Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • A cobertura desta sexta-feira fica por aqui. Para seguir todas as atualizações da campanha deste sábado, siga-nos no nosso novo liveblog.

  • Candidato do Livre por Setúbal diz que quem subestima o partido acaba a "virar o bico ao prego"

    O cabeça de lista do Livre por Setúbal, Paulo Muacho, afirmou na sexta-feira à noite que sempre que os adversários subestimam o partido acabam a ter de “virar o bico ao prego”.

    Candidato do Livre por Setúbal diz que quem subestima o partido acaba a “virar o bico ao prego”

  • Rui Tavares alerta que está tudo em jogo porque esquerda e direita estão "taco a taco"

    O porta-voz do Livre alertou hoje o eleitorado de que ainda está tudo em jogo porque a esquerda e a direita estão “taco a taco” e é possível alcançar uma maioria de esquerda até dia 18 de maio.

    Rui Tavares alerta que está tudo em jogo porque esquerda e direita estão “taco a taco”

  • Rui Tavares promete combater orgulhosamente "anticiganismo" no país

    O porta-voz do Livre desafiou hoje o líder do Chega a respeitar as pessoas que vivem em Portugal, em particular a comunidade cigana, e garantiu que vai “orgulhosamente” combater o “anticiganismo”.

    Rui Tavares promete combater orgulhosamente “anticiganismo” no país

  • Dérbi entre Benfica e Sporting leva partidos a interromper campanha este sábado

    As atenções do país vão estar centradas no dérbi disputado este sábado no Estádio da Luz entre Benfica e Sporting que pode decidir a I Liga de futebol e os principais partidos a concorrer às legislativas de 18 de maio não ficaram indiferentes ao facto.

    Quase todos alteraram a sua agenda em conformidade, não tendo ações planeadas para depois das 18h00, hora do início da partida. Apenas dois partidos, Chega e PAN, mantêm a sua agenda inalterada apesar do jogo a decorrer em Lisboa.

    Dérbi entre Benfica e Sporting leva partidos a interromper campanha este sábado

  • Sondagem. AD continua à frente, apesar de subida ligeira do PS ameaçar empate técnico

    Sondagem da Universidade Católica mantém AD à frente, com 32% das intenções de voto, mas regista subida para 28% do PS. Com a campanha em curso, ainda há 15% de indecisos e o JPP pode eleger.

    Sondagem. AD continua à frente, apesar de subida ligeira do PS ameaçar empate técnico

  • Pedro Nuno usa "crise económica no horizonte" para diabolizar AD+IL

    No comício do PS em Vila Real, Pedro Nuno Santos carregou nas tintas negras com que pinta o cenário económico. O socialista apontou mesmo a “crise económica no horizonte” para pedir votos no PS e — mais uma vez -.. apontar a AD+IL.

    “Temos no nosso horizonte um clima de incerteza económica e sabemos que eles não sabem gerir crise, não sabem lidar”, disse referindo-se à AD. Mais adiante havia de apontar à mesma “crise que está no horizonte” e dizer: “Agora imaginem a AD a fazer face a uma crise económica como a que está no horizonte acompanhada pela IL”. Vão “aproveitar a crise para atacar o estado social, o SNS as pensões”, disse.

    Estes, voltou ainda a dizer Pedro Nuno, “não estamos em tempos normais, vivemos grande incerteza”, com a guerra comercial e a crise económica, para colocar o PS, por oposição, como “um esteio da estabilidade”.

    Lembrou mesmo que, depois da troika e de Passos Coelho, foi “com o PS que o país conseguiu ultrapassar a austeridade e recuperar rendimentos, pensões e salários. Foi com o PS que se ultrapassou a austeridade”, afirmou.

    Contrapôs ainda, a propósito deste clima que pintou, o programa do PS face “à mentirinha” que diz ser o cenário macroeconómico da AD. “É mais prudente e cauteloso” e “prepara mais o país para a crise económica que se avizinha”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Rocha pede voto dos "portugueses zangados" e diz que esquerda passará muitos anos fora do poder se IL tiver influência

    Rui Rocha começa a falar no jantar-comício da IL em Santa Maria da Feira. Lembra que esteve numa empresa artesanal, de ovos moles, e que na quinta-feira tinha estado numa empresa maior mais a norte (a Lactogal): um ponto em comum é o pedido de “combate à burocracia”, que “impede a empresas e portugueses de crescer”.

