Momentos-chave
- Cotrim Figueiredo: "Não vou certamente votar André Ventura"
- Cotrim não vê "espaço para um novo partido político" e pretende que IL beneficie do movimento
- Cotrim Figueiredo cria movimento "apartidário" com "influência na vida política"
- Ventura admite "taticismo e cálculo" nas declarações de voto e entende que "só falta fazer um funeral político" à IL
- Ventura acusa Seguro de ter "medo" de debater e diz que é "mau exemplo para a democracia"
- Seguro agradece apoio de Mendes e pede legitimidade reforçada nas urnas
- Inscrições para voto antecipado em mobilidade abertas a partir de domingo
- Seguro pisca o olho à direita e garante: "Não serei um obstáculo ao Governo"
- Sondagem dá vitória a Seguro na segunda volta com 60,8%
Histórico de atualizações
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Este liveblog vai ficar por aqui. Abrimos novo liveblog para acompanhar os acontecimentos políticos nacionais neste sábado.
Isaltino Morais: “Tenho de votar no Seguro. Não há outra hipótese”
Obrigada por ter estado connosco e um bom fim de semana.
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Cotrim Figueiredo: "Não vou certamente votar André Ventura"
Sobre a segunda volta, João Cotrim Figueiredo explica que “não é dono no voto dos eleitores” e recusa endosso dos seus votos por uma questão de liberdade.
O liberal nota ainda que “escolha na segunda volta é péssima para os portugueses” por ser “entre alguém que quer que Portugal esteja parado e alguém que quer que Portugal ande para trás”.
“Desempato pela componente mais básica da decência: não gosto de pessoas que usem a mentira como sistemática arma política e aqueles que pedem o apoio das mãos que estiveram a morder. Não vou certamente votar André Ventura”, explica, recusando que todos os que não estão com Ventura queiram o socialismo.
Cotrim Figueiredo acredita não ser útil dizer se vota em branco ou António José Seguro.
Questionado sobre se participaria num governo que integrasse o Chega, o liberal é perentório a dizer que não. Contudo, faz uma distinção do Chega e do eleitorado do partido.
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Cotrim não vê "espaço para um novo partido político" e pretende que IL beneficie do movimento
João Cotrim Figueiredo reitera que não voltará a ser presidente da IL, mas admite que “capital [das presidenciais] não pode ser desperdiçado”, frisando que não pode dizer que sim nem que não a uma nova candidatura a Belém ou a qualquer outra eleição.
“Gostava de dar a este movimento uma dimensão europeia”, explica também, não dando como garantia uma recandidatura ao Parlamento Europeu.
Cotrim faz questão de notar que “os extremos deixaram de crescer” nesta eleição.
“Não quero fazer previsão de participação de política ativa da minha pessoa. Não estou a fazer nenhuma candidatura”, explica, mostrando que as 900 mil pessoas que votaram em si “não podem deixar de ter voz”.
O liberal gostava que a IL “beneficiasse dessa abertura” e afasta hipótese de novo partido: “Não creio que haja espaço para um novo partido político e não creio que fosse útil.”
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Cotrim Figueiredo cria movimento "apartidário" com "influência na vida política"
João Cotrim Figueiredo, em entrevista à SIC Notícias, anuncia um “movimento 2031” que é “cívico-político, apartidário, que não é um partido político” para que as pessoas que votaram em si “não fiquem sem um sítio onde possam manter energia”.
“Participar no debate público condicionando-o no sentido de ser muito exigente com o Governo que esteja em funções”, explica, frisando que o objetivo é alargar as 900 mil pessoas que votaram em si. “É apartidário, mas não é apolítico”, diz, que pretende ter “influência na vida política”.
Pretende realizar eventos e manter comunidades online e offline ativas.
“Sou membro da IL, gostava que isto resultasse no aumento da força e peso da IL”, garante o ex-líder do partido, realçando que se isso resultar “em qualquer outro partido” também fica satisfeito.
