Histórico de atualizações
  • O que está a acontecer na guerra da Ucrânia?

    • `A Rússia voltou a atacar Kiev com mísseis balísticos, resultando em pelo menos duas mortes e 12 feridos. Este ataque é parte de uma ofensiva intensificada contra a capital ucraniana, afetando vários edifícios e provocando incêndios. O presidente da câmara de Kiev informou que esta é uma tentativa da Rússia de intensificar as dificuldades energéticas à medida que o inverno se aproxima.
    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou a sua vontade de discutir a questão das sanções e da compra de petróleo russo com o homólogo chinês Xi Jinping, mencionando que a China e a Índia estão a reduzir significativamente o consumo de petróleo russo. Além disso, sublinhou a necessidade do envolvimento da China no apoio às sanções contra a Rússia para resolver o conflito na Ucrânia.
    • Donald Trump afirmou que apenas se encontrará com Vladimir Putin se este estiver disposto a negociar um acordo de paz, manifestando a sua frustração com a atual situação entre a Rússia e a Ucrânia. Trump recordou que esperava uma resolução desse conflito antes das questões no Médio Oriente e mencionou um acordo de paz anterior entre o Azerbaijão e a Arménia como exemplo de sucesso diplomático.
    • Forças ucranianas realizaram ataques significativos contra infraestruturas russas, incluindo uma refinaria em Ryazan, parando operações essenciais de abastecimento energético. Adicionalmente, as forças ucranianas atingiram uma barragem russa em Belrogod, levando a evacuações, e drones ucranianos atacaram múltiplas refinarias russas, enquanto a Rússia respondeu aos ataques com bombardeamentos a diversas regiões ucranianas, incluindo Kharkiv e Dnipropetrovsk, que resultaram em danos estruturais significativos.

  • Este liveblog fica por aqui. Pode acompanhar todas as notícias relevantes sobre a guerra na Ucrânia neste novo link.

  • Rússia adverte que se UE usar ativos russos congelados terá de pagá-los com juros

    A Rússia advertiu hoje a União Europeia (UE) de que, caso decida confiscar os ativos russos congelados para ajudar a Ucrânia, terá de devolvê-los no futuro “com juros”.

    “Os países europeus envolvidos nesse roubo terão de pagar somas muito maiores, com juros”, escreveu Viacheslav Volodin, presidente da Duma ou Câmara dos Deputados, no seu canal da aplicação russa Max.

    Volodin, que lembrou que tais ações são uma violação do direito internacional, refutou o argumento de que a Rússia tenha assumido que nunca recuperará esses fundos.

    “Por essas decisões, não só pagarão aqueles que as tomam hoje, mas também as gerações futuras, ninguém os perdoará, exigiremos a devolução do que foi roubado”, sublinhou.

    O mesmo político propôs que o dinheiro apreendido seja recuperado por Moscovo através do confisco dos ativos pertencentes aos indivíduos que adotam e aprovam essas decisões.

  • Trump vai falar com Xi sobre petróleo russo? "Talvez", diz Presidente dos EUA

    O Presidente norte-americano, questionado sobre se vai discutir com o homólogo chinês Xi Jinging as sanções e a compra de petróleo russo, apenas disse que “talvez discuta” o assunto.

    Mas garantiu que “a China está a cortar substancialmente no petróleo russo. E a Índia também”.

  • Trump achava que acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia seria mais fácil

    “Quase todos os acordos de paz que fiz achava que iam ser mais difícil do que a Rússia-Ucrânia”, continuou Donald Trump no Air Force One.

    “Não foi assim. Há muito ódio entre Zelensky e Putin”, lamentou.

  • Trump diz que apenas se encontra com Putin quando o Presidente russo "estiver disposto a fazer um acordo"

    Donald Trump disse hoje, a bordo do Air Force One, que apenas se encontrará com o homólogo russo, Vladimir Putin, caso este esteja “disposto a fazer um acordo”: “Não vou perder o meu tempo”.

    “Tive sempre uma boa relação com Vladimir Putin, mas isto tem sido muito desapontante”, frisou Donald Trump. “Eu pensava [a guerra] ficasse resolvida antes do Médio Oriente.”

    Donald Trump referiu ainda que conversou com Vladimir Putin sobre o acordo de paz entre o Azerbaijão e a Arménia — e o Presidente russo até lhe elogiou por ter feito com que os dois países cessassem as hostilidades.

  • Dois drones russos atacam Kharkiv

    Dois drones russos atacaram esta tarde a cidade de Kharkiv, na Ucrânia.

    De acordo com o autarca de Kharkiv, Ihor Terekhov um drone caiu no telhado de uma casa, enquanto outro perto de numa residência estudantil.

    Cinco pessoas procuraram ajuda médica.

