Momentos-chave
- 19 minutos de discurso e muito pouco de novo
- Trump vai "continuar a bombardear com extrema força nas" próximas" duas" a três semanas"
- "O estreito de Ormuz abrirá naturalmente mal a guerra termine"
- As críticas a Obama
- Trump diz que está "a fazer o que nenhum outro Presidente quis fazer"
- O que aconteceu até agora
- Irão nega negociações com os EUA e considera "maximalistas e irracionais" condições norte-americanas para cessar-fogo
- Trump explica que pedido de auxílio dos EUA à NATO era apenas um teste: "Queria ver o que fariam, não precisávamos deles"
- Trump recebe Rutte na Casa Branca na próxima semana
- Trump levanta sanções a Delcy Rodríguez. Presidente da Venezuela celebra "passo no sentido da normalização" de relação com os EUA
- Trump acredita que Rei Carlos teria adotado "posição diferente" à de Starmer sobre a guerra no Irão
- Presidente do Irão dirige carta ao povo norte-americano, em que rejeita ter "escolhido o papel da agressão"
- Pentágono estará a duplicar a frota de aviões de ataque no Médio Oriente
- Zelensky diz que teve "boa conversa" com enviados dos EUA
- Trump ameaçou parar de fornecer armas à Ucrânia para pressionar europeus a juntarem-se a coligação para reabrir Ormuz
- Trump fala aos EUA hoje sobre o Irão. Deverá reafirmar o prazo de duas a três semanas de guerra
- "Sem fundamento". Governo iraniano desmente declarações de Trump sobre alegado pedido de cessar-fogo
- Presidente francês recusa envolver país na guerra contra regime de Teerão
- Irão responde a Trump e diz que não cede a pressões. Estreito de Ormuz vai continuar "sob controlo firme e total"
- Trump diz que Presidente do Irão — "muito menos radical e mais inteligente que os antecessores" — pediu cessar-fogo aos EUA
- Kremlin pede a Zelensky para retirar "já hoje" tropas do Donbass
- "Política do Irão baseia-se no apoio contínuo à resistência contra o inimigo sionista-americano", refere comunicado do líder supremo
- Utilizados mais de 100 mísseis e drones na última vaga de ataques iranianos
- Starmer responde a Trump: NATO é "a aliança militar mais eficaz que o mundo alguma vez conheceu"
- Israel afirma ter eliminado comandante do Hezbollah num ataque no Líbano
- Sete mortos e mais de 20 feridos em ataque israelita no Líbano
- Starmer garante que Reino Unido não será arrastado para guerra no Médio Oriente e anuncia cimeira internacional sobre Ormuz
- Portugal vai participar na criação do tribunal especial para os crimes de guerra na Ucrânia
- Trump admite estar a ponderar saída dos EUA da NATO: "Nós estivemos lá para eles. Eles não estiveram lá para nós"
- Chefe das secretas russas diz que está em contacto com a CIA sobre a guerra no Irão
- Houthis admitem possibilidade de fechar o Estreito de Bab el-Mandeb
- Sobe para 25 o número de feridos em ataques iranianos a Israel
- QatarEnergy diz que ataque a petroleiro não causou feridos nem danos ambientais
- Novo aiatola está vivo, garante embaixador iraniano em Lisboa
- Israel diz ter eliminado alto responsável da Força Quds, unidade da Guarda Revolucionária do Irão
- Ataques iranianos fazem 14 feridos em Israel, incluindo duas crianças
- Nas últimas 24 horas mais de 100 israelitas ficaram feridos em ataques iranianos
- China e Paquistão reforçam coordenação e apelam a cessar-fogo no Irão
- Houthis reivindicam ataque com míssil contra Israel e prometem "escalada militar"
- Macron defende em Tóquio “previsibilidade” da Europa contra inconstância de Trump
- Ataque de drones iranianos provoca incêndio no aeroporto do Kuwait
- Israel nega responsabilidade por explosão que matou capacetes azuis no Líbano
- Portugal espera sinais claros da Venezuela sobre libertação de presos políticos, diz Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas
- Rubio afirma que Estados Unidos devem reavaliar relação com a NATO
- Bolsas chinesas e de Hong Kong sobem perante possível desescalada no Irão
- Petroleiro alvo de um ataque perto do Estreito de Ormuz
- Emirados Árabes Unidos proíbem entrada ou trânsito de iranianos no país
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com as tensões geopolíticas internacionais ao longo do dia de ontem, quarta-feira.
