Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Fica por aqui a cobertura desta quarta-feira das tensões mundiais e dos principais conflitos. Vamos continuar a acompanhar tudo o que se passa no mundo, em permanência, neste novo liveblog.

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    Irão diz que apresentou proposta aos Estados Unidos para reabrir Ormuz e retomar negociações

  • Ataques russos a Kiev matam uma pessoa e ferem duas. Há casas destruídas e incêndios

    Os ataques russos contra Kiev provocaram um morto e dois feridos, avança Vitali Klitschko, presidente da Câmara da capital, no Telegram.

    Em Dniprovskyi, em Kiev, os destroços de mísseis caíram sobre uma casa, provocando a sua destruição parcial e, segundo Klitschko, há possibilidade de existirem pessos sob os escombros. No distrito de Podolsk, deflagrou um incêndio em carros num parque de estacionamento após terem caído destroços de mísseis.

  • Ouvidas explosões em Kiev

    Durante a madrugada de hoje, foram ouvidas várias explosões em Kiev, avançam as autoridades locais, citadas pela Ukrainska Pravda. A capital ucraniana e várias regiões da Ucrânia estão sob alerta máximo devido à ameaça de mísseis balísticos.

  • Trégua comercial entre EUA e China extendido até janeiro

    A trégua comercial entre os Estados Unidos e a China foi estendida até 10 de janeiro de 2027. O anúncio foi feito por Scott Bessent, secretário do Tesouro norte-americano, à Fox News, citado pela Reuters, após uma reunião com He Lifeng, vice-primeiro-ministro chinês.

    “Nós reunimo-nos hoje para ver se poderíamos fazer um negócio maior em oposição a apenas uma série de coisas menores. Nós concordámos hoje que vamos estender o que chamamos de Acordo Busan”, afirmou.

    O acordo de trégua comercial entre os dois países estava previsto terminar a 10 de novembro, e prevê a suspensão de algumas tarifas previamente impostas pelos dois países.

  • Londres responde a Milei: "O Reino Unido não tem dúvidas sobre a sua soberania nas Malvinas"

    O Reino Unido reafirmou a sua soberania sobre as Ilhas Malvinas e sublinhou que apoia o direito do povo do território à autodeterminação. Esta é a resposta da delegação britânica nas Nações Unidas às críticas de Javier Milei, feitas durante o seu discurso na Assembleia Geral da ONU.

    “O Reino Unido não tem dúvidas sobre a sua soberania nas Malvinas”, refere a delegação, citada pelo Independent. “Os habitantes das Ilhas Malvinas têm tanto direito de determinar o seu estatuto político e buscar livremente o seu desenvolvimento económico, social e cultural quanto quaisquer outros povos”, acrescenta.

    A delegação britânica afirma que a lei argentina não se aplica no território e que os “esforços de obstruir e assediar” empresas envolvidas na exploração dos recursos naturais das ilhas são “uma tentativa inaceitável de exercer jurisdição extraterritorial”.

    Durante o seu discurso desta tarde, Javier Milei considerou que o projeto Sea Lion Field, que permite a extração de petróleo na Bacia das Malvinas do Norte sob licenças britânicas, é uma violação de resoluções das Nações Unidas que preveem a resolução pacífica da questão das Malvinas.

  • Ataques israelitas em Gaza matam cinco pessoas

    Os ataques israelitas na Faixa de Gaza do dia de hoje mataram cinco pessoas, avança a Al Jazeera.

  • Enviado especial de Putin vai aos Estados Unidos para se encontrar com Witkoff e Kushner

    O enviado especial de Putin, Kirill Dmitriev, vai chegar hoje aos Estados Unidos para se encontrar com Steve Witkoff, Jared Kushner e outros representantes da administração Trump, avançam duas fontes familiarizadas com o assunto à Reuters.

    A reunião terá lugar em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, com uma das fontes a afirmar que o encontro vai abordar os esforços de paz para a Ucrânia, a cooperação económica entre Moscovo e Washington e questões relacionadas com a energia.

  • Trump e Melania recebem Xi Jinping e Peng Liyuan

    O Presidente chinês, Xi Jinping, e a primeira dama chinesa, Peng Liyuan, foram recebidos por Donald e Melania Trump, na Base Militar Andrews, em Maryland.

    Esta é a primeira visita de Xi Jinping em mais de uma década.

