Momentos-chave
- Tony Blair, Witkoff, Kushner e Rubio lideram Conselho de Paz para a Faixa de Gaza, anuncia Casa Branca
- EASA alerta companhias aéreas para evitarem espaço aéreo do Irão
- Trump não atacará o Irão: "Ninguém me convenceu. Eu convenci-me a mim próprio"
- Donald Trump agradece a Teerão por cancelar mais de 800 enforcamentos
- "Voltarei ao Irão", promete o príncipe herdeiro que diz ter "um plano"
- Soldados israelitas matam adolescente palestiniano na Cisjordânia
- Putin e Pezeshkian apelam ao fim da tensão no Irão
- Putin falou com o Presidente do Irão por telefone
- Putin e Netanyahu discutem a situação no Irão por telefone
- HRW acusa Teerão de "assassínios em massa" e pede reunião urgente da ONU
- Witkoff sugere que os EUA preferem resolver as tensões com o Irão por meio diplomático e não com ações militares
- Trump diz que conselho de Paz para Gaza "está formado"
- Guterres acusa Israel de entrada ilegal em centro de saúde da UNRWA
- Trump promete “acordo de desmilitarização abrangente” com Hamas na Faixa de Gaza
Histórico de atualizações
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Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador já abriu um novo para continuar a acompanhar os desenvolvimentos dos conflitos no Médio Oriente ao longo deste sábado. Pode segui-lo aqui.
Há uma recuperação “muito ligeira” do acesso à Internet no Irão, diz ONG
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O que aconteceu até agora
- A administração Trump anunciou a formação do Conselho de Paz para a Faixa de Gaza, com figuras como Tony Blair, Steve Witkoff e Jared Kushner a liderar o esforço. O órgão está encarregado de supervisionar a execução de um conjunto de iniciativas destinadas à estabilização da região, com foco em diplomacia, desenvolvimento e estratégias económicas. Este anúncio faz parte da segunda fase de um plano de paz mais amplo, que também inclui o desarmamento do Hamas.
- As tensões no Médio Oriente continuam a ser uma preocupação global, com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a afirmar que o cancelamento de 800 enforcamentos no Irão teve um impacto significativo na decisão de não proceder com uma intervenção militar no país. Esta atitude foi reconhecida como um movimento importante para evitar um conflito militar direto, com Trump a afirmar que ninguém o convenceu, mas que tomou a decisão por si próprio.
- A situação de violência e repressão no Irão é um tópico relevante, com organizações de direitos humanos a manifestarem sérias preocupações. A Human Rights Watch acusou as forças de segurança iranianas de “assassinatos em massa” durante os protestos e pediu uma reunião urgente do Conselho de Direitos Humanos da ONU para abordar as atrocidades cometidas.
- Além das questões de segurança, a continuidade de sanções e a dinâmica diplomática na região são destacadas, com a União Europeia a prolongar sanções contra indivíduos e entidades associadas ao Hamas. Enquanto isso, a Rússia expressa disposição para mediar conflitos, com Vladimir Putin a discutir a situação do Médio Oriente e do Irão com líderes como Benjamin Netanyahu, manifestando empenho numa redução rápida das tensões através de meios políticos e diplomáticos.
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Tony Blair, Witkoff, Kushner e Rubio lideram Conselho de Paz para a Faixa de Gaza, anuncia Casa Branca
A Casa Branca anunciou, esta sexta-feira, a formação do recém-criado Conselho de Paz para a Faixa de Gaza.
“Para operacionalizar a visão do Conselho de Paz – sob a presidência do Presidente Donald J. Trump – foi formado um Conselho Executivo fundador, composto por líderes com experiência em diplomacia, desenvolvimento, infraestruturas e estratégia económica”, referiu a Casa Branca em comunicado, citado pela Al Jazeera.
De acordo com o documento, os membros são: Marco Rubio. Steve Witkoff, Jared Kushner, Tony Blair, Marc Rowan, Ajay Banga e Roberto Gabriel.
“Cada membro do Conselho Executivo supervisionará uma área específica, crucial para a estabilização e o sucesso a longo prazo de Gaza, incluindo, entre outros, o reforço da capacidade de governação, as relações regionais, a reconstrução, a atração de investimento, o financiamento em grande escala e a mobilização de capital”, acrescentou a nota.
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EASA alerta companhias aéreas para evitarem espaço aéreo do Irão
A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) recomendou, esta sexta-feira, as companhias aéreas para evitarem sobrevoar o espaço aéreo iraniano.
