Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

    • Na noite de quarta para quinta-feira, a cidade de Kiev sofreu um ataque devastador com mísseis e drones que resultou em pelo menos 12 mortos e feriu dezenas de pessoas, incluindo crianças. O ataque, atribuído a forças russas, foi descrito pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky como um dos mais difíceis e imprudentes, com as operações de resgate ainda em curso.
    • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou insatisfação com o recente ataque russo a Kiev e fez um apelo ao presidente russo Vladimir Putin para que interrompa os bombardeamentos. Embora tenha criticado o “mau timing” dos ataques, Trump não revelou se pretende aplicar novas sanções à Rússia, mas afirmou estar a exercer pressão significativa sobre ambos os lados do conflito nos bastidores.
    • Volodymyr Zelensky revelou que um dos mísseis utilizados no ataque a Kiev foi fabricado na Coreia do Norte, o que levanta preocupações sobre a colaboração militar entre a Rússia e Pyongyang. Esta alegada aliança é vista como uma ameaça, pois poderá permitir que a Coreia do Norte experimente e desenvolva armamento em condições de guerra.
    • A ONU condenou o ataque à capital ucraniana, classificando-o como uma “grave violação do direito internacional humanitário”. O coordenador do gabinete humanitário da ONU na Ucrânia apelou a que se ponha fim ao uso indiscriminado da força que afeta principalmente civis inocentes em áreas residenciais.

  • Bom dia.

    Fechamos agora este artigo em direto que acompanha ao minuto a guerra na Ucrânia. Continuamos a nossa cobertura do conflito neste novo liveblog.

    Zelensky admite não ter armas para retomar Crimeia, mas insiste que é território ucraniano em resposta a Trump

    Obrigado por continuar connosco.

  • Trump afirma que tem o seu próprio prazo para um acordo entre Kiev e Moscovo

    Trump indicou esperar por um entendimento rápido e que está a colocar uma “forte pressão” sobre a Rússia para pôr fim à guerra, uma vez que acredita que “ambos os lados querem a paz”.

    Trump afirma que tem o seu próprio prazo para um acordo entre Kiev e Moscovo

  • Apesar de "progresso", acordo de minerais não vai ser assinado esta semana, diz ministro

    O ministro das Finanças da Ucrânia, Serhiy Marchenko, fala em “progresso” e um trabalho “próximo” nas negociações com os EUA para um acordo de minerais. Porém, este acordo não deverá ser assinado esta semana, disse, citado pela Reuters.

    “Estamos a trabalhar o mais rapidamente possível para assinar o acordo”, disse o ministro, que, porém, admitiu: “Há ainda algumas questões que estamos a discutir”.

  • Recuperar a Crimeia para a Ucrânia vai ser "muito difícil", diz Trump

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que recuperar a Crimeia — ocupada pela Rússia desde 2014 — para a Ucrânia será “algo muito difícil”, segundo o The Guardian.

    Falando aos jornalistas na Sala Oval esta quarta-feira, Trump voltou a criticar um dos seus antecessores, Barack Obama, afirmando que ele “entregou” a península a Moscovo.

    Questionado sobre que concessões a Rússia estava disposta a fazer nas negociações, Donald Trump disse que “parar a guerra” e parar de “conquistar o país inteiro” eram “concessões bem grandes”.

    Sobre a Ucrânia, Trump disse que vão “fazer o melhor” que podem. “Eles perderam muito território”, disse ainda.

  • Zelensky diz que míssil que atingiu em Kiev é de fabrico norte-coreano

    A Rússia terá usado um míssil balístico norte-coreano para o ataque mortal que atingiu um edifício residencial em Kiev na noite de quarta para quinta-feira.

    A revelação foi feita pelo Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na rede social X, citando informações preliminares.

    “Segundo as informações preliminares, os russos utilizaram um míssil balístico fabricado na Coreia do Norte. Os nossos serviços especiais estão a verificar todos os pormenores”, adiantou o líder ucraniano”.

    “Se a informação de que este míssil foi fabricado na Coreia do Norte se confirmar, isso será mais uma prova da natureza criminosa da aliança entre a Rússia e Pyongyang. Matam pessoas e atormentam vidas em conjunto — é esse o único sentido da sua cooperação. A Rússia utiliza continuamente este tipo de armas – mísseis, artilharia. Em troca, Pyongyang teve a oportunidade de tornar as suas armas mais mortíferas em condições reais de guerra”, atirou.

    Recorde-se que uma fonte ucraniana já tinha adiantado à Reuters que o armamento utilizado para o ataque em Kiev foi um míssil balístico norte-coreano KN-23 (KN-23A).

  • Trump não ficou "satisfeito" com ataque a Kiev. "Não tenho lealdades nesta guerra. A minha lealdade é a salvar vidas", adianta.

