Momentos-chave
- Representante iraniano na ONU acusa os EUA e Israel de criarem um "pretexto para intervenção"
- Porta-aviões norte-americano está a caminho do Médio Oriente
- Ativistas e jornalistas são ouvidos em reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU
- Príncipe herdeiro diz que, se chegar ao poder, convoca referendo sobre se iranianos preferem república ou monarquia
- Netanyahu falou com Trump e pediu para adiar ataque ao Irão
- Porta-voz da Casa Branca não afasta ataque militar dos EUA ao Irão: "Todas as opções estão em cima da mesa"
- Casa Branca: Irão planeava 800 execuções ontem, mas não avançou com nenhuma
- Senador republicano desmente notícias sobre desistência de Trump em atacar o Irão: "Fiquem atentos"
- Conselho de Segurança da ONU vai fazer reunião de emergência para discutir protestos no Irão
- Irão nega que jovem detido em manifestações será executado. "Boas notícias", diz Trump
- EUA anunciam sanções contra 18 indivíduos e entidades do Irão
- "À última hora, num esforço frenético", três países do Golfo convenceram Trump a não atacar o Irão
- G7 e UE emitem declaração conjunta a condenar "repressão brutal das autoridades iranianas contra o povo"
- Irão vai defender-se "contra qualquer ameaça externa", diz ministro
- Ministro dos Negócios Estrangeiros chinês apela ao diálogo para resolver tensão no Irão
- Companhias aéreas europeias continuam a evitar espaço aéreo iraniano
- Portugal encerra temporariamente Embaixada no Irão
- Macron convocou gabinete de defesa de emergência para discutir protestos no Irão
- Trump não sabe se filho do antigo Xá conseguirá liderar o Irão
- Irão reabre espaço aéreo após quase cinco horas de encerramento
- Conselho de Segurança da ONU reúne-se sobre situação no Irão
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora?
- A situação no Irão tem gerado tensão internacional, com a Casa Branca a afirmar que todas as opções, incluindo um ataque militar, estão em cima da mesa. Isto surge num contexto de protestos massivos no Irão contra o regime, que resultaram em milhares de mortos e execuções planeadas, algumas das quais foram alegadamente canceladas após a intervenção dos EUA.
- O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência, a pedido dos Estados Unidos, para discutir a repressão violenta aos protestos no Irão. Durante esta reunião, debatedores destacaram a necessidade de diplomacia e diálogo como meio para resolver a crise, enquanto a ONU apelou à máxima contenção.
- A comunidade internacional reagiu à crise, com países como a Suíça a oferecer-se para mediar conversações entre os EUA e o Irão, enquanto a União Europeia e o G7 condenaram duramente a repressão. Adicionalmente, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou sanções contra diversos líderes e entidades iranianas, numa tentativa de pressionar o regime a cessar a violência contra manifestantes.
- No cenário geopolítico, a Arábia Saudita, o Qatar, e Omã desempenharam um papel em convencer Donald Trump a evitar uma ação militar imediata contra o Irão, argumentando que um ataque poderia desestabilizar ainda mais a região do Médio Oriente. Entretanto, um porta-aviões norte-americano foi enviado para a região como parte de possíveis preparativos militares, numa demonstração de força e prontidão.
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Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a instabilidade no Irão neste novo artigo em direto.
Trump promete “acordo de desmilitarização abrangente” com Hamas na Faixa de Gaza
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Chefe da ONU diz que intervenção no Irão aumenta "volatilidade" do conflito
Na reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, a Secretária-Geral Adjunta, Martha Pobee, disse que um ataque militar no Irão aumentaria “a volatilidade de uma situação já em combustão”.
Pobee destacou que o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, “exorta à máxima contenção neste momento delicado e pede a todos os atores que se abstenham de quaisquer ações que possam levar a mais perdas de vidas ou desencadear uma escalada regional mais ampla”. O chefe da ONU considera que as questões relativas ao Irão, incluindo o programa nuclear, devem ser abordadas por meio da diplomacia e do diálogo, acrescenta Pobee, destacando que as disputas devem ser resolvidas pacificamente, e que a Carta da ONU proíbe ameaça ou o uso da força.
