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    Covid-19. Autoridades francesas investigam certificados falsos de vacinação

  • Moderna aplaude decisão norte-americana de dar terceira dose a quem tem sistema imunitário fragilizado

    A farmacêutica norte-americana Moderna saudou esta sexta-feira a decisão das autoridades de saúde dos Estados Unidos de autorizarem uma terceira dose das vacinas da Pfizer e da Moderna para pessoas que têm o sistema imunitário fragilizado.

    “Agradecemos ao comité de aconselhamento de práticas de imunização do Centro de Controlo de Doenças dos EUA o seu voto unânime de apoio a uma terceira dose da nossa vacina de mRNA contra a Covid-19 para as pessoas que são imunodeprimidas”, disse a farmacêutica num comunicado publicado nas redes sociais.

    “Reconhecemos a necessidade de proteger aqueles que estão em maior risco de sofrer uma forma grave da Covid-19 e permanecemos comprometidos em ajudar a acabar com a pandemia de Covid-19 com a nossa vacina de mRNA”, acrescenta a nota.

    EUA autoriza terceira dose de vacinas a imunodeprimidos

    Entre as pessoas que poderão receber uma terceira dose encontram-se aqueles que tenham, por exemplo, recebido transplantes de órgãos e quem for diagnosticado com “condições que são considerados como tendo um nível equivalente”

  • Israel administra terceira dose da vacina a pessoas com 50 ou mais anos

    Para combater uma nova onda de contágios, Israel vai começar a administrar a terceira dose da vacina a pessoas com 50 anos ou mais.

    Israel administra terceira dose da vacina a pessoas com 50 ou mais anos

  • Brasil regista 966 mortes e mais de 33 mil casos em 24 horas

    O Brasil registou 966 mortes e 33.933 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde do país.

    No total, o mais populoso país sul-americano já contabilizou 567.862 mortes e 20.319.000 casos positivos de coronavírus.

    O Brasil é a segunda nação em número de mortes na pandemia, atrás dos Estados Unidos, e a terceira em número de infeções, depois dos Estados Unidos e da Índia.

    O estado de São Paulo mantém a liderança absoluta em número de mortes e casos no Brasil, com um total de 142.199 óbitos e 4.156.563 notificações de casos da doença.

    Em relação às mortes, no segundo lugar surge o Rio de Janeiro (60.549), seguido por Minas Gerais (51.744), Paraná (36.313) e Rio Grande do Sul (33.724).

    Já em números totais de casos, o segundo lugar é ocupado por Minas Gerais (2.015.707), seguido pelo Paraná (1.411.849), Rio Grande do Sul (1.388.588) e Bahia (1.207.796).

  • PSP e GNR registaram 1.003 contraordenações em julho no âmbito da situação de calamidade

    Foram mais de mil as contraordenações registadas pela GNR e PSP durante o mês de julho, sendo a maioria relacionada com com uso de máscara, limitações de circulação, consumo e venda de álcool.

    PSP e GNR registaram 1.003 contraordenações em julho no âmbito da situação de calamidade

  • Governo dos Açores "inclinado" para vacinar jovens entre os 12 e os 15 anos

    O Governo dos Açores está “inclinado” para vacinar crianças contra a Covid-19 entre 12 e 15 anos, no entanto a decisão deve ser tomada na próxima semana.

    Governo dos Açores “inclinado” para vacinar jovens entre os 12 e os 15 anos

  • Madeira regista 45 novos casos e um total de 291 infeções ativas

    A Madeira registou hoje 45 novos casos de Covid-19 e 14 recuperações, indicou a Direção Regional de Saúde, referindo que o número de infeções ativas no arquipélago é agora de 291, com nove doentes hospitalizados.

    Entre os positivos sinalizados nas últimas 24 horas, 34 são de transmissão local e 11 foram importados (cinco do Reino Unido, três de Lisboa e Vale do Tejo, dois da Região Sul e um do Açores), elevando para 10.649 os casos confirmados infeção por SARS-CoV-2 desde o início da pandemia.