    Sentado na Sala Oval da Casa Branca ao lado do primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, Donald Trump afirmou que, no que toca ao rumo das negociações de paz para a guerra na Ucrânia, não escolhe lados.

    “Não tenho lealdades a ninguém nesta guerra. A minha lealdade é a salvar vidas”, afirmou, criticando o seu antecessor, Joe Biden, uma vez mais, devido aos gastos dos EUA na contenda e por ter permitido que o conflito chegasse a este ponto.

    Trump foi também questionado quanto à sua mensagem publicada no Truth Social, em que criticou Vladimir Putin pelo seu mais recente ataque em Kiev.

    “Não gostei do que aconteceu na noite passada, não fiquei satisfeito. Estamos a falar de paz e foram disparados mísseis”, afirmou, rejeitando, porém, em revelar se está a considerar aplicar novas sanções à Rússia. “Falamos dentro de uma semana, quanto tivermos um acordo”, respondeu.

    Sem referir como, Trump afirmou que está a colocar “muita pressão sobre a Rússia nos bastidores”. “Não fazem ideia da pressão que estou a exercer… Estamos a exercer muita pressão. Estamos a exercer muita pressão sobre a Rússia, e a Rússia sabe disso”, adiantou, dizendo que também está a pressionar a Ucrânia.

    Trump recusou-se também a adiantar se defende a ideia da Ucrânia ser forçada à cedência dos seus territórios ocupados, nomeadamente a Crimeia. Por seu lado, a cedência que a Rússia alegadamente terá feito é “parar a guerra e parar de tentar tomar todo o país”. “É uma grande cedência, quanto a mim”, acrescentou.

  • Reino Unido proíbe exportação de comandos de videojogos para a Rússia porque podem ser usados para pilotar drones

    A decisão do Reino Unido foi tomada esta quinta-feira e faz parte do mais recente pacote de medidas comerciais do país para pressionar a Rússia a pôr fim à invasão da Ucrânia.

    “Estamos a proibir a exportação de comandos de videojogos para a Rússia, impedindo-os de serem utilizados para pilotar drones na linha da frente, o que significa que as consolas de jogos deixarão de ser utilizadas para matar na Ucrânia”, afirmou o ministro britânico para a Europa, a América do Norte e os Territórios Ultramarinos, Stephen Doughty, em comunicado, escreve a Reuters.

    Como parte do mesmo pacote, o Reino Unido vai bloquear também a exportação de software utilizado pelos sectores da defesa e da energia, incluindo programas utilizados para produzir armamento e procurar e explorar novos poços de petróleo e gás.

  • Trump acredita que Putin vai ouvi-lo quando pede para parar com bombardeamentos

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse esta quarta-feira que acreditava que o homólogo russo, Vladimir Putin, iria ouvi-lo quando ele lhe diz para parar com os bombardeamentos na Ucrânia.

    Segundo o New York Times, Trump gritou que “sim, achava”, respondendo a uma pergunta sobre este assunto feita por um jornalista à porta da Casa Branca enquanto o líder recebia o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre.

    “Achamos que ambos querem paz. Mas têm de sentar-se na mesa de negociações”, disse depois o Presidente numa breve reunião antes do encontro oficial na Sala Oval.

  • ONU condena ataque russo a Kiev e fala em "grave violação do direito internacional humanitário"

    O coordenador do gabinete humanitário da ONU na Ucrânia, Matthias Schaele, condenou o ataque russo à Ucrânia como uma “grave violação do direito internacional humanitário”.

    Num comunicado divulgado no site da missão humanitária, Schaele “condenou fortemente” o ataque, que terá afetado maioritariamente civis em áreas residenciais.

    “Prevê-se que o número de vítimas aumente à medida que as equipas de emergência prosseguem as operações de busca e salvamento no meio dos escombros”, acrescentou, sublinhando que “civis nunca devem ser alvos” e que “este uso insensato da força tem de acabar”.

  • Mortos em Kiev sobem para 12

    O número de vítimas em Kiev voltou a subir, contabilizando-se 12 mortos segundo a nova atualização do Ministério da Administração Interna da Ucrânia publicada no Telegram.

  • Número de mortos de ataque em Kiev sobe para dez

    Subiu para dez o número de mortos do ataque russo em Kiev esta noite, informou o Ministério da Administração Interna ucraniano no Telegram.

    O número de feridos subiu também para 90, com os trabalhos das equipas de emergência e resgate a continuarem na cidade.

  • Vários feridos em ataque com bombas guiadas à região de Sumy

    Pelo menos três pessoas ficaram feridas num ataque russo com bombas guiadas na região de Sumy, escreve a agência de notícias ucraniana Ukrinform.

    O ataque visou a aldeia de Riasne, muito perto da fronteira russa. Os três feridos, todos homens, foram hospitalizados.

