Momentos-chave
- O que aconteceu até agora?
- Enviado especial do Kremlin não quer "cessar-fogo" — prefere "resolução final do conflito"
- Enviado russo diz que cimeira em Budapeste não foi cancelada —foi apenas "suspensa"
- Questionado sobre frustrações de Trump, enviado do Kremlin diz que Presidente dos EUA está a ser alvo de "desinformação"
- "Mais sanções contra a Rússia estão a caminho", diz Zelensky
- França está pronta para enviar tropas de manutenção de paz para a Ucrânia em 2026 — e envia mais caças e mísseis
- Zelensky desmente Putin e assegura que sanções económicas são "dolorosas" para a Rússia
- Rutte garante que envio de mísseis Tomahawk "continua em análise" em Washington
- PM dinamarquesa reconhece que sanções a petrolíferas "chegam tarde demais". "Melhor agora do que nunca", diz Zelensky
- Nos EUA, enviado russo culpa UE, Reino Unido e Kiev por atrasarem negociações. Sanções não terão "qualquer impacto" na economia da Rússia
- Zelensky insiste na necessidade de Tomahawks: "Para a paz, é preciso pôr pressão no agressor"
- Macron defende que a Europa "precisa de continuar a intensificar apoio militar à Ucrânia"
- Bélgica, onde estão a maior parte dos ativos russos, terá bloqueado empréstimo à Ucrânia
- Revés para a Ucrânia. UE não aceita (para já) fazer empréstimo com ativos russos congelados
- Zelensky recebido em Downing Street por Starmer
- Rússia diz que está a analisar as novas sanções e promete agir em conformidade com o seu “próprio interesse”
- Três mortos e dezenas de feridos num bombardeamento russo em Kherson
- Zelensky recebido pelo Rei Carlos no Castelo de Windsor pela terceira vez este ano
- Drone ucraniano atinge prédio residencial perto de Moscovo
- Ucrânia quer usar ativos russos congelados para comprar armas aos EUA
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, sexta-feira.
Ataque russo com míssil balístico mata pelo menos uma pessoa em Kiev
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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O que aconteceu até agora?
- A Ucrânia, os EUA e a Rússia estão próximos de alcançar uma solução diplomática para o conflito, segundo declarações do enviado russo Kirill Dmitriev. O responsável mencionou que a posição anterior do Presidente Zelensky era que a Rússia deveria retirar-se completamente, mas existe agora um reconhecimento das “linhas de batalha”.
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que mais sanções contra a Rússia estão a caminho, sublinhando que estas sanções estão alinhadas com decisões dos EUA. As sanções recentes já visam duas grandes empresas petrolíferas russas, aumentando a pressão económica sobre a Rússia.
- No contexto das sanções, a Rússia declarou que as recentes medidas impostas pelos EUA e pela União Europeia não terão impacto na sua economia, apesar dos preços do petróleo estarem a subir. Peskov, porta-voz do Kremlin, afirmou que a Rússia agirá em benefício próprio.
- O Kremlin acusou as nações ocidentais de enfraquecerem deliberadamente as Nações Unidas, especialmente à luz dos 80 anos desde a fundação da organização. Maria Zakharova, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, afirmou que críticas à ONU têm aumentado, sugerindo que alguns acreditam que a organização já teria cumprido a sua missão histórica.
[A 14 de janeiro de 1986 um acontecimento muda o rumo da campanha das presidenciais: a inesperada agressão a Soares na Marinha Grande. Nas urnas, o socialista e Zenha lutam por um lugar na segunda volta frente a Freitas. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador sobre as Presidenciais de 1986. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui.]
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Serviços de Espionagem da Ucrânia diz ter detido agente russo que tentava incendiar Instituto da Memória Nacional em Kiev
Os serviços de espionagem da Ucrânia disseram ter um alegado agente russo que estaria a tentar “incendiar o edifício do Instituto da Memória Nacional” na capital de Kiev.
“Para cometer o crime, o suspeito comprou um garrafão de 5 litros de gasolina, com o qual planeava entrar discretamente no território da instituição estatal durante a noite”, lê-se num comunicado dos serviços.
Depois de entrar, o alegado agente “deveria derramar o combustível na janela do edifício, atear fogo e gravar o incêndio com uma câmara de telemóvel”.
O suspeito era um morador na cidade de Vinnytsia, com 20 anos, que procurava dinheiro “fácil” no Telegram, lê-se no comunicado, que diz que a Rússia queria usar o vídeo gravado para “para realizar operações de informação especiais sobre a suposta existência de uma rede clandestina pró-Kremlin em Kiev”.