    A Madeira contabiliza, até à data, um total de 75 óbitos associados à doença.

  • Cabo Verde regista mais 51 novos infetados

    Cabo Verde registou 51 novos infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando para um total de 34.286 casos positivos acumulados desde o início da pandemia, divulgou hoje o Ministério da Saúde.

    Do total de 1.769 resultados recebidos pelos laboratórios de virologia, o ministério informou que há mais 51 casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, dando uma taxa de positividade de 2,9%.

    Na Praia, há mais 18 casos, enquanto ainda em Santiago há mais infetados em Santa Catarina, São Miguel e São Lourenço dos Órgãos com dois cada e Santa Cruz (um).

    São Vicente com cinco casos, Maio com dois, Sal registou três, São Filipe no Fogo, com oito, Tarrafal de São Nicolau somou mais um infetado, Porto Novo com dois e Ribeira Grande como cinco.

    Cabo Verde registou o 19.º dia consecutivo sem registo de qualquer morte associada à Covid-19 e deu alta a mais 24 pessoas, tendo agora 33.426 casos recuperados da doença.

    Com os novos dados, o país aumentou para 34.286 casos positivos acumulados desde o início da pandemia, dos quais 298 óbitos e há a contabilizar 541 casos ativos.

  • Angola anuncia 154 novos casos e 12 óbitos nas últimas 24 horas

    Angola registou 154 novos casos de Covid-19, 12 óbitos e 311 recuperações da doença, anunciou hoje o secretário de Estado para a Saúde pública.

    Franco Mufinda referiu que os casos positivos foram reportados nas províncias de Luanda (65), Lunda Sul (19), Benguela (12), Lunda Norte (12), Moxico (12), Cuando Cubango (11), Bié (11), Cabinda (quatro), Huambo (três), Cunene (dois), Cuanza Sul, Malanje e Uíje (um cada), com idades entre 1 mês e 90 anos, sendo 90 do sexo masculino e 64 do sexo feminino.

    No que se refere aos óbitos, dos quais sete homens e cinco mulheres, entre os 30 e 78 anos, foram notificadas três em Luanda, dois em Benguela e igual número na Huíla e Lunda Sul, um no Bié e no Cunene e Uíje.

    Conseguimos recuperar 311 pessoas [da doença], sendo que as idades variam entre 23 dias e 97 anos, sendo 88 em Luanda, 76 na Lunda Norte, 49 no Moxico, 33 no Cunene, 22 em Benguela, 14 no Huambo, 13 na Lunda Sul, oito no Zaire, três na Huíla, três no Uíje, um em Malanje e um no Namibe”, indicou Franco Mufinda.

    Angola totaliza 44.328 casos positivos, 1.082 óbitos, com uma taxa de letalidade de 2,4%, 41.335 considerados recuperados, com uma taxa de recuperação de 93,2%, e 1.911 casos ativos, dos quais 12 em estado crítico, 27 graves, 71 moderados, 27 leves e 1.774 assintomáticos.

    Estão em internamento 121 doentes, 221 pessoas em quarentena institucional e 694 contactos de casos infetados sob vigilância epidemiológica.

  • Pressão nas UCI em Espanha continua a cair após pico de segunda-feira

    Depois de, segunda-feira, ter atingido o pico (21,9%), a pressão nas unidades de cuidados intensivos (UCI) por causa da Covid-19 em Espanha continua a baixar, caindo para 20,7%.

    Pressão nas UCI em Espanha continua a cair após pico de segunda-feira

  • Em Portugal, 4% dos testes à Covid-19 dão positivo

    É um número mesmo em cima do limiar crítico. De acordo com o relatório das linhas vermelhas divulgado pela DGS e pelo INSA, a proporção de testes positivos foi de 4% na última semana “e encontra-se no limiar definido de 4,0%“.

    Na semana passada, este valor estava nos 3,9%.

