Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia! Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhar a cobertura do Observador dos diferentes conflitos mundiais neste outro artigo em direto. Obrigado.

    Marinha iraniana diz que Estreito de Ormuz está encerrado, temporariamente, até ordem contrária

  • Estados Unidos esperam comunicado iraniano a confirmar reabertura do Estreito de Ormuz

    Os Estados Unidos esperam que o Irão publique um comunicado até sábado a declarar aberto o Estreito de Ormuz, sob pena de sofrer consequências, avançam a CNN e a Axios, citando fontes diplomáticas norte-americanas.

    “Queremos que eles digam publicamente que vão parar os ataques aos navios e explicitamente, ou pelo menos implicitamente, reconhecer que eles estragaram tudo”, afirmou uma das fontes, que também adianta que espera que seja anunciada a passagem gratuita de embarcações pelo Estreito.

    Do mesmo modo, uma segunda fonte avisa que, se não for feito nenhum anúncio no prazo estipulado, “não será um bom dia” para o Irão.

    As fontes também alegam que o Irão contactou a administração Trump, e confessaram que cometeu um “erro” ao realizar ataques no Estreito de Ormuz.

  • Irão afirma que morreram 17 pessoas nos ataques dos Estados Unidos desta semana

    O Ministério iraniano da Saúde afirmou que os ataques norte-americanos de terça e quarta-feira provocaram 17 mortos e 115 feridos. Os dados foram citados pela Al Jazeera.

  • Irão pede que as Nações Unidas responsabilizem os Estados Unidos

    O representante permanente do Irão junto das Nações Unidas, Amir-Saeid Iravani, afirmou que a ONU deve tomar medidas para travar o “ato ilegal de agressão” por parte dos Estados Unidos.

    “A ONU deve assegurar que os Estados Unidos honram integralmente as suas obrigações”, afirmou numa reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, citado pela Al Jazeera.

  • Banco Mundial atribui 2,93 mil ME para “estabilização económica” da Ucrânia

    A Ucrânia recebeu esta sexta-feira 2,93 mil milhões de euros do Banco Mundial, na sequência de um acordo entre Kiev e a instituição financeira sediada em Washington, durante a mais recente Conferência de Recuperação da Ucrânia.

    “O orçamento estatal recebeu 3,35 mil milhões de dólares (2,93 mil milhões de euros) no âmbito do Primeiro Programa de Políticas para o Emprego e Crescimento do Setor Privado, implementado em conjunto com o Banco Mundial”, relatou a primeira-ministra, Yulia Svyrydenko, na rede social Telegram.

    Segundo a governante, os fundos permitirão ao país, sujeito a uma invasão, em larga escala pela Federação Russa, desde 24 de fevereiro de 2022, cobrir custos relacionados com a transformação da agricultura e do sistema educativo, com a monitorização das emissões de gases com efeito de estufa visando a integração do mercado na União Europeia.

    Svyrydenko disse ainda que a próxima fase do acordo firmado com o Banco Mundial em 25 de junho, na cidade polaca de Gdansk, contempla a entrega de verbas de até 874 milhões de euros até ao final de 2026.

    A primeira-ministra ressalvou, contudo, que é preciso cumprir “certas condições” para se obter o financiamento, tendo vincado que o Japão e o Reino Unido estão a contribuir para o financiamento do acordo entre a Ucrânia e o Banco Mundial.

  • Mais de três mil palestinianos da Cisjordânia deslocados desde o início do ano devido a ataques de colonos israelitas

    Os ataques de colonos israelitas na Cisjordânia obrigaram mais de três mil palestinianos a deslocarem-se desde o início do ano, segundo dados do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (ENUCAH).

    O número corresponde a uma média de 17 pessoas deslocadas por dia, mais do dobro da média dos três anos anteriores.

    Desde o início de julho, 67 pessoas foram obrigadas a fugir devido a demolições de casas e de estruturas por parte das autoridades israelitas, refere o ENUCAH.

  • Irão afirma não ter pedido ao Trump para retomar negociações e garante que vai responder em caso de ataque

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou que o país não pediu a Trump para retomar as negociações de paz, como o Presidente norte-americano tinha alegado esta sexta-feira.

    “Não pedimos negociações com os Estados Unidos, mas aceitámos os mediadores qataris“, afirmou à televisão estatal iraniana, citado pela Al Jazeera.

    O porta-voz também afirmou que “qualquer violação dos compromissos dos Estados Unidos será respondida com ‘ações recíprocas'”.

  • Preços do petróleo fecham a semana em baixa

    Os preços do petróleo fecharam em baixa esta sexta-feira, apesar dos aumentos desta semana provocados pelos novos ataques no Irão, refere a Reuters.