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Balões provenientes da Bielorrússia obrigam a paragem de 2 aeroportos lituanos
As autoridades lituanas suspenderam hoje temporariamente o tráfego aéreo em dois dos principais aeroportos do país, Vilnius e Kaunas, devido à presença de balões meteorológicos provenientes da Bielorrússia.
“Os aeroportos lituanos estão a tomar medidas rápidas para controlar a situação: os voos estão a ser desviados para o Aeroporto de Palanga, sempre que possível, e está a ser organizado transporte de autocarros para os passageiros”, afirmou em comunicado o Ministério dos Transportes.
O tráfego aéreo em ambos os aeroportos foi interrompido ao início da noite e permanecerá suspenso até à madrugada.
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Enviado especial do Kremlin não quer "cessar-fogo" — prefere "resolução final do conflito"
O enviado especial do Kremlin também deixou claro que a Rússia não está interessada num “cessar-fogo”, mas antes a “resolução final” do conflito.
“A Rússia não quer um cessar-fogo. Um cessar-fogo pode ser sempre violado; é uma solução temporária. Pode ser usado para um dos lados se rearmar e para preparar novos conflitos”, avisou. Kirill Dmitriev também garantiu que as sanções não vão ser discutidas na sua passagem pelos Estados Unidos.
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Enviado russo diz que cimeira em Budapeste não foi cancelada —foi apenas "suspensa"
O enviado da Rússia em visita aos Estados Unidos, Kirill Dmitriev, disse que a cimeira em Budapeste, onde o Presidente russo, Vladimir Putin, e o homólogo norte-americano, Donald Trump, se encontrariam, não foi cancelada — foi antes “suspensa”.
O encontro diplomático requer uma “grande preparação”, explicou Kirill Dmitriev.
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Questionado sobre frustrações de Trump, enviado do Kremlin diz que Presidente dos EUA está a ser alvo de "desinformação"
Questionado numa entrevista à CNN se percebia porque é que Donald Trump estava frustrado com Putin face aos ataques a lares de idosos na Ucrânia, o enviado do Kremlin, Kirill Dmitriev, alegou que “a posição do exército russo é só de atingir alvos militares”.
“Só agora é que todas as complexidades do conflito é que estão a surgir”, acrescentou, falando dos alvos civis e alegando que as zonas do Donbass tinham sido atacadas pelos ucranianos.
“Compreendo algumas das frustrações [de Trump], mas também há bastante desinformação”, acrescentou.
Questionado sobre um ataque a um jardim de infância em Kharkiv esta semana, Dmitriev nega que sejam “um alvo” e diz que o exército tem de ser questionado sobre este incidente.
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Enviado de Putin acredita que a Rússia, EUA e Ucrânia estão "bastante próximos" de "solução diplomática" de paz
O enviado da Rússia Kirill Dmitriev, de visita aos EUA, disse numa entrevista à CNN Internacional que a Rússia, os EUA e a Ucrânia estão “na verdade, bastante próximos” de chegarem a uma solução diplomática.
“É um grande passo para o Presidente Zelensky admitir que se tratam de linhas de batalha”, acrescentou Dmitriev, sublinhando que a “anterior posição” do líder ucraniano era que a Rússia deveria “sair completamente”.
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"Mais sanções contra a Rússia estão a caminho", diz Zelensky
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que “mais sanções contra a Rússia estão a caminho”, garantindo que estão “alinhadas com a decisão dos Estados Unidos” e que lhes vão “ajudar muito”, noticiou a Ukrinform.
“Esta é uma medida muito acertada do presidente dos EUA – sanções contra duas empresas petrolíferas russas que exportam grandes volumes de petróleo”, comentou o líder da Ucrânia sobre as novas sanções norte-americanas, garantindo que os aliados da Coligação dos Dispostos acordaram “que é exatamente assim que a pressão deve continua – sobre o petróleo russo: empresas petrolíferas russas, terminais, frota de petroleiros russos e toda a infraestrutura do agressor”.
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França está pronta para enviar tropas de manutenção de paz para a Ucrânia em 2026 — e envia mais caças e mísseis
O chefe do Estado-Maior do Exército francês, Pierre Schill, afirmou hoje que França está disponível “para mobilizar forças dentro da estrutura de garantias de segurança” para a Ucrânia já em 2026.
“Estaremos prontos para mobilizar forças como parte das garantias de segurança, se necessário, em benefício da Ucrânia”, afirmou Pierre Schill na Assembleia Nacional.
