Momentos-chave
- Embaixador dos EUA diz que Trump está a dar tempo às negociações, justificando dois dias sem ataques
- Irão responsabiliza Zelensky por morte no mar Cáspio: "Não pode ficar sem resposta"
- Roménia abateu drone russo no mar Negro
- Exército israelita anuncia exercício militar de grande escala no deserto do Negueve
- Netanyahu fala com Rubio sobre desmantelarmento do Tribunal Penal Internacional
- Netanyahu: Israel está “preparado para agir de forma mais abrangente” na Cisjordânia
- Israel diz que matou dois elementos do Hamas no norte de Gaza
- Espanha com "forte condenação" ao ataque de colonos israelitas na Cisjordânia
- Palestiniano morreu devido a ataque com drone israelita
- Irão deixou de atacar países vizinhos por EUA terem cessado ataques
- Autoridades ucranianas reportam ataque aéreo russo com oito mísseis e 136 drones
- EUA garantem que bloqueio naval contra Irão continua
- Irão acusa Ucrânia de atacar navio comercial no Mar Cáspio
- Ucrânia diz que a Rússia tem estado a ajudar o Irão
- Zelensky avisa que auxílio da Coreia do Norte à Rússia é uma ameaça para todos
- Irão abate drone perto de consulado dos EUA
- Irão avisa que ataques vão continuar até “à rendição total do inimigo”
- Irão travou quatro navios que tentavam atravessar estreito de Ormuz
- Houthis dizem ter lançado duas "operações sensíveis" contra Arábia Saudita
- Ameaça iraniana obrigou Trump a trocar de avião após cimeira da NATO
- Ucrânia: 14 mortos mais de 10 feridos em ataques
- Pelo menos seis pessoas morreram em ataques em Gaza
- "Irão teve uma noite tranquila." 13 noites depois, não há registos de ataque por parte dos EUA
- Ucrânia diz ter atingido navio de guerra russo no mar Cáspio
- ONU prolonga mandato de Türk nos direitos humanos apesar de oposição de EUA e Rússia
- Irão acusa UE de pura hipocrisia na defesa dos Direitos Humanos
Histórico de atualizações
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Este artigo em direto fica por aqui. Pode continuar a seguir os acontecimentos internacionais no liveblog que abrimos esta manhã.
Obrigada por nos acompanhar.
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A Ucrânia pediu para esta segunda-feira uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para abordar os ataques russos contra navios de carga civis e o impacto das manobras da Rússia na segurança alimentar global.
“A Rússia está a manter a segurança alimentar global como refém. Pelo menos três navios de carga civis foram bombardeados pela Rússia nos últimos dias”, afirmou, na passada quarta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha.
A própria Ucrânia intensificou os seus ataques a navios de carga que abastecem os portos russos do Mar Negro, reivindicando a responsabilidade por mais de uma centena de ataques com drones nas últimas semanas.
A Rússia e a Ucrânia estão entre os maiores exportadores mundiais de cereais e abastecem muitos países de África e da Ásia.
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Três dias no cemitério dos heróis ucranianos
O Observador esteve três dias no Campo de Marte, um cemitério-memorial onde os sobreviventes choram heróis mortos em combate. Do chão de Lviv saem histórias que tentam rescrever o futuro da Ucrânia.
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Liga árabe pede a Trump que trave “ambições extremistas” de Israel em Gaza
O secretário-geral da Liga Árabe instou hoje o Presidente norte-americano, Donald Trump, a travar as “ambições extremistas” de Israel e desbloquear o plano de paz para a Faixa de Gaza, que se encontra num impasse.
“Todas as partes têm uma responsabilidade na preservação da segurança e da estabilidade na região, e espera-se, em especial, que a administração norte-americana assuma a sua responsabilidade a este respeito”, defendeu Nabil Fahmy, num comunicado citado pela agência de notícias Efe.
