Momentos-chave
- Depois de estátua de Jesus, militares israelitas destroem painéis solares de vila cristã no Líbano
- Paquistão "vai continuar com esforços honestos e sinceros" pela paz
- Irão enviou nova oferta para negociar paz após cancelamento de viagem, diz Trump
- Netanyahu pede às IDF para atingirem alvos do Hezbollah "com força"
- "Neste momento não sou necessário no Parlamento". Viktor Orbán renuncia ao lugar como deputado
- MNE iraniano: "Ainda não se viu se os EUA estão comprometidos com a diplomacia"
- "Demasiado tempo perdido em viagens". Trump explica viagem cancelada
- MNE iraniano deixa Paquistão sem esperar por enviados dos Estados Unidos
- Donald Trump cancela viagem de enviados especiais ao Paquistão
- UE exige que Rússia “cesse imediatamente” ataques contra instalações nucleares
- Número de mortos no Líbano sobe para 2.496
- Paquistão e Irão tiveram "troca de visões calorosa e cordial"
- MNE iraniano já terá partido do Paquistão
- Ato de votar é já uma vitória, diz Presidente palestiniano
- Pequim exige que UE a retire entidades chinesas do novo pacote de sanções à Rússia
- Zelensky propõe negociações com Rússia no Azerbaijão
- EUA à procura de minas explosivas em tentativa de abrir estreito de Ormuz
- PR francês afasta escassez de combustíveis mas reconhece impacto da guerra nos preços
- Alemanha vai enviar navios para o Mediterrâneo para se juntarem a eventual missão internacional em Ormuz
- Israel denuncia dois disparados a partir do Líbano
- MNE iraniano esteve reunido com primeiro-ministro paquistanês
- Drone ucraniano atinge edifício em cidade russa
- Quatro pessoas morrem em ataque israelita no Líbano
- Chefe da diplomacia iraniana entrega a Islamabad respostas aos EUA
- Quase 240 detidos no Irão por tentarem preparar ação militar dos EUA e Israel
- Pezeshkian pede que iranianos reduzam consumo de eletricidade
- Roménia denuncia queda de drone russo no seu território
- Ucrânia e Rússia trocaram 193 prisioneiros de guerra
- Quatro mortos e 21 feridos em ataque de 10 horas a Dnipro
- Depois de passagem pela Arábia Saudita, Zelensky já está no Azerbaijão
- Forças israelitas atingem infraestruturas do Hezbollah no Líbano
- Irão executa homem acusado de espiar para Israel
- Aeroporto de Teerão retoma hoje voos internacionais
- Turquia admite participar em operações para retirar minas do Estreito de Ormuz no pós-guerra
- Palestinianos votam nas primeiras eleições desde a guerra em Gaza
- Sistema que regula armas nucleares enfrenta crise mais grave em décadas, alerta ONU
- Enviados dos EUA viajam hoje para o Paquistão. MNE iraniano já está em Islamabad
Histórico de atualizações
-
O que aconteceu até agora?
- O presidente dos Estados Unidos cancelou a viagem dos enviados especiais Jared Kushner e Steve Witkoff ao Paquistão. Donald Trump criticou a liderança iraniana pela falta de coordenação e considerou que não valia a pena a delegação dos EUA fazer uma viagem longa quando tem mais poder de decisão sobre o conflito. Apesar do cancelamento, o Irão enviou uma nova proposta de negociação, que Trump considerou “muito melhor” do que a anterior, mas ainda insuficiente.
- A situação entre Israel e o Hezbollah continua a ser tensa, com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a ordenar às Forças de Defesa de Israel (IDF) que visem alvos do Hezbollah. Apesar do cessar-fogo, têm ocorrido ataques de ambas as partes, que já resultaram na morte de 15 membros do Hezbollah, segundo as IDF — o número de mortos no Líbano subiu para 2.496.
- O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, visitou o Paquistão e destacou a importância dos esforços paquistaneses nas negociações de paz. Araghchi reuniu-se com altos funcionários paquistaneses, mas partiu para Omã e Rússia sem esperar pelos enviados norte-americanos. Também apontou algumas incertezas sobre o compromisso dos EUA com a diplomacia.