Cotrim acrescenta: “É uma forma de congregar vontades, tenho de ser eu a dar a cara neste arranque, mas tenho a certeza que vou atrair mais pessoas com esse pensamento.”
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Sondagem. Seguro vence segunda volta com 70% das intenções de voto
António José Seguro deverá ser o grande vencedor da segunda volta das eleições presidenciais do próximo dia 8 de fevereiro, de acordo com a nova sondagem da Universidade Católica para a RTP, Público e Antena 1. O candidato presidencial apoiado pelo PS aparece com 70% das intenções de voto no estudo divulgado esta sexta-feira, à frente dos 30% de André Ventura.
- António José Seguro — 70%
- André Ventura — 30%
Seguro e Ventura, de acordo com a sondagem, garantem o apoio de quase todos os inquiridos que votaram neles na primeira volta das eleições, com 99 e 93% dos eleitores, respetivamente, a manter o sentido de voto. Assim, a diferença entre os dois surge com a dispersão dos votos que no dia 18 de janeiro foram para os restantes candidatos.
O estudo indica que 56% das pessoas que votaram em João Cotrim de Figueiredo vão agora votar em António José Seguro, quando André Ventura recebe apenas 16% deste eleitorado. A mesma tendência verifica-se nos restantes candidatos do top 5, com 67% daqueles que votaram em Henrique Gouveia e Melo a mobilizar-se em apoio por Seguro e 69% dos apoiantes de Luís Marques Mendes a admitir votar no socialista.
Responderam a esta sondagem 1.102 inquiridos, para uma margem de erro máximo associado de 2,9% e um nível de confiança de 95%.
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Seguro não quer debater. Está a jogar pelo seguro?
André Ventura, “animal de televisão”, vai fazer o seu espetáculo no debate frente a António José Seguro e o guião é previsível. O candidato apoiado pelo Partido Socialista devia aceitar mais debates? Ouça aqui o novo episódio de E o vencedor é… da Rádio Observador.
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Ventura admite "taticismo e cálculo" nas declarações de voto e entende que "só falta fazer um funeral político" à IL
André Ventura voltou a falar sobre os apoios a António José Seguro, admite que haja algum “taticismo e cálculo” político “de pensar que o Chega se vai tornar o maior partido a seguir da direita, que derrotou o PSD”, mas lembra que “o PSD já foi derrotado nesta eleição, já não há nada a fazer”.
E sobre o facto de PSD e IL terem-se mantido neutros, mas terem figuras a dar a cara por Seguro, Ventura realça: “Não vale de nada andar a dizer que não se vai tomar partido porque o espaço político não está representado, mas depois metes os peões políticos todos a dizer quem se vai apoiar.”
Perante a declaração da própria líder da IL e outros nomes que tornaram o voto público, Ventura considera que “só falta fazer um funeral político à frente do país todo”, frisando que não conhece nenhum partido liberal de direita na Europa “que vai apoiar um candidato socialista”.
“É neste ponto que eu quero apelar a esse povo não socialista, que a escolha que temos agora é entre o André Ventura e um socialista”, insiste, assegurando que não ficou surpreendido com a declaração de voto de Mendes a Seguro.
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Ventura acusa Seguro de ter "medo" de debater e diz que é "mau exemplo para a democracia"
André Ventura volta à carga sobre o tema dos debates, ao dizer que António José Seguro só aceitou um debate na TV e recusou o da rádio porque “está com medo”.
“António José Seguro passou o tempo todo a dizer que eu não era democrata, que eu sou uma ameaça à democracia, que sou uma ameaça ao estado social e democrático. Ora, quem deixa de enfrentar os jornalistas não sou eu. Quem deixa de responder às questões dos jornalistas não sou eu. Quem não quer debater comigo é o António José Seguro. Estou disponível quando ele quiser, onde ele quiser, sobre o país. Não é sobre mais nada. Ele não precisa ter receio de mais nada”, disse Ventura antes de uma visita a um pequeno mercado no Montijo.
