Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Ucrânia ataca várias cidades russas e regiões controladas por Moscovo. Há registo de pelo menos sete mortos em Donetsk

  • Ativadas sirenes no Bahrein, ministro pede à população para ficarem calmas e se abrigarem

    O Ministério da Administração Interna do Bahrein anunciou no X que estão a soar sirenes no país, sem avançar com uma razão para o sucedido, e pede à população para “manter-se calma” e dirigir-se para “o local seguro mais próximo”.

  • Kuwait intercetou drones e mísseis "inimigos", adiantam as Forças Armadas do país

    As Forças Armadas do Kuwait anunciaram na rede social X que estão a combater “ataques de mísseis e drones inimigos” no país, que terão provocado explosões na região.

    “O Estado-Maior-General das Forças Armadas esclarece que os sons de explosões que possam ter sido ouvidos são resultado dos sistemas de defesa antiaéreos que intercetaram alvos hóstis“, esclarecem as Forças Armadas, que pedem às populações para cumprirem as regras de segurança ordenadas pelas autoridades.

  • Guterres "condena fortemente" ataques russos à Ucrânia

    António Guterres, secretário-geral da ONU, condenou esta terça-feira os ataques russos da última madrugada contra a Ucrânia, afirmou o porta-voz Stephane Dujarric, em conferência de imprensa.

    O secretário-geral das Nações Unidas pediu uma “desescalada imediata, que leve a um cessar-fogo incondicional, imediato e completo” do conflito, lembrando que ataques contra civis e estruturas não militares “são proibidas de acordo com o direito internacional humanitário”.

  • Irão deixou de contactar mediadores das negociações de paz, avançam agências de notícias iranianas

    O Irão deixou de contactar os mediadores das negociações de paz com os Estados Unidos, avançam esta terça-feira as agências de notícias iranianas Fars e Tasnim.

    “Uma fonte informada afirma que a troca de mensagens entre o Irão e os Estados Unidos com vista a alcançar o que é designado por um memorando de entendimento preliminar entre Teerão e Washington está suspensa há, pelo menos, alguns dias“, adianta a Fars, tendo o último assunto sido a ofensiva israelita no Líbano.

    Do mesmo modo, uma fonte anónima confirmou à Associated Press que os dois lados não se contactaram ao longo do dia desta terça-feira.

    Na segunda-feira, o Irão suspendeu a sua participação nas negociações com os Estados Unidos, tendo Trump, horas depois, contrariado a notícia, dizendo que as negociações entre os dois países continuavam “a um ritmo acelerado”, sem revelar mais informações.

  • "Sons de explosões" ouvidos em ilha do Estreito de Ormuz

    Ouviram-se “sons de explosões” na ilha iraniana de Qeshm, localizada no Estreito de Ormuz, avança a agência de notícias do Irão Mehr, com base em relatos de habitantes locais.

    Não se sabe até ao momento a natureza dos sons semelhantes a explosões, nem o incidente foi comentado pelas autoridades. No entanto, o mesmo está a ser alvo de uma investigação.

  • Futuro da presença militar norte-americana na Lituânia "em análise", adianta ministro lituano da Defesa

    “[A próxima] rotação está atualmente em análise, porque o número de [tropas norte-americanas] na Europa está a mudar, isso naturalmente leva a uma revisão da postura regional”, disse Robertas Kaunas, ministro lituano da Defesa, em conferência de imprensa, referida pela Reuters.

    Os cerca de mil soldados dos Estados Unidos estacionados na Lituânia estão progressivamente a ser retirados do país, após o fim de uma missão militar iniciada em outubro de 2025, mas ainda não há certezas sobre o novo destacamento.

    “Temos a garantia de que vão chegar, mas quando exatamente, e com que capacidades, e com que tamanho — isso está ainda por anunciar”, avançou Kaunas.

    As forças militares pertencem a dois batalhões da 1.ª Divisão de Cavalaria do Texas e estavam estacionadas na base militar de Pabrade, perto da fronteira com a Bielorrússia, construída para esta missão.

  • EUA anunciam novas sanções a operadoras de criptomoedas iranianas

    Os EUA impuseram novas sanções a operadoras de criptomoedas iranianas, informou o Departamento do Tesouro norte-americano, através de comunicado.

    Foram sancionadas as corretoras de ativos digitais Nobitex, Wallex, Bitpin e Ramzinex. Também foram sancionados os irmãos Seyed Mohammad Ali Aghamir Mohammad Ali e Seyed Mohammad Aghamir Mohammad Ali, que controlam a Nobitex, bem como o diretor executivo da corretora, Amir Hossein Rad.

    A Nobitex é a maior corretora de ativos digitais do Irão, responsável por processar mais de metade de todas as entradas de ativos digitais no país em 2025. De acordo com o Escritório de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC), a empresa facilitou pagamentos vinculados a atividades terroristas do país e participou em esforços para a evasão de sanções.