    O petróleo Brent fechou a 76,01 dólares (66,50 euros) o barril — menos 29 centavos do que a semana anterior — enquanto o bruto West Texas Intermediate encerrou com 71,41 dólares (62,48 euros) o barril, menos 67 centavos do que a semana passada.

    A descida deve-se à esperança existente nos mercados por um aliviar das tensões, refere a Reuters.

  • Zelensky afirma ter o apoio de pessoas próximas de Putin para fazer a paz na Ucrânia

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que tem apoio junto de membros do círculo íntimo de Vladimir Putin para terminar a guerra na Ucrânia.

    “Levámos a cabo propostas sobre como trazer a paz para mais perto, e temos o apoio não só entre os nossos parceiros, mas também dentro do próprio círculo de Putin. Eles percebem o que está a acontecer e que não há alternativa à paz“, alegou, num vídeo publicado no X, sem desenvolver mais detalhes.

    Zelensky também anunciou a criação de um comando especial dentro das Forças Armadas para “degradar ainda mais o potencial de combate da Rússia”, e das Forças Conjuntas de Respostas Rápidas, que “deverá ser um novo ramo das Forças Armadas”, para combinar a capacidade de combate de artilharia com componentes autónomas, como drones.

  • Ataque israelita no sul do Líbano faz um morto e um ferido

    Um ataque israelita na cidade de Kfar Reman, no sul do Líbano, fez um morto e um ferido, avança a Agência Nacional de Notícias libanesa.

    Um jovem foi morto em num ataque de drones, “enquanto conduzia uma motocicleta”, enquanto outro ficou gravemente ferido num outro ataque “que teve como alvo o seu Honda CR-V”, tendo sido transferido para o hospital em Sidon.

  • "Vitória militar sem vitória política é imprudência"

    Bernardo Valente diz que ganhar no campo sem estratégia é só imprudência. Para o professor de Relações Internacionais, os EUA estão a falhar redondamente no Irão.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “Vitória militar sem vitória política é imprudência”

  • Qatar e Paquistão defendem diplomacia para "reduzir as tensões e proteger a segurança marítima" no Médio Oriente

    O emir do Qatar e o primeiro-ministro do Paquistão conversaram esta sexta-feira sobre os desenvolvimentos regionais e as negociações entre os Estados Unidos da América e o Irão, onde reforçaram a necessidade de recorrer à diplomacia para “reduzir as tensões e proteger a segurança marítima”.

    Tamim bin Hamad Al Thani e Shehbaz Sharif renovaram o seu compromisso conjunto para continuar a coordenar os esforços para uma maior segurança na região e preservar as rotas marítimas, lê-se no comunicado citado pela Reuters.

  • Irão pode estar a reconstruir parte das centrais nucleares atingidas pelos ataques norte-americanos

    O Irão pode estar a reconstruir algumas das centrais nucleares atingidas pelos ataques norte-americanos, segundo imagens de satélite, obtidas pela CNN.

    “Uma investigação visual da CNN encontrou novas atividades em várias instalações nucleares e fábricas de mísseis pelo país no final de junho e início de julho”, revela o canal, que sublinha que a atividade nas instalações “levantou questões sobre se Teerão violou o memorando de entendimento”.

    As atividades foram detetadas no complexo militar de Parchin, onde se acredita que possa estar material explosivo, e numa instalação nuclear na montanha Pickaxe, onde foram vistos carros a entrar e a sair de túneis, a 21 de junho “quando o memorando estava em vigor”.

    Contactado pela CNN, o Pentágono afirmou que não iria comentar o assunto “devido à segurança operacional”.

  • Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impõe sanções contra "financiador-chave do gabinete do Líder Supremo"

    O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impôs esta sexta-feira sanções contra o consultor financeiro Ali Ansari, considerado como o “financiador-chave do gabinete do Líder Supremo”.

    Em comunicado, o departamento justifica as sanções por Ansari ter “institucionalizado, na prática, o desfalque em larga escala dentro do regime iraniano, desviando recursos públicos para um amplo portfólio de imóveis e participações comerciais no exterior”.

    Segundo o Departamento do Tesouro, Ansari também desviou dinheiro para si mesmo, para figuras próximas do Líder Supremo, incluindo o próprio, e da Guarda Revolucionária Islâmica.

  • MNE iraniano viaja para Omã no sábado

    O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, vai visitar Omã no sábado, avança a agência de notícias iraniana IRNA, citada pela Al Jazeera.

    O chefe da diplomacia iraniana vai discutir “os desenvolvimentos regionais, especialmente a situação no Estreito de Ormuz”.