    “O sucesso é bom. Crescer é bom. As pessoas que crescem pelo seu trabalho são boas”, atira. “Não há empresa pequena, média, grande, que não nos diga: baixem o IRS às pessoas, caramba! É isso que temos de fazer”.

    Insiste que é preciso mudar a ideia de que o sucesso é para “punir” também nas empresas, graças aos impostos progressivos (derramas) — “quanto mais queres crescer mais te dizerem para não fazeres nada e não cresceres” — e que o Estado não tem confiança nas empresas (tributações autónomas). “Eu acho, diz o Estado, que me andas a enganar. Vou criar aqui uns artifícios fiscais para te punir”.

    Acabando com isto, diz, cria-se condições para atrair investimento estrangeiro. E “o objetivo final de tudo isto é melhores salários para os portugueses”, defende.

    “É por isso que nesta campanha tem havido um alvo preferencial da esquerda: somos nós. Já fomos atacados pelo PCP, BE, Livre e faltava um partido de esquerda — também já chegou o ataque do Chega e de André Ventura. Todos os socialistas, comunistas, dirigistas, que não confiam nas pessoas já nos atacaram — já temos essa bandeira para erguer”, prossegue.

    O caso paradigmático, diz, é Pedro Nuno Santos. “Pedro Nuno, nós sabemos o que o PS fez em legislaturas passadas. Cá estamos para lutar pela reversão dessas péssimas decisões”. Frisa que com a IL a privatização da TAP avança mesmo; que se “chegou ao limite do que é possível fazer sofrer” os utentes da CP e o mercado ferroviário “é mesmo para liberalizar”; com a IL “é mesmo para que os portugueses possam escolher o prestador de Saúde”; “vamos mesmo descer o IVA da construção e combater as burocracias, baixar o imposto sobre os rendimentos prediais e fazer uma justiça mais rápida para quem tem propriedade”.

    “Vamos mesmo, Pedro Nuno. É mesmo isso que vamos fazer”, continua. Mas diz que existe uma questão: toda a esquerda tem a IL como alvo, mais até do que a AD. “Porque é que é muito mais o alvo do que o próprio Governo? A esquerda sabe que com a AD tudo continuará na mesma, e com a IL as coisas vão mesmo mudar. A esquerda passará muitos anos fora do poder se a IL começar a impor as suas políticas”.

    Acrescenta que sabe que “há muitos portugueses zangados”, mas há uma escolha entre “continuar zangados” e fazer opções “que não levam a nenhuma solução”, ou dar à IL “a força da mudança”. “Se tudo continuar na mesma com a AD e a esquerda, a zanga vai aumentar”.

  • Pedro Nuno sobre Montenegro e Fátima: "É triste. É instrumentalizar a fé para fins de campanha. Diz muito sobre quem é"

    À saída do comício em Vila Real, Pedro Nuno Santos falou sobre o desvio do primeiro-ministro para ir ver a mulher em peregrinação à Fátima durante a campanha.

    “O que assistimos hoje é muito triste do ponto de vista moral. Ouvimos Luís Montenegro dizer que era pessoal mas também sabemos que foram convidadas as estações de televisão para registar”, disse Pedro Nuno quando confrontado pelos jornalistas com o episódio.

    “É só triste, é instrumentalizar a fé para fins de campanha eleitoral mas diz muito sobre a pessoa de Luís Montenegro é”, acrescentou ainda.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • AD cai na Tracking poll da Pitagórica, mas PS fica na mesma. IL tem a maior queda e Livre a maior subida

    A sondagem diária da Pitagórica, encomendada pela TVI e a CNN Portugal, registou uma queda da AD neste oitavo dia de campanha, de 34,2% para 33,7% — ou seja, uma baixa de 0,5%.

    O PS, contudo, não capitaliza com o ligeiro tombo do seu concorrente direto, ao manter-se com os mesmos 26,3%. O Chega também tem uma queda ligeira, de 16% para 15,7%, sendo que a IL é o partido mais penalizado, caindo 0,6% de 6,3% para 5,7%.

    Em sentido contrário, na Tracking poll da Pitagórica o Livre salta de 4% para 5,2%, mas a restante esquerda não acompanha: CDU baixou de 3,1% para 3% e o BE de 2,8% para 2,5%. O PAN consegue nesta sondagem passar dos 0,7% para os 1,3%.

