Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, este liveblog vai ser encerrado, obrigada por nos ter acompanhado.

    Continue a par da atualidade política neste novo liveblog.

    Cotrim Figueiredo cria movimento “apartidário” com “influência na vida política”. E assegura que “não vai certamente votar Ventura”

  • Montenegro anuncia queixa contra Volksvargas. De quem é esta conta no X? Desinformação não é punida, mas alcance do post importa

    Volksvargas foi alvo de queixa. Desinformação não é punida, mas pode invocar-se difamação ou injúria. Pesa o alcance da página, se assume a sátira ou usa marca de água e a perceção de quem vê.

    Montenegro anuncia queixa contra Volksvargas. De quem é esta conta no X? Desinformação não é punida, mas alcance do post importa

  • Leitão: Cotrim "faz muita falta à política nacional" e só ele decidirá "como virá" para Portugal

    Apesar de não ter conseguido a passagem à segunda volta das eleições presidenciais, Leitão assumiu que Cotrim fez “uma campanha extraordinária”. Mas olhou para o futuro: “agora é preciso continuar a dar soluções”, sem detalhar se essas soluções podem passar pelo regresso do eurodeputado à política nacional, onde “faz muita falta”.

    “Há um conjunto alargado de pessoas que querem mudança, reformas. Que já não conseguem contentar-se com a governação do País nas últimas décadas. E a IL, ao longo dos anos, tem sido a única voz ativa na representação destas pessoas, das reais necessidades do país”.

    Sobre o facto de o resultado de Cotrim ter sido superior ao eleitorado da IL, e se isso poderia significar o regresso do antigo líder do partido à política nacional, Leitão desviou a conversa: “Ele faz muita falta à política nacional. Os moldes em que virá e como virá, é uma questão que tem que ver com João Cotrim Figueiredo”.

  • Mariana Leitão: "Seguro não deu sinais que pode ser voz" de mudança

    Mariana Leitão tem a certeza que será mais fácil dialogar com António José Seguro em vez de André Ventura. “Não me parece que haja grandes dúvidas quanto a isso”, disse em entrevista à SIC Notícias.

    Momentos após ter anunciado o seu voto em Seguro (apesar de a IL não apoiar nenhum candidato), a líder partidária reforçou que o candidato socialista “não parece que garanta essa mudança que o País precisa”. “Não deu qualquer sinal que pode ser essa voz [de mudança]”.

    Leitão defendeu que Seguro não pode ser “Presidente da República pela rejeição de outro candidato”, mas antes “porque consegue falar a várias franjas do eleitorado e consegue agregar” para combater uma “polarização” cada vez mais “vincada”. Mesmo que o candidato em que admitiu votar só cumpra os requisitos mínimos, a liberal acredita que a IL continuará a ter uma “relação cordial” com Belém, como tem acontecido “ao longo dos anos”.

    No entanto, Leitão acredita que Portugal “perdeu uma oportunidade histórica” de ter uma voz agregadora na Presidência da República com a derrota de Cotrim nas urnas.

  • IL não apoia nenhum candidato presidencial, mas Leitão vota em Seguro

    A Presidente da Iniciativa Liberal anunciou esta quinta-feira, em entrevista à SIC Notícias, que o seu partido não vai apoiar nenhum dos dois candidatos que vão disputar, na segunda volta, o cargo de Presidente da República.

    Mariana Leitão lembrou o “histórico” da IL no combate ao socialismo e ao populismo, mas admitiu que vai votar “sem entusiasmo” em António José Seguro. “Porque rejeito a forma de fazer política do outro candidato, o populismo, o divisionismo e a política através da mentira”.

    A líder dos liberais acusou Luís Montenegro de deixar o eleitorado de centro-direita numa posição complicada, por não ter apoiado, ainda na primeira volta, a candidatura de João Cotrim Figueiredo, candidato apoiado pela IL, que chegou a enviar uma carta ao primeiro-ministro a pedir o apoio da AD.

    A liberal assumiu que o partido que lidera “repudia” a candidatura de Ventura. Assim, e apesar da posição neutra face aos candidatos, Leitão não olha para a decisão como falta de coragem. “A IL, enquanto partido, não vai fazer campanha por alguém que pode vir a ser uma força de bloqueio em Belém”. “Não é uma questão de coragem”, rematou.

