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Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Ataque russo em grande escala à Ucrânia faz pelo menos 10 mortos e 104 feridos

  • Oito feridos. Creche, centro comercial e vários prédios residenciais atingidos por ataque russo a Kiev

    Em Kiev, um centro comercial está a arder, há fogo numa clínica bem como em vários prédios residenciais, sendo que um edifício de nove andares colapsou, podendo haver pessoas debaixo dos escombros. Uma creche foi igualmente atingida. O balanço está a ser feito ao minuto pelo autarca da capital ucraniana depois do ataque russo desta noite e madrugada, no Telegram. Vitali Klitschko diz que para já há oito feridos, sete hospitalizados.

  • O que se passou até agora

    • A Rússia lançou um ataque de grande dimensão com drones e mísseis à Ucrânia durante a noite e a madrugada. Há registo de explosões em Kiev e outras cidades.
    • A relação entre os Estados Unidos e o Irão permanece tensa, com negociações complexas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz e a suspensão de ataques entre Israel e o Hezbollah. Trump afirma que um memorando de entendimento deverá estar concluído em breve.
    • Israel começou por intensificar as operações contra o Hezbollah no Líbano, na segunda-feira, avisando que os subúrbios de Beirute deviam ser evacuados. O Irão reagiu, anunciou a suspensão de negociações com os EUA e ameaçou atacar o norte de Israel ao mesmo tempo que pedia aos houthis para abrirem novas frentes de conflito.
    • A Guarda Revolucionária Iraniana atacou o porta-contentores MSC Sariska V, com a bandeira do Panamá, mas alegadamente de “propriedade norte-americana”, através de mísseis de cruzeiro após um ataque a um navio iraniano perto de Omã.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Explosões em Kiev. Rússia lançou ataque em larga escala à Ucrânia

    Com mísseis e drones, Moscovo está a atacar a Ucrânia nesta noite (já madrugada na hora local), tendo como alvos Kiev e outras cidades.

    A primeira explosão ouviu-se na capital ucraniana por volta das 1h30 (23h30 em Lisboa), avança o Kyiv Independent. A agência de notícias Reuters diz que é possível avistar uma grande coluna de fumo em Kiev.

    Há relatos de cortes de energia e de que terão sido disparados pelo menos seis mísseis em direção à cidade.

    Há também registo de explosões em Kharkiv, Zaporíjia e Dnipro.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Soam alertas de ataque aéreo em Kiev

    As sirenes de ataque aéreo foram ativadas há cerca de duas horas em Kiev, tendo a administração militar da capital ucraniana pedido no Telegram aos residentes que se recolhessem nos abrigos.

    Há algumas horas, Zelensky frisou que os avisos sobre um possível ataque em larga escala da Rússia se mantinham.

  • Trump acredita que haverá um memorando de entendimento para o Estreito de Ormuz "ao longo da próxima semana"

    O Presidente dos Estados Unidos afirmou esta segunda-feira à ABC News que acredita que um memorando de entendimento para a reabertura do Estreito de Ormuz deverá estar completo “ao longo da próxima semana”, faltando apenas “mais alguns pontos”.

    Trump afirmou também que um acordo de paz com Teerão pode ser “ainda melhor do que uma vitória militar”. E acrescentou: “Não é uma coisa simples. Estamos a falar de um país realmente grande. Um país muito grande a fazer um acordo. Uma hostilidade tremenda, na verdade“, assumiu. “Portanto não é uma coisa fácil para eles. Na verdade não é fácil do nosso ponto de vista também. Mas nós estamos a conseguir o que nós precisamos de conseguir.”

    O Presidente norte-americano apelidou o anúncio da suspensão das negociações por parte do Irão como um “percalço“, que resolveu “rapidamente” ao pedir o fim dos ataques entre Israel e o Hezbollah.

  • "Obrigado Bibi!": Trump agradece a Netanyahu por ter suspendido ataque a Beirute

    Donald Trump voltou a referir na rede social Truth que garantiu a suspensão dos ataques entre Israel e o Hezbollah, e que o primeiro-ministro israelita desistiu do ataque previsto para Beirute nesta segunda-feira.

    “Tive uma conversa com o Bibi Netanyahu hoje, pedindo-lhe para não avançar para um grande ataque em Beirute, Líbano. Ele mandou as suas tropas para trás. Obrigado Bibi!”, agradeceu o Presidente norte-americano.

    Donald Trump/Truth Social

    Trump afirmou ainda que o Hezbollah e Israel concordaram em suspender os ataques entre si, manifestando esperança de que tal “seja para a ETERNIDADE!”.