    Ainda assim, o relatório nota que na última semana se observou um decréscimo no número de testes realizados, o que contribuirá para o aumento da percentagem de positivos.

  • Autoridades de saúde em Portugal conseguem isolar 94% dos infetados nas primeiras 24 horas

    As autoridades de saúde portuguesas estão a conseguir isolar 94% dos infetados nas primeiras 24 horas após a notificação dos casos, diz o relatório das linhas vermelhas divulgado esta sexta-feira pela DGS e pelo INSA.

    “Nos últimos 7 dias, pelo menos 94% dos casos de infeção por SARS-CoV-2 / Covid-19 foram isolados em menos de 24 horas após a notificação”, explica o documento. “No mesmo período, foram rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos em 78% dos casos.

    Por outro lado, a percentagem de casos notificados com atraso está atualmente nos 4,4%, o que, embora represente um número superior ao da semana passada (3,6%), fica bem abaixo do limiar de 10% definido como crítico para o controlo da pandemia.

  • Variante Delta representa 98,9% dos casos positivos em Portugal — e o R(t) está nos 0,95

    No relatório das linhas vermelhas, a DGS e o INSA confirmam que a variante Delta do coronavírus, que se propaga mais facilmente, resiste mais às vacinas e obrigou a reforçar os esforços de combate à pandemia, representa 98,9% dos casos positivos detetados em Portugal entre 26 de julho e 1 de agosto — os dados mais recentes que estão disponíveis.

    Já o R(t), o índice de transmissibilidade do vírus (na prática, o número médio de pessoas que cada infetado contagia), encontra-se atualmente nos 0,95, com valores abaixo de 1 na maioria das regiões do continente, o que significa que a pandemia tem uma tendência decrescente. Só o Alentejo é exceção. Ali, o R(t) é atualmente de 1,01, o “que corresponde a uma tendência de incidência aproximadamente constante nesta região“, diz o relatório.

  • Vários indicadores deixam DGS e INSA otimistas sobre pandemia em Portugal: "Pressão sobre os cuidados de saúde tem tendência decrescente"

    Apesar da tendência crescente na mortalidade, o relatório das linhas vermelhas divulgado pela DGS e pelo INSA inclui um conjunto de indicadores com tendência decrescente, que pintam um cenário mais positivo da pandemia em Portugal.

    Um dos mais evidentes é a taxa de ocupação das camas em Unidades de Cuidados Intensivos.

    De acordo com o relatório, “o número de casos de Covid-19 internados em UCI no continente revelou uma tendência estável a decrescente, correspondendo a 66% (na semana anterior foi de 77%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas”.

    Ao mesmo tempo, a prevalência da infeção entre a população mais velha parece estar a diminuir.

    “No grupo etário de 65 ou mais anos, o número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2/Covid-19, por 100 mil habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 126 casos, com tendência estável a decrescente a nível nacional”, diz o relatório.

    O número de casos global também apresenta uma tendência decrescente. Nos últimos 14 dias, houve um valor acumulado de 317 casos por 100 mil habitantes, “com tendência decrescente a nível nacional“. A generalidade do território português está abaixo do limiar de 480 casos em 14 dias por 100 mil habitantes — à exceção do Algarve, onde este valor está nos 719.

    Estes indicadores levam o INSA e a DGS a concluir que a atividade epidémica da Covid-19 tem “elevada intensidade“, mas, ao mesmo tempo, em uma “tendência decrescente a nível nacional, mas estável nas regiões Centro e Alentejo”.

    A pressão sobre os cuidados de saúde tem tendência decrescente. A mortalidade por Covid-19 manter-se-á provavelmente elevada, mas o ritmo de crescimento está a abrandar”, diz o relatório.

  • Mortalidade por Covid-19 em Portugal continua a aumentar e já é quase o dobro do limite estipulado a nível europeu

    A mortalidade associada à Covid-19 em Portugal continua a aumentar e está neste momento bem acima do limiar definido pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC na sigla inglesa), de acordo com um relatório produzido pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e pela Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre as chamadas “linhas vermelhas” da pandemia e divulgado esta sexta-feira.