  • Para André Ventura, "está a haver uma união de todos do sistema de interesses" contra ele

    Para o candidato André Ventura, “está a haver uma união de todos do sistema de interesses” contra ele, falando na sequência do apoio de Luís Marques Mendes a António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais.

    “Basta ver as televisões, de manhã à noite, os jornais e é, cada dia, uma figura absolutamente improvável — algumas delas que prometeram combater o socialismo a vida toda — e subitamente se apoiaram grandes apoiantes de um socialista”, continuou.

    “A questão é se os Portugueses vão querer continuar a manter este sistema de interesses ou vão querer romper”, acrescentou, referindo que ele vai “querer romper” e “eles não”.

  • Apoio de Marques Mendes a Seguro não é "notícia que espante ninguém", considerou Ventura

    Para André Ventura, o apoio de Luís Marques Mendes ao candidato presidencial António José Seguro na segunda volta das eleições “não é notícia que espante ninguém”.

    O que Ventura estranha é que Marques Mendes não tenha apoiado ninguém diretamente na noite eleitoral. “Só que os interesses pesam”, alegou ainda.

    “É o registo de interesses que se junta sempre. Não houve uma mudança de opinião, isto foi há três dias”, continuou, dizendo que “o sistema se está todo a unir”.

    “O Dr. Marques Mendes entendeu que não devia ficar fora deste tacho de interesses e então já quis apressar-se para juntar-se a ele”, concluiu.

  • André Ventura defende que, no espaço do outro debate recusado, deve ter espaço sozinho para apresentar as suas ideias

    Continuando na ideia sobre a proposta original das três televisões de dois debates e que António José Seguro terá recusado, o candidato presidencial André Ventura disse aos jornalistas que “deve ser dada a possibilidade” ao outro candidato “de poder falar ao país sobre o que pensa sobre as outras matérias”.

    E essa declaração ao país, explicou, deve ser feita “nesse tempo que era reservado” ao outro debate. “Senão o Dr. António José Seguro podia recusar todos os debates e então não tinhamos debate nenhum”, acrescentou.

    “Acho que isso não é sério, nem é justo”, disse ainda.

  • Ventura diz que proposta original das televisões era de "dois debates" e que Seguro recusou por "medo"

    O candidato presidencial e líder do Chega, André Ventura, disse aos jornalistas na Suíça que proposta original das televisões “envolvia dois debates”, um em cada semana de campanha. Porém, segundo ele, António José Seguro recusou esses moldes.

    “Isto é o que aconteceu, não se trata aqui de expectativa. Houve uma proposta, houve uma aceitação da nossa parte e, agora, fugindo ao escrutínio e ao debate, António José Seguro recusa-se a debater”, acrescentou Ventura, acusando Seguro de se escusar a “esclarecer as pessoas”.

    “Nós vamos ter três semanas de campanha eleitoral. O candidato que andou a dizer que a campanha nem sequer foi muito esclarecedora, agora tem medo de esclarecer e vir debater”, disse ainda o candidato, que queria originalmente que se realizassem três debates.

    Cada um dos debates originais, segundo Ventura, tinha “uma divisão por temas: segurança, saúde, imigração, relações internacionais, poderes presidenciais”.

    “O dr. António José Seguro quer fazer uma campanha sem ter dizer o que pensa sobre nada. Quer poder fugir a todos os temas e quer pensar que pode ser Presidente da República sem ter uma opinião sobre nada”, continuou.

  • Montenegro diz que continua a trabalhar com Marcelo e recusa comentar futuro Presidente

    Antes de terminar as declarações aos jornalistas, Luís Montenegro manifestou que continua a fazer “toda a cooperação” com Marcelo Rebelo de Sousa.

    “Toda a cooperação continua a ser feita entre o Governo e o Presidente da República”, disse o primeiro-ministro em Bruxelas. O líder do Governo admitiu que esta quinta-feira já falou “algumas vezes” com Marcelo sobre diferentes temas.

