Momentos-chave
- O que aconteceu até agora:
- "Algo vai acontecer que é muito bom para todos. A NATO vai ficar muito feliz", diz Trump sobre a Gronelândia
- Trump: "As coisas vão correr muito bem" na Gronelândia e a aplicação de tarifas é a "melhor" solução
- Trump: "Vão descobrir" o quão longe os EUA estão dispostos a ir para ficar com a Gronelândia
- "Eu estou a tentar acabar com a última guerra, entre a Ucrânia e a Rússia". Trump lamenta distância nas posições entre Kiev e Moscovo
- "A ONU devia ter acabado com as guerras todas que acabei". Trump justifica criação do Conselho de Paz
- Trump sobre a NATO: "Nós vamos em auxílio deles, mas questiono-me se eles viriam em nosso auxílio"
- Primeira-ministra dinamarquesa propõs destacamento permanente da NATO na Gronelândia
- Pentágono não tem planos iminentes para ação militar na Gronelândia
- Exército do Canadá estuda cenário de invasão pelos EUA
- Trump: "Se eu não tivesse chegado, a NATO teria ficado no monte de cinzas na História"
- Noruega recusa oferta de lugar no Conselho da Paz e diz que "desafia papel da ONU"
- Primeiro-ministro do Canadá demonstra apoio pela Gronelândia e opõe-se às tarifas anunciadas por Washington
- Parlamento europeu suspende ratificação do acordo comercial com os Estados Unidos
- Zelensky "preocupado" que tensão em torno da Gronelândia desvie as atenções da guerra na Ucrânia
- Chefe da diplomacia europeia deixa mensagem aos EUA. "Nenhum país tem direito de tomar o território de outro"
- PM da Gronelândia não descarta ataque à Gronelândia, mas diz que é improvável
- "As ambições imperialistas estão a ressurgir", alerta Macron
- Mette Frederiksen avisa: se alguém começar uma guerra comercial contra Europa "devemos responder"
- Gronelândia não é uma "parte natural" da Dinamarca, diz Lavrov
- Zelensky pede mais pressão sobre a Rússia após novos ataques russos
- Central nuclear de Chernobyl sem energia depois de ataques russos. Agência de Energia Atómica avalia impacto "na segurança nuclear"
- Enviado de Putin vai encontrar-se com delegação dos EUA em Davos
- Governador da Califórnia considera reação da Europa a Trump como patética
- Trump ameaça França com tarifas de 200% sobre vinhos e champanhe se país recusar integrar Conselho de Paz
- Ucrânia atinge depósito de drones na região ocupada de Lugansk
- Trump acusa Reino Unido de cometer "ato de grande estupidez" ao entregar ilha de Diego Garcia às Maurícias
- "Não compreendo o que estás a fazer na Gronelândia”, disse Macron a Trump numa mensagem privada, que o presidente dos EUA tornou pública
- "Não há volta atrás" na Gronelândia, garante Donald Trump, que partilhou foto a hastear bandeira americana no território
- Forças russas apertam o cerco a Kostyantynivka
- Ataque russo deixa milhares de pessoas sem eletricidade em Kiev
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora:
- O Presidente norte-americano, Donald Trump, tem demonstrado uma intenção clara de adquirir a Gronelândia, descrevendo o território como “imprescindível” para a segurança nacional dos Estados Unidos. Esta posição tem gerado tensões internacionais, com Trump a afirmar que “não há volta atrás” em relação ao controlo da Gronelândia. Além disso, Trump tem ameaçado impor tarifas adicionais sobre produtos de vários países europeus que se opõem à aquisição da ilha.
- A situação na Ucrânia continua a ser crítica, com a capital, Kiev, a enfrentar interrupções severas no fornecimento de eletricidade e aquecimento devido a ataques russos, que têm afetado infraestrutura essencial. Kiev está a enfrentar temperaturas extremamente baixas e milhares de habitantes estão sem acesso a água e eletricidade, agravando a já complicada situação humanitária.