  • Carlos César: "A mudança que precisamos não está nos filhos políticos de Cavaco e Passos Coelho"

    Ainda no comício de Vila Real, o presidente do PS foi ainda direito à figura de Luís Montenegro, ao dizer que “quis eleições para resolver a sua situação”, mas que “as eleições não são um indulto nem o tornarão culpado”. E disse também que “a mudança que é precisa não está nos filhos políticos de Cavaco Silva e Pedro Passos Coelho”.

    O caso de Montenegro, diz Carlos César, mostra que “a transparência e a estabilidade podem e devem ser faces da mesma moeda. Luís Montenegro pode não ser má moeda mas não gosta de uma moeda assim”.

    Responsabiliza o primeiro-ministro de ter “caído por ter tropeçado nas confusões da sua vida empresarial com os seus cargos políticos e não no apoio parlamentar que sempre teve”.Já em Pedro Nuno Santos coloca-o como “um político preparado”, “sereno” e “sem zonas de sombra”

    Ainda sobre Montenegro, Carlos César questiona os militantes no comício: “Como pode ser melhor alguém que já deu provas de ser pior?”. E enumera com a gestãod o Governo do apagão, do INEM e da greve na CP.

    Sem deixar de aproveitar para atirar também à cabeça de lista da AD por Vila Real, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins. “Como pode ser melhor primeiro-ministro se sabe tão pouco da sua própria governação e ministros que acha que Ana Paula Martins é um exemplo de competência que deve prosseguir”.

    “Não já memória de um primeiro-ministro ver tão pouco e de um ministro ser tão mau”, disse o socialista. “Luís Montenegro faz que anda mas não anda”, tirou ainda num discurso que terminou a pedir “concentração do voto no PS”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • IL responde a Pedro Nuno: "Pedro, o único perigo é este caminho de estagnação"

    Em Santa Maria da Feira, arranca agora mais um jantar-comício da IL. O primeiro a discursar é o cabeça de lista por Aveiro, Mário Amorim Lopes.

    “O que seria desta cidade se o Estado saísse da frente e deixasse fazer mais”, começa. “Aveiro é o distrito onde se sua, onde se faz negócio, onde se celebra o sucesso e mostra ao país o que ele deve ser”.

    Fala sobre a ferrovia a propósito da greve da CP. “Nada contra os grevistas e as suas reivindicações, têm todo o direito”, regista. “Mas o país não pode parar quando a CP pára. Está na hora de finalmente liberalizar a ferrovia e permitir mais concorrência”. A infraestrutura ferroviária deve continuar pública, mas mais operadores devem operar no setor, defende.

    “Também precisamos de ministros da Infraestrutura que saibam quanto custa um bilhete de comboio. E por falar em Pedro Nuno Santos…”, diz, fazendo a plateia rir-se. “Não, Pedro. O que é um enorme perigo é este caminho de estagnação e um país que não cresce”, diz, respondendo ao líder do PS, que disse que uma governação AD-IL será um “perigo”. “Do que nós depender, Pedro, isto vai ser resolvido e vamos acelerar o país”.

    Defende que a linha do baixo Vouga deve ser recuperada e que o hospital de Aveiro tem de ser requalificado e expandido. “A IL olha para a Saúde não de forma divisiva: para nós estão todos no mesmo barco com um objetivo, que é cuidar da saúde dos portugueses. Deve haver um reforço da prestação pública no SNS”, diz, a propósito do hospital. “A verdade é que o Estado falhou numa competência fundamental, PS falhou, PSD adiou, estamos aqui nós para acelerar isto”.

    “Há nove séculos D. Afonso Henriques arregimentou aqui as suas tropas. A IL tem outra missão: acelerar Portugal e fazer um grande, grande país”.

  • Ventura atira à escolha de Hernâni Dias e recorda fim das ex-SCUTS: "A nossa única coligação é com o povo português"

    André Ventura, num jantar-comício em Bragança, acredita que este distrito, o único em que o Chega não elegeu deputados será um sinal. “Se fosse fácil não seria para nós”, diz. Volta a dizer, como fez em declarações aos jornalistas, que o Chega vai vencer e que conseguiu “abanar os alicerces deste país”.

