Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Escândalos de corrupção na Ucrânia podem afetar apoio europeu, diz Tusk
- Zelensky visita Espanha nos próximos dias. Presidente ucraniano tem visita marcada ao Congresso de Deputados em Madrid na terça-feira
- Imprensa russa diz que foi um míssil ucraniano que atingiu embaixada do Azerbaijão em Kiev, não um Iskander de Moscovo
- Rússia deverá produzir até 120 mil bombas planadoras até ao final do ano, avisam secretas da Ucrânia
- Rússia diz que continua aberta a encontro com EUA em Budapeste
- Polónia vai reabrir duas passagens de fronteira com a Bielorrússia
- Mais dois mortos em ataques russos desta sexta-feira, em cidade a sul de Kiev
- Ministro da Defesa alemão diz que ataques russos em Kiev são "desprezo pela humanidade"
- Navio espião russo avistado a poucas milhas da costa dos EUA. Guarda Costeira foi acionada
- Equipas de resgate encontram mais um corpo. É a sexta vítima mortal
- Ucrânia ataca refinaria russa com drones e faz 4 feridos
- Número de vítimas no ataque russo a Kiev sobe: morreram pelo menos 5 pessoas
- Serviços de Informação da Ucrânia dizem que Rússia quer colocar 12 mil norte-coreanos a produzir drones
- 300 socorristas e 500 polícias mobilizados para Kiev. Ucrânia diz que "pode haver pessoas presas nos escombros"
- Zelensky vai encontrar-se com Macron, em Paris, na segunda-feira
- Kharkiv e Odessa também foram atacadas. Embaixada do Azerbaijão foi atingida por destroços
- Número de mortos no ataque de Kiev sobe para 4, avança Zelensky
- Ataque russo a Kiev faz pelo menos 3 mortos, diz autarca
Histórico de atualizações
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Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador já abriu um novo para continuar a acompanhar os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia ao longo deste sábado. Pode segui-lo aqui.
Zelensky anuncia reforma de setor energético após escândalo de corrupção
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O que se passou até agora
- A Ucrânia enfrenta novos desafios com escândalos de corrupção no setor energético, envolvendo subornos significativos e resultando na demissão dos ministros da Energia e Justiça do país. O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, alertou que tais escândalos podem comprometer o apoio europeu contínuo à Ucrânia, especialmente num contexto onde a paciência e o apoio dos cidadãos de vários países europeus está a ser testada pela guerra e pelas suas consequências económicas.
- Em Kiev, um ataque russo resultou em pelo menos seis mortos e mais de 35 feridos, incluindo crianças e uma mulher grávida. A ofensiva envolveu o uso de drones e mísseis, causando danos significativos em infraestruturas civis e atingindo também a embaixada do Azerbaijão. As autoridades locais mobilizaram centenas de socorristas e polícias para lidar com as consequências do ataque.
- No plano internacional, a Rússia mantém a possibilidade de uma cimeira com os Estados Unidos em Budapeste, desde que se baseie nos acordos prévios entre Vladimir Putin e Donald Trump. Esta abertura por parte da Rússia ocorre num momento em que vários países europeus estão a reforçar o seu apoio militar e financeiro à Ucrânia.
- A Alemanha anunciou um novo apoio financeiro de 150 milhões de euros para a compra de armamento norte-americano destinado à Ucrânia, como parte de uma iniciativa da NATO. Esta medida visa fortalecer a capacidade de defesa ucraniana, assegurando a continuidade do apoio militar ocidental ao esforço de guerra de Kiev.
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Escândalos de corrupção na Ucrânia podem afetar apoio europeu, diz Tusk
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, alertou hoje que o surgimento de novos escândalos de corrupção pode dificultar a manutenção de um consenso europeu sobre a ajuda à Ucrânia face aos ataques russos.
Tusk observou que já tinha alertado o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, para a necessidade de ser extremamente sensível até aos mais pequenos sinais de corrupção no seu círculo, uma vez que isso também afeta a sua reputação, segundo a agência Ukrinform.
O primeiro-ministro polaco e ex-presidente do Conselho Europeu afirmou que Zelensky reagiu de forma decidida ao escândalo no sector energético eq ue o Estado ucraniano está determinado a processar os responsáveis, mas que as consequências do escândalo já se fizeram sentir e que o custo será muito elevado.