O candidato presidencial acusa o adversario de agir como a “Miss Portugal, que ninguém lhe pode dizer nada e passa pelos pingos da chuva sem ter que se comprometer com nada”, concluindo que “isso é um mau exemplo para a democracia”.
Para Ventura “suspeita” que Seguro esteja “com medo de alguma coisa e que está com medo de ser sujeito ao escrutínio”. E recorda que na primeira volta houve 28 debates, alguns com “candidaturas que não tinham quase nenhuma expressão, como aliás as urnas vieram a confirmar” para vincar: “Debati com elas, debati com pessoas que tiveram 0,8%.”
Sendo esta uma segunda volta, o candidato a Belém insiste: “António José Seguro teve mais de 400 mil votos que eu, não teve mais 1 milhão, nem mais 2 milhões, separaram-nos 400 mil votos. Significa que tem que respeitar também este povo que votou em mim, tal como eu respeito o povo que votou nele. Uma das facetas desse respeito é aceitar debater e é aceitar o escrutínio.”
Questionado sobre se este debate passa a ter uma relevância ainda maior, Ventura assegura: “Infelizmente sim, tornar-se-á um momento central.”
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Afinal, quantos debates são precisos na segunda volta?
Miguel Costa Matos, com Seguro, defende o debate na rua, com o povo, de um candidato do país e não de quadrantes políticos. Rui Cardoso, do lado de Ventura, diz que é sinal de medo do adversário. Ouça aqui o novo episódio de Explicador da Rádio Observador.
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Raimundo rejeita "conversa de caos" sobre SNS e critica Seguro e Ventura
O secretário-geral do PCP alertou hoje que os defensores do Serviço Nacional de Saúde estão perante a “armadilha” de não se conformarem com os problemas no setor sem alimentar “a conversa do caos”, deixando críticas aos dois candidatos presidenciais.
“Qual é a armadilha em que estão os defensores do SNS? Não se poderem conformar com a situação atual e, simultaneamente, não podem alimentar a conversa do caos, porque só serve para desacreditar ainda mais o SNS e acabar com ele de vez”, realçou Paulo Raimundo, durante uma audição pública na Assembleia da República intitulada “Salvar o SNS — uma necessidade urgente”.
Na ótica do líder comunista, os “defensores do SNS” têm a obrigação de “não deixar de apontar os problemas, apresentar soluções” e não abdicar de “apontar os responsáveis”.
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Seguro conquista a direita, mas fantasmas do PS pesam
Uma sondagem dá vantagem confortável a Seguro, mas a proximidade a figuras do passado socialista e as ambiguidades sobre o papel em Belém levantam dúvidas na campanha. Ouça aqui o novo episódio de Caça ao Voto da Rádio Observador.
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BE apresenta voto de solidariedade com autor da publicação alvo de queixa de Montenegro
O Bloco de Esquerda apresentou hoje um voto de solidariedade para com Luís Vargas, autor da publicação nas redes sociais que foi alvo de uma queixa do primeiro-ministro, condenando “qualquer tentativa de censura”.
No voto, apresentado pelo deputado único do BE, Fabian Figueiredo, é realçado que o artigo 37.º da Constituição da República consagra o direito à liberdade de expressão e informação, sendo este “um dos pilares inalienáveis do regime democrático, estabelecendo de forma perentória que todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, sem impedimentos nem discriminações”.
“O caso de Luís Vargas, autor das páginas nas redes sociais ‘Volksvargas’, alvo de queixa por parte do Governo, afigura-se como uma tentativa de cerceamento da sua voz e atividade e levanta questões fundamentais sobre o uso de mecanismos institucionais para silenciar visões críticas, dissonantes, humorísticas e satíricas”, critica o deputado.