Trump promete atacar Irão de forma “extremamente dura” e faz preços do petróleo dispararem novamente
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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19 minutos de discurso e muito pouco de novo
O discurso durou 19 minutos, Trump não acrescentou muito de novo em relação ao que tem vindo a dizer sobre o rumo da guerra, nomeadamente os alvos atingidos, o que considera ter sido uma mudança de regime com o fim do aitola, e com o dizimar da marinha e da força aérea. Ainda falou, de raspão, da Venezuela. Mas não se referiu uma única vez a uma retirada dos EUA da NATO. Nem do papel de Israel.
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Trump vai "continuar a bombardear com extrema força nas" próximas" duas" a três semanas"
O Presidente dos EUA assegurou que vai “continuar a bombardear com extrema força nas próximas duas a três semanas o Irão”, incluindo as instalações energéticas”, se o Irão não fizer cedências. E que as bases nucleares têm sido constantemente atingidas.
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"O estreito de Ormuz abrirá naturalmente mal a guerra termine"
Trunp também voltou a dizer, sobre a inflação, que os preços da energia cairão rapidamente quando a guerra terminar travando a inflação, o crescimento económico e levando ao aumento dos preços dos alimentos. E afirmou que o “o estreito de Ormuz abrirá naturalmente mal a guerra termine”
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As críticas a Obama
Trump voltou a repetir que dentro de duas/três semanas a guerra terá acabado e também voltou a acusar que Barack Obama de ter dado ao Irão 1,7 mil milhões de dólares em dinheiro, o montante do Irão que os EUA congelaram durante décadas. Criticou também o acordo nuclear da era Obama, do qual saiu em 2018, sem referir que Obama conseguiu retirar do país 97% do stock nuclear iraniano.
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Trump diz que está "a fazer o que nenhum outro Presidente quis fazer"
Donald Trump continua, dizendo que está “a fazer o que nenhum outro Presidente quis fazer”, insiste que “reduziu o Irão à Idade da Pedra”, e que se não cederem “irá atacar várias infraestruturas mas não o petróleo”, apesar “de esse ser o mais fácil”.
O presidente norte-americano lembra que prometeu que o Irão nunca teria uma arma nuclear “desde o primeiro dia em que anunciou a sua candidatura presidencial em 2015” e fala também das críticas internas dos que consideram que esta guerra viola as suas promessas de campanha de evitar envolver o país em novos conflitos, mas que só assim consegue proteger a América de um dos grandes inimigos.
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"Nunca na história da guerra um inimigo sofreu perdas em larga escala tão claras e devastadoras"
Donald Trump começa o discurso ao país a dar os “parabéns à NASA pelo grande feito da missão Artemis”, “são grandes pessoas, Deus os abençoe”, mas rapidamente passa para o tema Irão. Diz que conseguiu “grandes vitórias”: desde “destruir toda a sua marinha e força aérea, que também já desapareceu”, também as “suas instalações de produção de mísseis”, e garantindo que já foram atingidos “11 mil alvos”. Em resumo, em modo Trump, “nunca na história da guerra um inimigo sofreu perdas em larga escala tão claras e devastadoras em poucas semanas”.
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O que aconteceu até agora
- O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que está a considerar seriamente retirar o país da NATO devido à falta de apoio dos aliados na guerra contra o Irão. Esta declaração surge após vários parceiros europeus terem recusado ajudar os EUA na reabertura do Estreito de Ormuz, uma via crucial para o comércio de petróleo. Trump classificou a NATO como um “tigre de papel” e criticou a falta de reciprocidade de apoio entre os aliados.
- Face à crise no Médio Oriente, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou que o Reino Unido irá reunir 35 países, incluindo Portugal, para uma cimeira internacional sobre o Estreito de Ormuz. Esta reunião visa reforçar a segurança marítima na região e explorar vias diplomáticas para aliviar as tensões. Starmer garantiu que o Reino Unido não será arrastado para a guerra entre os EUA, Israel e o Irão, destacando a importância de medidas diplomáticas para restaurar a estabilidade e a liberdade de navegação no Golfo.