- A resposta da União Europeia às ações dos Estados Unidos em torno da Gronelândia tem sido firme, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a prometer uma resposta proporcional às tarifas americanas. No entanto, alguns líderes alertam que as tensões entre os Estados Unidos e a Europa são um desafio para a unidade transatlântica, especialmente num momento em que a atenção se pode desviar das questões urgentes na Ucrânia.
- Emmanuel Macron, Presidente de França, expressou preocupação sobre as ambições imperialistas e alertou para uma mudança em direção à autocracia, mencionando a necessidade de evitar novos colonialismos. Macron também manteve uma troca de mensagens privada com Trump, manifestando incompreensão sobre a estratégia americana na Gronelândia. Esta comunicação foi tornada pública por Trump.
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Bom dia.
Terminamos aqui a cobertura do conflito na Ucrânia.
Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta quarta-feira no liveblog que agora abrimos.
Ataque russo na região ucraniana de Dnipropetrovsk faz dois mortos e um ferido
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Mais de um milhão de consumidores está sem luz em Kiev. Aquecimento só volta amanhã de manhã
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que “mais de um milhão de consumidores estava sem eletricidade” na capital ucraniana de Kiev ao início da noite.
No seu discurso noturno publicado na rede social X, Zelensky revelou também que “um número significativo de edifícios tinha ficado sem aquecimento”, com o número a ultrapassar os quatro 2mil blocos de apartamento.
“Todos os esforços têm de ser direcionados para aliviar a situação”, continuou.
Air defense missiles are needed daily. Weapons are needed daily. Equipment for recovery and reserves is needed daily. If the Davos format delivers this—real results for Ukraine—Ukraine will be represented there. pic.twitter.com/Z2rRvo4nCy
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) January 20, 2026
Entretanto, o ministro da Energia, Denys Shmyhal, informou no Telegram que, pelo menos, o abastecimento de água tinha sido restaurado em Kiev, depois das infraestruturas de abastecimento terem ficado sem energia.
O fornecimento do aquecimento às casas também está a ser reparado, com os funcionários estatais a trabalharem nas operações de arranque “durante toda a noite”.
“Planeamos começar a aquecer as caldeiras hoje à noite, para que já pela manhã possamos começar a devolver o aquecimento às casas dos habitantes de Kiev”, continuou.
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"Algo vai acontecer que é muito bom para todos. A NATO vai ficar muito feliz", diz Trump sobre a Gronelândia
O líder norte-americano não responde a uma questão sobre se o desmembramento da NATO é um preço que está disposto a pagar para adquirir a Gronelândia. Em vez disso, insiste que “ninguém fez tanto pela NATO” quanto ele. E garante: “Algo vai acontecer que é muito bom para todos. (…) A NATO vai ficar muito feliz, nós vamos ficar muito felizes, mas nós precisamos [da ilha] para propósitos de segurança, para segurança económica e até segurança mundial”, declara.
A mesma resposta sobre a sua intervenção na Aliança é utilizada quando é questionado sobre se os EUA vão permanecer na NATO. Contudo, volta a deixar algumas críticas ao funcionamento da Aliança.
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Um ano de Trump no poder? “Um ano de caos imprevisível”
Um ano depois do início do mandato, ainda é “difícil encontrar palavras elogiosas” para descrever a liderança de Trump. Ainda os contornos do discurso de Von Der Leyen na análise de João Albuquerque. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Trump: "As coisas vão correr muito bem" na Gronelândia e a aplicação de tarifas é a "melhor" solução
Donald Trump pronuncia-se agora sobre a sua ação na Gronelândia. “O que estamos a fazer agora, é a melhor [solução], a mais forte, a mais rápida, a mais fácil, a menos complicada”, declara, referindo-se às ameaças sobre a aplicação de tarifas. Questionado sobre o que acontecerá caso o Supremo Tribunal decida que o Presidente não pode utilizar taxas alfandegárias com este propósito, Trump assegura que tem outras alternativas, não respondendo a uma segunda questão sobre se a força militar se conta entre essas alternativas.
