Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter acompanhado.

    Continue a par da atualidade no Médio Oriente neste novo liveblog.

    25 mortos em Gaza enquanto esperavam perto de centro de distribuição de ajuda. Terão sido atingidos por fogo das IDF

  • Marco Rubio condena sanções do Reino Unido, Canadá, Noruega, Austrália e Nova Zelândia a ministros israelitas

    Numa reação às sanções anunciadas mais cedo por vários países a dois ministros israelitas, o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio afirmou, através de um comunicado no X, que “os Estados Unidos condenam as sanções impostas pelos governos do Reino Unido, Canadá, Noruega, Nova Zelândia e Austrália a dois membros em exercício do gabinete israelita. Estas sanções não contribuem para os esforços liderados pelos EUA para alcançar um cessar-fogo, trazer todos os reféns de volta e pôr fim à guerra”, afirmou Rubio.

    “Rejeitamos qualquer noção de equivalência: o Hamas é uma organização terrorista que cometeu atrocidades indizíveis, continua a manter civis inocentes como reféns e impede o povo de Gaza de viver em paz. Lembramos aos nossos parceiros que não se esqueçam de quem é o verdadeiro inimigo”, diz ainda o secretário de Estado. “Os Estados Unidos pedem a reversão das sanções e estão lado a lado com Israel”, conclui ainda o representante norte-americano.

    Mais cedo tornou-se público que o Reino Unido, o Canadá, a Noruega, a Austrália e a Nova Zelândia vão aplicar sanções a dois ministros do governo de Netanyahu pelos “monstruosos” comentários que fizeram sobre a Faixa de Gaza. Ben Gvir e Bezalel Smotrich são os dois ministros nacionalistas que fazem parte da coligação liderada por Netanyahu e, com estas sanções, vão ter posses no estrangeiro congeladas e vão enfrentar limitações nas viagens.

    O primeiro é ministro da Segurança e o segundo é o ministro das Finanças de Israel. Entre os comentários que fez nos últimos anos, desde o 7 de outubro, Ben Gvir defendeu que a mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém, seja transformada numa sinagoga judia. Também defendeu que se deve “encorajar a emigração voluntária dos palestinianos de Gaza”.

  • Quem são os ativistas que permanecem detidos em Israel

    A Freedom Flotilla Coalition (FFC), organização que liderou a expedição no barco Madleen que levava 12 ativistas e tinha como objetivo quebrar o bloqueio a Gaza, divulgou que oito dos que estavam à bordo continuam detidos pelas autoridades israelitas. São eles:

    • Suayb Ordu, da Turquia
    • Mark Van Rennes, dos Países Baixos
    • Pascal Maurieras, da França
    • Reva Viard, da França
    • Rima Hassain, da França
    • Yanis Mhamdi, da França
    • Thiago Ávila, do Brasil
    • Yasemin Acar, da Alemanha

    Outros quatro ativistas aceitaram assinar o documento para a deportação e regressaram aos seus países, incluindo a sueca Greta Thunberg.

    De acordo com a FFC, os ativistas estão a ser acusados de entrar em território israelita ilegalmente e podem permanecer detidos até 72h antes de serem forçadamente retirados do país. Entretanto, a defesa pediu a libertação imediata e incondicional de todos e uma decisão judicial é aguardada até o final do dia.

  • Alegadamente banidos de Israel por 100 anos, oito ativistas do Madleen permanecem detidos em Israel

    Numa atualização sobre a situação dos ativistas que seguiam à bordo do barco Madleen em direção a Gaza quando este foi interceptado pelas forças israelitas, a organização responsável pela expedição, Freedom Flotilla Coalition (FFC) informou que oito permanecem detidos, após recusarem-se a assinar o documento para a deportação do país.

    “Hoje, foram presentes a tribunal em Ramleh”, alega o comunicado da FFC, que alega que os ativistas estão a ser acusados de “entrada ilegal” no país, mas que na verdade foram “transferidos até o território israelita contra as suas vontades”.