- A guerra no Médio Oriente intensificou-se com novos ataques do Irão. Mísseis iranianos atingiram Israel, resultando em feridos, incluindo crianças em estado grave. Em retaliação, o exército israelita afirmou ter eliminado altos responsáveis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão e do Hezbollah, num esforço para enfraquecer a capacidade das milícias aliadas do Irão na região.
- A estrutura de segurança no Médio Oriente está sob tensão contínua, com os Emirados Árabes Unidos a proibirem a entrada ou trânsito de iranianos no país. Em comunicado, foi explicado que só os iranianos com um visto dourado, uma autorização de residência de dez anos no país, é que ainda podem entrar no país. A comunidade internacional está a procurar formas de mitigar o conflito, com a China e o Paquistão a apelarem a um cessar-fogo e a diálogos de paz na região.
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Europa está preparada para a saída dos EUA da NATO?
Madalena Meyer Resende afirma que ameaças de Trump à NATO podem acelerar autonomia europeia na defesa. Acrescenta que guerra no Irão deverá prolongar-se enquanto não houver solução para Ormuz. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Irão lança novo ataque contra Israel. Defesa aérea israelita procura intercetar mísseis
O Irão lançou um novo ataque aéreo contra o território de Israel, avança o exército israelita. Os sistemas de defesa aérea do país estão neste momento a trabalhar para intercetar o ataque com mísseis, acrescentam, segundo a Aljazeera.
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Irão nega negociações com os EUA e considera "maximalistas e irracionais" condições norte-americanas para cessar-fogo
O governo iraniano considerou como “maximalistas e irracionais” as exigências dos EUA para pôr fim à guerra no Médio Oriente e negou a existência de negociações com os norte-americanos para um cessar-fogo.
“Foram recebidas mensagens através de intermediários, incluindo o Paquistão, mas não há negociações diretas com os Estados Unidos”, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baqaei, segundo o Le Monde.
“Estamos preparados para qualquer tipo de ataque, incluindo um ataque terrestre”, acrescentou.
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Trump explica que pedido de auxílio dos EUA à NATO era apenas um teste: "Queria ver o que fariam, não precisávamos deles"
Antes da conferência de imprensa marcada para as 2h desta madrugada (hora de Lisboa), Donald Trump voltou a falar sobre a guerra no Irão, num almoço de Páscoa.
O Presidente dos EUA disse que a ofensiva militar está “prestes a terminar”, mas prometeu dar “mais alguns golpes” ao Irão antes que tal aconteça.
Para Trump, os norte-americanos tiveram “alguns aliados muito bons” durante esta ofensiva militar, mas tiveram outros da NATO que foram “muito maus”.
Mas, afinal, tudo não passava de um teste, admitiu o Presidente dos EUA. “Para ser sincero, só pedi [o auxílio da NATO] porque queria ver o que eles fariam. Não precisávamos deles.”
.@POTUS on Iran: "We've had some very good allies over there. We've had some very bad allies in NATO… we had some asks, and you know, we spend trillions of dollars on NATO… to be honest, I was really asking because I wanted to see what they'd do." pic.twitter.com/104JCHTvIg
— Rapid Response 47 (@RapidResponse47) April 1, 2026
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Trump recebe Rutte na Casa Branca na próxima semana
Donald Trump vai receber em Washinton D.C. o Secretário-geral da NATO, Mark Rutte, na próxima semana, avança o The Wall Street Journal.
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Ataques de EUA e Israel contra cais no sul do Irão causam cinco mortos
Uma ronda de ataques norte-americanos e israelitas atingiu esta noite dois cais no sul do Irão causando cinco feridos, de acordo com a Aljazeera.
Segundo uma informação avançada inicialmente pelo vice-governador da província de Hormozgan, os ataques aéreos atingiram um cais de pesca na ilha de Qeshm e um outro cais comercial na localidade de Bandar Charak.
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Irão: EUA atacaram 12.300 alvos militares desde início da guerra
O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) informou esta quarta-feira que desde o início da Operação “Fúria Épica” contra o Irão atacou aproximadamente 12.300 alvos militares da República Islâmica.
As Forças Armadas norte-americanas detalharam que os seus ataques aéreos visaram centros de comando e quartéis-generais da Guarda Revolucionária Islâmica, sistemas de defesa aérea, instalações de mísseis balísticos, fábricas de drones e bunkers de produção ou armazenamento de armas.