Fabian Figueiredo argumenta ainda que “a proibição de qualquer forma de censura, estipulada no n.º 2 do referido Artigo 37.º, não se esgota na ausência de um exame prévio oficial”, estendendo-se à condenação de todos os atos que, “por via indireta ou através de pressões judiciais e administrativas desproporcionais, visem criar um “efeito inibidor” na participação cívica e política dos cidadãos”.
“A resposta ao debate de ideias, ao humor e à sátira deve ser feita no campo político e social, e nunca através da mordaça ou do recurso à perseguição que visa a asfixia financeira ou o silenciamento de quem comunica. A defesa da liberdade de expressão é uma luta contra a arbitrariedade e em favor do confronto de ideias”, lê-se no projeto de solidariedade.
Neste contexto, o deputado único propõe que a Assembleia da República delibere expressar a sua solidariedade com Luís Vargas “face aos atos que visam limitar o seu exercício da liberdade de expressão e condenar qualquer tentativa de censura, direta ou indireta”.
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Seguro agradece apoio de Mendes e pede legitimidade reforçada nas urnas
António José Seguro diz estar “feliz” com apoio declarado por Luís Marques Mendes à sua candidatura. “Recebi com agrado”, assumiu o candidato apoiado pelo PS à margem de uma ação de campanha, em Matosinhos.
Em declarações aos jornalistas, António José Seguro falou ainda das sondagens, assumindo estar “satisfeito” com a vantagem confortável que parece ter em relação a André Ventura, mas deixando, assim, um aviso: “Não é indiferente o resultado eleitoral”.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
Seguro sugeria assim que espera ter no próximo dia 8 de fevereiro um resultado robusto e uma diferença considerável sobre o líder do Chega, de forma a ter uma “legitimidade muito grande” quando assumir o cargo de Presidente da República.
Quanto ao mais, Seguro voltou a defender que personifica a única candidatura que “representa Portugal”, que é suprapartidária, da “moderação, experiência e diálogo”.
A terminar, o candidato socialista foi ainda confrontado com o facto de ter recusado o debate organizado pelas rádios — recorde-se que Ventura tinha acusado Seguro de ter medo e de estar a fugir.
O candidato apoiado pelo PS recordou o número de debates feitos nesta campanha e não respondeu à provocação do adversário. “Só me posso rir.”
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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Inscrições para voto antecipado em mobilidade abertas a partir de domingo
Os eleitores podem inscrever-se para voto antecipado em mobilidade para a segunda volta das eleições presidenciais a partir de domingo, dia 25 de janeiro, e poderão exercer o seu voto no dia 01 de fevereiro.
Segundo a página da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) para este efeito – www.votoantecipado.pt – os eleitores que pretendam votar antecipadamente em mobilidade no território nacional podem requisitar o voto por via postal ou eletrónica entre os dias 25 e 29 de janeiro.
No dia 01 de fevereiro os eleitores devem dirigir-se à mesa de voto no município escolhido para votar no segundo sufrágio.
Para estes casos “existirá uma mesa de voto antecipado em cada município do continente e das Regiões Autónomas”.
Para os eleitores que se encontrem doentes e internados em estabelecimentos hospitalares, bem como os que se encontrem presos, já podem requerer o exercício do direito de voto antecipado em www.votoantecipado.pt, ou por via postal à SGMAI, até dia 29 de janeiro.
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Neutralidade de PSD e da IL é normalização da extrema-direita, afirma Bloco de Esquerda
Para José Manuel Pureza, “ninguém percebe” a posição de Luís Montenegro, do PSD e da Iniciativa Liberal (IL), ao não apoiarem nenhum dos candidatos, neste caso, António José Seguro.
“A não ser que o que esteja em causa seja manter uma forma de legitimação do Chega e da extrema-direita, e isso parece-nos muitíssimo negativo”, declarou o líder do BE.
Questionado sobre se a alteração na direita portuguesa face a votações em eleições pode favorecer a candidatura de André Ventura, o coordenador do BE disse não querer “fazer vaticínios”, sublinhando que “tudo vai depender dos dias próximos de campanha eleitoral”.