  • Agência Internacional de Energia Atómica afirma que tranferência de urânio iraniano é "díficil mas não impossível"

    Rafael Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica, afirmou esta segunda-feira à Al Jazeera que a transferência de urânio enriquecido do Irão é “difícil mas não impossível”.

    “[A transferência de urânio enriquecido] não é fácil, porque trata-se de urânio na forma gasosa, altamente contaminante, e não é uma operação simples“, complementou Grossi, que afirma que uma das alternativas seria a “diluição” do elemento químico.

    O diretor-geral da agência garante que, apesar de não ter participado nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão, tem falado separadamente com os dois países.

  • Deputado do Hezbollah afirma que o movimento defende um cessar-fogo "em todo o território libanês"

    Hassan Fadlallah, deputado do Hezbollah eleito para o Parlamento libanês, assumiu esta segunda-feira à Reuters que o movimento defende um cessar-fogo “completo em todo o território libanês”.

    Esse cessar-fogo seria, de acordo com o deputado, um “prelúdio” para a retirada completa das tropas israelitas do Líbano, conforme complementou no canal libanês Al-Manar, detido pelo Hezbollah.

  • Ataques israelitas no sul do Líbano provocam quatro mortos e três feridos

    Um ataque aéreo israelita na cidade de Al-Marwaniyah, no sul do Líbano, provocou quatro mortos, adianta a Agência Nacional de Notícias, tendo um outro, em Al-Bazouriyah, provocado três feridos.

    A agência de notícias libanesa avança também com outros ataques no sul do país, com “explosões de mísseis intercetores“, que caíram na estrada de Qennaya, entre as cidades de Baaloul e Qaraoun, e uma “explosão extremamente violenta” em Dibbine.

  • Rússia lançou 8.150 drones e 211 mísseis contra a Ucrânia só num mês

    Foram 8.150 drones em 31 dias. Uma análise realizada pela agência de notícias France-Presse (AFP) concluiu que só em maio, a Rússia atacou a Ucrânia com mais de oito mil drones, mais 24% do que em abril. Mas também com 211 mísseis, incluindo o famoso Oreshnik, que pode transportar ogivas nucleares e foi usado três vezes desde o início da guerra, fevereiro de 2022. A defesa ucraniana intercetou 91% desses ataques.

    “A intensidade dos combates está a aumentar”, disse o Ministério da Defesa ucraniano, mencionando mais de 7.000 confrontos na linha de frente em maio, mais dois mil do que no mês anterior.

  • Guarda Revolucionária Iraniana ataca porta-contentores de "propriedade norte-americana"

    A Guarda Revolucionária Iraniana atacou esta segunda-feira o porta-contentores MSC Sariska V, com a bandeira do Panamá, mas alegadamente de “propriedade norte-americana”, através de mísseis de cruzeiro.

    A informação, avançada pelos meios de comunicação social iranianos, referidos pela Al Jazeera, não especifica onde se realizou o ataque, mas refere que teve lugar após um ataque a um navio iraniano perto de Omã.

    Como publicado anteriormente no Observador, o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO) avançou que um ataque foi provocado por um “projétil desconhecido” ao navio, tendo aconselhado as embarcações a “navegar com cuidado e reportar qualquer atividade suspeita” à UKMTO.

    O ataque não foi reivindicado por nenhuma entidade ou movimento, nem foi avançado o nome do navio por parte da UKMTO.

  • "Este será dos melhores momentos para pressionar a Rússia"

    O Major General João Vieira Borges defende que a Ucrânia deve agora pressionar Putin, aproveitando as fragilidades russas e a excelente posição militar de Kiev no terreno.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    “Este será dos melhores momentos para pressionar a Rússia”

  • Putin ameaça castigar Ucrânia pelo alegado ataque a escola de Starobelsk

    Vladimir Putin voltou a ameaçar a Ucrânia devido a um alegado ataque contra uma escola técnica em Starobelsk, Lugansk, região ucraniana ocupada pela Rússia, em maio.

    O Presidente russo insiste em acusar a Ucrânia de cometer um “crime deliberado contra adolescentes”, cita-o a agência de notícias russa Tass. Putin qualifica o que se passou como um novo capítulo numa série de crimes, acusando Kiev de ter elevado “ o conflito para um novo nível”.
    Putin pediu às autoridades um relatório sobre o progresso feito para “identificar os criminosos”, acrescentando:
    “Todos eles devem receber a punição que merecem, e ela será inevitável”, disse o Presidente russo.