Responsável pela região do Médio Oriente, o Centcom afirma ainda ter destruído mais de 155 embarcações militares desde 28 de fevereiro, quando começaram as operações na guerra travada ao lado de Israel contra a República Islâmica.
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Milícia muçulmana no Iraque anuncia 41 ataques contra bases norte-americanas no Médio Oriente
A milícia armada iraquiana conhecida como Resistência Islâmica anunciou hoje ter realizado 41 ataques com drones contra bases norte-americanas no Médio Oriente, segundo a Aljazeera.
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Irão: Ex-ministro dos Negócios Estrangeiros gravemente ferido em ataque
O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão Kamal Kharazi foi gravemente ferido esta quarta-feira em Teerão, num ataque quetambém matou a sua mulher, segundo meios de comunicação locais.
De acordo com os jornais Shargh, Etemad e Ham Mihan, a casa de Kharazi em Teerão foi alvo de um ataque hoje pelos Estados Unidos e por Israel, que iniciaram a 28 de fevereiro uma operação militar contra o Irão.
O ex-ministro ficou gravemente ferido e foi hospitalizado, segundo as mesmas fontes.
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Trump levanta sanções a Delcy Rodríguez. Presidente da Venezuela celebra "passo no sentido da normalização" de relação com os EUA
A administração norte-americana levantou as sanções à presidente interina da Venezuela, anunciou hoje o departamento do Tesouro, segundo a Reuters.
Delcy Rodríguez considerou a decisão “um passo no sentido da normalização e do fortalecimento das relações” entre os dois países. “Estamos confiantes de que este avanço permitirá o levantamento das sanções em vigor contra o nosso país, o que nos permitirá construir e garantir uma agenda de cooperação binacional eficaz em benefício dos nossos povos”, escreveu no X.
Valoramos la decisión del Pdte. @realDonaldTrump como un paso en la dirección de la normalización y fortalecimiento de las relaciones entre nuestros países. Confiamos en que este avance permita el levantamiento de las sanciones vigentes sobre nuestro país, que permita edificar y
— Delcy Rodríguez (@delcyrodriguezv) April 1, 2026
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Trump acredita que Rei Carlos teria adotado "posição diferente" à de Starmer sobre a guerra no Irão
Donald Trump acredita que o Rei Carlos teria adotado uma “posição diferente” daquela que tem sido a de Keir Starmer em relação à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão.
O Presidente dos EUA afirmou, em entrevista ao The Telegraph, que o monarca “não tem nada a ver” com a deterioração das relações entre os governos norte-americano e britânico.
“Gosto dele. Sempre gostei dele enquanto príncipe. É um bom homem, um excelente representante do vosso país”, disse Trump antecipando a visita de Estado do Rei aos EUA no final do mês. “Para ser sincero, é um homem maravilhoso e corajoso. Passou por muito, em muitos aspetos.”
“Penso que ele teria assumido uma posição muito diferente [sobre a guerra no Irão], mas não o faz. Quero dizer, é um grande cavalheiro.” No Reino Unido, o Rei detém o poder legal de declarar guerra, mas acaba por ser sempre uma formalização de uma decisão tomada pelo governo britânico.
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15 chefes da diplomacia europeus pedem a Israel para parar operações militares no Líbano. Rangel não assinou comunicado
Os ministros dos Negócios Estrangeiro de 15 países europeus emitiram um comunicado em que pedem a Israel para pôr fim às operações militares no Líbano. Paulo Rangel não está entre os signatários.
“Exortamos Israel a respeitar plenamente a soberania e a integridade territorial do Líbano e apelamos a todas as partes, tanto ao Hezbollah como a Israel, para que suspendam as ações militares”, lê-se no comunicado citado pela SkyNews.
A mensagem foi subscrita pelos chefes de diplomacia da Bélgica, Croácia, Estónia, Espanha, Finlândia, Islândia, Itália, República da Irlanda, Letónia, Luxemburgo, Moldávia, Noruega, Polónia, San Marino e Suécia.
Estes governantes europeus alertaram que 1,2 milhões de pessoas, cerca de um quarto da população libanesa, foram deslocadas no Líbano como resultado desta ofensiva.