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Representante iraniano na ONU acusa os EUA e Israel de criarem um "pretexto para intervenção"
Durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU, Gholamhossein Darzi, representante do Irão no órgão, acusou os EUA e Israel de tentarem criar um “pretexto para a intervenção”, depois de não terem alcançado os seus objetivos na guerra de junho.
“Incapazes de alcançar os seus objetivos por meio da guerra de agressão de 12 dias contra o Irão em junho de 2025, eles agora buscam atingir os mesmos objetivos por meio da desestabilização política, da agitação interna e do caos”, disse Darzi, citado pela Al-Jazeera.
“Essa estratégia se baseia na fabricação de mortes, na disseminação de números falsos e inflados e na criação de um pretexto para a intervenção estrangeira”, acrescentou. “É um roteiro familiar, usado repetidamente do Iraque à Líbia e à Venezuela.”
“Qualquer ameaça de uso da força contra o Irão, sob qualquer pretexto, incluindo alegações de proteção a manifestantes ou apoio ao povo iraniano, constitui uma violação grave e manifesta do direito internacional e da Carta da ONU”, disse o enviado na reunião do Conselho de Segurança da ONU. “Invocar a retórica humanitária para justificar o uso da força é um abuso deliberado do direito internacional.”
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Polícia iraniana estará a pedir dinheiro para liberar corpos de mortos em protestos
As autoridades iranianas estarão a exigir grandes somas de dinheiro para liberar os corpos dos mortos nos protestos das últimas duas semanas, dizem familiares dos mortos à BBC Persian.De acordo com as fontes, os corpos estão a ser mantidos em necrotérios e hospitais e as forças de segurança dizem que só os vão liberar se as famílias pagarem valores entre os 3 mil e os 6 mil euros.
Em outros casos, há relatos de famílias que foram contatadas pelas equipas dos hospitais a orientar que busquem os corpos antes que a polícia pudesse pedir qualquer valor.
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Nível de alerta na base militar norte-americana no Qatar reduziu
O nível de alerta na base militar de Al Udeid, no Qatar, foi reduzido, avança a Reuters, com base em três fontes, sendo dois diplomatas que falam em condição de anonimato. O alerta foi ativado na quarta-feira, e aeronaves norte-americanas foram retiradas da base, mas agora regressam gradualmente. Também os funcionários que foram alertados para abandonar a base na quarta-feira já têm autorização para regressar.
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Porta-aviões norte-americano está a caminho do Médio Oriente
Pelo menos um porta-aviões dos EUA está a caminho do Médio Oriente, avançam fontes militares à Fox News, que publica que são esperados ativos militares norte-americanos de ar, terra e mar na região nos próximos dias e semanas, opções militares para o caso de Donald Trump decidir avançar com uma ação militar contra o Irão. Sistemas anti mísseis também devem ser deslocados para proteger as bases norte-americanas e Israel.
A embarcação que já está a movimentar-se em direção a região poderá ser o USS Abraham Lincoln, atualmente a operar no Mar da China Meridional, ou um dos dois transportadores que partiram de Norfolk e San Diego no início desta semana, já que o trânsito para a região deve levar pelo menos uma semana.
De acordo com as fontes ouvidas pela Fox News, se Trump avançar com uma intervenção militar, será “diferente, mais ofensiva”, e que vai depender de como o Irão vai agir nos próximos dias.
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Ativistas e jornalistas são ouvidos em reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU
Já começou a reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, um pedido dos Estados Unidos da América para discutir a repressão aos protestos no Irão.
De acordo com a Al-Jazeera, uma das primeiras pessoas a ser ouvida foi Masih Alinejad, uma jornalista iraniana e americana da Voice of America Persian News Netword, que foi fechada em março de 2025 por uma ordem executiva de Donald Trump. A jornalista diz que é preciso uma ação “real e concreta” por parte da comunidade internacional contra o regime iraniano, com o objetivo de “trazer justiça” aos que estão “a ser massacrados” no país. “O Secretário Geral da ONU não falou publicamente contra o massacre que decorre no Irão”, disse Alinejad, que considera que o governo do país deve ser tratado como um grupo terrorista como o Estado Islâmico.