Os ministros da Energia e da Justiça ucranianos tiveram de se demitir na quarta-feira, depois de uma entidade anti corrupção ter anunciado o desmantelamento de um vasto esquema de corrupção no setor energético.
O esquema envolvia vários funcionários ucranianos e um empresário próximo de Zelensky, e subornos no valor de 100 milhões de dólares (86 milhões de euros, ao câmbio atual).
De acordo com Tusk, as forças russas e pró-russas na Europa estão a disseminar ativamente narrativas sobre a alegada corrupção na Ucrânia independente.
Salientou ainda que, na Polónia e em vários outros países, as pessoas estão cansadas da guerra e dos seus custos, o que dificulta a manutenção do apoio à Ucrânia na sua defesa dos ataques da Rússia e alertou que, se os escândalos de corrupção continuarem a ocorrer na Ucrânia, será cada vez mais difícil persuadir os vários parceiros a demonstrarem solidariedade com o país.
O primeiro-ministro polaco alertou ainda as autoridades ucranianas para se precavessem contra o que descreveu como o modelo russo de corrupção, explicando que tolerar tais ações poderia comprometer o esforço de guerra da Ucrânia.
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Zelensky visita Espanha nos próximos dias. Presidente ucraniano tem visita marcada ao Congresso de Deputados em Madrid na terça-feira
Volodymyr Zelensky arranca em visita de Estado para Espanha “nos próximos dias” e a agenda do Chefe de Estado ainda não é conhecida na sua totalidade. Contudo, a agência EFE avança que Zelensky irá discursar diante o Congresso de Deputados de Espanha na próxima terça-feira, na capital.
O Presidente da Ucrânia será recebido pela speaker Francina Armengol e também pelo presidente do Senado Pedro Rollán, com quem se irá reunir no Salão dos Passos Perdidos do Palácio das Cortes.
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Imprensa russa diz que foi um míssil ucraniano que atingiu embaixada do Azerbaijão em Kiev, não um Iskander de Moscovo
A Ucrânia denunciou esta manhã ataques de Moscovo que terão atingido a embaixada do Azerbaijão em Kiev. Contudo, a imprensa russa avança, após ter analisado as imagens partilhadas pelos ucranianos, que o dano foi, na verdade, provocado por um míssil de defesa anti-aérea lançado pela Ucrânia.
Uma fonte militar russa explica à RIA/Novosti que é possível verificar fragmentos dos mísseis norte-americanos Patriot — enviados por Washington até Kiev para fortalecer a defesa contra ameaças aéreas vindas de Moscovo. Diz que os mísseis lançados em resposta à ofensiva russa terão caído, falhado e atingido o bloco administrativo do complexo que recebe a representação diplomática azeri na capital ucraniana.
“Se tivesse um míssil Iskander a atingir, a cratera teria sido muitas vezes maior e mais profunda que aquela que dá para ver no vídeo, e as consequências do ataque para a embaixada teriam sido muito mais significativas”, acrescenta a fonte anónima consultada pelo jornal russo.
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Rússia deverá produzir até 120 mil bombas planadoras até ao final do ano, avisam secretas da Ucrânia
Até ao final do ano, a Rússia deverá produzir até 120 mil novas bombas planadoras, a opção militar “barata e devastadora” adotada por Moscovo no início do conflito com a Ucrânia, incluindo 500 de uma nova versão melhorada deste tipo de bomba. A informação foi avançada pela Reuters, citando fontes dos serviços secretos ucranianos.
De acordo com o major-general ucraniano Vadym Skibitskyi, o diretor-adjunto dos serviços secretos da Defesa ucraniana, entre estas 120 mil unidades estão bombas que serão produzidas de raiz, mas também outras que serão simplesmente atualizadas para passar a planar.
Segundo o militar, as forças russas estão a disparar entre 200 e 250 destas bombas planadoras por dia. “É possível abatê-los, mas a quantidade de bombas que são produzidas… é enorme”, confessa o especialista à agência Reuters. “É uma ameaça. Uma ameaça que vai exigir uma resposta apropriada”, acrescenta.
