Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Fica por aqui o liveblog do Observador sobre os maiores focos de conflito internacional, incluindo o Médio Oriente e a Ucrânia. Pode continuar a acompanhar a atualidade internacional neste novo artigo em direto.

    Ali Khamenei já foi enterrado. Imprensa iraniana dá conta de 43 milhões de pessoas nos seis dias de funeral

  • O que se passou até agora

    • Israel partilhou informações com os Estados Unidos sobre um novo plano do Irão para matar Donald Trump. O alegado plano de assassinato do Presidente norte-americano seria uma retaliação pela morte de Qassem Soleimani, major-general da Guarda Revolucionária Iraniana, em 2020, ordenada por Trump.
    • A tensão no Estreito de Ormuz intensificou-se, com o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) a afirmar que o Irão não controla as rotas de navegação, ao mesmo tempo que a Guarda Revolucionária Iraniana alerta que os ataques dos EUA estão a prejudicar a reabertura da via navegável estratégica. Este conflito está a afetar significativamente o tráfego marítimo na região, com uma redução drástica no movimento de embarcações.
    • O funeral do antigo líder supremo iraniano, Ali Khamenei, que a comunicação social iraniana descreve como “o maior da história mundial”, culminou em Mashhad, com milhares de pessoas a participar nas cerimónias marcadas por cânticos de ordem contra os Estados Unidos. A mobilização massiva demonstra a importância simbólica e política de Khamenei no Irão.
    • No contexto geopolítico mais amplo, Moscovo está a rejeitar apelos para negociar a paz com a Ucrânia, com fontes próximas do Kremlin a indicarem que Vladimir Putin pretende intensificar o conflito após ataques ucranianos a infraestruturas russas. Esta escalada ocorre enquanto a NATO continua a fornecer armamento à Ucrânia, um ponto que a Rússia critica veementemente.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Ataque russo a Kharkiv faz um morto e um ferido

    O exército russo lançou um ataque com drone contra a cidade de Valky, em Kharkiv, provocando um morto e um ferido. A informação é avançada por Oleg Sinegubov, chefe da Administração Regional de Kharkiv, no Telegram.

    Uma mulher de 50 anos morreu, enquanto uma pessoa ficou ferida e outras duas “sofreram reações agudas de stress“.

    O ataque provocou o incêndio que danificou cinco casas e dois anexos.

  • Israel avisou Estados Unidos de plano iraniano para assassinar Trump

    Israel partilhou informações com os Estados Unidos sobre um novo plano do Irão para matar Donald Trump. A informação é revelada pelo The Wall Street Journal.

    O alegado plano de assassinato do Presidente norte-americano seria uma retaliação pela morte de Qassem Soleimani, major-general da Guarda Revolucionária Iraniana, em 2020, ordenada por Trump.

    Na quarta-feira, durante a cimeira da NATO, o Presidente dos Estados Unidos fez referências a ameaças à sua vida por parte do Irão.

    “Eles querem eliminar o líder dos Estados Unidos – eu”, afirmou. “Estou em todas as listas. Eu vi esta manhã. Estou em cada uma das listas e, até agora, acho que tenho sido um pouco sortudo, mas isso pode não durar muito”.

    A notícia do The Wall Street Journal não refere qual foi o canal de informações que avisou os Estados Unidos, nem quando o alerta foi transmitido.

  • Irão afirma que funeral de Khamenei foi "o maior da história mundial"

    A agência de notícias iraniana Fars afirma que funeral do ex-Líder Supremo Ali Khamenei foi “o maior da história mundial”.

    Os meios de comunicação estimam que entre 41 a 43 milhões de pessoas — cerca de metade da população — esteve presente no funeral. O Irão tem cerca de 92 milhões de habitantes.

    As cerimónias fúnebres duraram seis dias e atravessaram várias cidades, desde Teerão até Mashhad, onde foi sepultado.

  • Três palestinianos feridos em ataques israelitas na Cisjordânia

    Um ataque do exército israelita à aldeia de al-Mughayyir, na Cisjordânia, provocou três feridos, avança o Haaretz.