    “O Estado impôs uma proibição de 100 anos a todos os que estavam à bordo do Madleen”, alega ainda a organização.

    Um dos que permanece detido é o brasileiro Thiago Ávila, que iniciou uma greve de fome e água na última segunda-feira. Outros terão reportado condições insalubres, como uma infestação de bed bugs e não terem acesso a água potável.

    A FFC alega que a prisão e a tentativa de deportação é “uma clara violação das leis internacionais e da lei israelita. Devem ser libertados imediatamente e sem condições”, alega o comunicado, que afirma ainda que permanece com o objetivo de quebrar o bloqueio em Gaza. Ao fim de 72 horas os detidos serão forçadamente retirados do país, contudo, aguardam uma decisão judicial definitiva sobre a libertação até o fim do dia.

  • Trump terá pedido a Netanyahu para "acabar com a guerra", diz a imprensa israelita

    Donald Trump terá pedido a Benjamin Netanyahu que acabe com a guerra, avança o israelita Chanel 12, citado pelo Times of Israel. Na conversa pelo telefone da última segunda-feira, o Presidente norte-americano terá apelado pela primeira vez para que o primeiro-ministro israelita coloque mesmo um ponto final no conflito em Gaza, e não apenas que chegue a um acordo de cessar-fogo e troca de reféns por meio das negociações lideradas por Steve Witkoff. A imprensa israelita avança ainda que os EUA estarão preparados para oferecer ao Hamas fortes garantias de que a guerra vai acabar.

    Ao falar sobre a conversa na última segunda-feira, o Presidente norte-americano anunciou ainda que o Irão está envolvido nas negociações referentes ao conflito israelo-palestiniano, ainda que não seja público que o país tenha participado nas reuniões diplomáticas para discutir um cessar-fogo. “Vamos ver o que acontece com Gaza. Queremos os reféns de volta”, acrescentou o líder republicano. De acordo com o Channel 12, Trump terá dito a Netanyahu que atacar o Irão seria “passar dos limites” neste momento em que as negociações nucleares ainda estão a decorrer.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita terá impedido Israel Kratz de forçar ativistas a assistirem vídeo sobre o 7 de outubro

    O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Saar, terá impedido o ministro da Defesa, Israel Katz, de forçar os ativistas do Madleen a assistir a um vídeo sobre o 7 de outubro, diz o israelita Channel 12, citado pelo Times of Israel.

    Saar, terá feito uma intervenção quando Katz revelou que pretendia obrigar Greta Thumberg e outros 11 ativistas que seguiam à bordo do veleiro a assistirem a um vídeo com 43 minutos com imagens feitas pelas bodycams dos soldados israelitas que mostram pessoas a serem mortas e corpos mutilados. O ministro dos Negócios Estrangeiros temia que a atitude gerasse uma crise diplomática.

    Os ativistas acabaram por ser levados a uma sala onde o filme começou a tocar. Então, foram perguntados se queriam permanecer e assistir ao vídeo, ao que recusaram. Terá sido quando a exibição terminou.

  • GHF diz que distribuiu mais de 35 mil caixas com alimentos em Gaza esta terça-feira

    A Gaza Humanitarian Foundation diz que distribuiu 35.520 caixas de alimentos em três pontos da região central e sul de Gaza esta terça-feira, publica o Times of Israel. De acordo com a organização, cada caixa tem o equivalente a refeições para 5,5 pessoas para 3 dias e meio. O jornal israelita avança que o seu conteúdo é composto por alimentos secos e produtos que requerem equipamentos de cozinha para a preparação.

    A GHF avança ainda que a distribuição decorreu sem incidentes, porém, anteriormente, a imprensa palestiniana já havia avançado que 20 pessoas terão morrido atingidas por tiros enquanto aproximavam-se de um centro de distribuição de ajuda humanitária. As IDF responderam afirmando que os disparos foram de aviso contra palestinianos que aproximaram-se forma ameaçadora e suspeita. Os militares israelitas dizem ainda que “o número de mortos é inconsistente com as informações disponibilizadas às IDF”.