Também o ativista iraniano e ex-prisioneiro, Ahmad Batebi, deu o seu depoimento sobre como foi tratado nas prisões iranianas. Batebi diz que foi torturado pelas autoridades iranianas para confessar publicamente que era um agente infiltrado norte-americano. “É exatamente a mesma situação que se passa no Irão agora”, disse o homem, afirmando que “pessoas inocentes” estão a ser obrigadas a fazerem confissões falsas.
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Casa Branca: envio de tropas europeias para a Gronelândia não influencia ambição de Trump
A porta-voz da Casa Branca advertiu hoje que o destacamento de tropas europeias para a Gronelândia não terá influência na ambição do Presidente norte-americano, Donald Trump, em relação ao território autónomo dinamarquês.
“Não acredito que o envio de tropas para a Europa tenha qualquer impacto na tomada de decisões do Presidente, e não tem impacto no seu objetivo de adquirir a Gronelândia”, afirmou Karoline Leavitt em conferência de imprensa.
Os comentários da porta-voz surgem depois de a Dinamarca ter anunciado na quarta-feira um aumento imediato das suas forças na Gronelândia, bem como a realização de exercícios militares, num esforço para aliviar as preocupações declaradas por Washington sobre a segurança do território e da região do Ártico.
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Príncipe herdeiro diz que, se chegar ao poder, convoca referendo sobre se iranianos preferem república ou monarquia
O príncipe herdeiro e filho do último Xá da Pérsia, Reza Pahlavi, se chegar ao poder, promete organizar um referendo em quatro meses para perguntar aos iranianos se pretendem ou não restaurar a monarquia ou se pretendem uma república parlamentar.
Numa entrevista à revista Economist, Reza Pahlavi detalha que se os iranianos escolherem a monarquia ele seria coroado dois meses depois do referendo.
Além disso, Reza Pahlavi referiu que estabeleceria relações diplomáticas com Israel (algo que o último xá nunca fez) e abandonaria o programa nuclear.
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Suíça convoca embaixador iraniano para transmitir "profunda preocupação" com a repressão dos protestos no Irão
A Suíça convocou o embaixador iraniano para transmitir a sua “profunda preocupação” com a repressão aos protestos no Irão, avança a Al-Jazeera, citando Monika Schmutz Kirgoz, chefe da divisão do Oriente Médio e Norte da África do Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço.
Anteriormente Gabriel Lchinger, outro oficial do ministério, conversou por telefone com o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, Ali Larijani, e ofereceu a ajuda da Suíça para “reduzir a tensão da situação atual”.
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Netanyahu falou com Trump e pediu para adiar ataque ao Irão
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu ao Presidente norte-americano, Donald Trump, para adiar um possível ataque ao Irão, avança hoje o New York Times.
Os dois líderes falaram sobre o assunto ontem, segundo confirmou, numa conferência de imprensa, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
No entanto, a responsável não revelou qual foi o teor da conversa. “Jamais divulgaria os detalhes dessa conversa sem a aprovação do Presidente.”
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Porta-voz da Casa Branca não afasta ataque militar dos EUA ao Irão: "Todas as opções estão em cima da mesa"
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, assegurou que a presidência norte-americano está a “monitorizar a situação no Irão”.
“Todas as opções permanecem em cima da mesa para o Presidente”, garantiu Karoline Leavitt, não descartando um ataque militar contra o Irão.
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Casa Branca: Irão planeava 800 execuções ontem, mas não avançou com nenhuma
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse, aos jornalistas, que o Irão planeava executar 800 pessoas ontem, mas que acabou por não o fazer.
“O Presidente e a sua equipa têm falado com o regime iraniano e dito que se a matança continuar, haverá graves consequência. O Presidente recebeu uma mensagem de que a matança e as execuções pararam”, frisou Karoline Leavitt.
A porta-voz destacou que Donald Trump “entende hoje que 800 execuções que estavam agendadas e deveriam ocorrer ontem foram canceladas”.