O diplomata egípcio dirigiu-se especialmente a Donald Trump, que, referiu, “tomou a iniciativa de lançar o plano de paz em outubro passado para pôr fim à guerra contra Gaza, cuja segunda fase, após nove meses, ainda não foi implementada”.
As declarações de Fahmy surgem na véspera da viagem do primeiro-ministro israelita, Benjamim Netanyahu, a Washington para se reunir na terça-feira com Trump, pelo que Fahmy apelou ao líder norte-americano que “trave as ambições extremistas do Governo israelita de fazer fracassar a iniciativa de paz de Sharm El Sheij e ponha termo às suas ações repetidas de ultrapassar os limites na sagrada Jerusalém”.
Fahmy acrescentou que Trump teve “um papel fundamental” na concretização do plano de vinte pontos apoiado pela Liga Árabe e pelo Conselho de Segurança para a reconstrução de Gaza e para abrir caminho ao estabelecimento do Estado palestiniano.
Por isso mesmo, o responsável da Liga Árabe insistiu na importância de Trump “enfrentar as evasivas e os atrasos israelitas que visam esvaziar o conteúdo do plano de paz e prolongar indefinidamente a situação atual em Gaza, além de implementar a anexação efetiva na Cisjordânia”.
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Abbas pede ação internacional urgente para travar violência de colonos na Cisjordânia
O presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, apelou hoje a uma “ação internacional urgente” para travar a ofensiva militar israelita e a violência dos colonos na Cisjordânia ocupada.
O apelo foi lançado em plena escalada de tensão, após os confrontos que provocaram seis mortos esta semana na aldeia de Tell, de acordo com a agência oficial palestiniana Wafa.
Segundo a Wafa, o líder palestiniano enviou cartas a vários dirigentes árabes e de países amigos, à União Europeia, ao secretário-geral da Liga Árabe e ao presidente do Conselho de Segurança da ONU. Nessas cartas, Abbas alertou que os territórios ocupados atravessam uma “perigosa escalada” devido aos contínuos ataques das forças israelitas e de colonos armados, “diretamente apoiados” pelo Governo israelita.
Abbas sustentou que a situação já não corresponde a incidentes isolados, mas sim a uma “política israelita sistemática” através da expansão dos colonatos e do enfraquecimento da Autoridade Palestiniana, o que, na sua opinião, compromete as perspetivas da solução de dois Estados.
O responsável palestiniano pediu medidas urgentes para responsabilizar os autores da violência dos colonos, travar a expansão dos colonatos e aplicar a Resolução 2334 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que considera ilegais os colonatos israelitas.
Reclamou ainda proteção internacional para a população palestiniana e reafirmou o compromisso da Palestina com uma paz “justa e abrangente”, assente na solução de dois Estados e na rejeição da violência, segundo a Wafa.
O apelo surge após uma semana marcada pela violência na Cisjordânia.
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Embaixador dos EUA diz que Trump está a dar tempo às negociações, justificando dois dias sem ataques
Os Estados Unidos fizeram pausa nos ataques ao Irão, pela segunda noite consecutiva, para dar tempo à diplomacia, declarou o embaixador dos Estados Unidos nas Nações Unidas.
Citado pela BBC, em declarações à Fox News, Mike Waltz afirmou que Donald Trump “está a dar às conversações algum tempo e espaço”.
Antes já Teerão tinha indicado que o Irão também não estava a atacar e enquanto os Estados Unidos estiverem sem atacar o mesmo fará o Irão.
À NBC o mesmo responsável acrescentou que Trump “mantém todas as opções em cima da mesa”.
O Irão e Omã tiveram conversações técnicas em Teerão na sexta e no sábado para discutirem a gestão do Estreito de Ormuz.
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Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, numa mensagem na rede X expressa solidariedade à Roménia e à Ucrânia. No primeiro caso por causa do drone que visava o território marítimo romeno, que, no entanto, foi abatido.