- A Comissão Europeia exigiu que a Rússia cesse imediatamente os ataques contra instalações nucleares na Ucrânia, destacando a ameaça que representam para a segurança e a infraestrutura energética do país. Os ataques russos foram particularmente condenados no contexto do 40.º aniversário do desastre nuclear de Chernobyl, com Bruxelas sublinhando os investimentos significativos feitos para mitigar o impacto do passado incidente.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
-
Arquivamos aqui este liveblog, obrigado por ter acompanhado a atualização das informações, que vai continuar neste página.
Líderes do Irão e Paquistão falam após cancelamento de diálogo com EUA
-
Depois de estátua de Jesus, militares israelitas destroem painéis solares de vila cristã no Líbano
As imagens captadas na sexta-feira pelo sistema de videovigilância são claras. Uma escavadora aproxima-se de uma instalação com vários painéis fotovoltaicos e começa a destruí-los.
Já com aquela instalação danificada, dirigiu-se para outra igual, que também esmagou com a pá da viatura. Ao mesmo tempo, e antes desta escavadora sair em direção de mais painéis, outra escavadora surge a achatar uma carrinha de caixa aberta.
الجيش الاسرائيلي واصل عمليات الهدم والتخريب في بلدة دبل الحدودية حيث اقدم على جرف الواح الطاقات الشمسية التي تغذي البلدة بالكهرباء ومحطة المياه اضافة إلى بعض المنازل والطرقات وأشجار الزيتون pic.twitter.com/Etu9asXQGz
— LBCI Lebanon News (@LBCI_NEWS) April 25, 2026
Não é percetível no vídeo, mas a conduzir as duas escavadoras estariam soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), segundo avançou a imprensa do Líbano. A sequência passa-se na vila cristã de Debel, no sul do Líbano, a mesma localidade onde, há poucos dias, oito soldados estiveram envolvidos na destruição de uma estátua de Jesus Cristo crucificado.
As IDF anunciaram que abriram uma investigação para perceber o que aconteceu na destruição dos painéis solares. “As ações vistas neste vídeo não se alinham com os valores das IDF nem com a conduta esperada dos soldados”, respondeu fonte militar ao Times of Israel. Além destas instalações fotovoltaicas, a imprensa local relata a destruição de infraestruturas de distribuição de água, casas, estradas e oliveiras.
O caso da destruição da estátua de Cristo resultou em castigos para os oito militares envolvidos. O militar que destruiu a estátua e o colega que filmou o ato receberam “30 dias de detenção militar” e foram “afastados do serviço de combate”. Os outros seis soldados, que estavam no local e “não agiram para impedir o incidente ou relatá-lo”, serão punidos separadamente após a convocação para “discussões de esclarecimento”.
-
Paquistão "vai continuar com esforços honestos e sinceros" pela paz
O primeiro-ministro do Paquistão falou ao telefone com o Presidente iraniano, este sábado, e assegurou-lhe que “vai continuar com os esforços honestos e sinceros para promover a paz e a segurança na região”, disse o gabinete do chefe de governo, avançou a CNN.
Através de uma publicação no X, Shehbaz Sharif expressou o seu agradecimento ao Irão pela presença de uma delegação liderada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros para discutir a paz na região.
Had a warm and constructive telephone exchange this evening with my brother, President Masoud Pezeshkian, on the evolving regional situation.
I appreciated Iran’s continued engagement, including the high-level delegation to Islamabad led by Foreign Minister Abbas Araghchi, whom…
— Shehbaz Sharif (@CMShehbaz) April 25, 2026
-
Irão enviou nova oferta para negociar paz após cancelamento de viagem, diz Trump
O Irão enviou uma oferta “muito melhor” a Trump com vista às negociações de paz pouco depois de o presidente dos EUA ter cancelado a viagem de Jared Kushner e de Steve Witkoff, os seus enviados especiais, ao Paquistão.
A revelação foi feita por Donald Trump aos jornalistas na Flórida, antes de embarcar rumo à Casa Branca. Questionado sobre o que tinha mudado e levado ao cancelamento da viagem dos enviados, o presidente norte-americano respondeu: “Nada.”