    “O confronto eclodiu na sequência de uma alegada provocação de colonos e de uma subsequente incursão militar numa casa”, refere o jornal.

    O incidente começou quando um grupo de colonos israelitas tentou destruir uma vedação de uma casa de palestinianos e que, apesar da situação ter acalmado, “soldados israelitas invadiram depois a propriedade naquela noite e agrediram os membros da família“.

    Os feridos são pessoas que foram depois alvejadas pelo exército israelita, quando se dirigiram à casa da família para saber o que estava a acontecer.

  • Estados Unidos garantem estar comprometidos com a paz no Irão e que as negociações técnicas vão continuar

    Uma fonte norte-americana afirmou à CNN que os Estados Unidos continuam comprometidos com a paz no Irão e que as negociações técnicas vão continuar.

    “Os Estados Unidos ainda estão comprometidos em encontrar uma resolução, e as negociações técnicas continuam. O Irão nunca poderá ter uma arma nuclear”, afirma.

    A fonte considera que os ataques a navios atribuídos ao Irão e a não reabertura completa do Estreito de Ormuz “constituem um desempenho a um nível inaceitável”.

    (Atualizado às 23h11 com novas informações da CNN)

  • Atacada instalação militar iraniana perto de central nuclear de Bushehr

    As autoridades iranianas afirmaram hoje que uma instalação militar perto da cidade de Bushehr (sul), onde se situa a única central nuclear em funcionamento no país, foi alvo de um ataque, cuja autoria Washington já negou.

    Segundo o vice-governador da província, Ehsan Jahanian, a instalação militar “foi atacada e atingida por um projétil disparado pelo inimigo americano-sionista (israelita)”.

    As circunstâncias do alegado ataque não foram esclarecidas por Jahanian, em declarações à agência estatal IRNA.

  • Comando Central dos Estados Unidos afirma que navegação no Estreito de Ormuz não é controlada pelo Irão

    O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) afirmou que o Irão não controla as rotas de navegação no Estreito de Ormuz.

    “Desde o início de maio, as forças dos Estados Unidos têm ajudado a facilitarm de forma bem-sucedida, o tráfego de mais de 800 navios comerciais e 380 milhões de barris de petróleo crudem através de um corredor vital de comércio internacional”, garante o CENTCOM, no X.

    As afirmações vêm na sequência de alegações feitas nos meios de comunicação estatais iranianos de que o tráfego no Estreito de Ormuz apenas pode ser feito através de rotas designadas por Teerão.

  • Tráfego no Estreito de Ormuz "caiu drasticamente" devido aos ataques no Médio Oriente

    O tráfego no Estreito de Ormuz “caiu drasticamente” desde os novos ataques lançados contra o Irão e a base norte-americanas no Médio Oriente.

    Numa vídeo publicado no X pelo serviço de informações marítimas Lloyd’s List, vê-se uma dimunuição do número de navios a passar pelo Estreito entre quarta e quinta-feira, que também nota que as embarcações que navegavam pela rota designada pelos Estados Unidos em Omã “praticamente pararam”.

  • IDF vai sair da primeira zona-piloto no sul do Líbano nos próximos dias

    As tropas das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) vão retirar-se da primeira zona-piloto no sul do Líbano nos próximos dias, avança uma fonte norte-americana ao The Times of Israel.

    Como foi noticiado anteriormente, a primeira zona-piloto no sul do Líbano deverá ser lançada nos próximos dias.

  • Trump e Netanyahu conversaram sobre o Golfo Pérsico e Turquia

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falaram esta quinta-feira em privado, para decidir a “coordenação contínua entre os [dois] países em vários setores”.

    “O Presidente Trump atualizou o primeiro-ministro sobre as movimentações norte-americanas no Golfo”, adianta Netanyahu, na rede social X.

    Por seu lado, o primeiro-ministro israelita falou sobre “as declarações feitas pelo Presidente turco Recep Tayyip Erdoğan e o seu povo contra a existência do Estado de Israel, assim como as necessidades para as zonas de segurança nas fronteiras de Israel”. Erdoğan afirmou previamente que Telavive foi responsável pelo fracasso da implementação do memorando de entendimento, lembra a CNN.