  • EUA anunciam sanções a indivíduos e instituições de caridade alegadamente ligadas ao Hamas

    Esta terça-feira o Departamento de Estado dos Estados Unidos da América que vai sancionar cinco pessoas e cinco instituições de caridade que estarão, alegadamente, ligadas ao Hamas. De acordo com o comunicado, publicado pelo Haaretz, os indivíduos e as entidades estarão “a financiar o Hamas disfarçadas de serviço humanitário”.

    “Esta ação tem como alvo as chamadas instituições de caridade que operam na Turquia, Algeria, Países Baixos, Itália e West Bank, em Gaza, assim como aqueles que servem em posições de liderança nestas organizações”, afirmam as autoridades norte-americanas.

    “Os EUA vão usar todas as ferramentas disponíveis para prevenir o abuso do sector sem fins lucrativos para o benefício de grupos terroristas”, diz ainda o comunicado, que conclui a afirmar que o país “está comprometido em assegurar a distribuição de ajuda humanitária por organizações seguras e confiáveis”.

  • O que está a acontecer no conflito israelo-palestiniano

    • A ativista Greta Thunberg afirmou ter sido “atacada e raptada por Israel em águas internacionais” enquanto estava a bordo de um barco com destino a Gaza para levar ajuda humanitária. Posteriormente, terá sido levada “contra a [sua] vontade para Israel” e deportada para a Suécia (via França).
    • O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, confirmou “progressos significativos” nas negociações para um cessar-fogo e a libertação dos reféns por parte do Hamas, apesar de alertar que ainda “é cedo para ter esperanças”. Estes progressos serão discutidos numa reunião do conselho de ministros israelita na próxima quinta-feira.
    • A Autoridade Palestiniana, através do seu líder Mahmoud Abbas, condenou pela primeira vez os ataques do Hamas a Israel a 7 de Outubro de 2023, afirmando que as ações de matar e tomar civis como reféns são “inaceitáveis”. Abbas apelou à libertação imediata de todos os reféns e prisioneiros pelo Hamas.
    • O Reino Unido, o Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia anunciaram a imposição de sanções a dois ministros do governo israelita por comentários considerados “monstruosos” sobre a Faixa de Gaza. As sanções incluem o congelamento de posses no estrangeiro e restrições de viagem, como resposta às declarações que vão contra o apoio humanitário aos palestinianos.

  • Autoridade Palestiniana. Mahmoud Abbas condena pela primeira vez os atos do Hamas no 7 de Outubro

    O líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, condenou pela primeira vez o ataque a Israel feito pelo Hamas, no 7 de Outubro (de 2023) e insistiu que o grupo que controlava a Faixa de Gaza liberte os restantes reféns.

    “O que o Hamas fez no dia 7 de Outubro, matando e tomando civis como reféns, é inaceitável e condenável“, escreveu Abbas numa carta enviada ao Presidente francês, Emmanuel Macron, e ao príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman.

    Abbas tem desde sempre rejeitado a violência como ferramenta para promover a autodeterminação palestiniana – mas há vários anos que evitava condenar publicamente as ações do Hamas no 7 de Outubro. Porém, nesta fase Mahmoud Abbas está a tentar obter maior apoio por parte da comunidade internacional para que a Autoridade Palestiniana possa substituir o Hamas como autoridade em Gaza.

    epa11547523 Palestinian President Mahmoud Abbas attends a meeting with Russian president at the Novo-Ogaryovo state residence, outside Moscow, Russia, 13 August 2024. Mahmoud Abbas is on a three day official visit to Russia.  EPA/ALEXEY MAISHEV/SPUTNIK/KREMLIN POOL MANDATORY CREDIT

    Mahmoud Abbas está a tentar obter maior apoio por parte da comunidade internacional.

    O príncipe herdeiro saudita, um dos destinatários da carta aberta do líder da Autoridade Palestiniana, vai ser um dos anfitriões de uma conferência da ONU com o objetivo de promover a chamada “solução de dois Estados”.