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"Rússia tenta criar inferno no inverno para abalar resistência ucraniana"
Bruno Cardoso Reis afirma que Moscovo intensificou tática de inverno e que aposta em grandes ataques contra infraestruturas críticas. No Médio Oriente, desarmamento do Hamas é problema para a paz.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
“Rússia tenta criar inferno no inverno para abalar resistência ucraniana”
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Alemanha dá mais 150 milhões de euros para compra de armas para Kiev
A Alemanha vai destinar mais 150 milhões de euros para a compra de armamento norte-americano para a Ucrânia, anunciou hoje em Berlim o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius.
A medida será concretizada através do mecanismo PURL, sigla em inglês de Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia, lançado em julho pela NATO e pelos Estados Unidos.
Trata-se de uma iniciativa que facilita a aquisição de armamento norte-americano com base numa lista de prioridades definida por Kiev e com o acordo dos Estados Unidos e da NATO, sendo a entrega coordenada pela Aliança Atlântica.
Pistorius disse que falou na quinta-feira sobre a nova contribuição de Berlim com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.
“Declarámo-nos dispostos a participar noutro pacote com pelo menos 150 milhões de euros. Continuamos a avançar”, afirmou, citado pela agência de notícias espanhola EFE.
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Rússia diz que continua aberta a encontro com EUA em Budapeste
A Rússia diz que continua aberta a uma cimeira com os Estados Unidos da América em Budapeste, avança a Reuters. A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Maria Zakharova, disse que os contactos entre Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, vão continuar, se necessário. Para Moscovo a cimeira pode acontecer desde que seja com base nos acordos alcançados na reunião anterior entre os Presidentes Vladimir Putin e Donald Trump no Alasca.
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Polónia vai reabrir duas passagens de fronteira com a Bielorrússia
Duas passagens de fronteira entre a Polónia e a Bielorrússia serão reabertas a partir de segunda-feira, dia 17 de novembro, anunciaram esta sexta-feira as autoridades polacas.
O Ministério do Interior (correspondente ao Ministério da Administração Interna) polaco especificou que a passagem de Bobrowniki apenas vai permitir a circulação de camiões e automóveis com matrículas da União Europeia, da Suíça ou dos países da Associação Europeia Comércio Livre. Na fronteira de Kuznica Bialostocka vai ser permitida apenas a passagem de veículos ligeiros de passageiros.
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Mais dois mortos em ataques russos desta sexta-feira, em cidade a sul de Kiev
Além dos seis mortos já confirmados em Kiev, outras duas pessoas morreram em ataques de drones russos na cidade de Chornomorsk, no Mar Negro, avança a Reuters.
Os ataques atingiram a capital ucraniana e a outra cidade, mais ao sul do país. Apesar da maioria dos drones ter sido abatida, destroços danificaram apartamentos em edifícios mais altos, escolas e infraestruturas médicas e administrativas ao longo de nove distritos de Kiev.
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Ministro da Defesa alemão diz que ataques russos em Kiev são "desprezo pela humanidade"
O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, disse que os ataques russos em Kiev esta madrugada demonstram o “desprezo de Moscovo pela humanidade” e violam o direito internacional. “É muito evidente e claro que Putin pretende tornar o inverno o mais insuportável possível para a Ucrânia, destruir o moral e quebrar a resistência do povo ucraniano. Ele não está a conseguir”, disse Pistorius, citado pelo The Guardian. O ministro também anunciou que a Alemanha vai contribuir com pelo menos 150 milhões para a próxima etapa da iniciativa da NATO que permite que os países europeus financiem o fornecimento de armas norte-americanas à Ucrânia.
Já o ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, também defendeu o apoio à Ucrânia e afirmou que seria “absurdo” a Itália não continuar com a ajuda civil e militar ao país.
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Navio espião russo avistado a poucas milhas da costa dos EUA. Guarda Costeira foi acionada
Um navio espião russo foi avistado a poucas milhas da costa dos Estados Unidos da América (EUA), em concreto perto do Havai.
A embarcação russa Kareliya foi avistada a cerca de 15 milhas náuticas a sul da ilha Oahu, perto de águas norte-americanas, no dia 29 de outubro.