“Eles deram-nos um papel que deveria ter sido melhor. E de maneira interessante, logo quando cancelei [a viagem], em dez minutos recebemos um papel novo que era muito melhor”, afirmou Donald Trump, que não deu mais detalhes. O Irão “propôs muito mas não o suficiente”.
-
Netanyahu pede às IDF para atingirem alvos do Hezbollah "com força"
O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu instruiu as Forças de Defesa de Israel para atingirem alvos ligados ao Hezbollah, depois de terem sido lançados rockets e drones contra o norte de Israel.
Apesar do cessar-fogo que vigorava entre os dois países, este sábado tem havido ataques a atingir tanto Israel como o Líbano. As IDF indicaram ter abatido 15 pessoas que identificou como membros do Hezbollah, porque “eram uma ameaça aos soldados das IDF a operar no sul do Líbano”.
-
"Neste momento não sou necessário no Parlamento". Viktor Orbán renuncia ao lugar como deputado
Depois de ter falhado a reeleição, Viktor Orbán anunciou este sábado que também não vai continuar a ocupar o cargo de deputado (para o qual foi eleito) no Parlamento da Hungria.
“O mandato que eu consegui como líder da lista dos candidatos do Fidesz é, na verdade, um mandato parlamentar do Fidesz. Por isso, eu decidi devolvê-lo [ao partido. Neste momento, eu não sou necessário no parlamento”, disse o antigo primeiro-ministro num vídeo publicado no X depois do encontro do comité executivo do partido. Orbán mostra-se disponível para continuar a liderar o Fidesz, mas remete qualquer decisão para a intenção dos militantes que se reunirão num congresso em junho.
No vídeo partilhado nas redes sociais, Orbán destaca as discussões internas para levar a cabo a “renovação” do partido e “fortalecer” o grupo parlamentar — que será alvo de uma “reestruturação”, com a nova composição, liderada por Gulyás Gergely, a ser anunciada na segunda-feira.
O antigo primeiro-ministro promete focar-se, a partir de agora, na “reorganização” do Fidesz. “Liderei a nossa comunidade por quase quatro décadas, durante as quais vivemos sucessos e falhanços, vitórias e derrotas eleitorais”.
Keep calm and continue. We will renew and protect our patriotic community. ???????? pic.twitter.com/swrswGKlAR
— Orbán Viktor (@PM_ViktorOrban) April 25, 2026
-
MNE iraniano: "Ainda não se viu se os EUA estão comprometidos com a diplomacia"
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão saiu do Paquistão sem esperar pela chegada dos enviados da Casa Branca para as negociações de paz. Apesar de Donald Trump ter cancelado a ida de Steve Witkoff e Jared Kushner a Islamabad, o governante iraniano considerou a viagem muito produtiva.
“Visita muito frutífera ao Paquistão, cujas boas influências e esforços fraternos para trazer a paz de volta à região são muito valiosos”, escreveu Abbas Araghchi no X.
“Partilhamos a posição do Irão sobre um enquadramento realista para terminar aguerra permamente contra o Irão. Ainda não se viu se os EUA estão realmente comprometidos com a diplomacia”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão deixou hoje Islamabad, no Paquistão, após um longo dia de reuniões com altos funcionários militares e civis paquistaneses, sem esperar pela chegada dos enviados do Governo norte-americano para retomar negociações de paz.
Very fruitful visit to Pakistan, whose good offices and brotherly efforts to bring back peace to our region we very much value.
Shared Iran's position concerning workable framework to permanently end the war on Iran. Have yet to see if the U.S. is truly serious about diplomacy.
— Seyed Abbas Araghchi (@araghchi) April 25, 2026
-
"Demasiado tempo perdido em viagens". Trump explica viagem cancelada
Depois de ter anunciado à Fox News que tinha cancelado a viagem dos enviados especiais dos EUA ao Paquistão (para discutir a paz no Irão), Donald Trump utilizou a Truth Social para denunciar o “demasiado tempo perdido em viagens” e apontou a falta de coordenação da liderança iraniana.
“Acabei de cancelar a viagem dos meus representantes a Islamabad, no Paquistão, para a reunião com os iranianos. É demasiado tempo perdido em viagens, demasiado trabalho”, escreveu na sua rede social.