    Questionado sobre a segunda volta das presidenciais, disse apenas não ter “mais nada a acrescentar”.

  • Montenegro: "Quando a Europa está firme, os seus pontos de vista podem ser salvaguardados"

    Luís Montenegro considerou a reunião do Conselho Europeu em Bruxelas “muito importante” num contexto crítico da “segurança coletiva”. “É altura de reafirmarmos a unidade e firmeza da Europa na defesa dos princípios da soberania”, disse aos jornalistas.

    O primeiro-ministro adianta que Portugal vai “sustentar” — numa posição de “unidade” com os parceiros europeus — que “qualquer visão de alternativa às Nações Unidas não terá o nosso acolhimento”. “Não há alternativa às Nações Unidas”.

    Se a ideia de haver um Conselho de Paz para Gaza pode ter algum acolhimento por Portugal, Montenegro vê como “desajustado” tudo o que possa dar a essa ideia uma “natureza genérica de intervenção concorrencial com o espírito” das Nações Unidas.

    O líder do Governo defende que Portugal irá ouvir e decidir com os outros parceiros europeus. “Não há ninguém que possa antecipar o que será o futuro”, face à grande imprevisibilidade. Apesar disso, e sem lamentos, Montenegro diz que “há uma lição que se pode tirar”: “Quando a Europa está firme e unida, os seus pontos de vista podem ser salvaguardados; quando a Europa se divide (…) fica mais frágil e os seus interesses mais difíceis de garantir”.

  • Seguro defende manutenção das alianças, quer da NATO quer da UE"

    António José Seguro esteve esta tarde reunido com oito especialistas em política internacional, em Lisboa, e falou aos jornalistas para defende a “manutenção das alianças quer da NATO quer da União Europeia”. O candidato espera que o consenso entre forças política sobre estes temas se mantenha.

    Em declarações aos jornalistas, o candidato presidencial quis falar apenas da questão da segurança e da defesa que considera “essenciais”, garantindo a sua “atenção” e “cuidado”. A propósito diz que tem estado desde ontem em contacto com “vários especialistas portugueses para perceber melhor e seguir com atenção aquilo que é necessário que o país possa fazer”.

    Em defesa da manutenção das alianças, Seguro disse que o país precisa “de parceiros para garantir a defesa e a segurança e simultaneamente também de parceiros para garantir a prosperidade.” Mas também disse que “há muito trabalho de casa a fazer, quer no seio da União Europeia quer no seio do país” e que é isso que diz estar a fazer ao reunir com nomes como Carlos Coelho (PSD) e também Ana Santos Pinto, Bernardo Ivo Cruz, Carlos Gaspar, Heitor Barras Romana, Nuno Severiano Teixeira, Sónia Sénica e Teresa Violante.

    O socialista alertou ainda para a necessidade de “garantir que o consenso que existe em termos das forças políticas do país se possa manter perante os desafios que tem pela frente”.

    Já confrontado com a proximidade de Ventura com o ideário de Donald Trump e se vai procurar essa diferenciação face ao adversário, Seguro atirou: “Penso que me fazem a justiça de que eu não preciso de fazer essa diferenciação agora.”

  • Seguro ironiza sobre críticas a existência de apenas um debate: "Eu penso que será o 31º debate"

    António José Seguro foi esta tarde confrontado com a existência de apenas um debate televisivo para a segunda volta das presidenciais e remeteu o assunto para a sua equipa. O candidato esteve reunido com um grupo de especialistas em política internacional e tentou não se desviar do tema.

    Perante a insistência dos jornalistas sobre se apenas um debate chegaria, até para debater essas temáticas, Seguro voltou a contornar o tema ironizando apenas: “Eu penso que será o 31º debate”.

    De resto, Seguro colocou o tema na gestão da sua equipa. “que trata dessas questões da comunicação”, disse.

  • O PS não está a ajudar António José Seguro?

    O apoio de figuras do centro-direita anima a candidatura de Seguro, mas há uma sombra do passado socialista que ressurge e pode prejudicar a campanha. O candidato apoiado pelo PS é o “mal menor”? Ouça aqui o novo episódio de Caça ao Voto da Rádio Observador.