“A presença e a possível utilização de uma vasta gama de armas e sistemas de defesa aérea, combinados com respostas imprevisíveis do Estado, criam um elevado risco para os voos civis que operam a todas as altitudes e níveis de voo”, pode ler-se na nota da EASA, citada pelo Times of Israel.
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Cinco países pedem sessão no Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre a violência "alarmante" no Irão
Numa carta dirigida ao presidente do conselho, a Alemanha, o Reino Unido, a Islândia, a Moldávia e a Macedónia do Norte pedem que o principal órgão de direitos humanos das Nações Unidas “realize uma sessão especial para abordar a deterioração da situação dos direitos humanos na República Islâmica do Irão”.
“É necessária uma sessão especial devido à importância e urgência da situação”, diz a carta, vista pela AFP segundo o Times of Israel.
Para a aprovação do pedido, é necessário o apoio de pelo menos um terço dos 47 membros do conselho. À AFP, uma fonte próxima ao assunto afirmou que o pedido já contava com um apoio amplo dentro do conselho.
Ainda não foi escolhida uma data para a reunião.
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Trump não atacará o Irão: "Ninguém me convenceu. Eu convenci-me a mim próprio"
Questionado em frente à Casa Branca, antes de partir para a Flórida, sobre se Teerão o havia convencido a não atacar o país, o Presidente dos EUA responde que o cancelamento de mais de 800 enforcamentos “teve um grande impacto”.
“Ninguém me convenceu, eu convenci-me a mim próprio. Ontem tinham agendado mais de 800 enforcamentos. Ninguém foi enforcado. Os enforcamentos foram cancelados. Isso teve um grande impacto“, referiu em declarações citadas pela SkyNews.
REPORTER: Did Arab and Israeli officials convince you to not strike Iran?@POTUS: "Nobody convinced me — I convinced myself. You had, yesterday, scheduled, over 800 hangings. They didn't hang anyone. They cancelled the hangings. That had a big impact." pic.twitter.com/VLFJCriM43
— Rapid Response 47 (@RapidResponse47) January 16, 2026
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Ministro da Defesa de Israel "saúda" as IDF após relatório sobre demolições em Gaza além da Linha Amarela
Katz, o ministro de Defesa israelita, elogiou hoje a atuação do exército de Israel, depois de o New York Times noticiar que as IDF destruíram cerca de 2.500 edifícios em Gaza desde o início do cessar-fogo.
“Segundo eles, o bairro de Shuja’iyya foi devastado e complexos inteiros de edifícios foram destruídos desde o cessar-fogo, além de estufas e áreas agrícolas. Eu saúdo os soldados das IDF pela sua atividade”, escreve no X.
“Quando o primeiro-ministro e eu ordenamos as IDF: ‘Até ao último túnel’ — foi exatamente isso que quisemos dizer — destruir e eliminar a infraestrutura terrorista subterrânea assassina que o Hamas construiu sob as casas dos residentes de Gaza”, refere ainda.
בעיתון האמריקאי ניו יורק טיימס טענו השבוע כי תמונות לוויין מראות שישראל עדיין הורסת את עזה ומאז כניסת הפסקת האש לתוקפה לפני חודשיים ישראל השמידה מעל 2,500 מבנים בעזה בתחומים הנתונים לשליטתה.
לטענתם שכונת שג'אעייה הוחרבה ומתחמים שלמים של בניינים נהרסו מאז הפסקת האש בנוסף לחממות…
— ישראל כ”ץ Israel Katz (@Israel_katz) January 16, 2026
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Donald Trump agradece a Teerão por cancelar mais de 800 enforcamentos
O Presidente dos Estados Unidos agradeceu à liderança iraniana pelo cancelamento de mais de 800 enforcamentos.
“Respeito muito o facto de todas as execuções por enforcamento programadas para ontem (mais de 800) terem sido canceladas pela liderança do Irão”, escreveu na sua rede social, Truth Social.
Donald Trump / Truth Social
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"Trump parece menos inclinado para atacar Irão"
Historiador Bruno Cardoso Reis admite que Donald Trump pode estar a ponderar não intervir de forma militar no Irão. Já a Rússia não deve correr grandes riscos para defender regime iraniano. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Grupo separatista curdo alega ter lançado "operações armadas" para proteger manifestantes
Um grupo separatista curdo iraniano no Iraque alega ter lançado ataques contra a Guarda Revolucionária nos últimos dias, como retaliação à violenta repressão dos protestos no Irão, informa a AssociatedPress (AP).