“Mas sobretudo da capacidade de mobilizar o eleitorado para defender aquilo que é essencial. O compromisso do Bloco de Esquerda é claro: é o de mobilizar as pessoas que têm estado connosco, e que se reconheceram na candidatura da Catarina Martins, tenham votado nela ou não, mas que se reconheceram na sua campanha e na sua candidatura, de as mobilizar para a segunda volta para defender a democracia. É esse o nosso compromisso”, reiterou José Manuel Pureza.
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Mais de 500 nomes da Cultura assumem apoio a Seguro em manifesto
Mais de 500 pessoas ligadas ao setor da Cultura declararam apoio ao candidato presidencial António José Seguro num manifesto hoje divulgado, que convidam “todos os amantes e defensores da liberdade, da cultura e da dignidade humana” a subscrever.
O documento, enviado hoje à agência Lusa, conta com 509 subscritores, entre “criadores, trabalhadores, pensadores e agentes” do setor da Cultura.
A lista conta com nomes das áreas da Música, da Literatura, do Teatro, do Cinema, da Dança, das Artes Visuais, do Humor, da Ilustração, da Rádio e da Televisão.
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Seguro pisca o olho à direita e garante: "Não serei um obstáculo ao Governo"
António José Seguro reafirmou esta sexta-feira que não é um “candidato partidário, nem será um Presidente partidário”.
“Nunca levarei para Belém um programa partidário. Nunca serei um obstáculo do Governo. Nem deste, nem de nenhum outro”, garantiu o candidato presidencial apoiado pelo PS.
Seguro esteve esta manhã na Faculdade de Economia do Porto (FEP) e falou perante um auditório cheio de alunos, professores, empresários e algumas figuras conhecidas do universo socialista, como Elisa Ferreira, ex-comissária europeia, e Teixeira dos Santos, antigo ministro das Finanças.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
O socialista esteve cerca de três horas a ouvir perguntas e intervenções feitas a partir da plateia. Falou-se essencialmente de legislação laboral, crescimento económico, startups, empreendedorismo, burocracia e reforma administrativa, bandeiras habitualmente associadas ao espaço da direita.
Em resposta, António José Seguro mostrou-se alinhado com necessidade de retirar obstáculos à criação de emprego e de riqueza.
“A criação de riqueza não é um pecado; é uma necessidade. O Estado desconfia das empresas e dos cidadãos. O Estado é um empecilho ao investimento e ao empreendedorismo em Portugal”, lamentou António José Seguro.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
Noutra nota, o socialista reiterou que vetará a lei laboral se ela chegar a Belém tal como está desenhada, e não deixou fazer uma provocação ao Governo: “Fiquei agradavelmente surpreendido com a entrevista do senhor ministro da Economia”, atirou Seguro.
Recorde-se que Manuel Castro Almeida começou por dizer que a lei laboral não teria “pernas para andar” sem um acordo na concertação social, foi corrigido pela ministra do Trabalho e acabou por se ver obrigado a recuar no Parlamento.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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Marcelo rejeitou convite para ser consultor da FPF para o Mundial de 2030
Belém admite que convite foi feito por Pedro Proença, mas que Marcelo rejeitou, tal como declinou presença em evento patrocinado por Coca Cola. Plano inicial envolvia Costa, Sánchez e Filipe VI.
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Bugalho sugere voto em Seguro à segunda volta: “O eleitor da AD não quer instabilidade”
Eurodeputado dá vários argumentos para o eleitor da AD votar em Seguro, diz que Montenegro é o “federados da direita” e acusa Carneiro de ser pouco inteligente ao partidarizar resultado da 1ª volta.
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Moedas também vota em Seguro "sem entusiasmo". Candidato apoiado pelo PS também garante preferência de Assunção Cristas
Depois de Marques Mendes e Mariana Leitão, Antonio José Seguro garante apoio de Carlos Moedas e Assunção Cristas para a segunda volta. Autarca de Lisboa admite votar “sem entusiasmo”.