Diante do abate de um novo drone que visou hoje território marítimo romeno e o ataque a dois navios civis no Mar Negro, o MNE @PauloRangel_pt reitera a mais veemente condenação e a mais profunda solidariedade com o povo Roménia e o povo da Ucrânia e suas autoridades. @oana_toiu…
— Negócios Estrangeiros PT (@nestrangeiro_pt) July 26, 2026
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Irão responsabiliza Zelensky por morte no mar Cáspio: "Não pode ficar sem resposta"
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, responsabilizou o Presidente da Ucrânia por, na sequência de um ataque contra um navio mercante iraniano no mar Cáspio, ter causado a morte de um marinheiro.
O governante escreveu nas redes sociais que este ataque “não pode ficar sem resposta”, alertando que se trata de uma “violação flagrante da Carta das Nações Unidas”, levada a cabo “a mando de Israel para arrastar a Europa para a sua guerra”.
O ministro já reportou o caso à chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, e ao ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov.
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Roménia abateu drone russo no mar Negro
Um piloto romeno de um caça F-16 abateu um drone russo sobre o mar Negro, revelou este domingo Ministério romeno da Defesa, citado pela agência Reuters.
O Presidente do país, Nicușor Danno, classificou como “inadmissíveis e intoleráveis” as violações do espaço aéreo do membro da NATO.
Recorde-se que a Roménia partilha uma fronteira terrestre com a Ucrânia e os drones russos têm violado repetidamente o seu espaço aéreo durante os mais de quatro anos de guerra na Ucrânia.
“É inadmissível e intolerável que a Federação Russa continue a violar o espaço aéreo da Roménia, que é, ao mesmo tempo, espaço aéreo da NATO e da União Europeia”, escreveu o chefe de Estado romeno na rede social X.
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Exército israelita anuncia exercício militar de grande escala no deserto do Negueve
O exército israelita anunciou a realização, esta segunda-feira, de um exercício militar de grande escala, num momento de crescente tensão na Cisjordânia.
As manobras vai acontecer no deserto do Negueve, segundo um comunicado citado pela Al Jazeera, onde se dá conta de que “haverá uma intensa movimentação de forças de segurança, veículos e aeronaves, e serão ouvidos disparos e explosões na região”.
“O exercício foi planeado com antecedência como parte do programa de treino de 2026 e não há motivos para preocupação relativamente a qualquer incidente de segurança.”
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Netanyahu fala com Rubio sobre desmantelarmento do Tribunal Penal Internacional
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que falou com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, sobre a campanha dos Estados Unidos para desmantelar o Tribunal Penal Internacional (TPI).
“Ontem à noite [sábado à noite] falei com o secretário de Estado Marco Rubio, que reiterou a intenção dos Estados Unidos de agir com firmeza contra esta organização [o TPI]”, disse Netanyahu no início da reunião do seu Governo, segundo um comunicado divulgado pelo seu gabinete e antes da viagem que fará na segunda-feira a Washington, onde se vai reunir com Donald Trump.
Na mesma nota, Netanyahu alega que este tribunal internacional “põe em risco a justiça no mundo” e submete a segurança dos países “às decisões de funcionários corruptos em Haia”, apelando ainda a que outros países sigam a iniciativa norte-americana.
Netanyahu viajará na segunda-feira para Washington, a convite do Presidente Donald Trump, para participar do funeral do senador Lindsey Graham, aproveitando ainda para conversar com o chefe de Estado norte-americano “sobre todos os temas da agenda, incluindo a situação no Irão”, afirmou.
O encontro entre Netanyahu e Trump, o primeiro presencial entre os dois líderes desde o início da guerra conjunta contra o Irão, no final de fevereiro, ocorre num contexto de agravamento das hostilidades entre Washington e Teerão, com Telavive em estado de alerta.
Sobre a destituição, na sexta-feira, do procurador do Tribunal Penal Internacional, Karim Khan, por alegada conduta sexual imprópria, Netanyahu insinuou hoje que o magistrado emitiu mandados de captura contra si e contra o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant por alegados crimes de guerra para desviar a atenção das acusações que recaíam sobre ele.