  • Ucrânia: Finlândia apreende quatro milhões de euros de fundos russos

    A Finlândia anunciou hoje a apreensão de quase quatro milhões de euros de fundos russos após uma denúncia da empresa estatal ucraniana de energia Naftogaz.

    A operação foi realizada pela Agência Nacional de Execução da Finlândia, um organismo independente ligado ao Ministério da Justiça, noticiou a agência Europa Press.

    A agência indicou que, após a denúncia da Naftogz e das suas subsidiárias, aprovou o confisco de um total de 3,7 milhões de euros que a Rússia tinha transferido para a Finlândia no âmbito de um programa de cooperação transfronteiriça da União Europeia, segundo informações da cadeia de televisão Yle.

    Este projeto visava apoiar o desenvolvimento das zonas fronteiriças, e os dois países participaram nele conjuntamente há anos.

  • EUA bombardeiam petroleiro com bandeira do Botswana no Estreito de Ormuz

    Os EUA bombardearam um navio petroleiro do Botswana que passava pelo Estreito de Ormuz a caminho do Irão esta terça-feira. De acordo com o CENTCOM a embarcação estava sem carga.

    “O Comando Central dos EUA impôs medidas de bloqueio contra o M/T Lexie, de bandeira do Botswana, enquanto este transitava em águas internacionais em direção à Ilha de Kharg. A tripulação do navio ignorou os repetidos avisos, descumprindo as ordens das forças americanas diversas vezes ao longo de um período de 24 horas.”

    De acordo com o comunicado norte-americano, a casa de máquinas do navio foi atingida por um míssil Hellfire, lançado por um avião militar norte-americano, o que impediu o petroleiro de chegar ao Irão.

    As forças americanas desativaram seis embarcações comerciais e redirecionaram outras 122 desde o início do bloqueio no Estreito de Ormuz.

  • Situação na Rússia piora a cada dia de guerra. Para Putin, escalada da violência na Ucrânia é a solução

    Problemas na frente militar, uma economia em crise e elites agitadas. Putin está firme no poder, mas a situação no país degrada-se. Ataque violento de terça-feira pode ser só o mais recente de vários.

    Situação na Rússia piora a cada dia de guerra. Para Putin, escalada da violência na Ucrânia é a solução

  • Congresso Judaico Europeu pede cancelamento do concerto de Kanye West em Portugal

    Depois de vários concertos de Kanye cancelados ou adiados na Europa, o Congresso Judaico Europeu pede que Portugal siga o mesmo exemplo para desencorajar o antissemitismo e a glorificação do nazismo.

    Congresso Judaico Europeu pede cancelamento do concerto de Kanye West em Portugal

  • Aumentam para 23 as vítimas mortais do ataque russo desta madrugada em Kiev e Dnipro

    O total de mortos nas cidades de Kiev e Dnipró, dois dos principais alvos do ataque maciço da Rússia contra a Ucrânia na madrugada de hoje, aumentou para 23, incluindo sete vítimas mortais na capital ucraniana, segundo um último balanço.

    No balanço anterior, havia um total de 18 mortos no maior ataque russo contra a Ucrânia nos últimos meses, incluindo uma criança.

    Segundo os dados mais recentes, agora divulgados, o maior número de mortos foi registado na cidade de Dnipró, uma cidade industrial da zona centro-leste da Ucrânia, onde um míssil russo destruiu completamente um edifício de habitação.

  • Rússia anuncia sanções a jornalistas e empresários britânicos

    A Rússia anunciou a imposição de sanções retaliatórias a dois jornalistas, um especialista e dois empresários, em resposta à “retórica anti-russa das autoridades britânicas”, diz o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, divulgado pela agência TASS. Os cinco ficam proibidos de entrar no país.

    Os sancionados são: Alexander Browder, especialista em criptomoedas e que escreveu um relatório para a Henry Jackson Society; Catherine Belton, jornalista que escreve sobre a Rússia para o The Washington Post; Alice Mary Laugher, CEO da Committed to Good, empresa que fornece serviços para projetos humanitários; Richard Nicholas Westbury, fundador e presidente do conselho do Chelsea Group, da qual faz parte a Committed to Good; e Richard Holmes, jornalista especializado em segurança que escreve para o The I Paper.

    A Rússia justifica as sanções pela “disseminação de especulações caluniosas e informações falsas sobre a política da liderança russa e os eventos sociopolíticos no nosso país, bem como no apelo para manter e aumentar a pressão sobre Moscovo sob o pretexto de responder à operação militar especial. Além disso, a lista inclui os chefes de empresas britânicas ligadas à segurança, envolvidas no recrutamento de pessoal para o regime neonazista sob o pretexto de implementar projetos pseudo-humanitários na Ucrânia”.

  • Embaixador dos EUA no Líbano afirma que Trump não falou com representantes do Hezbollah

    Michel Issa, embaixador norte-americano no Líbano, afirmou que Donald Trump não falou com representantes do Hezbollah na segunda-feira, mas sim com a embaixadora libanesa em Washington, Nada Moawad, refere a LBCI News.