    Como noticiado anteriormente, Omã vai receber uma delegação iraniana no sábado, após uma equipa de mediadores do Qatar se ter deslocado esta sexta-feira ao Irão para mediar novas negociações de paz com os Estados Unidos.

  • Israel suspende ataques no Líbano por pressão dos Estados Unidos

    Israel suspendeu esta sexta-feira os ataques no sul do Líbano devido a pressão dos Estados Unidos, avança o canal israelita KAN.

    “O escalão político ordenou que as IDF congelem todas as operações consideradas ‘sensíveis’ no sul do Líbano, após um pedido dos Estados Unidos”, adianta o canal. A diretiva é válida até nova ordem e “até que se esclareça o desfecho da atual escalada entre os Estados Unidos e o Irão e das negociações entre Israel e o Líbano”.

    Os Estados Unidos também terão exigido que Israel não responda a possíveis ataques feitos pelo Irão ao seu território.

  • Mediadores do Qatar estiveram no Irão para negociar a paz no país. Delegação iraniana viaja para Omã no sábado

    Mediadores do Qatar estiveram esta sexta-feira em Mashad, no Irão, para negociar a desescalada da guerra entre os Estados Unidos e o Médio Oriente. A informação é avançada por uma fonte iraniana e outra qatari à CBS News.

    “Os mediadores estão a facilitar a diplomacia indireta para tentar voltar a uma trégua e permitir que o Estreito de Ormuz seja reaberto”, refere o canal norte-americano.

    Do mesmo modo, uma delegação irianiana vai deslocar-se a Omã no sábado para discutir as disputas na navegação no Estreito de Ormuz.

    Como noticiado anteriormente, a agência de notícias iraniana Tasnim e a CNN tinham anunciado a chegada de uma delegação do Qatar ao Irão.

  • Autoridade Palestiniana anuncia primeiras eleições legislativas em 20 anos

    O Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, anunciou a realização de eleições legislativas a 28 de novembro, as primeiras desde 2006.

    As eleições serão realizadas em todos os territórios palestinianos, “incluindo a Cisjordânia ocupada, Jerusalém Oriental ocupada e Gaza”, refere a Al Jazeera. No entanto, a destruição de infraestruturas em Gaza e a possibilidade de impedimento dos habitantes de Jerusalém Oriental de votarem por parte de Israel, são fatores a ter em conta, segundo o canal.

    Em 2006, o Hamas venceu as eleições legislativas, sem maioria absoluta, tendo o clima de instabilidade que se seguiu resultado numa guerra civil que terminou na expulsão da Fatah — partido de Abbas — da Faixa de Gaza.

  • Senador norte-americano anuncia acordo com Trump para a implementação de novas sanções contra a Rússia

    O senador republicano Lindsey Graham anunciou um acordo com a adminsitração Trump para a implementação de novas sanções contra a Rússia. O acordo foi feito juntamente com os senadores democratas Jeanne Shaheen e Richard Blumenthal, e o republicano Roger Wicker.

    “Temos orgulho de anunciar que chegámos a um acordo com a administração Trump para dar andamento à nossa legislação atualizada sobre as sanções contra a Rússia”, afirma Graham, no X. As sanções incidem sobre os compradores de petróleo e gás natural russos.

    Esta sexta-feira, o senador esteve reunido com Volodymyr Zelensky, como publicou no X o Presidente ucraniano.

  • Ucrânia destruiu 18 navios russos na última noite e danificou infraestruturas petrolíferas

    A Ucrânia destruiu 18 navios russos na última noite, assim como uma refinaria e um terminal petrolífero. A informação é avançada pelo Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, no Facebook.

    “Foram atingidos 13 navios-tanque, três navios de carga geral, uma balsa e uma embarcação auxiliar do inimigo”, refere o Estado-Maior. Os navios seriam usados para “garantir a logística militar da Federação Russa, o transporte de combustíveis e lubrificantes, cargas militares e outros recursos materiais necessários para a condução da agressão armada contra a Ucrânia”, segundo o Estado-Maior.

    Do mesmo modo, foram atacados um complexo de refino de petróleo, em Leninegrado, a refinaria de petróleo Ilsky, em Krasnador, uma das maiores do sul da Rússia, o terminal petrolífero Kurgannefteprodukt — que provocou um incêndio —, e o depósito de Azovnefteprodukt, ambos na região de Rostov. As instalações “são usadas no interesse no exército russo“, refere o Estado-Maior.

    Também foi atingido um depósito de combustíveis e lubrificantes em Rozivka, em Zaporijia.

1 de 3