Acrescentou que há uma “tremenda luta interna” e “muita confusão” na liderança iraniana. “Ninguém sabe quem manda, incluindo eles. Além disso, temos todas as cartas na mão, eles não têm nenhuma. Se eles quiserem falar, tudo o que têm de fazer é ligar”.
-
MNE iraniano deixa Paquistão sem esperar por enviados dos Estados Unidos
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão deixou hoje Islamabad, no Paquistão, após um longo dia de reuniões com altos funcionários militares e civis paquistaneses, sem esperar pela chegada dos enviados do Governo norte-americano para retomar negociações de paz.
O governante iraniano Abbas Araghchi reuniu-se com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, com o chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, e com outros altos funcionários, segundo indicaram responsáveis paquistaneses, em declarações à agência de notícias Associated Press, sob a condição de anonimato por não estarem autorizados a falar com a imprensa.
Os mesmos responsáveis paquistaneses adiantaram que o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão deixou Islamabad hoje à noite (no Paquistão são mais quatro horas do que em Lisboa), sem esperar pelos enviados dos Estados Unidos, que tinham previsto, inicialmente, partir na manhã deste sábado para a capital paquistanesa.
A visita de Araghchi ao Paquistão aconteceu no meio das tensões regionais e dos esforços de Islamabad para facilitar uma segunda ronda de negociações entre os Estados Unidos e o Irão.
Segundo fontes diplomáticas paquistanesas que falaram à agência de notícias EFE, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, que tinha indicado desde o início que a sua viagem não incluía reuniões com representantes dos Estados Unidos, deixou o Paquistão com a sua delegação rumo a Omã, a próxima paragem na sua viagem, que o levará também à Rússia.
-
Donald Trump cancela viagem de enviados especiais ao Paquistão
O Presidente dos EUA cancelou a viagem ao Paquistão dos enviados especiais Jared Kushner e Steve Witkoff para as discussões de paz com o Irão, avança a Fox News.
Donald Trump disse que não vale a pena a delegação dos EUA fazer uma viagem de 18 horas até ao Paquistão quando os norte-americanos têm todos os instrumentos em mãos para decidir sobre o conflito.
“Enquanto a minha equipa se preparava para sair eu disse-lhes: ‘Não, não vão fazer uma viagem de 18 horas para ir lá. Temos tudo nas nossas mãos. Eles [o Irão] podem ligar-nos quando quiserem, mas não vão fazer a viagem de 18 horas para ficarem sentados a falar sobre nada”, disse à Fox News.
-
UE exige que Rússia “cesse imediatamente” ataques contra instalações nucleares
A Comissão Europeia exigiu hoje que a Rússia “cesse imediatamente” os ataques contra instalações nucleares na Ucrânia, quando se assinalam 40 anos do desastre nuclear de Chernobyl.
“Neste trágico aniversário, exigimos que a Rússia cesse imediatamente todos os ataques contra instalações nucleares na Ucrânia […]. A Rússia será responsabilizada por colocar em risco a segurança pública e deverá compensar os danos causados e devolver o controlo total da central nuclear de Zaporizhzhia à Ucrânia”, defendeu, em comunicado.
Bruxelas sublinhou que os ataques sistemáticos de Moscovo à infraestrutura energética da Ucrânia ameaçam o fornecimento estável de eletricidade, necessário para a operação segura das instalações nucleares.
O executivo comunitário denunciou também os “ataques implacáveis de Moscovo” contra a estrutura construída para abrigar os destroços do reator que explodiu em 1986, em Chernobyl.
Ucrânia acusa Rússia de lançar mísseis hipersónicos e drones que passam próximos de Chernobyl
Para a Comissão Europeia, estes ataques minam décadas de esforços internacionais e investimentos de 2.100 milhões de euros para mitigar o impacto do desastre.
-
Número de mortos no Líbano sobe para 2.496
O Ministério da Saúde do Líbano divulgou um novo balanço das vítimas do conflito. Segundo as autoridades libanesas, citadas pela Al Jazeera, morreram 2.496 pessoas e 7.725 ficaram feridas desde 2 de março.