“Fê-lo para desviar as atenções, para reunir à sua volta todos os que odeiam Israel e, essencialmente, para criar uma couraça protetora. Essa couraça foi quebrada e expôs também a sua verdadeira motivação, bem como a injustiça e a profunda corrupção que existem não só na Procuradoria, mas em todo o Tribunal Penal Internacional”, afirmou o primeiro-ministro israelita.
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Netanyahu: Israel está “preparado para agir de forma mais abrangente” na Cisjordânia
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, assegura que Israel está “preparado para agir de forma mais abrangente” na Cisjordânia.
A declaração, citada pela Al Jazeera, surge numa altura em que prosseguem os ataques de colonos e operações militares no território palestiniano.
“As instruções que demos foram para entrar nas aldeias, revistá-las, apreender armas e efetuar detenções”, admitiu Netanyahu aos jornalistas.
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Israel diz que matou dois elementos do Hamas no norte de Gaza
O exército israelita revelou que matou dois elementos do Hamas no norte de Gaza.
De acordo com a Al Jazeera, em caisa está a morte de Fares al-Masri, responsável do Hamas, que foi morto num ataque israelita na passada terça-feira. Israel realça que o homem estava envolvido na produção de armas.
Morreu também Muhammad Abu Shakian, membro das forças especiais Nukhba do Hamas.
Os dois elementos do Hamas “tinham atuado recentemente para promover planos terroristas” contra as forças e os cidadãos israelitas, refere o comunicado do exército de Israel.
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Espanha com "forte condenação" ao ataque de colonos israelitas na Cisjordânia
O Governo espanhol reiterou a “forte condenação da violência contínua perpetrada por colonos israelitas, que continuam a agir com impunidade contra a população palestiniana na Cisjordânia”.
Num comunicado citado pela Al Jazeera, Espanha volta a condenar um “outro ataque indiscriminado” que resultou na morte de quatro civis palestinianos e de dois colonos israelitas, sendo que esta é uma referência ao ataque de colonos à aldeia de Tal, na sexta-feira.
Espanha apelou a Israel para que “tome as medidas necessárias para reduzir a escalada e garantir que os responsáveis por estes ataques sejam levados à justiça”.
Ataques na Cisjordânia provocam escalada de conflito no território e o aumento da presença israelita
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Palestiniano morreu devido a ataque com drone israelita
Um palestiniano morreu após ter sido atingido num ataque israelita na zona de Al-Mawasi, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, segundo a Quds News Network, citada pela Al Jazeera.
O homem sofreu ferimentos graves depois de ter sido atingido por um drone quando as forças israelitas realizavam operações de demolição a leste de Khan Younis, mas acabou por morrer.
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Irão deixou de atacar países vizinhos por EUA terem cessado ataques
O Irão deixou de atacar os seus vizinhos do Golfo há dois dias porque os Estados Unidos deixaram de bombardear o seu território, afirmou hoje o Exército iraniano, garantindo que a estratégia de Teerão se baseava na “retaliação”.
“Nas últimas duas noites, os americanos suspenderam os seus ataques. Como a nossa estratégia se baseia essencialmente na retaliação, também interrompemos as nossas operações”, declarou o porta-voz Mohammad Akraminia numa entrevista à televisão estatal, citada pela AFP.
Pela segunda noite consecutiva não foram registados bombardeamentos norte-americanos no Irão, com os meios de comunicação a especular sobre uma possível escassez de munições após quase cinco meses de guerra.
Apesar de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter afirmado na sexta-feira que estava a considerar bombardeamentos ainda mais intensos contra o Irão, o exército norte-americano não anunciou qualquer ataque ao amanhecer de hoje.
Por seu lado, o Irão não reivindicou qualquer ataque contra os seus vizinhos do Golfo, e estes últimos não relataram qualquer alerta noturno.
Embora tenha ameaçado o Irão, Donald Trump afirmou, no entanto, que o diálogo com Teerão não estava interrompido.
“Na verdade, estamos a falar com eles neste momento”, disse, referindo-se aos líderes iranianos.