  • Zona militar naval de Konarak alvo de "ataques de caças inimigos"

    Uma zona militar naval da cidade iraniana de Konarak foi alvo de ataques esta quinta-feira, avança o governador da região Mohammad Younes Haqqani, citado pela Al Jazeera.

    “Essa área foi alvo de ataques de caças inimigos em duas fases”, afirma o governador, que acrescenta que está em curso uma investigação às causas do ataque.

    A cidade alberga “um porto estratégico do outro lado do Golfo de Omã”, refere o canal.

  • "Israel segue o seu plano com mais legitimidade"

    Orlando Samões considera que Israel ignora apelos à contenção devido à má-fé do Irão. O especialista em RI diz que rutura do acordo de paz entre EUA/Irão obriga à liberdade no estreito de Ormuz.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “Israel segue o seu plano com mais legitimidade”

  • Corpo de Ali Khamenei chegou ao santuário onde será sepultado

    O cortejo fúnebre de Ali Khamenei e dos seus familiares chegou ao santuário Imam Reza, onde os corpos serão sepultados, em Mashhad, a terra natal do antigo Líder Supremo. De acordo com a Reuters, o pátio estava lotado com iranianos a entoarem cânticos de “morte à América”, com bandeiras do país e cartazes com fotografias de Khamenei e slogans revolucionários, enquanto aiatolás aguardavam sentados. O caixão chegou a ser içado por um helicóptero no trajeto final, porque o camião não era capaz de passar pela multidão.

    O funeral começou na segunda-feira, e o cortejo fúnebre percorreu várias cidades do país partindo de Teerão até Mashhad, onde milhares de pessoas prestaram as suas últimas homenagens ao antigo Líder Supremo do Irão.

  • Irão nega ataques em Bandar Abbas

    A televisão estatal iraniana negou que tenham havido ataques em Bandar Abbas, no sul do país, refere a Sky News.

  • Líbano e Israel deverão encontrar-se na próxima semana em Roma, mas a presença de Beirute ainda é uma incógnita

    O Líbano e Israel deverão encontrar-se na próxima semana em Roma para negociações técnias sobre a implementação de zonas piloto. A informação é avançada por uma fonte norte-americana, citada pela CNN.

    O encontro será “uma discussão fechada que irá permiter aos governos passar os testemunhos às equipas técnicas, que vão trabalhar em todos os assuntos delineados no acordo-quadro”, refere o canal norte-americano.

    No entanto, o encontro não deverá contar com a presença libanesa. “Uma fonte árabe”, citado pelo The Times of Israel, afirmou que Beirute não irá enviar uma delegação “até que Israel conclua a retirada acordada”.

    (Atualizado às 22h05, com a informação do The Times of Israel)

  • Explosões ouvidas em Konarak, no sul do Irão

    Foram ouvidas três explosões na cidade portuária de Konarak, no sul do Irão, avança a agência de notícias iraniana Mehr, citada pela Al Jazeera e CNN. Não foram reportadas vítimas ou danos materiais.

    A cidade alberga “um porto estratégico do outro lado do Golfo de Omã”, refere a Al Jazeera.

  • Governador de Bushehr anuncia investigação sobre a origem das explosões

    O Governador de Bushehr anuncia investigação sobre a origem das explosões ouvidas na cidade, avança a agência de notícias iraniana IRNA, citada pela Al Jazeera.

    “Se o som ouvido foi da defesa das Forças Armadas, de um projétil inimigo a atingir as áreas ou de um drone inimigo a ser visado é algo que ainda está sob investtigação e a sua causa definitiva ainda não foi determinada”, referiu à IRNA.

  • Estados Unidos não estão a realizar ataques no Irão, garante exército

    Os Estados Unidos não estão a realizar ataques no Irão, avança uma fonte do exército norte-americano, citada pela CNN.

    Na última hora, foram ouvidas explosões em três cidades do sul do Irão — Bushehr, Choghadak e Bandar Abbas. Não é ainda conhecida a existência de vítimas ou de danos materiais.

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