    O PS não está a ajudar António José Seguro?

  • André Ventura é mais socialista que António José Seguro?

    António Costa, primeiro-ministro “que mais contribuiu para crescimento do Chega”, aparece para apoiar Seguro numa fase em que “não faz falta nenhuma”. E propostas de André Ventura dão mão ao socialismo? Ouça aqui o novo episódio de E o vencedor é… da Rádio Observador.

    André Ventura é mais socialista que António José Seguro?

  • Presidenciais. Líder do Vox deseja a Ventura “êxito ainda maior” na segunda volta

    O líder do partido espanhol de extrema-direita (Vox), Santiago Abascal, felicitou hoje o presidente do Chega e candidato presidencial, André Ventura, pelo seu resultado na primeira volta da corrida a Belém e desejou-lhe “um êxito ainda maior” na próxima votação.

    “Querido André, quero felicitar-te pelo teu fantástico resultado na primeira volta das eleições presidenciais e quero desejar-te um êxito ainda maior na próxima ida às urnas”, afirma Santiago Abascal, num vídeo divulgado na conta oficial do líder do Chega na rede social X.

    De acordo com o político espanhol, Portugal “tem a sorte de contar” com Ventura “para a defesa da sua soberania e da sua liberdade”.

    “Os portugueses têm a oportunidade de votar pela sua segurança e prosperidade. E nós, no Vox, desejamos o melhor para os nossos vizinhos portugueses”, conclui.

  • Único debate da segunda volta das presidenciais marcado para dia 27 às 20h30. Será transmitido pelos três canais generalistas

    O único debate que colocará António José Seguro e André Ventura frente a frente antes da segunda volta das eleições presidenciais será na próxima terça-feira, dia 27 de janeiro, às 20h30.

    Este debate será organizado e transmitido em simultâneo pelos três canais generalistas — RTP, SIC e TVI — e terá a duração de 75 minutos.

  • "Não estamos a esvaziar a CP" que ficará com novo operador de alta velocidade

    Miguel Pinto Luz esclareceu que o novo operador ferroviário para operar a alta velocidade vai nascer dentro da CP. “Não estamos a esvaziar a CP em nenhuma das suas funções. O Estado acredita numa empresa pública com qualidade de serviço, contas equilibradas e a concorrer com outros operadores”.

    Sobre o financiamento da compra dos comboios de alta velocidade, um investimento estimado em mais de 500 milhões de euros, Miguel Pinto Luz diz que será financiado pela CP com recurso a dívida e sem ajuda de Estado.

  • Sobre as presidenciais, Leitão Amaro disse que “no Governo não há inibição de direitos políticos. Há deveres de reserva, que são respeitados. Qualquer coisa mais do que isso não tem lugar nesta sede”.

    Pinto Luz aproveitou para dizer que “nunca me senti impedido de nada neste Governo”.

  • "Quem faz isto não ataca o cidadão que é primeiro-ministro, ataca o primeiro-ministro de Portugal e a posição internacional de Portugal"

    Leitão Amaro não acrescentou mais nada em relação à queixa. “É uma defesa da verdade, da instituição e do bom nome do primeiro-ministro de Portugal, que foi vítima, como muitos portugueses são vítimas. Esta foi de larguíssima escala”.

    “Em defesa de valores objetivos e da sua posição subjetiva pode e deve reagir e creio que os portugueses compreendem que um primeiro-ministro que vê o debate público e a instituição do primeiro-ministro, independentemente da sua pessoa, atacada, por uma falsidade…”

    “Quem produz uma coisa destas está consciente do que está a fazer — quem participa tanto no debate público e não é só em fazer sátira e se calhar provavelmente nunca está a fazer sátira, mas isso é outra discussão, sabe o que está a fazer — acho que os portugueses percebem, até diria que exigem, que reaja a este ataque à instituição de primeiro-ministro, do governo de Portugal, com possibilidade de repercussão internacional é também defender Portugal e a posição de Portugal. Quem faz isto não ataca o cidadão que é primeiro-ministro, ataca o primeiro-ministro de Portugal e a posição internacional de Portugal, criando uma mentira sobre a posição internacional de Portugal”.

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