Num comunicado, a Guarda Costeira norte-americana deu conta do sucedido e referiu que os Estados Unidos “monitorizaram” o navio russo para “providenciar segurança marítima para as embarcações norte-americanas que estão na região”.
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Hungria vai levar a tribunal proibição europeia de importar gás russo
A Hungria vai recorrer ao Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) contra a proibição das importações de gás russo, anunciou hoje o primeiro-ministro Viktor Órban, que discorda das sanções da UE contra Moscovo.
“Não aceitamos esta solução, manifestamente ilegal e contrária aos valores europeus”, afirmou Órban a uma rádio húngara, ao justificar a decisão de recorrer para o TJUE.
A suspensão das importações de gás russo foi “escolhida por Bruxelas para silenciar um governo que não concorda com ela”, acrescentou o primeiro-ministro nacionalista, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
Orbán, visto como um aliado de Moscovo, disse que também está a procurar outros meios, não jurídicos, para dissuadir Bruxelas, mas afirmou que não dará pormenores por enquanto.
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Equipas de resgate encontram mais um corpo. É a sexta vítima mortal
O número de mortos subiu para 6, após as equipas de resgate que foram enviadas para o local ter encontrado mais um corpo, escreveu o administrador militar da região, Timur Tkachenko, no seu canal de Telegram.
“As equipas de resgate encontraram o corpo de uma sexta vítima. O número de feridos subiu para 35”, lê-se na publicação.
As equipas continuam no local, escreve o governante militar.
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Ucrânia ataca refinaria russa com drones e faz 4 feridos
A Ucrânia atacou uma refinaria de petróleo em Novorossiysk com drones, provocando um incêndio, anunciou Andreeï Kravtchenkoo, autarca da cidade russa, citado pelo Le Monde.
O ataque fez pelo menos quatro feridos, de acordo com as autoridades locais, além de ter danificado edifícios residenciais.
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Número de vítimas no ataque russo a Kiev sobe: morreram pelo menos 5 pessoas
O ataque russo a Kiev fez pelo menos cinco mortos (e não quatro, conforme comunicou inicialmente Zelensky).
A informação foi avançada por Timur Tkachenko, responsável pela administração militar de Kiev, no seu canal de Telegram.
O governante acrescentou ainda que o número de feridos subiu de 26 para 34. “As equipas médicas estão a trabalhar e apresar toda a assistência necessária no local”, escreveu.
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Serviços de Informação da Ucrânia dizem que Rússia quer colocar 12 mil norte-coreanos a produzir drones
Os Serviços de Informação ucranianos dizem que a Rússia pediu ajuda à Coreia do Norte na produção de drones de ataque profundo, avança o Kyiv Independent, que cita o canal de Telegram deste serviço.
Os Serviços de Informação afirmam que a Rússia planeia trazer para o país, até ao final do ano, 12 mil trabalhadores norte-coreanos para ajudar no processo de produção deste armamento.
De acordo com as informações recolhidas, os trabalhadores vindos da Coreia do Norte deverão ser enviados para a fábrica russa de Alabuga, responsável por produzir a maioria dos drones Shahed, projetados pelo Irão.
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300 socorristas e 500 polícias mobilizados para Kiev. Ucrânia diz que "pode haver pessoas presas nos escombros"
O Ministério do Interior da Ucrânia mobilizou cerca de 300 socorristas e 500 polícias para Kiev, escreve o Le Monde.
Foram enviados com o objetivo de ajudar a lidar com as consequências do ataque desta noite, até porque, indicou o Ministério do Interior ucraniano, “há informações de que pode haver pessoas presas nos escombros”.
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Zelensky vai encontrar-se com Macron, em Paris, na segunda-feira
Os presidentes da Ucrânia e de França vão encontrar-se na próxima segunda-feira em Paris, avança o Le Monde.
O encontro entre Zelensky e Emmanuel Macron “permitirá reafirmar o compromisso de França ao lado da Ucrânia a longo prazo e manter a dinâmica do trabalho iniciado sobre a questão das garantias de segurança”, detalha a Presidência francesa, citada pelo jornal.
O encontro irá possibilitar também “trocar pontos de vista sobre os desafios da cooperação bilateral, nomeadamente nos domínios energético, económico e da defesa”.