“Quando descobrimos que a Guarda Revolucionária Islâmica estava a disparar diretamente contra os manifestantes, os nossos combatentes em Ilam, Kermanshah e Firuzkuh responderam com operações armadas e infligiram danos significativos às forças do regime”, afirma Rafati numa entrevista citada pela France24.
Elementos do Partido da Liberdade do Curdistão (PAK, na sigla em inglês) “desempenharam um papel nos protestos, quer através de apoio financeiro quer através de operações armadas para defender os manifestantes quando necessário”, disse Jwansher Rafati, um representante do PAK, à AP.
A imprensa iraniana já acusou o grupo de ataques às forças de segurança do país.
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"Voltarei ao Irão", promete o príncipe herdeiro que diz ter "um plano"
“Voltarei ao Irão. Estou numa posição privilegiada para garantir uma transição estável. Esta não é a minha opinião. É o veredicto proferido em alto e bom som pelo povo diante das balas.” É esta a promessa de Reza Pahlavi, o príncipe herdeiro da extinta monarquia iraniana, que sai da conferência de imprensa desta sexta-feira em Washington, informa a SkyNews.
Pahlavi apela ao mundo que faça “seis coisas”: proteja o povo iraniano, exerça máxima pressão económica sobre o regime, expulse diplomatas iranianos, exija a libertação dos presos políticos e comprometa-se, quando chegar a hora, a reconhecer um governo de transição.
O filho do xá deposto do Irão afirma ter “um plano abrangente para uma transição ordenada, que está pronto para ser implementado imediatamente”.
“A República Islâmica vai cair, não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’”, acrescenta o príncipe herdeiro.
Tudo isto sem o envio de tropas terrestres: “Isso não exige o envio de tropas terrestres — as tropas do povo iraniano já estão em solo iraniano”.
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Soldados israelitas matam adolescente palestiniano na Cisjordânia
As IDF (Forças de Defesa de Israel) mataram a tiro um jovem palestiniano de 14 anos que atirava pedras contra os soldados israelitas esta sexta-feira, avança a Reuters.
Além da confirmação da idade do adolescente, dada pelo ministério da Saúde, não houve mais reações oficiais do lado palestiniano.
A morte ocorreu na sequência de uma incursão militar das IDF que resultou em confrontos, informa a agência de notícias oficial da Palestina (WAFA) citada pela Reuters.
Do lado israelita, o exército afirmou que as suas forças foram acionadas após relatos que davam conta de que haveria palestinianos a atirar perdas contra israelitas e bloqueando estradas com pneus em chamas.
Segundo o jornal Times of Israel, as IDF dizem ainda que as tropas começaram por disparar tiros de advertência para o ar e só depois abriram fogo contra o rapaz que terá corrido em direção aos militares com uma pedra grande na mão, matando-o.
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Autoridades iranianas detiveram cerca de 20.000 manifestantes, diz ONG
Cerca de 20.000 manifestantes foram presos desde a eclosão dos protestos, em dezembro do ano passado, avança France24 que cita a Human Rights Iran (HRINGO).
A organização, que diz estar preocupada com a possibilidade de os detidos serem sujeitos à “emissão generalizada de sentenças de morte através de processos sumários”, estima ainda que pelo menos 3.428 manifestantes foram mortos e milhares ficaram feridos.
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Não haverá impunidade para responsáveis pela repressão no Irão, promete chefe da diplomacia francesa
Não haverá impunidade para os responsáveis pela repressão dos protestos no Irão. O aviso é dado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da França esta sexta-feira.
“O presidente da Comissão Europeia iniciou um processo de identificação que levará à aplicação de sanções da União Europeia aos responsáveis por essa repressão”, trabalho para o qual a França contribuirá, mantendo discussões em fóruns internacionais, declarou Jean-Noel Barrot.
“Ressaltámos que a violência estatal indiscriminada desencadeada contra os manifestantes era inaceitável, intolerável e desumana, e que não haveria absolutamente nenhuma impunidade para os perpetradores dessa repressão, a mais violenta da história contemporânea do Irão”, referiu ainda.
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Conferência de Segurança de Munique retira convite ao ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão
Abbas Araqchi, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, foi desconvidado do encontro deste ano da Conferência de Segurança de Munique (um dos principais fóruns de segurança do mundo), noticia a Reuters.
“Há algumas semanas, convites foram enviados a representantes governamentais do Irão. À luz dos acontecimentos recentes, a Conferência de Segurança de Munique não manterá esses convites”, lê-se no comunicado.
