para ter Saúde, ou em que empresas mal geridas não sejam salvas com o dinheiro de impostos mal geridos das empresas com sucesso, ou em que ter sucesso seja motivo de orgulho e não de inveja. “Sim, podemos”, vai repetindo junto do público, que o repete, estilo Obama.

    O antigo líder da IL diz que não é suficiente dizer que Portugal deve ser como “este ou aquele país”, mas que um dia nesses países alguém diga “nós queremos ser como Portugal”.

    “Se acreditam que podemos ter um país diferente, que dê lições em vez de estar a aprender, é hora de lutar por esta possibilidade. No Governo ou na oposição continuaremos. Não nos vendemos”, remata.

  • Sondagem: AD lidera intenções de voto separada por oito pontos do PS

    A sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e Público mostra uma vantagem de oito pontos percentuais da AD de Luís Montenegro (34%) face ao PS de Pedro Nuno Santos (26%). O Chega mantém-se em terceiro lugar (19%).

    Os resultados da sondagem mostram ainda que a AD está mais próxima do limiar de maioria absoluta à direita caso some os votos da IL, que reuniu 7% das intenções de voto e surge como quarta força política.

  • Rui Paulo Sousa e mulher de Ventura no Hospital de Setúbal

    Rui Paulo Sousa, secretário-geral e deputado do Chega, e a mulher de André Ventura, Dina Ventura, entraram no Hospital de São Bernardo, em Setúbal, onde o presidente do Chega está hospitalizado. As imagens que permitem ver ambos foram filmadas nas traseiras do hospital pela CMTV.

    Ao contrário da mulher, que ficou no interior do hospital, o deputado saiu pela mesma porta.

  • Montenegro desdramatiza hipótese de não chegar à maioria. "Estaremos aptos a governar qualquer que seja a dimensão da vitória que nos deram"

    É finalmente a vez de Luís Montenegro. O primeiro-ministro e líder social-democrata vai encerrar o grande comício da AD na cidade do Porto. Anfiteatro cheio para ouvir o social-democrata.

    “Ao ver este mar de gente a cada dia sinto ainda mais força. E eu pensava que não tinha mais força. Quem quer governar para as pessoas tem de sentir a força das pessoas. Por isso é que nunca quis governar sem ganhar as eleições”, começa por dizer Montenegro, viajando às raízes do PPD para defender “esta é uma candidatura do povo e é uma candidatura popular”.

    “Só quero dizer que confio no critério das pessoas. Estaremos aptos a governar qualquer que seja a dimensão da vitória que nos deram. Não queremos estar aqui na base da chantagem. Queremos estar aqui com base na confiança”, nota o líder social-democrata.

    “Não é preciso levantar a voz é só dizer às pessoas: avaliem-nos por aquilo que nós fizemos. Confio no julgamentos dos portugueses. A esmagadora maioria das pessoas está cansada de eleições. Encontrem a candidatura que vos oferece mais razões para confiarem quatro anos de governo”, despede-se Luís Montenegro, voltando a pedir, mais uma vez, uma “maioria maior”.

  • Gouveia e Melo revela contradições?

    Carlos Coelho, apoiante de Marques Mendes, aponta avanços e recuos do Almirante, que anunciou a candidatura a Belém. Carlos Carreiras, apoiante de Gouveia e Melo, sai em defesa. PSD fica dividido?

    Ouça aqui o Explicador.

    Gouveia e Melo revela contradições?

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