    Na segunda-feira, o Presidente norte-americano anunciou que teria conversado com representantes do Hezbollah para negociar a suspensão dos ataques entre o movimento e Israel, algo que seria a primeira vez na história, já que o grupo é considerado “terrorista” por Washington.

  • Chega ao fim primeiro dia de negociações entre Israel e Líbano, com o desarmamento do Hezbollah como ponto central

    Terminou esta tarde a primeira reunião da quarta ronda de negociações entre Israel e o Líbano, no Departamento norte-americano de Estado em Washington, adianta a Agência Nacional de Notícias libanesa. A próxima reunião terá lugar na quarta-feira.

    Do lado israelita, condena-se a continuação dos ataques do Hezbollah contra o exército de Telavive, com os membros da delegação a revelar um plano por parte de Washington em treinar o exército libanês para combater o movimento, cita a televisão KAN.

    “A nossa lógica é conter os combates no Líbano e não transformá-los numa questão de negociação”, afirmou um membro da delegação israelita ao canal.

    Michel Issa, embaixador norte-americano no Líbano, destacou à televisão libanesa LBCI News o ambiente de “otimismo” nas negociações e que o cessar-fogo anunciado na segunda-feira “continua em vigor”.

  • Israel ataca sete cidades no sul do Líbano na última hora

    Na última hora, Israel atacou sete cidades no distrito de Tiro, no sul do Líbano, avança a Agência Nacional de Notícias libanesa (NNA, em sigla inglesa), tendo sido registada uma morte.

    “O inimigo israelita realizou um ataque aéreo contra a cidade de Deir Qanoun Ras Al-Ain, no distrito de Tiro, enquanto a artilharia bombardeou as cidades de Srifa, Siddiqine, Al-Ramadiyah e Deir Qanoun Ras Al-Ain, no distrito de Tiro, com projéteis pesados de calibre 155 [milímetros]”, avança a NNA, que também dá conta de um ataque aéreo contra Qaqaiyat Al-Jisr.

    Uma pessoa foi morta durante um dos ataques a Deir Qanoun Ras Al-Ain.

    A agência de notícias também avança com um ataque através de um tanque Merkava, posicionado em Al-Bayadah, contra a cidade de Beyout Al-Siyad e bombardeamentos “nas águas de Ras Al-Naqoura”.

  • Donald Trump está a perder a autoridade?

    Luís Tomé fala num Trump fragilizado cujas “deambulações” diplomáticas e falta de estratégia coerente revelam liderança em queda livre perante aliados e inimigos. Irão e Israel ditam regras do jogo?

    Ouça aqui a nova edição de ‘Gabinete de Guerra’.

    Donald Trump está a perder a autoridade?

  • Netanyahu assegura que Mossad vai continuar "na vanguarda" da luta contra o Irão

    O primeiro-ministro israelita assegurou esta terça-feira que os serviços secretos de Israel, a Mossad, vão continuar “na vanguarda” da luta contra o Irão, durante a cerimónia de tomada de posse do novo diretor da agência, e que o país irá ajudar o regime de Teerão a “desaparecer do mapa”.

    “Este regime de terror, que está fadado a desaparecer do mapa — e nós vamos ajudá-lo a atingir esse destino —, não voltará a ameaçar-nos com bombas nucleares ou milhares de mísseis balísticos mortíferos”, afirmou Netanyahu, que voltou a assumir o compromisso de Israel em não permitir que o Irão tenha armas nucleares.

    A Mossad tem estado envolvida na realização de ataques israelitas ao Irão, como a morte de Ali Khamenei, antigo Líder Supremo, segundo o The New York Times.

  • O que se passou até aqui

    • O Presidente ucraniano alertou a população para a possibilidade de novos ataques russos em larga escala esta noite e apelou aos aliados europeus para enviarem mísseis para a defesa aérea da Ucrânia. Zelensky também destacou que as forças russas pretendem atacar indústrias militares ucranianas devido ao desenvolvimento de tecnologias de mísseis por Kiev.
    • Pelo menos 22 pessoas morreram e 111 ficaram feridas. As cidades de Kiev e Dnipro foram as mais afetadas, com colapsos de edifícios e várias infraestruturas atingidas.
    • A Força Aérea ucraniana afirmou ter destruído mais de 57 mil alvos aéreos russos em maio, destacando o abatimento de 40 mísseis e 602 drones lançados pela Rússia na última noite.
    • No contexto do Médio Oriente, Israel e o Hezbollah continuam a confrontar-se, com Israel a realizar ataques aéreos no sul do Líbano. E ficou a saber-se que Trump se irritou com Netanyahu a ponto de lhe lembrar que se não fosse ele o primeiro-ministro israelita estaria preso. E que o Irão vai preparar o funeral do antigo Líder Supremo, que morreu num ataque dos EUA e de Israel em 28 de fevereiro.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

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