  • Zelensky reafirma que Kiev não abdica da Crimeia

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, admitiu esta quinta-feira que a Ucrânia fará tudo o que os parceiros de Kiev exigirem para alcançar a paz, mas não cederá na questão da Crimeia.

    “Estamos a fazer tudo o que os nossos parceiros propuseram, exceto o que é contrário à nossa legislação e à Constituição”, que estipula que a Crimeia faz parte da Ucrânia, disse Zelensky numa conferência de imprensa na África do Sul.

    A Rússia anexou a Crimeia em 2014, e o Presidente norte-americano, Donald Trump, criticou Zelensky na quarta-feira por insistir que a península do Mar Negro deve ser devolvida à Ucrânia.

  • "Vladimir, PÁRA!" Trump critica "mau timing" do ataque russo em Kiev

    O Presidente norte-americano declarou “não estar feliz com os ataques russos em Kiev”, através de uma mensagem publicada na Truth Social. “Desnecessários e com muito mau timing”, classificou Donald Trump.

    A mesma mensagem inclui ainda um apelo ao seu homólogo russo. “Vladimir, PÁRA! 5000 soldados estão a morrer por semana. Vamos fazer o Acordo de Paz”, rematou.

  • Serviços secretos russos e norte-americanos poderão encontrar-se em breve

    Sergey Naryshkin, diretor dos serviços de informação externa da Rússia (SVR), adiantou à TASS que poderá ter um encontro com o seu homólogo norte-americano, John Ratcliffe, “num futuro breve”, depois de terem falado ao telefone.

    “Tive uma conversa telefónica com o meu colega, o diretor da Agência Central de Informação (CIA). Foi uma conversa muito construtiva”, relatou.

  • Zelensky diz que ataque russo em Kiev foi "um dos mais difíceis e imprudentes"

    O Presidente ucraniano classificou o ataque russo contra Kiev desta noite como “sem dúvida, um dos mais difíceis e imprudentes”. A declaração foi feita numa conferência de imprensa conjunta com o Presidente sul-africano, em Pretória.

    Volodymyr Zelensky comentou ainda o encontro de ontem em Londres, entre representantes norte-americanos e europeus. Apesar de o encontro de líderes ter sido cancelado, devido à ausência do secretário de Estado dos Estados Unidos, o chefe de Estado ucraniano classificou a reunião a um nível mas baixo como “difícil mas produtiva”.

    “Tenho a certeza que a Rússia estava à espera de uma grande discussão ontem. A Rússia não gosta da aliança em torno da Ucrânia porque a Ucrânia é um alvo mais fácil sem ela”, declarou Zelensky, citado pela Sky News. Na mesma intervenção, o Presidente ucraniano voltou a apelar a esta aliança que exerça mais pressão sobre Moscovo.

  • Rússia diz que destruiu alvos militares ucranianos. Kiev diz que foi utilizado míssil norte-coreano

    O Ministério da Defesa russo relatou um ataque bem-sucedido a “instalações de aviação, engenharia mecânica e indústrias armadas da Ucrânia, produção de combustível e munições”. O ataque em massa desta noite matou nove pessoas e fez dezenas de feridos.

    Já uma fonte ucraniana da Reuters adiantou que um dos mísseis utilizados no mesmo ataque era um modelo KN-23, de fabrico norte-coreano.

  • Rússia acusa Zelensky de ter perturbado deliberadamente negociações para a paz

    A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russos acusou Volodymyr Zelensky de ter interrompido, de forma “deliberada”, as negociações para a paz. As declarações referem-se aos diálogos que deviam ter acontecido ontem em Londres entre os aliados e que foram cancelados — decisão que Maria Zakharova atribui à firmeza do líder ucraniano quanto à Crimeia, relata a agência russa TASS.

    Na mesma conferência de imprensa, Zakharova deixou mais acusações a Zelensky: o facto de ter violado “a trégua pascal” e de ter utilizado armas norte-americanas contra alvos russos para “tramar deliberadamente” os Estados Unidos — a Ucrânia tem permissão de Washington para utilizar estas armas contra alvos estratégicos russos.

    “Os atos de terror das forças armadas ucranianas no fim-de-semana da Páscoa mostrou uma vez mais a completa incapacidade de Zelensky para negociar”, rematou a porta-voz.

  • Ucrânia acusa Moscovo de querer manter a invasão após ataque a Kiev

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andri Sybiga, disse hoje que o ataque russo que matou nove pessoas durante a noite em Kiev prova que Moscovo persiste na invasão militar.

    Sybiga disse que o Presidente russo, Vladimir Putin, demonstra que não respeita quaisquer esforços de paz e que só quer continuar a guerra.

    O chefe da diplomacia expressou a opinião do governo do país através de uma mensagem nas redes socais, em que também critica as “exigência de Moscovo”, referindo-se às declarações da liderança russa que pediu à Ucrânia a “retirada” de territórios como condição para a paz.

1 de 2