  • Zelensky celebra "feito histórico" da entrega de 150 caças suecos Gripen à Ucrânia e antecipa que os primeiros chegarão em 2026

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, celebrou hoje o “feito histórico”: a entrega de 150 caças suecos Gripen, após uma ida do chefe de Estado ucraniano à Suécia.

    “Juntamente com a Suécia, a Ucrânia vai significativamente aumentar o número de aviões de combate. É uma tarefa ambiciosa e deve ser concretizada”, escreveu Volodymyr Zelensky no X.

    O Presidente ucraniano adiantou que os 150 caças deverão chegar no próximo ano.

    “Gripens para a Ucrânia são parte das nossas garantias de segurança — uma Força Aérea capaz de proteger totalmente os nossos céus. Nunca houve um acordo de aviões de combate desta escala para a Ucrânia antes”, realçou o Presidente da Ucrânia.

  • "Adorava que a China nos ajudasse com a Rússia." Trump espera apoio de Pequim para terminar a guerra

    Em declarações aos jornalistas, o Presidente norte-americano, Donald Trump, disse que “adorava que a China” ajudasse os Estados Unidos com a Rússia.

    “Pusemos sanções muito fortes à Rússia. Penso que essas sanções vão ser muito amargas, muito fortes; mas gostava de ver a China a ajudar-nos”, disse Donald Trump, citado pelo Politico.

  • Além das petrolíferas, EUA têm preparadas mais sanções contra a Rússia para acabar com a guerra

    Os Estados Unidos da América (EUA) têm preparadas mais sanções para o caso de a Rússia querer prolongar a guerra. Além das duas refinarias alvo de uma polícia sancionatória esta quinta-feira, a administração Trump tem várias opções em cima, avança este sábado a Reuters, que cita duas fontes familiarizadas com o assunto.

    De acordo com as mesmas fontes, os norte-americanos apoiam a iniciativa europeia de usar fundos congelados russos para comprar armas dos Estados Unidos para Kiev.

    Ainda assim, até ao momento, as novas sanções mantêm-se apenas como possibilidades. Não é garantido que sejam aplicadas, mas os Estados Unidos estão a preparar-se para todos os cenários.

  • Refinaria russa suspende operações após ataque ucraniano

    A refinaria de Ryazan, uma das maiores da Rússia e responsável pelo abastecimento da região de Moscovo, suspendeu as operações após ter sido atingida por um ataque com drones ucranianos a 23 de outubro, avançou a Reuters, citando fontes da indústria.

    O ataque provocou um incêndio na principal unidade de destilação de crude, com capacidade para 4 milhões de toneladas por ano, obrigando ao encerramento de várias secções adjacentes.

    A refinaria, que representa cerca de 5% da capacidade total de refinação da Rússia, já tinha registado interrupções em fevereiro e setembro.

    Localizada a cerca de 200 quilómetros de Moscovo, em Ryazan, a instalação é crucial para o fornecimento energético da capital russa.

    Desde agosto, a Ucrânia terá atacado pelo menos 16 das 38 refinarias russas, segundo o Financial Times, numa ofensiva destinada a enfraquecer o esforço de guerra de Moscovo e que já fez cair as exportações de gasóleo russas para o nível mais baixo desde 2020.

  • Rússia ataca mina de carvão na Ucrânia com quase 500 mineiros no subsolo

    As forças russas atacaram uma mina de carvão na região de Dnipropetrovsk, onde 496 trabalhadores se encontravam no subsolo, informou esta sexta-feira a empresa energética ucraniana DTEK.

    Segundo a companhia, todos os mineiros foram retirados em segurança, sem registo de feridos. O ataque é o sétimo contra infraestruturas da DTEK nos últimos dois meses, numa altura em que Moscovo intensifica os bombardeamentos contra o setor energético ucraniano antes do inverno.

    Equipas técnicas estão no terreno para avaliar os danos e retomar a atividade “o mais rapidamente possível”, referiu a DTEK, a maior empresa privada de energia da Ucrânia.

    A Rússia tem multiplicado os ataques contra centrais e instalações energéticas, provocando interrupções no fornecimento de eletricidade e aquecimento em várias regiões do país. O Presidente Volodymyr Zelensky alertou que Moscovo tenta provocar uma nova “catástrofe energética” neste inverno.

  • Explosões ferem dois civis na região de Kherson

    Duas pessoas ficaram feridas em incidentes distintos na região de Kherson, no sul da Ucrânia, após detonarem engenhos explosivos de origem russa.

    Segundo informação da administração militar regional de Kherson, em Antonivka, uma idosa acionou acidentalmente um explosivo ao pisá-lo, sofrendo ferimentos por estilhaços e uma lesão na perna. A mulher foi levada para o hospital e encontra-se em estado considerado estável.