Ao mesmo tempo, o Presidente francês anunciou que Paris vai fornecer caças Mirage e mísseis Aster.
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Zelensky desmente Putin e assegura que sanções económicas são "dolorosas" para a Rússia
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, desmentiu hoje o seu homólogo russo, Vladimir Putin, que disse que as novas sanções norte-americanas aplicadas ao setor petrolífero não iam prejudicar a economia da Rússia.
“Mesmo que a Rússia esteja a sinalizar ao mundo que as sanções supostamente não afetam a economia, toda a gente pode ver a verdade: filas nos postos de combustível dentro da Rússia, regiões russas em bancarrota e défice no orçamento federal da Rússia”, enumerou Volodymyr Zelensky no seu discurso diário.
O Presidente da Ucrânia considera que as sanções “permanecem como um dos golpes mais dolorosos para Putin, pessoalmente para ele”.
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Casa Branca pode forçar desmilitarização do Hamas?
Marco Rubio promete que o Hamas vai ser desmilitarizado. Casa Branca pode fazê-lo? Liliana Reis considera que “não será tarefa fácil”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Rutte garante que envio de mísseis Tomahawk "continua em análise" em Washington
Keir Starmer disse que o Reino Unido está a tentar influenciar os EUA a enviar mísseis de longo alcance para a Ucrânia e que “as discussões estão em curso”.
Por sua vez, Zelensky afirmou que o seu governo não está à procura de uma alternativa aos Estados Unidos, devido à recusa de Trump (até ao dia de hoje) fornecer os mísseis Tomahawk. “O nosso plano é dar passos firmes juntos”, disse o Presidente da Ucrânia, que assinalou que já recebeu Storm Shadows do Reino Unido e França assim como mísseis ATACMS dos EUA.
Quando chegou à sua vez de abordar o assunto, Mark Rutte lembrou que o risco de a Ucrânia receber menos armamento norte-americano não se concretizou porque Trump escolheu “abrir as comportas novamente”.
Assim, a Casa Branca decidiu fornecer à Ucrânia armas “essenciais” que “somente os EUA podem fornecer”, acrescenta o Secretário-geral da NATO. Sobre os mísseis Tomahawk, disse que a possibilidade dos EUA os enviarem “continua em análise” e cabe a Trump.
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Dinamarca espera que Ucrânia possa usar ativos russos congelados até ao Natal
Mette Frederiksen disse esperar que, até ao Natal, a Ucrânia possa utilizar os fundos russos congelados na Europa. A líder dinamarquesa elogiou ideia de canalizar estes fundos para a Ucrânia, mas disse que há questões técnicas sobre esse processo que ainda estão a ser resolvidas.
Por sua vez, Keir Starmer admitiu que essa questão é muito “complicada e difícil”, afirmando a importância de trabalhar “os detalhes” técnicos desta operação.
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PM dinamarquesa reconhece que sanções a petrolíferas "chegam tarde demais". "Melhor agora do que nunca", diz Zelensky
A primeira-ministra da Dinamarca admitiu que o esforço europeu para penalizar financeiramente todas as grandes petrolíferas russas “chega tarde demais”.
“Mas isso não significa que não tenhamos feito nada durante esta guerra no que diz respeito ao petróleo russo”, acrescenta Mette Frederiksen, depois de ter sido relembrada pela imprensa que, no início da guerra da Ucrânia, os países europeus gastaram um total de 250 milhões de euros em petróleo russo.
Contudo, a líder dinamarquesa reconhece estar satisfeita com o 19º pacote de sanções recentemente aprovadas pela UE, que se direcionam especialmente nesse sentido. Zelensky respondeu: “Melhor agora do que nunca”.
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Nos EUA, enviado russo culpa UE, Reino Unido e Kiev por atrasarem negociações. Sanções não terão "qualquer impacto" na economia da Rússia
O enviado russo do Kremlin, Kirill Dmitriev, já chegou aos Estados Unidos. Em declarações aos jornalistas, o responsável garante que vai informar o lado norte-americano que a “Ucrânia está a interromper o diálogo” a pedido dos britânicos e dos europeus. “Estes querem que o conflito continue”, acusa.
Citado pela agência RIA, Kirill Dmitriev lamenta o que diz ser o “grande número de tentativas” por parte de países europeus de “interromperem o diálogo entre a Rússia e os Estados Unidos”.
“Isto está relacionado com o facto de que a economia britânica e da União Europeia são deploráveis”, acusa.