    Além de condenar os atos de 7 de Outubro, Abbas defendeu que o Hamas deve libertar imediatamente todos os reféns e prisioneiros”.

  • Israel matou dois operacionais do Hamas que estavam disfarçados de mulher

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) dizem ter matado dois operacionais do Hamas, no norte da Faixa de Gaza, que estavam disfarçados de mulher.

    Os operacionais estavam a transportar sacos perto de uma estrutura que as IDF sabiam ser utilizada pelo Hamas.

    Depois da identificação, os dois foram atingidos com recurso a um drone, segundo o relato feito ao The Times of Israel.

  • Cisjordânia. Dois palestinianos mortos após tentarem roubar arma a soldado israelita

    Dois palestinianos foram abatidos nesta terça-feira depois de tentarem roubar a arma a um soldado na cidade de Nablus, na Cisjordânia. Este é o relato feito pelos militares israelitas citados pela imprensa local.

    De acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF), o incidente começou quando vários suspeitos estavam a ser interrogados no âmbito de uma operação antiterrorista.

    Durante o interrogatório, dois palestinianos tentaram roubar a arma a um dos soldados, garante o exército israelita, que acrescenta que foram disparados vários tiros dessa arma enquanto estava nas mãos dos dois palestinianos. Desses disparos resultaram quatro feridos sem especial gravidade.

    As outras tropas que estavam no local, segundo as IDF, ripostaram e matando os dois homens.

  • Netanyahu. "Progressos significativos" nas negociações mas "é cedo para ter esperanças"

    Benjamin Netanyahu confirma que tem havido “progressos significativos” nas negociações com vista a um cessar-fogo e uma entrega dos últimos reféns por parte do Hamas. Mas ainda “é cedo para ter esperanças“, acautela o primeiro-ministro.

    Os progressos de que fala Benjamin Netanyahu vão ser debatidos numa reunião do conselho de ministros israelita, nesta quinta-feira, de acordo com a imprensa do país. “Estamos a trabalhar incansavelmente neste momento e a todo o momento“, garantiu o primeiro-ministro, acrescentado: “Acredito que iremos ser capazes de avançar“.

  • Greta Thunberg diz ter sido "atacada e raptada por Israel em águas internacionais"

    Greta Thunberg diz ter sido “atacada e raptada por Israel em águas internacionais” e levada “contra a [sua] vontade” para Telavive, onde nesta terça-feira acabou por ser colocada num avião e deportada.

    Nos primeiros comentários feitos pela ativista sueca desde a deportação (foi posta num voo para França, a caminho da Suécia), Greta Thunberg considerou que a apreensão do barco onde seguia com a alegada intenção de levar ajuda humanitária a Gaza foi “mais uma violação do direito internacional” por parte de Israel.

    A ativista, de 22 anos, falou às televisões francesas, antes de apanhar o voo para o seu país-natal. Diz ter sido levada, tal como os outros ativistas, “contra a vontade para Israel”. “Alguns de nós foram deportados, outros continuam lá”, acrescentou Greta Thunberg.

    Questionada sobre aquilo que passou nas últimas horas, Greta Thunberg afirmou que “não foi nada, comparado com aquilo que passam as pessoas em Gaza neste momento“.

  • Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia anunciam sanções a ministros israelitas

    O Reino Unido, o Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia vão aplicar sanções a dois ministros do governo de Netanyahu pelos “monstruosos” comentários que fizeram sobre a Faixa de Gaza. A notícia está a ser avançada pelo britânico The Times.

    Ben Gvir e Bezalel Smotrich são os dois ministros nacionalistas que fazem parte da coligação liderada por Netanyahu e, com estas sanções, vão ter posses no estrangeiro congeladas e vão enfrentar limitações nas viagens.

    O primeiro é ministro da Segurança e o segundo é o ministro das Finanças de Israel. Entre outros comentários que fez nos últimos anos, desde o 7 de outubro, Ben Gvir defendeu que a mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém, seja transformada numa sinagoga judia. Também defendeu que se deve “encorajar a emigração voluntária dos palestinianos de Gaza”.

