Momentos-chave
- Malta e Bélgica também reconhecem o Estado da Palestina
- Costa pede fim do "desastre" em Gaza e diz que a solução de dois estados é o "único caminho a seguir"
- Luxemburgo junta-se a França e Mónaco e reconhece também Estado da Palestina
- Pedro Sánchez fala em passo crucial mas avisa que solução de dois estados não é possível enquanto uma população "é vítima de um genocídio"
- Mónaco reconheceu o Estado da Palestina
- "A nossa mensagem é clara: reconhecimento do Estado da Palestina é um reconhecimento da paz em si". Marcelo discursa em Nova Iorque
- "Decisão histórica e corajosa". Palestina saúda reconhecimento francês
- Macron diz que a França vai abrir uma embaixada na Palestina, mas só depois da libertação dos reféns e de um cessar-fogo
- "Nada, absolutamente nada justifica a guerra em curso em Gaza. Nada", diz Macron
- Macron diz que reconhecimento é "derrota para o Hamas" e "forma de afirmar que o povo palestiniano não é um povo a mais"
- Macron lembrou 7 de outubro como "ferida aberta na alma israelita e na consciência universal".
- Macron anunciou reconhecimento francês do Estado da Palestina
- Casa Branca sublinha que Trump "discorda" do reconhecimento da Palestina e acha que "recompensa o Hamas"
- O que é que se passou até agora
- Hamas revela vídeo de refém Alon Ohel
- Estados Unidos estão a considerar sancionar o próprio Tribunal Penal Internacional
- Marcelo diz que decisão de reconhecer Estado da Palestina "não tinha alternativa" e que "não há nada contra Israel"
- Israel não vai permitir entrada de flotilha em Gaza, anunciou ministério dos Negócios Estrangeiros
- Comunidades beduínas na Cisjordânia enfrentam expulsão face a crescimento dos colonatos israelitas
- Forças da resistência ligadas ao Hamas executaram três homens acusados de colaborar com Israel
- 61 mortos e 220 feridos em ataques israelitas em Gaza nas últimas 24 horas
- O que é que se passou até agora
- Netanyahu diz que próximos tempos serão de luta para "destruir o eixo iraniano"
- Hamas escreve a Donald Trump a pedir trégua de 60 dias em troca da libertação de metade dos reféns
- Sobe para 26 o número de mortos desde o início do dia em Gaza
- Rússia defende que solução de dois Estados é a única forma de resolver conflito na Faixa de Gaza
- Embaixador de Israel critica decisão de Portugal de reconhecer o Estado da Palestina
- IDF ordenam evacuação de escola na cidade de Gaza que abriga palestinianos deslocados
- Depois de reconhecerem o Estado palestiniano, países devem sancionar Israel
- Cerca de 460 camiões com ajuda humanitária entraram em Gaza ontem, garante Israel
- Alemanha reafirma que Estado palestiniano deve ser um resultado de negociações
- Pelo menos 11 mortos em ataques das IDF desde o amanhecer
- Arábia Saudita e Qatar acolhem reconhecimento do Estado palestiniano por Portugal, Canadá, Austrália e Reino Unido
- Trump afirma que "Gaza está uma confusão" e que espera "conseguir fazer alguma coisa"
- EUA consideram que reconhecimento de um Estado palestiniano pelos aliados como uma "encenação"
Histórico de atualizações
-
Este liveblog fica por aqui.
Continue a acompanhar toda a atualidade sobre a guerra no Médio Oriente neste novo liveblog que agora abrimos.
Até já.
Organização Mundial de Saúde alerta que a destruição de clínicas em Gaza “causará mais mortes”
-
Malta e Bélgica também reconhecem o Estado da Palestina
Malta e Bélgica foram outros dois países que se juntaram à França, Mónaco e Luxemburgo ao anunciarem o reconhecimento do Estado da Palestina na conferência da ONU sobre a solução de dois estados em Nova Iorque.
O primeiro-ministro maltês, Robert Abela, citado pelo The Guardian, disse que o país estava “orgulhoso” em reconhecer o estado palestiniano e rejeitou a opinião, defendida por Israel e os EUA, de que o reconhecimento do Estado da Palestina seria uma “vitória para o Hamas”.
“Uma solução de dois Estados, no entanto, é o pior resultado possível para o Hamas. Não é o que eles querem ver. Eles querem ver Israel eliminado do mapa”, sublinhou Abela
Já o primeiro-ministro belga, Bart De Wever, apontou que o país estava a “enviar um forte sinal político e diplomático ao mundo ao juntar-se ao grupo de países que anunciou o reconhecimento do Estado da Palestina”.
“A Bélgica procederá ao reconhecimento legal do Estado da Palestina assim que todos os reféns forem libertados e todas as organizações terroristas, como o Hamas, forem removidas do governo da Palestina”, sublinhou.