Em relação às sanções aplicadas pelos Estados Unidos, Kirill Dmitriev assegura que “não terão absolutamente nenhum impacto na economia russa”. “Levarão a preços mais altos nos postos de combustível dos Estados Unidos. Os preços do petróleo já subiram e continuarão a subir”, diz.
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Secretário-geral da NATO: "Putin está a ficar sem dinheiro, sem tropas e sem ideias"
Mark Rutte destacou a “reunião muito produtiva” que teve com outros líderes da Coligação das Vontades e aproveitou para lembrar que as conclusões que saíram da sua reunião na quarta-feira com Donald Trump.
“As sanções que os EUA implementaram contra as maiores empresas de petróleo russas vai privá-los de receitas e aumentar a pressão a Putin para vir para a mesa de negociações. E mostram, mais uma vez, que o Presidente Trump está absolutamente empenhado em acabar com esta guerra e trazer uma paz duradoura para a Ucrânia.”
“A verdade é que Putin está a ficar sem dinheiro, sem tropas e sem ideias. O Presidente Trump disse e bem: [as tropas] devem ficar onde estão”, continuou o Secretário-geral da NATO. “Agora é a altura certa para aumentar a pressão à Rússia.Os desenvolvimentos no campo de batalha mostram que o nosso apoio está a funcionar e temos de o continuar.”
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Zelensky insiste na necessidade de Tomahawks: "Para a paz, é preciso pôr pressão no agressor"
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, voltou a agradecer os apoios da Coligação das Vontades para pôr fim “à campanha de terror” da Rússia. O líder ucraniano lamenta que Moscovo esteja a levar a cabo ataques contra o setor energético ucraniano.
“O objetivo da Rússia é quebrar a Ucrânia. Quer destruir-nos, matar-nos e aterrorizar-nos”, acusou Volodymyr Zelensky.
Como tal, é necessário “pôr pressão” à Rússia. “A diplomacia pode levar a ações”, disse Volodymyr Zelensky, assinalando que a capacidade de a Ucrânia empreender ataques de longo alcance que atingem o setor petrolífero russo “são um grande passo”.
O líder ucraniano destacou que o país já leva a cabo uma “campanha de pressão com drones e mísseis” para enfraquecer a Rússia. Com ataques dentro da Rússia, há, de acordo com Volodymyr Zelensky, menos “ataques na linha da frente”.
É por isso que Volodymyr Zelensky voltou a apelar aos Estados Unidos para cederem os mísseis de longo alcance Tomahawks, assim como agradeceu ao Reino Unido por ter entregue os Storm Shadow.
“Para a paz, é preciso pôr pressão no agressor”, defendeu Volodymyr Zelensky, que também agradeceu aos Estados Unidos pela aplicação de sanções à Rússia. Ainda assim, o Presidente ucraniano quer uma política sancionatória ainda mais dura.
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"Europa age como se estivesse em tempos de paz"
UE hesita em utilizar ativos russos congelados. Porquê? Bruno Cardoso Reis destaca o escalar de tensão entre EUA e Venezuela. “Donald Trump quer provar que tem mão dura” Que populista sairá a ganhar? Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Starmer: "Esta coligação está determinada a ir mais longe do que nunca para intensificar a pressão a Putin"
Keir Starmer disse que, durante a reunião da Coligação das Vontades desta tarde, foi criado um consenso em relação ao “caminho a seguir durante o resto deste ano” para ajudar a Ucrânia.
O primeiro-ministro britânico acusa Putin de “uma e outra vez” rejeitar a “possibilidade de acabar com a guerra”, lembrando que Zelensky “tem dito que está pronto” para um cessar-fogo e para se encontrar com o seu homólogo russo.
Criticou o Presidente russo pelos ataques aéreos que atingiram maternidades na Ucrânia e pelos “pedidos ridículos” relativos à anexação de território ucraniano.
“Trabalhando com os Estados Unidos, esta Coligação está determinada a ir mais longe do que nunca para intensificar a pressão a Putin, no campo de batalha e na sua economia de guerra.”, disse. E disse que o seu governo está a trabalhar para “desbloquear” os ativos russos congelados para os canalizar para a Ucrânia: “A conta da destruição russa da Ucrânia deve ser paga pela Rússia.”
Por fim, assegurou que o Reino Unido está “a reforçar a defesa aérea da Ucrânia” e anunciou a aceleração de um programa de construção de mísseis, de modo que sejam entregues 140 mísseis antes do prazo adiantado.