    Segundo o relatório, a “mortalidade específica por Covid-19” encontra-se neste momento nos 18,6 óbitos por milhão de habitantes nos últimos 14 dias. Trata-se de um valor superior ao registado na semana passada (16,4 óbitos por milhão de habitantes) e é quase o dobro do valor estipulado pelo ECDC para considerar a pandemia sob controlo — 10 óbitos por milhão.

    Além de estar acima do limite definido pelas autoridades europeias, a mortalidade associada à Covid-19 “tem tendência crescente“, assume o relatório do INSA e da DGS.

  • Alemanha retira Portugal de lista de países de alto risco, mas mantém Lisboa e Algarve

    A Alemanha retirou Portugal da lista de países de alto risco de contaminação com Covid-19, à exceção de Lisboa e do Algarve, o que significa que o tempo de quarentena passa a ser cinco dias.

    Alemanha retira Portugal de lista de países de alto risco, mas mantém Lisboa e Algarve

  • Governo clarifica que teletrabalho é incompatível com atendimento ao público

    O Governo clarifica que teletrabalho não é compatível com a prestação de serviços de atendimento ao público de forma a “a dissipar quaisquer eventuais equívocos”.

    Governo clarifica que teletrabalho é incompatível com atendimento ao público

  • Mais dois casos em São Tomé e Príncipe nas últimas 24 horas

    São Tomé e Príncipe registou mais dois casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 2.482 os infetados no país, dos quais 2.383 recuperaram da doença, foi hoje anunciado.

    De acordo com o boletim diário da pandemia em São Tomé e Príncipe, os dois casos registaram-se na ilha de São Tomé.

    Também nas últimas 24 horas foram considerados recuperados mais quatro doentes, também na ilha de São Tomé.

    Mantêm-se 62 pessoas com a infeção ativa e por isso sob vigilância, permanecendo em 37 o número total de mortes no país devido ao novo coronavírus.

  • Itália regista 7.409 novos casos e 45 mortes nas últimas 24 horas

    A Itália contabilizou 7.409 novos casos de Covid e 45 mortes nas últimas 24 horas, um aumento em relação aos números de quinta-feira e o número de internados em hospitais continua a aumentar, segundo dados oficiais esta sexta-feira divulgados.

    Segundo o Ministério da Saúde italiano, os números da pandemia de Covid-19 aumentaram nas últimas 24 horas em comparação com as 7.270 novas infeções e 30 mortes o dia anterior.

    No total, 4.427.827 pessoas foram infetadas em Itália desde o primeiro caso local declarado, em fevereiro de 2020, e 128.379 pacientes morreram.

    Por outro lado, a pressão nos hospitais continua a aumentar, já que dos 124.350 casos ativos atualmente no país, a grande maioria está em casa com quase nenhum sintoma ou assintomática, enquanto 3.402 estão internados, 75 a mais que quinta-feira, e 352 pacientes em unidades de cuidados intensivos, mais 17 que no dia anterior.

    Em relação à campanha de vacinação, 35.388.674 residentes na Itália receberam as duas doses da vacina, o que representa 65,52% do total da população com mais de 12 anos.

  • Mais 19 óbitos e 847 novos casos em Moçambique

    Moçambique registou 19 óbitos devido ao novo coronavírus e 847 casos nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

    Os óbitos foram declarados entre sábado e esta sexta-feira. Todas as vítimas, com idades entre 37 e 84 anos, são de nacionalidade moçambicana, referiu o ministério em nota de atualização de dados sobre a doença.

    Moçambique sobe o total acumulado de mortes pelo novo coronavírus para 1.690 e o de casos para 137.413, dos quais 85% recuperados da doença e 318 internados.

    O país tem ainda 18.774 casos ativos, do total de 798.908 casos suspeitos testados, dos quais 4.398 nas últimas 24 horas.

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