    Recupera a questão dos ciganos e diz estar “convicto do que diz” e da “mensagem que tem de passar”: “Ninguém é menos do que outro por ser cigano, mas não pode estar acima da lei.” Ventura diz que “Chega tem de cumprir todas as regras (e bem)” e que “ciganos andam atrás” do partido, “cospem” e não têm de cumprir regras.

    E questiona a ministra da Administração Interna: “Vivemos num estado de direito ou vivemos num estado de direito para alguns? Em que os que vivem de subsídios têm direito a tudo e os que trabalham não têm direito a nada.”

    Fala agora de Hêrnani Dias, dizendo que o PSD coloca como cabeça de lista um candidato que se demitiu. “É isto que é combater corrupção (…) ou é a mão do sistema que dá de um lado e tira do outro.”

    “Não nos deixamos intimidar nem enganar”, diz, sublinhando que Luís Montenegro “nunca quis combater a corrupção” porque não quis fazer reformas que pudessem “atingir” o próprio partido. Reitera que no dia um após as eleições, se vencer, vai apresentar o mais pacote anticorrupção do país.

    André Ventura fala agora de portagens em estradas que estão “10 e 15 vezes pagas”, medida aprovada entre Chega e PS, e atira: “Acusam-nos de ter feito coligações negativas, a nossa única coligação é com o povo português.”

  • Chega. Ventura pede ao partido para não festejar 20% nas sondagens: "Queremos ganhar"

    André Ventura reagiu à sondagem da Universidade Católica, que dá 20% de intenções de voto ao Chega, mas não muda discurso: “Era fácil para mim estar contente com 20%, não estou. Queremos ganhar.”

    “Peço ao partido que não comece a festejar e a lançar foguetes porque temos de ganhar, não de ficar em terceiro”, avisa, frisando que as ruas provam que o partido vai vencer.

    Questionado sobre a abstenção, Ventura volta a dizer que é um motivo de preocupação, mas não só para o Chega. Diz que tanto sondagens como audiências dos debates mostram que “as pessoas estão menos ligadas este ano à atividade política”.

    De regresso aos cenários pós-eleitorais, André Ventura refere que Montenegro já disse que se “não ganhar sairá e isso significa que [haverá] condições de criar um governo estável”. “Enquanto tivermos Montenegro, por razões políticas e por razões dele próprio, não teremos estabilidade”, avisa.

    E remata: “Se o PS tiver mais percentagem de votos e o Chega e o PSD, com a liderança do Chega, estiverem à frente, só não governaremos se o PSD se acobardar, o que eu espero que não aconteça. O PS só governará se nós deixarmos. Da minha parte, não deixarei.”

  • Carlos César avisa: "Não é impossível que a direita precise do Chega para se prolongar no poder"

    No comício do PS em Vila Real fala o presidente do partido Carlos César que é o primeiro a vir à campanha acenar com o medo do Chega.

    “Não é impossível que a direita precise dele e que seja com ele que procure prolongar-se no poder”, avisou Carlos César no comício do Teatro Municipal de Vila Real. “O Chega representa o pior da incivilidade na política portuguesa”, considerou, lembrando sobre todos à direita que “vêm da farinha do mesmo saco e por mais que neguem três vezes, não podemos negar vê-los sentados à mesma ceia”.

    Foi igualmente duro em relação à IL — tal como o líder tem feito nestas últimas horas — e a avisar que “é bom percebermos que Portugal correria um sério risco se tivéssemos um Governo da AD, com ou sem Chega, aliado à IL”.

    “A AD representa um risco sério de maior radicalização da política portuguesa e de enfraquecimento do serviço público”, afirmou.

    A cabeça da sua intervenção, César defendeu “mais poder nas regiões” e um país que “não se divide, úne-se com a descentralização política em todo o território nacional”. Sobre este ponto diz que num distrito com Vila Real “Pedro Nuno deve sentir-se especialmente bem”, por ser “um líder que não acham que o país é Lisboa e o resto é paisagem”.

  • "Aqui está uma sala de esperança. Lá fora está uma rua cheia de medos"

    “Temos de fazer uma autovaliação: Portugal deveria estar mais desenvolvido do que aquilo que está. Estamos na UE há 40 anos, mas a ideia não é estarmos permanentemente de mão estendida. A ideia é aproveitarmos os apoios financeiros para desenvolvermos o país e irmos ajudar outros. A minha ambição para Portugal é sermos contribuintes líquidos da UE”, continua Montenegro.