-
Paquistão e Irão tiveram "troca de visões calorosa e cordial"
O primeiro-ministro paquistanês descreveu o encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano como uma “troca de visões calorosa e cordial sobre a atual situação regional”.
Was pleased to meet H.E. Seyed Abbas Araghchi, Foreign Minister of Iran, and his delegation in Islamabad today. Had a most warm, cordial exchange of views on the current regional situation. We also discussed matters of mutual interest, including the further strengthening of… pic.twitter.com/ZGLQNuGOK6
— Shehbaz Sharif (@CMShehbaz) April 25, 2026
-
MNE iraniano já terá partido do Paquistão
Abbas Araghchi, ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, já partiu de Islamabad, disse uma fonte iraniana à CNN. O governante esteve hoje reunido com o primeiro-ministro e com chefe do exército paquistanês.
-
Ato de votar é já uma vitória, diz Presidente palestiniano
O Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, votou hoje nas eleições municipais com uma mensagem de vitória pela simples realização do sufrágio, apesar das dificuldades locais e internacionais.
“Estamos muito contentes por podermos praticar a democracia apesar de todas as dificuldades que enfrentamos a nível local e internacional”, disse Abbas após depositar o boletim de voto na cidade de Al-Bireh, na Cisjordânia.
“Estamos muito interessados em garantir que as eleições se realizem conforme previsto”, afirmou, segundo declarações divulgadas pela agência oficial de notícias palestiniana Wafa, citada pela agência espanhola Europa Press (EP).
-
Pequim exige que UE a retire entidades chinesas do novo pacote de sanções à Rússia
O Ministério do Comércio da China criticou hoje a União Europeia por ter incluído entidades chinesas na sua nova ronda de sanções contra a Rússia.
Num comunicado citado pela Reuters, o ministério diz que as medidas da UE são “contrárias ao espírito de consenso alcançado entre os líderes chineses e da UE”.
-
Zelensky propõe negociações com Rússia no Azerbaijão
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de visita ao Azerbaijão, propôs hoje a realização da próxima ronda de negociações com a Rússia neste país do Cáucaso, e anunciou a cooperação entre Kiev e Baku nas áreas de segurança e energia.
“Informámos o Presidente do Azerbaijão que estamos prontos para negociações trilaterais (no seu país)”, disse Zelensky, após um encontro com o líder azeri, Ilham Aliyev, na cidade de Gabala, no âmbito da sua primeira visita ao Azerbaijão desde o início da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022.
O Presidente ucraniano acrescentou que, “anteriormente, negociações deste tipo tiveram lugar na Turquia”, um aliado do Azerbaijão, e, “posteriormente, com a participação de parceiros americanos, foram realizadas negociações na Suíça”.
“Se a Rússia estiver aberta à diplomacia, naturalmente, estamos preparados para realizar tais negociações no Azerbaijão num futuro próximo”, afirmou Zelensky.
-
EUA à procura de minas explosivas em tentativa de abrir estreito de Ormuz
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a marinha dos EUA está a remover minas iranianas do estreito de Ormuz, uma rota marítima vital para o transporte de petróleo, cuja interrupção representa uma ameaça crescente para a economia global.
A procura por explosivos subaquáticos pode levar meses, apesar do frágil cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão na guerra que já dura há várias semanas, indicaram especialistas à AP.
Quaisquer alegações futuras de que os EUA limparam a hidrovia por onde normalmente passa 20% do petróleo mundial podem não convencer os navios cargueiros comerciais e as suas seguradoras de que ela está finalmente segura.
“Nem tem de ter colocado minas — basta fazer as pessoas acreditarem que as colocou”, disse Emma Salisbury, investigadora do Programa de Segurança Nacional do Instituto de Investigação de Política Externa.
-
PR francês afasta escassez de combustíveis mas reconhece impacto da guerra nos preços
O Presidente francês, Emmanuel Macron, afastou hoje, em Atenas, um cenário de escassez de combustíveis devido à guerra no Médio Oriente, mas reconheceu o impacto que está a ser sentido nos preços.
“Penso que posso dizer que, por enquanto, a situação está controlada”, afirmou Macron, numa conferência de imprensa, em Atenas, onde também esteve presente o primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis.