Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com as tensões geopolíticas internacionais ao longo do dia de ontem, quarta-feira.

    Trump promete atacar Irão de forma “extremamente dura” e faz preços do petróleo dispararem novamente

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • 19 minutos de discurso e muito pouco de novo

    O discurso durou 19 minutos, Trump não acrescentou muito de novo em relação ao que tem vindo a dizer sobre o rumo da guerra, nomeadamente os alvos atingidos, o que considera ter sido uma mudança de regime com o fim do aitola, e com o dizimar da marinha e da força aérea. Ainda falou, de raspão, da Venezuela. Mas não se referiu uma única vez a uma retirada dos EUA da NATO. Nem do papel de Israel.

  • Trump vai "continuar a bombardear com extrema força nas" próximas" duas" a três semanas"

    O Presidente dos EUA assegurou que vai “continuar a bombardear com extrema força nas próximas duas a três semanas o Irão”, incluindo as instalações energéticas”, se o Irão não fizer cedências. E que as bases nucleares têm sido constantemente atingidas.

  • "O estreito de Ormuz abrirá naturalmente mal a guerra termine"

    Trunp também voltou a dizer, sobre a inflação, que os preços da energia cairão rapidamente quando a guerra terminar travando a inflação, o crescimento económico e levando ao aumento dos preços dos alimentos. E afirmou que o “o estreito de Ormuz abrirá naturalmente mal a guerra termine”

  • As críticas a Obama

    Trump voltou a repetir que dentro de duas/três semanas a guerra terá acabado e também voltou a acusar que Barack Obama de ter dado ao Irão 1,7 mil milhões de dólares em dinheiro, o montante do Irão que os EUA congelaram durante décadas. Criticou também o acordo nuclear da era Obama, do qual saiu em 2018, sem referir que Obama conseguiu retirar do país 97% do stock nuclear iraniano.

  • Trump diz que está "a fazer o que nenhum outro Presidente quis fazer"

    Donald Trump continua, dizendo que está “a fazer o que nenhum outro Presidente quis fazer”, insiste que “reduziu o Irão à Idade da Pedra”, e que se não cederem “irá atacar várias infraestruturas mas não o petróleo”, apesar “de esse ser o mais fácil”.

    O presidente norte-americano lembra que prometeu que o Irão nunca teria uma arma nuclear “desde o primeiro dia em que anunciou a sua candidatura presidencial em 2015” e fala também das críticas internas dos que consideram que esta guerra viola as suas promessas de campanha de evitar envolver o país em novos conflitos, mas que só assim consegue proteger a América de um dos grandes inimigos.

  • "Nunca na história da guerra um inimigo sofreu perdas em larga escala tão claras e devastadoras"

    Donald Trump começa o discurso ao país a dar os “parabéns à NASA pelo grande feito da missão Artemis”, “são grandes pessoas, Deus os abençoe”, mas rapidamente passa para o tema Irão. Diz que conseguiu “grandes vitórias”: desde “destruir toda a sua marinha e força aérea, que também já desapareceu”, também as “suas instalações de produção de mísseis”, e garantindo que já foram atingidos “11 mil alvos”. Em resumo, em modo Trump, “nunca na história da guerra um inimigo sofreu perdas em larga escala tão claras e devastadoras em poucas semanas”.

  • O que aconteceu até agora

    • O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que está a considerar seriamente retirar o país da NATO devido à falta de apoio dos aliados na guerra contra o Irão. Esta declaração surge após vários parceiros europeus terem recusado ajudar os EUA na reabertura do Estreito de Ormuz, uma via crucial para o comércio de petróleo. Trump classificou a NATO como um “tigre de papel” e criticou a falta de reciprocidade de apoio entre os aliados.
    • Face à crise no Médio Oriente, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou que o Reino Unido irá reunir 35 países, incluindo Portugal, para uma cimeira internacional sobre o Estreito de Ormuz. Esta reunião visa reforçar a segurança marítima na região e explorar vias diplomáticas para aliviar as tensões. Starmer garantiu que o Reino Unido não será arrastado para a guerra entre os EUA, Israel e o Irão, destacando a importância de medidas diplomáticas para restaurar a estabilidade e a liberdade de navegação no Golfo.
    • A guerra no Médio Oriente intensificou-se com novos ataques do Irão. Mísseis iranianos atingiram Israel, resultando em feridos, incluindo crianças em estado grave. Em retaliação, o exército israelita afirmou ter eliminado altos responsáveis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão e do Hezbollah, num esforço para enfraquecer a capacidade das milícias aliadas do Irão na região.
    • A estrutura de segurança no Médio Oriente está sob tensão contínua, com os Emirados Árabes Unidos a proibirem a entrada ou trânsito de iranianos no país. Em comunicado, foi explicado que só os iranianos com um visto dourado, uma autorização de residência de dez anos no país, é que ainda podem entrar no país. A comunidade internacional está a procurar formas de mitigar o conflito, com a China e o Paquistão a apelarem a um cessar-fogo e a diálogos de paz na região.

  • Europa está preparada para a saída dos EUA da NATO?

    Madalena Meyer Resende afirma que ameaças de Trump à NATO podem acelerar autonomia europeia na defesa. Acrescenta que guerra no Irão deverá prolongar-se enquanto não houver solução para Ormuz. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Europa está preparada para a saída dos EUA da NATO?

  • Irão lança novo ataque contra Israel. Defesa aérea israelita procura intercetar mísseis

    O Irão lançou um novo ataque aéreo contra o território de Israel, avança o exército israelita. Os sistemas de defesa aérea do país estão neste momento a trabalhar para intercetar o ataque com mísseis, acrescentam, segundo a Aljazeera.

  • Irão nega negociações com os EUA e considera "maximalistas e irracionais" condições norte-americanas para cessar-fogo

    O governo iraniano considerou como “maximalistas e irracionais” as exigências dos EUA para pôr fim à guerra no Médio Oriente e negou a existência de negociações com os norte-americanos para um cessar-fogo.

    “Foram recebidas mensagens através de intermediários, incluindo o Paquistão, mas não há negociações diretas com os Estados Unidos”, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baqaei, segundo o Le Monde.

    “Estamos preparados para qualquer tipo de ataque, incluindo um ataque terrestre”, acrescentou.

  • Trump explica que pedido de auxílio dos EUA à NATO era apenas um teste: "Queria ver o que fariam, não precisávamos deles"

    Antes da conferência de imprensa marcada para as 2h desta madrugada (hora de Lisboa), Donald Trump voltou a falar sobre a guerra no Irão, num almoço de Páscoa.

    O Presidente dos EUA disse que a ofensiva militar está “prestes a terminar”, mas prometeu dar “mais alguns golpes” ao Irão antes que tal aconteça.

    Para Trump, os norte-americanos tiveram “alguns aliados muito bons” durante esta ofensiva militar, mas tiveram outros da NATO que foram “muito maus”.

    Mas, afinal, tudo não passava de um teste, admitiu o Presidente dos EUA. “Para ser sincero, só pedi [o auxílio da NATO] porque queria ver o que eles fariam. Não precisávamos deles.”

  • Trump recebe Rutte na Casa Branca na próxima semana

    Donald Trump vai receber em Washinton D.C. o Secretário-geral da NATO, Mark Rutte, na próxima semana, avança o The Wall Street Journal.

  • Ataques de EUA e Israel contra cais no sul do Irão causam cinco mortos

    Uma ronda de ataques norte-americanos e israelitas atingiu esta noite dois cais no sul do Irão causando cinco feridos, de acordo com a Aljazeera.

    Segundo uma informação avançada inicialmente pelo vice-governador da província de Hormozgan, os ataques aéreos atingiram um cais de pesca na ilha de Qeshm e um outro cais comercial na localidade de Bandar Charak.

  • Irão: EUA atacaram 12.300 alvos militares desde início da guerra

    O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) informou esta quarta-feira que desde o início da Operação “Fúria Épica” contra o Irão atacou aproximadamente 12.300 alvos militares da República Islâmica.

    As Forças Armadas norte-americanas detalharam que os seus ataques aéreos visaram centros de comando e quartéis-generais da Guarda Revolucionária Islâmica, sistemas de defesa aérea, instalações de mísseis balísticos, fábricas de drones e bunkers de produção ou armazenamento de armas.

    Responsável pela região do Médio Oriente, o Centcom afirma ainda ter destruído mais de 155 embarcações militares desde 28 de fevereiro, quando começaram as operações na guerra travada ao lado de Israel contra a República Islâmica.

  • Milícia muçulmana no Iraque anuncia 41 ataques contra bases norte-americanas no Médio Oriente

    A milícia armada iraquiana conhecida como Resistência Islâmica anunciou hoje ter realizado 41 ataques com drones contra bases norte-americanas no Médio Oriente, segundo a Aljazeera.

  • Irão: Ex-ministro dos Negócios Estrangeiros gravemente ferido em ataque

    O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão Kamal Kharazi foi gravemente ferido esta quarta-feira em Teerão, num ataque quetambém matou a sua mulher, segundo meios de comunicação locais.

    De acordo com os jornais Shargh, Etemad e Ham Mihan, a casa de Kharazi em Teerão foi alvo de um ataque hoje pelos Estados Unidos e por Israel, que iniciaram a 28 de fevereiro uma operação militar contra o Irão.

    O ex-ministro ficou gravemente ferido e foi hospitalizado, segundo as mesmas fontes.

  • Trump levanta sanções a Delcy Rodríguez. Presidente da Venezuela celebra "passo no sentido da normalização" de relação com os EUA

    A administração norte-americana levantou as sanções à presidente interina da Venezuela, anunciou hoje o departamento do Tesouro, segundo a Reuters.

    Delcy Rodríguez considerou a decisão “um passo no sentido da normalização e do fortalecimento das relações” entre os dois países. “Estamos confiantes de que este avanço permitirá o levantamento das sanções em vigor contra o nosso país, o que nos permitirá construir e garantir uma agenda de cooperação binacional eficaz em benefício dos nossos povos”, escreveu no X.

  • Trump acredita que Rei Carlos teria adotado "posição diferente" à de Starmer sobre a guerra no Irão

    Donald Trump acredita que o Rei Carlos teria adotado uma “posição diferente” daquela que tem sido a de Keir Starmer em relação à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão.

    O Presidente dos EUA afirmou, em entrevista ao The Telegraph, que o monarca “não tem nada a ver” com a deterioração das relações entre os governos norte-americano e britânico.

    “Gosto dele. Sempre gostei dele enquanto príncipe. É um bom homem, um excelente representante do vosso país”, disse Trump antecipando a visita de Estado do Rei aos EUA no final do mês. “Para ser sincero, é um homem maravilhoso e corajoso. Passou por muito, em muitos aspetos.”

    “Penso que ele teria assumido uma posição muito diferente [sobre a guerra no Irão], mas não o faz. Quero dizer, é um grande cavalheiro.” No Reino Unido, o Rei detém o poder legal de declarar guerra, mas acaba por ser sempre uma formalização de uma decisão tomada pelo governo britânico.

  • 15 chefes da diplomacia europeus pedem a Israel para parar operações militares no Líbano. Rangel não assinou comunicado

    Os ministros dos Negócios Estrangeiro de 15 países europeus emitiram um comunicado em que pedem a Israel para pôr fim às operações militares no Líbano. Paulo Rangel não está entre os signatários.

    “Exortamos Israel a respeitar plenamente a soberania e a integridade territorial do Líbano e apelamos a todas as partes, tanto ao Hezbollah como a Israel, para que suspendam as ações militares”, lê-se no comunicado citado pela SkyNews.

    A mensagem foi subscrita pelos chefes de diplomacia da Bélgica, Croácia, Estónia, Espanha, Finlândia, Islândia, Itália, República da Irlanda, Letónia, Luxemburgo, Moldávia, Noruega, Polónia, San Marino e Suécia.

    Estes governantes europeus alertaram que 1,2 milhões de pessoas, cerca de um quarto da população libanesa, foram deslocadas no Líbano como resultado desta ofensiva.

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