    O ministro da Segurança, membro de um partido de extrema-direita que suporta a frágil coligação de Netanyahu, também defendeu, a dada altura, que era um “erro grave” retomar as entregas de ajuda humanitária em Gaza, já que na sua opinião tinha sido entregue “suficiente” ajuda ao conclave.

    Por seu lado, Bezalel Smotrich também lutou contra o envio de ajuda humanitária para Gaza, considerando que “nem um único grão de trigo” deveria ser levado para o território. O ministro das Finanças israelita também defendeu que “Gaza deve ser totalmente destruída” e os palestinianos que lá vivem “devem sair, em grande número, para países terceiros”.

  • "Progressos" nas negociações. Netanyahu vai reunir conselho de ministros na 5ª feira

    O primeiro-ministro israelita vai convocar o conselho de ministros para uma reunião na próxima quinta-feira, para debater com os colegas de governo os “progressos preliminares” nas negociações com vista à entrega dos últimos reféns.

    A informação é transmitida pelo jornal The Times of Israel, que cita responsáveis do governo israelita que acreditam que pode estar mais perto um acordo de cessar fogo e entrega de reféns.

  • Militares israelitas disparam "tiros de aviso" contra palestinianos. Imprensa local fala em 20 mortos

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmam ter disparado “tiros de aviso” contra um grande grupo de palestinianos que se aproximou dos militares israelitas de uma forma que “representou uma ameaça”. A imprensa palestiniana diz, em contraste com o relato feito por Israel, que o confronto levou à morte de 20 pessoas e a dezenas de feridos.

    O incidente aconteceu na zona do Corredor de Netzarim, segundo a informação oficial citada pela imprensa israelita. Foi a centenas de metros de um local de distribuição de ajuda humanitária, algumas horas antes da sua abertura.

    Segundo a informação oficial, os palestinianos aproximaram -se das tropas israelitas “apesar de terem sido avisados de que a área é uma zona de combate ativa”.

    Os meios de comunicação palestinianos noticiaram que cerca de 20 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas no incidente.

    O exército israelita diz conhecer os relatos de que o tiroteio causou várias vítimas, mas “o número de baixas relatado é inconsistente com a informação disponível“. O incidente está sob investigação, conclui-se.

  • "Extermínio". Ataques israelitas em Gaza são crimes contra a humanidade, diz comissão da ONU

    Os ataques israelitas que têm atingido escolas e locais religiosos em Gaza constituem crimes contra a humanidade, considera uma comissão independente criada pelas Nações Unidas para acompanhar os territórios palestinianos ocupados no Médio Oriente.

    Num comunicado citado pela AFP, a comissão afirma que “Israel obliterou parte do sistema educativo de Gaza e destruiu mais de metade de todos os locais culturais e religiosos na Faixa”.

    Essa destruição constitui, acrescenta a comissão, um “ataque generalizado e impiedoso contra o povo palestiniano” e “um crime contra a humanidade”. A comissão usa o rótulo “extermínio” para descrever esses “crimes contra a humanidade”.

  • Ativista Greta Thunberg embarca em voo para França, para depois regressar à Suécia

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros publicou na rede social X (antigo Twitter) duas fotos que mostram a ativista Greta Thunberg a embarcar num voo em direção a França, onde mais tarde irá voar para o seu país-natal, a Suécia.

    “Greta Thunberg acaba de sair de Israel num voo para a Suécia (via França)”, escreveu o Ministério dos Negócios Estrangeiros na rede social, ilustrando a publicação com duas fotos que mostram a ativista sentada no seu lugar no avião.

    Todos os 12 ativistas que estavam a bordo do barco Madleen, intercetado por Israel a caminho de Gaza, serão deportados, indicam as autoridades locais.

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com o conflito no Médio Oriente, ao longo desta terça-feira.

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, segunda-feira, que terminou com a informação de que os ativistas detidos em embarcação terão recusado ver um vídeo sobre massacre do 7 de outubro.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

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