  • Comando Central dos Estados Unidos afirma ter redirecionado 115 navios desde a imposição do bloqueio

    O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) anunciou hoje nas redes sociais que redirecionou 115 navios comerciais desde 14 de julho, quando o bloqueio aos portos iranianos foi imposto por Washington. A CENTCOM apelida o bloqueio de “muralha de aço”.

  • Xi Jinping chega aos Estados Unidos

    O Presidente da China, Xi Jinping, chegou à Base Militar Andrews, em Maryland, nos Estados Unidos. O líder chinês vai reunir-se com Donald Trump na Casa Branca e deve intervir na Assembleia Geral das Nações Unidas no sábado.

    Xi vai ser recebido na base militar por Donald Trump e pela primeira-dama norte-americana, Melania Trump.

  • Kremlin agradece convite dos Estados Unidos a Putin para a cimeira do G20. "Iremos decidir"

    O Kremlin está a avaliar o convite feito pelos Estados Unidos para que Vladimir Putin esteja presente na cimeira do G20, em dezembro, em Miami. O convite foi anunciado por Marco Rubio, após o encontro com o homólogo russo, à margem da Assembleia Geral da ONU.

    “Congratulamo-nos com este convite. Iremos decidir e, em seguida, trataremos do assunto através dos canais diplomáticos”, afirmou Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, citado pela agência de notícias russa Vesti.

  • Polónia defende na ONU querer evitar guerra com a Rússia apesar das ameaças do Kremlin

    O presidente da Polónia, Karol Nawrocki, defendeu hoje perante a Assembleia Geral da ONU que quer evitar a guerra com a Rússia apesar das ameaças do Kremlin, que acusou de querer ‘desestabilizar a Europa’.

    “Nós não procuramos um confronto. Estamos a reforçar as nossas alianças, a desenvolver os nossos acessos e a modernizar o nosso equipamento, não para travar uma guerra, mas para a prevenir”, assegurou Nawrocki durante a sua intervenção na semana de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU.

    O chefe de Estado polaco disse que ao longo de muitos anos a Rússia tem tentado “de forma muito persistente” conquistar um país vizinho e desestabilizar toda uma região.

    “A Rússia está a desestabilizar a situação na Europa através de uma agressão aberta, operações híbridas, atos subversivos e de sabotagem”, afirmou.

    Nawrocki acusou Moscovo de continuar a ter uma “visão neocolonialista e imperialista do mundo”, com a qual tenta impor a sua vontade sobre outras nações.

  • Cotação do Brent para entrega em novembro sobe 3,86% para 103,08 dólares

    A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em novembro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em alta de 3,86%, para os 103,08 dólares.

    O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 3,83 dólares acima dos 99,25 com que encerrou as transações na terça-feira.

    A variação do preço foi atribuída pelos analistas ao agravamento das tensões diplomáticas entre os EUA e o Irão, em particular depois do discurso de Donald Trump na Assembleia Geral da ONU.

  • "A Rússia é um adversário estratégico dos EUA"

    Nuno Gouveia nota que os americanos rejeitam a aproximação a Moscovo. O especialista considera que o discurso do Irão na ONU mostra que o regime vai manter o impasse nas negociações com os EUA.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “A Rússia é um adversário estratégico dos EUA”

  • Morreram 19 soldados norte-americanos no Médio Oriente vítimas de ataques iranianos

    Desde o início da guerra do Irão, morreram 19 soldados norte-americanos no Médio Oriente vítimas de ataques iranianos, avança o Pentágono, citado pelo Washington Post.

    A morte não foi anunciada publicamente, mas, de acordo com um funcionário norte-americano, sob anonimato, tratar-se-á de “uma oficial do Exército [que] sofreu uma emergência médica fatal na sexta-feira enquanto voava para o Médio Oriente”.

    No entanto, apesar de não ter sido anunciado publicamente, o óbito foi incluído na lista pública do Pentágono na segunda-feira, e a identidade revelada hoje.

    Na semana passada, seis funcionários norte-americanos revelaram ao Washington Post que podem ter morrido, no mínimo, 22 militares desde o início da guerra do Irão.

  • Espaço aéreo sobre o aeroporto de Berlim fechado temporariamente devido a alerta de drones

    O espaço aéreo sobre o aeroporto de Berlim-Brandemburgo foi fechado durante cerca de 45 minutos devido a alerta de drones. Um drone foi avistado na pista norte do aeroporto, às 20h00 locais (19h00 em Lisboa), o que levou ao fecho do espaço aéreo 200 minutos depois, refere o jornal alemão Bild.