  • Estados Unidos e Qatar estão a mediar redução das tensões no sul do Líbano, refere Al Jazeera

    Os Estados Unidos e o Qatar estão a mediar uma tentativa de reduzir as tensões no sul do Líbano, segundo uma fonte qatari, referida pela Al Jazeera.

    De acordo com a fonte, os dois países encetaram conversações no domingo “no sentido de desescalar [a tensão] no sul do Líbano” e que os representantes dos dois países “têm estado envolvidos em esforços de mediação para reforçar o cessar-fogo” entre Israel e o Líbano.

  • Netanyahu garante que Israel não irá atacar Beirute, mas que vai "continuar a operar conforme planeado no sul do Líbano"

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantiu na rede social X que Israel não irá atacar Beirute, se o Hezbollah suspender os seus ataques no norte do país. No entanto, afirma que Telavive vai continuar as suas operações militares no sul do Líbano “conforme planeado”.

    “Falei esta noite com o Presidente Trump e disse-lhe que, se o Hezbollah não parar de atacar as nossas cidades e os nossos cidadãos, Israel atacará alvos terroristas em Beirute“, sublinhou, garantindo que a posição de Israel mantém-se “inalterada”.

    Do mesmo modo, Netanyahu anunciou que as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla inglesa), vão “continuar a operar conforme planeado no sul do Líbano“, algo confirmado pelo seu ministro da Defesa, Israel Katz, que, na estação israelita Channel 14, afirmou que “não há nenhum cessar-fogo no Líbano”.

  • Ben Gvir defende que é altura de "dizer não" a Trump após anuncio de tréguas entre Israel e o Hezbollah

    Ben Gvir avisou Netanyahu na rede social X que é altura de “dizer não” a Trump, após o anúncio do Presidente norte-americano da suspensão dos ataques entre o Hezbollah e Israel.

    “Senhor primeiro-ministro, disse que um primeiro-ministro forte diz ao Presidente dos Estados Unidos ‘sim’ quando possível, e ‘não’ quando necessário. Esta é a altura de dizer ao nosso amigo, Presidente Trump, ‘não’“, pediu o ministro israelita da Segurança Nacional.

    O governante afirmou que esta é a “altura de fazer o que é exigido e necessário para atacar o Hezbollah, desatar as mãos dos combatentes e devolver a segurança ao norte” de Israel.

  • Presidência libanesa confirma que Hezbollah aceitou suspender ataques ao norte de Israel e que cessar-fogo deverá estender-se todo o país

    O Hezbollah concordou em terminar os ataques ao norte de Israel, em troca da suspensão dos ataques das forças de Telavive a Beirute, confirmou a Presidência do Líbano, através da embaixada libanesa em Washington, na rede social X.

    “As autoridades libanesas receberam a confirmação da aprovação, por parte do Hezbollah, da proposta norte-americana que prevê o fim mútuo dos ataques” entre Israel e o movimento, lê-se no comunicado, que também assegura a interrupção dos ataques israelitas a Dahiyeh, em Beirute.

    A Presidência do país, através da embaixada em Washington, também avança que o cessar-fogo deverá ser “alargado de modo a abranger a totalidade do território libanês“, e que novas discussões sobre o tema terão lugar na terça e quarta-feira.

  • Zelensky afirma que a Ucrânia tem capacidade para atacar toda a infraestrutura russa nos territórios ocupados

    O Presidente ucraniano afirmou esta segunda-feira, na rede social X, que a Ucrânia tem capacidade para atacar toda a infraestrutura russa presente nos territórios ocupados por Moscovo.

    “As nossas tropas têm agora a capacidade de alcançar a logística militar russa em praticamente toda a extensão dos territórios [ucranianos] temporariamente ocupados”, assegurou Zelensky, afirmando ser uma “prova de que não serão tempos fáceis para os invasores” na Ucrânia.

    Zelensky afirmou, ainda, que existe falta de combustível para as tropas russas na Crimeia e nas restantes regiões ocupadas pela Rússia. No caso da Crimeia, ataques ucranianos a refinarias provocaram a implementação de racionamento dos abastecimentos esta segunda-feira, segundo a Reuters.

  • Ucrânia atacou 15 refinarias russas desde janeiro

    Em cinco meses, a Ucrânia já atacou 15 refinarias russas, informou há pouco Zelensky, no seu vídeo diário.

    “Entre janeiro e maio deste ano, os nossos guerreiros atingiram 15 refinarias de petróleo russas. A Rússia já impôs proibições sobre exportações de combustível de aviação e gasolina, e está também a considerar uma proibição sobre exportações de diesel. A partir de maio, quase 40% da capacidade de refinação primária de petróleo da Rússia está fora de serviço”, referiu o Presidente ucraniano.

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