O Presidente é também questionado sobre o perigo de as ameaças resultarem no fim do acordo comercial anunciado em julho, que podem prejudicar vários investimentos norte-americanos na Europa. “Eles precisam muito desse acordo, lutaram muito para ele acontecer, mas vamos ver o que acontece”, declara, notando que tem “muitas reuniões agendadas sobre a Gronelândia” em Davos. “Acho que as coisas vão correr muito bem, na verdade”, remata.
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Trump: "Vão descobrir" o quão longe os EUA estão dispostos a ir para ficar com a Gronelândia
“Quão longe está disposto a ir para adquirir a Gronelândia?” A questão simples é agora colocada ao Presidente Donald Trump, que responde de forma ainda mais simples: “Vão descobrir”.
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"Eu estou a tentar acabar com a última guerra, entre a Ucrânia e a Rússia". Trump lamenta distância nas posições entre Kiev e Moscovo
O líder norte-americano declara que se dá muito bem e é “muito bem tratado” por Emmanuel Macron e Keir Starmer, apesar das críticas que deixou ao primeiro nas redes sociais. Contudo, critica os problemas que identifica nos dois países — entre os quais destaca a imigração — e afirma que os dois líderes são, por vezes, “duros” quando não está “por perto”. Mas presencialmente, garante que têm uma boa relação.
Questionado sobre as suas declarações sobre a Noruega, Trump admite que perdeu consideração pelo país que, afirmara antes, “dá as ordens” no que toca à entrega do prémio Nobel — “eles têm muito controlo, apesar do que dizem [em contrário]”. “Eu estou a tentar acabar com a última, estou a tentar [acabar com a guerra entre] a Ucrânia e a Rússia e quando a Rússia está pronta, a Ucrânia não está. Quando a Ucrânia está pronta, a Rússia não está”, lamenta.
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"A ONU devia ter acabado com as guerras todas que acabei". Trump justifica criação do Conselho de Paz
Depois de uma longa intervenção, Donald Trump responde agora a questões dos jornalistas. A primeira questão é sobre se tenciona que o seu Conselho da Paz sirva como substituto das Nações Unidas. “A ONU não tem dado muita ajuda. Sou um grande fã do potencial da ONU, mas nunca viveu à altura do seu potencial. A ONU devia ter acabado com as guerras todas que eu acabei”, responde o Presidente dos Estados Unidos, que acrescenta, ainda assim, que “a ONU deve continuar”.
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Trump sobre a NATO: "Nós vamos em auxílio deles, mas questiono-me se eles viriam em nosso auxílio"
Donald Trump fala há mais de uma hora numa conferência de imprensa surpresa na Casa Branca, para assinalar o primeiro ano do seu segundo mandato presidencial. O Presidente norte-americano assinala agora o aumento dos gastos da NATO como um dos “feitos” deste ano e volta a declarar que é a pessoa “viva ou morta que mais fez pela NATO” e garante que o secretário-geral da Aliança diria o mesmo.
“O grande medo que eu tenho com a NATO é que nós gastámos muito dinheiro e sei que nós iríamos em auxílio deles, mas questiono-me se eles viriam em nosso auxílio”, declara. “Só estou a dizer”, acrescenta.
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Ucrânia. Mais de 600.000 pessoas abandonaram Kiev desde 9 de janeiro, diz autarca
O presidente da Câmara de Kiev disse esta terça-feira que cerca de 600.000 pessoas abandonaram a capital ucraniana desde o seu apelo para que saíssem temporariamente da cidade, onde metade dos edifícios não tem aquecimento após os recentes ataques russos.
“Nem todos têm a possibilidade de deixar a cidade, mas neste momento a população está a diminuir”, disse Vitali Klitschko, indicando que mais de meio milhão de pessoas deixaram Kiev, que tem cerca de 3,6 milhões de habitantes.