-
Costa pede fim do "desastre" em Gaza e diz que a solução de dois estados é o "único caminho a seguir"
António Costa, presidente do Conselho Europeu, também falou na conferência da ONU sobre a solução de dois estados, apelando ao fim” do “desastre” e da “catástrofe humanitária” em Gaza, onde se vê “famílias destruídas e a fome usada como arma de guerra”.
“A União Europeia apela, mais uma vez, a um cessar-fogo, ao acesso humanitário sem restrições e à libertação imediata e incondicional de todos os reféns”, frisou Costa, tendo condenado “a ofensiva militar em Gaza e condenamos também veementemente a escalada da violência na Cisjordânia”.
“Apelamos a Israel para que ponha fim às operações acima referidas e cesse os colonatos ilegais”, continuou o presidente do Conselho Europeu, que notou que, depois desta segunda-feira, o Estado da Palestina passou a ser “reconhecido pela maioria dos Estados-Membros da UE”.
“No entanto, temos de estar cientes de que, no dia seguinte, não haverá lugar para o Hamas, para o terrorismo, para os colonatos e para a morte de civis inocentes”, acrescentou, dizendo ainda que “só há um único caminho a seguir, que é a solução de dois Estados”.
-
Luxemburgo junta-se a França e Mónaco e reconhece também Estado da Palestina
O Luxemburgo juntou-se à França e ao Mónaco e reconheceu também o Estado da Palestina em Nova Iorque, na conferência sobre a solução de dois estados.
O primeiro-ministro do país, Luc Frieden, vê a solução como “distante” mas sublinhou que “nunca a vontade internacional de a concretizar esteve tão unida”.
“Quando as dúvidas aumentam, devemos enfrentá-las com a certeza da esperança. É por isso que declaro solenemente que, a partir de hoje, o Luxemburgo reconhece formalmente o Estado da Palestina”, acrescentou, citado pela Reuters.
-
Pedro Sánchez fala em passo crucial mas avisa que solução de dois estados não é possível enquanto uma população "é vítima de um genocídio"
Citado pelo El País, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse que a conferência mundial para a solução de dois estados onde estava a falar era um “passo crucial” mas esclareceu que “não há solução possível enquanto uma população de um desses estados é vítima de um genocídio”.
“Esta conferência é um ato de rebeldia moral contra a indiferença e o esquecimento. Façamos dela, também, um compromisso coletivo para deter a barbárie e abrir caminho para a paz”, continuou Sánchez, cujo governo já tinha reconhecido a Palestina em maio deste ano.
“Embora o reconhecimento de um Estado palestiniano seja urgente, é ainda mais urgente que exista um povo palestiniano no Estado que pretendemos reconhecer”, disse ainda o espanhol, apontanto para que “infelizmente, o povo palestiniano está a ser aniquilado”.
“Por esta razão, em nome da razão, em nome do direito internacional e em nome da dignidade humana, temos de parar este massacre agora, neste preciso momento”, continuou, acrescentando ainda que não há desculpas nem “atenuantes possíveis” para não apoiar a Palestina neste momento.
“Ninguém poderá dizer que não sabia, que não via, que ignorava. A história julgar-nos-á. E o seu veredicto será implacável com aqueles que se calaram ou desviaram o olhar perante a barbárie. Espanha decide agir, não se calar. Diz não ao silêncio que torna cúmplice desta monstruosidade quem o guarda”, disse ainda o líder do Governo espanhol, apontando para o facto da “única esperança em Gaza é saber que o mundo não os esquece”.
-
Mónaco reconheceu o Estado da Palestina
Depois da França, o segundo país a reconhecer o Estado da Palestina foi o Mónaco, pequeno principado mediterrânico encravado em território francês.
Na Assembleia da ONU, o Príncipe Alberto II, citado pelo The Guardian, defendeu o direito de Israel a defender-se, assim como “o direito do povo palestiniano a ter um Estado soberano, viável e democrático”.
“Hoje, queremos reafirmar o nosso apoio inabalável à existência de Israel e também queremos reconhecer a Palestina como um Estado ao abrigo do direito internacional”, acrescentou Alberto.
-
Lula denuncia “genocídio” e “limpeza étnica” em Gaza
O Presidente brasileiro, Lula da Silva, voltou hoje a referir-se à guerra de Israel com o Hamas como um “genocídio” e uma “limpeza étnica” em Gaza, durante uma conferência nas Nações Unidas.
“O direito de defesa não autoriza a matança indiscriminada de civis” e “nada justiça usar a fome como arma de guerra”, frisou o chefe de Estado brasileiro na conferência sobre a solução dos dois Estados (Palestina e Israel), no âmbito da semana de alto nível da 80.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas.
“Como manter uma população diante da limpeza étnica a que assistimos em tempo real?”, questionou.
“Tanto Israel como a Palestina têm o direito de existir”, sublinhou o Presidente brasileiro, que condenou também os ataques “terroristas inaceitáveis” do Hamas, em 07 de outubro de 2023.