A diplomacia alemã opôs-se ao convite a autoridades iranianas, na sequência da violenta repressão da onda de protestos recentes.
O encontro deste ano acontece de 13 a 15 de fevereiro.
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UE prolonga sanções contra quem apoia ou facilita ações do Hamas
O Conselho da União Europeia (UE) decidiu hoje prolongar por mais um ano as sanções contra quem “apoia, facilita ou permite ações violentas do Hamas ou do movimento Jihad Islâmica da Palestina”, impedindo-os de entrar no espaço europeu.
Em comunicado, o Conselho da UE, que representa os 27 Estados-membros do bloco, referiu também que os visados ficam sujeitos a um “congelamento de bens” e as “empresas e cidadãos europeus estão proibidos de lhes disponibilizar fundos”.
“Na sequência da revisão anual, o Conselho também decidiu retirar da lista um indivíduo que morreu. Assim, um total de 11 indivíduos e três entidades encontram-se atualmente sancionados ao abrigo deste quadro de medidas restritivas”, indicou a mesma nota informativa.
Estão sanções foram adotadas pela primeira vez em 19 de janeiro de 2024, em reação ao ataque do grupo radical palestiniano Hamas contra Israel a 07 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra na Faixa de Gaza.
Com o prolongamento hoje decidido, as sanções irão vigorar agora até 20 de janeiro de 2027.
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Putin e Pezeshkian apelam ao fim da tensão no Irão
Durante a chamada desta manhã, o Presidente russo e o homólogo iraniano apelaram a uma rápida desescalada das tensões no Irão e confirmaram o compromisso mútuo de continuar a fortalecer a parceria estratégica entre a Rússia e o Irão e implementar projetos económicos conjuntos em vários campos, avançou o Kremlin.
“Foi observado que a Rússia e o Irão apoiam de forma unânime e consistente a redução das tensões — tanto em torno do Irão como na região como um todo — o mais rapidamente possível e a resolução de quaisquer questões emergentes exclusivamente por meios políticos e diplomáticos”, lê-se no comunicado.
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Israel desloca a linha de controlo pós-cessar-fogo para dentro da Faixa de Gaza, mostram imagens de satélite
Israel deslocou os blocos de cimento e outros marcadores que demarcam a linha de controlo pós-cessar-fogo para dentro da Faixa de Gaza em pelo menos três áreas, segundo mostram imagens de satélite analisadas pela BBC.
Um homem de 23 anos (que a BBC escolheu não identificar por razões de segurança), perto de Khan Younis, confirmou que as forças israelitas haviam movido blocos para posições mais próximas de si, deixando-o “preso”.
Em média, a posição dos marcadores foi movida 295 metros para dentro do território palestiniano.
Um porta-voz das IDF rejeita “todas as alegações de que a Linha Amarela foi movida ou que tropas das IDF a cruzaram”.
A análise da BBC demonstra ainda que mais de três meses depois do início do cessar-fogo alguns segmentos da “nova linha de fronteira” (como lhe chamou o chefe das forças armadas de Israel) permanecem sem demarcação no terreno.
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Líder religioso no Irão pede a pena de morte para manifestantes. "Hipócritas armados devem ser mortos!"
Ahmad Khatami, o clérigo responsável pelas orações de sexta-feira na capital, Teerão, pediu a pena de morte para os manifestantes detidos nos recentes protestos, segundo a France 24.
“Hipócritas armados devem ser mortos!”, afirmou Khatami, descrevendo ainda os manifestantes como “mordomos” de Netanyahu e “soldados” de Donald Trump.
O clérigo e veterano político na Assembleia de Peritos avançou as primeiras estatísticas gerais sobre os danos causados durante a onda de manifestações: 350 mesquitas, 126 salas de oração e 80 casas de líderes religiosos sofreram danos, além de 400 hospitais e mais de 220 veículos de emergência e do corpo dos bombeiros.
Ahmad Khatami frisou ainda que os planos dos líderes de Israel e dos EUA pretendiam “a desintegração do país”.
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Diretor da Mossad chega aos EUA para conversações sobre o Irão
David Barnea, o chefe dos serviços secretos israelitas (Mossad), chegou esta manhã aos Estados Unidos para conversações sobre a situação no Irão, avança o Axios que cita fontes próximas da reunião.
Barnea deve encontrar-se em Miami com Steve Witkoff, enviado especial da Casa Branca para o Médio Oriente. Não está ainda confirmado o encontro do diretor da Mossad com Donald Trump em Mar-a-Lago durante o fim de semana.