    O líder social-democrata fala já há largos minutos no encontro da ANJE, no Porto. “Ninguém quer ser tão ousado como nós para os mais jovens”, argumenta o líder social-democrata, elencando uma série de medidas que o Governo tomou a pensar neles.

    Sebastião Bugalho, aqui no papel de moderador deste evento, encerra a sessão: “Aqui está uma sala de esperança. Lá fora está uma rua cheia de medos. A grande diferença é que não precisamos tanto das palavras porque há trabalho feito. Luís Montenegro não é um homem que muda de opinião todos os dias”.

  • Raimundo pede paz e critica caminho "reacionário" de Trump seguido pelo "cordeirinho" da UE

    A encerrar o dia de campanha, em Évora, o secretário-geral do PCP dedicou o discurso à paz e aos elogios ao Dia da Vitória (que hoje esteve em destaque em Moscovo) da II Guerra Mundial.

    “Hoje, dia 9 de maio, comemoram-se 80 anos da vitória sobre o nazi-fascismo. Um dia de festa para todos os anti-fascistas. Um dia muito triste para os aziados.”

    Passados 80 anos, sobre o fim da II Guerra (a Europa Ocidental assinala a data um dia antes – 8 de maio), Paulo Raimundo avisa que o mundo “está a confrontar-se com novas e perigosas movimentações de guerra” uma “guerra sem retorno” na era nuclear.

    Depois de pedir o reconhecimento do Estado da Palestina e a paz no Leste da Europa – que não seja promovida “a escalada infinita da guerra na Ucrânia“, o líder comunista insiste “de forma clara” que sejam dados “zero cêntimos para essa estratégia belicista do reacionário do Trump à qual a União Europeia verga-se que nem fosse um cordeirinho”. Vladimir Putin não foi mencionado no discurso do secretário-geral do PCP.

    Raimundo acena bandeiras bem conhecidas e aponta para objetivos diferentes. “O país não precisa de aumentar 1,5% do PIB para a guerra. Precisa de 1% do PIB para a habitação”.

  • Montenegro sugere Pedro Nuno só é bom a fazer planos

    O social-democrata intervém agora sobre Habitação, não deixando de provocar Pedro Nuno Santos. “A fazer planos não temos hipóteses. Mas a executar somos muito melhores”, diz.

    Montenegro explica depois as várias medidas que o Governo foi tomando na área da Habitação para os mais jovens e não só: o social-democrata lembra que foi este Executivo quem fez aprovar o IRS Jovem e também o pass sub-23 para todos os jovens e não apenas para os jovens estudantes.

    “Ouço muitas vezes dizerem que só governamos para alguns. Pelo contrário. Antes de nós é que só governavam para alguns”, atira.

  • Líder da AD acusa elementos do Chega de viverem de fake news. "Imaginem o que serão capazes de fazer com informações de Estado"

    A propósito de desinformação, Luís Montenegro fala agora de um episódio que aconteceu durante o debate a oito, transmitido pela RTP.

    Na altura, Luís Montenegro foi acusado por elementos do Chega de se ter recusado a cumprimentar André Ventura antes do arranque do debate — essa informação começou a circular através de vários canais do partido.

    Só que era mentira, os dois estiveram tinham estado juntos imediatamente antes do debate. “Não cumprimentei naquela circunstância porque tinha acabado de o cumprimentar 20 segundos antes”, reforça Luís Montenegro.

    Dirigindo-se à plateia, maioritariamente jovem, o social-democrata refere-se a “Rita .. como é que ela se chama? Matias”, deputada do Chega, e “ao não sei quantos Frazão”, como os principais responsáveis pela difusão dessa informação falsa.

    “O grave disto é que estamos a falar de deputados da AR, munidos, utilizam uma perceção e criam uma onda de informações na base das fake news. Imaginem o que serão capazes de fazer com informações de Estado. E isso também está em causa no dia 18.”

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Debate Lisboa: alianças, SNS e habitação

    Como resolver constrangimentos nas urgências e problemas na habitação, em Lisboa, no curto prazo? E ainda alianças pós-eleitorais. Debate com todos os partidos com assento parlamentar, excepto AD.

    Ouça aqui o debate entre os candidatos por Lisboa

    Debate Lisboa: alianças, SNS e habitação

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