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Suíça oferece-se para mediar conversas entre EUA e Irão
O chefe do Departamento de Segurança Internacional do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Suíça, Gabriel Lchinger, conversou por telefone com o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, Ali Larijani, avança a Al-Jazeera, citando informações cedidas pelo ministério.
“Durante essa conversa, Gabriel Lchinger ofereceu os serviços da Suíça para ajudar a reduzir a tensão na situação atual”, afirmou o ministério.
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Bruxelas promete sancionar responsáveis "pelas atrocidades abomináveis" no Irão
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prometeu esta quinta-feira novas e “severas” sanções a mais “responsáveis pelas atrocidades” no Irão, onde a repressão das manifestações contra o regime já provocou milhares de mortos.
“O povo do Irão que está a lutar corajosamente por uma mudança tem todo o nosso apoio, todo o nosso apoio político. Pede-nos também que incluamos na lista, não só a Guarda Revolucionária Islâmica, como já fizemos, mas também outros responsáveis pelas atrocidades (…) e sim, fá-lo-emos”, afirmou Von der Leyen.
Em conferência de imprensa na cidade cipriota de Limassol no âmbito da viagem do colégio de comissários a Chipre, que assume este semestre a presidência do Conselho da União Europeia (UE), a líder do executivo comunitário descreveu a situação no Irão como “abominável“.
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Senador republicano desmente notícias sobre desistência de Trump em atacar o Irão: "Fiquem atentos"
Numa publicação no X, o senador republicano Lindsey Graham, que tem sido um grande defensor de uma possível intervenção militar norte-americana no Irão, afirmou que as notícias sobre a desistência de Trump em atacar o país estão “longe da verdade”.
“Todas essas manchetes são exemplos de reportagens totalmente imprecisas. As circunstâncias que envolvem a ação decisiva e necessária contra o regime maligno do Irão não têm nada a ver com a vontade ou a determinação do Presidente Trump. Nada poderia estar mais longe da verdade. Muito pelo contrário. Fiquem atentos”, escreveu.
All the headlines like these are examples of reporting that are beyond inaccurate. The circumstances around the necessary, decisive action to be taken against the evil Iranian regime have nothing to do with President Trump’s will or determination.
Nothing could be further from… pic.twitter.com/HrUtg7GfKu
— Lindsey Graham (@LindseyGrahamSC) January 15, 2026
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Conselho de Segurança da ONU vai fazer reunião de emergência para discutir protestos no Irão
O Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião de emergência para discutir a repressão do Irão aos protestos no país, avança o The Guardian. O encontro terá sido um pedido dos Estados Unidos da América, e deve começar por volta das 15h do horário ET, 20h em Portugal continental.
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Irão nega que jovem detido em manifestações será executado. "Boas notícias", diz Trump
As autoridades iranianas negam que Erfan Soltani será executado, tal como o divulgado por várias organizações não governamentais, incluindo a Amnistia Internacional.
De acordo com o que afirmou o judiciário iraniano à emissora estatal IRIB, citada pela BBC, Soltani enfrenta acusações de “conluio contra a segurança nacional” e “atividades de propaganda contra o governo”, crimes que não são puníveis com a pena de morte. As autoridades iranianas dizem ainda que as notícias a falarem sobre a possível execução do jovem iraniano detido durante as manifestações no país eram um “ato flagrante de fabricação de notícias”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, também afirmou que “não havia nenhum plano” para enforcar pessoas. Na TruthSocial, Donald Trump reagiu a uma notícia da Fox News que diz que os manifestantes não serão mais sentenciados à morte. “São boas notícias. Espero que continue assim”.
Entretanto, a organização curda de direitos humanos Hengaw, sediada na Noruega, afirmou que a família de Soltani diz que a execução do jovem, que estava originalmente agendada para a passada quarta-feira, havia sido “adiada”, mas alertou que “sérias e contínuas preocupações” em relação à sua vida permaneciam.
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Ataque iminente dos EUA ao Irão pode estar no horizonte?
Bruno Cardoso Reis explica evacuação de bases militares no Irão. O historiador admite ainda a possibilidade de Maria Corina Machado entregar medalha de prémio Nobel a Donald Trump. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.