“Penso que estão a tornar-se cada vez mais sérios com o passar dos dias, talvez por uma razão óbvia”, acrescentou, aludindo aos bombardeamentos norte-americanos.
Segundo o jornal New York Times, que cita duas fontes próximas da gestão do conflito, o Governo norte-americano está preocupado com a escassez do ‘stock’ de sistemas de interceção de mísseis “Patriot” e de outros equipamentos defensivos que protegem os países do Golfo, alvo do Irão em retaliação aos ataques norte-americanos.
O jornal refere também receios de uma escalada do conflito.
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Autoridades ucranianas reportam ataque aéreo russo com oito mísseis e 136 drones
A Rússia voltou a atacar na noite passada a Ucrânia com oito mísseis e 136 drones, de acordo com a Força Aérea Ucraniana, adiantando que dois mísseis e 27 drones atingiram os seus alvos.
“O inimigo atacou com um míssil guiado Kh-59/69, que foi lançado pelo espaço aéreo do mar Negro, sete mísseis balísticos Iskander-M/S-400, lançados das regiões de Bryansk, Kursk e Voronezh, e 136 drones (…)”, referiu um comunicado militar.
Segundo dados preliminares, as defesas aéreas conseguiram abater ou neutralizar o míssil Kh-59/69 e cinco mísseis balísticos Iskander-M/S-400, assim como mais de 100 drones sobre as regiões norte, sul e leste do país.
No entanto, dois mísseis balísticos e 27 drones atingiram 18 locais diferentes, enquanto fragmentos caíram em sete pontos.
Pelo menos um dos mísseis balísticos atingiu Kiev, onde, de acordo com a agência de notícias Ukrinform, infraestruturas foram danificadas nos distritos de Desniansky, Shevchenko e Solomyansky durante o ataque noturno.
Em Solomyansky, segundo relatos da polícia e do presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko, três civis – uma mulher e dois homens – ficaram feridos, um dos quais teve de ser hospitalizado.
Em Kharkiv (norte da Ucrânia), um drone atingiu uma casa, matando uma pessoa e ferindo outras nove, incluindo duas crianças, segundo o presidente da câmara da cidade, Ihor Terekhov, a segunda maior do país.
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Zelensky conseguirá unir Trump à causa da resistência?
Liliana Reis destaca que Zelensky tenta expor o eixo de resistência global entre a Rússia e o Irão. Também diz que os EUA sofrem uma tensão estratégica ao manterem várias frentes. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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EUA garantem que bloqueio naval contra Irão continua
Os Estados Unidos garantem que o bloqueio naval contra o Irão “continua em pleno vigor”.
Numa mensagem na rede X, o Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) diz ter redirecionado 12 navios comerciais que tentavam furar o bloqueio, imobilizou dois que não acataram as ordens e abordou outros dois.
Segundo a mensagem o petroleiro M/T Charminar, com bandeira das Comores, e o petroleiro M/T Lavine, de bandeira de Moçambique, foram abordados. O de Moçambique já não segue para o Irão.
The U.S. naval blockade against Iran remains in full effect. As of July 25, CENTCOM has redirected 12 commercial vessels trying to run the blockade, disabled 2 that didn't comply, and boarded 2 to ensure total compliance.
Earlier today, U.S. forces completed a verification… pic.twitter.com/eyp1N2B9sO
— U.S. Central Command (@CENTCOM) July 25, 2026
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Irão acusa Ucrânia de atacar navio comercial no Mar Cáspio
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão acusou a Ucrânia de ter atacado um navio comercial iraniano no Mar Cáspio, dizendo ter resultado numa explosão que matou um marinheiro e feriu um outro, avança a Reuters.
Teerão considera ter havido um ato de agressão e garantiu que irão defender os seus interesses nacionais e a segurança, acusando a Ucrânia de procurar expandir a guerra com a Rússia.
A Ucrânia assumiu que as suas forças terão atacado um navio de guerra rusoo utilizado para transportar material bélico para o Irão.