    Horas antes, em Kherson, um homem de 59 anos tinha ficado ferido quando um drone russo lançou um artefacto explosivo nas proximidades do bairro KhBK, segundo a polícia local. A vítima sofreu ferimentos no abdómen e trauma provocado pela explosão.

    As autoridades ucranianas alertam para o elevado risco de minas e munições não detonadas em várias zonas libertadas da região, que continuam a fazer vítimas civis quase diariamente.

  • Além das vítimas perto de Kiev, mais duas pessoas morreram em Dnipropetrovsk

    Além das duas pessoas que morreram em Kiev, outras duas pessoas morreram e sete ficaram feridas na região de Dnipropetrovsk, no centro da Ucrânia, após uma nova vaga de ataques russos.

    Segundo o governador local, Vladyslav Haivanenko, os bombardeamentos danificaram vários edifícios residenciais, casas particulares, um anexo, uma loja e pelo menos um veículo.

    Segundo a Força Aérea ucraniana, a Rússia lançou nove mísseis e 62 drones durante a noite, dos quais quatro mísseis e 50 drones foram abatidos pelas defesas aéreas. Do lado russo, o Ministério da Defesa afirmou ter intercetado 121 drones ucranianos no mesmo período.

    Os ataques ocorreram horas depois de o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, ter apelado aos EUA para alargarem as sanções ao setor petrolífero russo e para fornecerem mísseis de longo alcance, que permitam a Kiev responder aos bombardeamentos.

  • Bombardeamentos russos deixam 25 mil casas sem eletricidade

    As forças russas bombardearam esta manhã a cidade de Lozova, na região de Kharkiv, deixando cerca de 25 mil habitações sem eletricidade, informou o governador regional Oleh Syniehubov.

    Num comunicado publicado no Telegram, Syniehubov explicou que as equipas de emergência estão no terreno a tentar reparar os danos e restabelecer o fornecimento de energia.

    Durante a noite, as tropas russas também terão atingido uma infraestrutura energética na região vizinha de Chuhuiv. Segundo as autoridades locais, não há registo de vítimas em nenhum dos ataques, e os trabalhos de reparação continuam em curso.

  • Balanço atualizado. Ataque russo em Kiev fez dois mortos e 12 feridos

    O balanço do ataque russo em Kiev, desta madrugada, foi entretanto revisto para dois mortos e 12 feridos.

    É esse, para já, o resultado de um ataque com míssil balístico que levou a que vários edifícios tenham ardido.

  • Ucrânia terá atingido barragem em território russo, em Belrogod. Rússia respondeu com ataque à Ucrânia

    A Ucrânia atingiu uma barragem em território russo, em Belrogod, levando as autoridades a emitir uma ordem de evacuação das proximidades.

    A Rússia adiantou, também, que respondeu com um ataque à Ucrânia.

    Ainda não há, nesta altura, informações mais concretas nem sobre o primeiro ataque nem sobre a resposta russa.

  • Ataque russo com míssil mata pelo menos uma pessoa em Kiev

    A Rússia voltou a atacar Kiev durante a madrugada de 25 de outubro, lançando mísseis balísticos contra a capital ucraniana. De acordo com as autoridades locais, pelo menos uma pessoa morreu e dez ficaram feridas.

    As explosões ocorreram pouco antes das 4h da manhã, segundo jornalistas no local. O chefe da administração militar da cidade, Tymur Tkachenko, confirmou que vários edifícios não residenciais arderam e que houve incêndios em vários pontos da margem esquerda do rio Dnipro.

    O ataque envolveu nove mísseis Iskander-M lançados a partir das regiões russas de Rostov e Kursk, bem como 62 drones Shahed, entre unidades de ataque e de despiste. A defesa aérea ucraniana afirmou ter abatido 50 drones e quatro mísseis, mas 17 projéteis atingiram quatro locais distintos.

    O presidente da câmara, Vitali Klitschko, indicou que os bairros de Darnytskyi e Desnianskyi foram particularmente afetados, com incêndios em edifícios industriais e danos em habitações e veículos. Uma creche no distrito de Dniprovskyi também foi atingida.

    Este é o segundo grande bombardeamento em menos de uma semana. No dia 22, um ataque semelhante a infraestruturas energéticas deixou seis mortos e 44 feridos. A Rússia tem intensificado as ofensivas contra o setor energético ucraniano à medida que se aproxima o inverno, obrigando o país a aplicar cortes de eletricidade e a preparar-se, segundo Klitschko, para “o inverno mais difícil desde o início da invasão”.

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com a guerra na Ucrânia, ao longo deste sábado.

    Enviado do Kremlin. “Rússia, EUA e Ucrânia estão bastante próximos” de chegarem a uma solução diplomática

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, sexta-feira, que terminou com a informação de que o enviado do Kremlin aos EUA disse que a “Rússia, os EUA e a Ucrânia estão bastante próximos” de chegarem a uma solução diplomática.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

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