Os mais recentes ataques russos têm visado infraestruturas elétricas ucranianas afetando a distribuição elétrica e o próprio parlamento ucraniano ficou sem eletricidade.
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Ucrânia apela à exclusão da Rússia da Agência Internacional da Energia Atómica
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, apelou à exclusão da Rússia da Agência Internacional para a Energia Atómica (AIEA) na rede social X, onde afirmou que os “ataques imprudentes” russos “ameaçam a segurança nuclear”.
“A Rússia está a atacar sistematicamente a infraestrutura energética da Ucrânia para criar riscos de apagão para instalações nucleares — incluindo a central de Chernobyl e outras centrais nucleares”, afirmou Sybiha.
O ministro apontou que Moscovo fala “sobre a «importância» das linhas de energia enquanto as suas forças atacam deliberadamente subestações, colocando diretamente em risco a segurança nuclear e desafiando os repetidos avisos da AIEA”.
“Apelamos ao Conselho de Governadores da AIEA para que reaja de forma decisiva e convoque urgentemente uma reunião do Conselho de Governadores para decidir sobre a presença da Rússia. A nossa posição é que um Estado terrorista que cria deliberadamente riscos à segurança nuclear não tem lugar lá”, continuou.
Russia’s reckless attacks threaten nuclear safety.
Russia is systematically attacking Ukraine’s energy infrastructure to create blackout risks for nuclear facilities — including the Chornobyl site and other NPPs.
While Russian officials speak about the “importance” of power… https://t.co/rNmwMcL84J
— Andrii Sybiha ???????? (@andrii_sybiha) January 20, 2026
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Trump diz que fez mais do que qualquer presidente pela NATO
O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse hoje que “nenhuma pessoa ou presidente fez mais pela NATO”, numa mensagem dirigida aos países da Aliança, vários dos quais ameaçou com tarifas por enviarem tropas para a Gronelândia.
“Nenhuma pessoa ou presidente fez mais pela NATO do que o Presidente Donald J. Trump. Se eu não tivesse assumido o cargo, a NATO não existiria agora. Teria sido relegada para o esquecimento. Triste, mas verdade!”, escreveu Trump na sua rede Truth Social.
A declaração surge depois de o chefe de Estado norte-americano ter anunciado, no sábado, a imposição de tarifas de 10% sobre todos os produtos provenientes da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia, a partir de fevereiro.
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Primeira-ministra dinamarquesa propõs destacamento permanente da NATO na Gronelândia
Mette Frederiksen propôs à NATO a criação de uma missão permanente da Aliança no Ártico, à semelhança da que existe no flanco leste da Europa, com o nome Sentinela Oriental. “O que propusemos no seio da NATO foi uma presença mais permanente na Gronelândia e em redor”, detalhou a primeira-ministra dinamarquesa, citada pela agência noticiosa dinamarquesa Ritzau.
Na prática, o modelo báltico seria “transposto no Ártico”, defendeu a chefe do Executivo de Copenhaga. Isto inclui uma representação militar permanente, mas também missões de cooperação na vigilância e reforço de segurança da região.
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Pentágono não tem planos iminentes para ação militar na Gronelândia
Apesar das declarações frequentes de Donald Trump sobre anexação da Gronelândia, se necessário com recurso à força, o Pentágono não tem planos iminentes para uma ação militar no Ártico. A informação é avançada pelo New York Times, que cita dois responsáveis com conhecimento do funcionamento do Departamento da Defesa.
Os dois oficiais detalharam que o Pentágono faz vários planos de contingência para vários cenários, mas que, neste momento, ainda não traçou qualquer plano relativo à Gronelândia, nem foi dada qualquer indicação para que um seja traçado.
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Exército do Canadá estuda cenário de invasão pelos EUA
O Exército canadiano criou um cenário de invasão militar do Canadá pelos Estados Unidos e suas possíveis respostas, noticiou hoje o diário Globe and Mail, enquanto o Presidente norte-americano novamente falava de conquistar o país.