    “Desde as 21h05, o espaço aéreo está novamente aberto”, refere um porta-voz do aeroporto ao jornal, que revela que vários voos foram desviados para Dresden e Leipzig, e alguns estão a partir de Berlim com atraso.

  • Autoridades eleitorais de Israel excluem partidos árabes das legislativas

    As autoridades eleitorais israelitas aprovaram hoje a exclusão dos principais partidos árabes das eleições legislativas de 27 de outubro, uma medida que poderá ainda ser revertida pelo Supremo Tribunal.

    A Comissão Eleitoral Central votou a exclusão da lista conjunta árabe Hadash-Taal, do partido Raam e dos candidatos Ofer Cassif (do partido Hadash) e Sami Abu Shehadeh (do Balad).

    Os partidos que suportam a coligação governamental, chefiada por Benjamin Netanyahu, tinham solicitado a exclusão destas forças políticas, acusando-as de “negarem a existência do Estado de Israel como um Estado judaico e democrático” e de “apoiarem a luta armada de um Estado inimigo ou organização terrorista contra Israel”.

    Os quatro pedidos de apreciação receberam uma larga maioria, numa audição especial no parlamento israelita (Knesset), mas ainda têm de passar pelo último obstáculo do Supremo Tribunal na próxima semana.

    A comissão eleitoral, com representação proporcional dos vários partidos no Knesset, votou 18-5 a favor da desqualificação do Hadash-Taal.

  • Zelensky diz que cidadãos de 47 países participaram na guerra da Ucrânia do lado russo

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, revela que cidadão de 47 países combaterem na guerra pelo lado da Rússia e acusa Moscovo de fazer destas pessoas vítimas de “enganos e truques”.

    “Temos mais do que a Coreia do Norte. Sabemos que a Rússia usa cidadãos de 47 países na sua guerra”, refere, como da Bielorrússia, Nepal, Índia, África do Sul, entre outros.

    Zelensky afirma que vários países têm pedido o repatriamento de prisioneiros de guerra e apela aos líderes dos países para não deixarem que os seus cidadãos combatam na Ucrânia.

    “Quero falar diretamente para os líderes destes 47 países: Sabem o que a Rússia está a fazer com o vosso povo. Cuidem deles e não deixem que acabem noutra frente. Não deixem Putin arrastar-vos para esta guerra”, apela.

  • Zelensky admite responder a ataques energéticos durante o inverno e pede intervenção da China: Xi é "alguém que pode influenciar a Rússia"

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aborda agora a questão dos ataques russos ao sistema energético ucraniano, e promete que o país vai responder se for atacado durante o inverno.

    “Os ucranianos percebem que este inverno pode ser muito duro para nós, mas, em resposta, não teremos outra escolha que não seja fazer [ataques] penosos aos russos”, garante, afirmando que a redução da escalada da guerra é “necessária” para prevenir os ataques.

    Zelensky lembra a conversa de ontem com Donald Trump sobre o tema, mas lamenta não ter tido a oportunidade de falar com Xi Jinping, alguém que o Presidente ucraniano considera ter poder para “influenciar” a Rússia.

    “Não tivemos a oportunidade de falar diretamente com o líder da China, que está nos Estados Unidos hoje, mas não aqui [na Assembleia Geral]. E ele é alguém que pode influenciar a Rússia mais do que muitos outros podem, e gostaríamos que ele quisesse a paz tanto quanto nós na Ucrânia”, refere.

  • Foram testados quatro drones intercetores movidos a jato, anuncia Zelensky. Presidente ucraniano convida países a fazerem parte do Freya

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anuncia que o país testou, com sucesso, quatro novos drones intercetadores movidos a jato e convidou mais países a fazerem parte do programa antibalístico Freya.

    “Na semana passada, convidei a Polónia para participar, e também estamos em consultas com alguns outros Governos aliados que querem juntar-se a Freya, e continuamos abertos a todos os países que podem contribuir para a construção de proteção contra mísseis balísticos”, convida.

    Além disso, Zelensky aborda as negociações com vários países sobre o acordo de drones e dá o exemplo de países do Médio Oriente, como a Síria.

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