É a primeira vez em mais de um século que o Exército do Canadá teoricamente considera a hipótese de um ataque dos Estados Unidos ao seu território, segundo o jornal canadiano, que cita dois altos responsáveis governamentais.
Estes sublinharam, todavia, que não se trata de um plano operacional, mas de um modelo, utilizado para fins de reflexão estratégica, considerando, aliás, altamente improvável que uma tal operação seja equacionada pelo Governo de Donald Trump.
Mas, desde que regressou à Casa Branca, em janeiro do ano passado, para iniciar o seu segundo mandato presidencial (2025-2029), Trump tem reiteradamente expressado o desejo de que o Canadá se torne o 51.º Estado norte-americano.
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Presidente da Lituânia defende acordo conjunto de segurança no Ártico para desescalar tensões entre EUA e Europa
O Presidente da Lituânia propôs hoje uma solução para o escalar de tensões entre os Estados Unidos e a Europa por causa da Gronelândia. Para Gitanas Nausėda, as duas partes devem partilhar a responsabilidade pela segurança no Ártico. O mais importante é desescalar as tensões entre os dois países; uma divisão que, argumenta o chefe de Estado, prejudica o apoio coordenado à Ucrânia e beneficia a Rússia.
“O melhor resultado seria só concordarmos na responsabilidade comum pela segurança da região do Ártico e da região do Atlântico Norte. É possível de atingir? Devemos fazer o nosso melhor, porque esta é a melhor opção”, declarou, numa entrevista à Reuters, à margem do Fórum em Davos.
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"Apaziguamento é sempre um sinal de fraqueza", declara primeiro-ministro da Polónia
Donald Tusk deixou uma mensagem nas redes sociais em que apela à “assertividade e autoconfiança” da Europa no momento que o continente atravessa. “Apaziguamento é sempre um sinal de fraqueza. A Europa não se pode dar ao luxo de ser fraca — nem contra os seus inimigos, nem aliados. Apaziguamento não significa resultados, só humilhação”, escreveu o primeiro-ministro polaco no X (antigo Twitter).
Apesar de não ter nomeado diretamente Donald Trump e os Estados Unidos, Tusk junta-se, assim, à longa lista de líderes europeus que condenaram as declarações sobre a Gronelândia e que apelaram a uma resposta firme. O Presidente da Polónia, Karol Nawrocki — que, ao contrário de Tusk, pertence ao mesmo espectro político de Trump — irá discursar amanhã em Davos.
Appeasement is always a sign of weakness. Europe cannot afford to be weak – neither against its enemies, nor ally. Appeasement means no results, only humiliation. European assertiveness and self-confidence have become the need of the moment.
— Donald Tusk (@donaldtusk) January 20, 2026
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Trump: "Se eu não tivesse chegado, a NATO teria ficado no monte de cinzas na História"
Na véspera de chegar a Davos e depois de todas as críticas que lhe têm sido dirigidas pelos líderes europeus, Donald Trump voltou a pronunciar-se na sua rede social sobre o seu papel no seio da aliança transatlântica.
“Nenhuma pessoa, ou Presidente, fez mais pela NATO do que o Presidente Donald J. Trump. Se eu não tivesse chegado, não haveria NATO agora!!! Teria ficado no monte de cinzas da História. Triste, mas VERDADE!!!!”, pode ler-se na mensagem na Truth Social, que está assinada como “Presidente DJT”.

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Lukashenko vai sentar-se no Conselho da Paz de Donald Trump
O Presidente da Bielorússia assinou hoje um documento que formaliza a sua presença no Conselho da Paz — um órgão que Donald Trump quer criar para mediar o fim de conflitos por todo o mundo. O convite a Alexander Lukashenko foi feito pelo Presidente norte-americano, numa aproximação ao Estado satélite da Rússia e ao Presidente que lidera o país desde 1994.
O anúncio foi feito por uma conta do Telegram ligada à Presidência da Bielorússia, através de um vídeo em que Lukashenko é identificado como tendo contribuído para a busca de paz na Ucrânia.