“Trabalhar para efetivar o Estado palestiniano é corrigir uma simetria que compromete o diálogo e obstrui a paz”, disse.
-
"A nossa mensagem é clara: reconhecimento do Estado da Palestina é um reconhecimento da paz em si". Marcelo discursa em Nova Iorque
Chegou a vez do Presidente da República de subir ao púlpito e, nas suas primeiras palavras diante os representantes dos 193 Estados reconhecidos pelas Nações Unidas, Marcelo Rebelo de Sousa recorda a decisão de reconhecimento formal do Estado da Palestina enquanto estado soberano.
“A decisão reflete a nossa convicção que a solução de dois estados é a único caminho viável para uma paz justa e duradoura no Médio Oriente”, afirma Marcelo Rebelo de Sousa, referindo que a adesão de Portugal ao movimento que viu dezenas de países a reconhecer o Estado da Palestina é uma “reafirmação” do compromisso português para “contribuir para a paz e estabilidade” na região.
O Presidente da República justifica o timing da decisão dizendo que “se não agirmos agora, a crise vai deixar uma cicatriz durante geração, alimentando extremismos e aumentar a instabilidade”. Assim, apela à livre circulação de ajuda humanitária em Gaza e à libertação de todos os reféns detidos pelo Hamas. Condena, também, que “atos de terrorismo como os cometidos no dia 7 de outubro de 2023 nunca vão ser justificados” e que, em todas as circunstâncias, as vidas civis devem ser protegidas, reforçando o pedido por um acordo de cessar-fogo urgente.
“A nossa mensagem é clara: reconhecimento do Estado da Palestina é um reconhecimento da paz em si”, continua Marcelo Rebelo de Sousa. “Amanhã seria tarde demais”, conclui.
-
Abbas garante que o Hamas "não terá qualquer papel" no governo do Estado palestiniano
Falando nas Nações Unidas à distância devido à rejeição do visto para entrar nos EUA, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana, garantiu que o Hamas “não terá qualquer papel” no governo da Palestina.
O líder apelou ainda a que o Hamas e as fações aliadas entreguem as suas armas à Autoridade Palestiniana, já que querem “um estado unificado sem armas, […] com uma lei e umas forças de segurança legítimas”.
“Reiteramos a nossa condenação dos crimes de ocupação. Condenamos também o assassinato e a detenção de civis, incluindo as ações do Hamas em 7 de outubro de 2023”, acrescentou.
-
Guterres pergunta "qual é a alternativa" a um estado palestiniano
Falando na confErência sobrE a solução dE dois Estados, o sEcrEtário-gEral da ONU, António GutErrEs, avisou quE “aquElEs quE Estão no caminho Estão obrigados a rEspondEr à quEstão fundamEntal: ‘Qual é a altErnativa?’”
“Um cEnário dE um único Estado, ondE os palEstinianos são privados dos sEus dirEitos básicos, Expulsos das suas casas E das suas tErras, forçados a vivEr sob ocupação, discriminação E subjugação pErpétuas? Como é quE isto é possívEl no século XXI?”, continuou.
Para GutErrEs, a formação dE um Estado palEstiniano “é um dirEito E não uma rEcompEnsa”, sublinhando quE não havia paz na rEgião sEm Ela.
“TEmos dE nos compromEtEr novamEntE com a solução dE dois Estados antEs quE sEja tardE dEmais. A solução Em quE dois Estados indEpEndEntEs, contíguos, dEmocráticos, viávEis E sobEranos são mutuamEntE rEconhEcidos E totalmEntE intEgrados na comunidadE intErnacional”, concluiu.
-
"Decisão histórica e corajosa". Palestina saúda reconhecimento francês
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Palestina saúdou “o reconhecimento do Estado da Palestina pela amiga República Francesa” numa publicação na rede social X, considerando-o “uma decisão histórica e corajosa, em conformidade com o direito internacional e as resoluções das Nações Unidas”.
O Ministério palestiniano destacou ainda “o papel pioneiro desempenhado pela França e pelo Presidente Macron ao exortar muitos países a tomarem a iniciativa de reconhecer a Palestina e mobilizar o apoio internacional para o sucesso das conferências sobre a solução de dois Estados”.
“O Ministério agradece à França, ao seu presidente, governo e povo, e afirma o empenho do Estado da Palestina em fortalecer e desenvolver as relações bilaterais com a França e reforçar a coordenação conjunta em todos os domínios”, lê-se ainda na publicação, onde apelam aos outros países que se juntem ao reconhecimento do estado.
الخارجية ترحب باعتراف جمهورية فرنسا الصديقة بدولة فلسطين ???????? ????????
ترحب وزارة الخارجية والمغتربين باعتراف جمهورية فرنسا الصديقة بدولة فلسطين، وتعتبره قرارا تاريخياً وشجاعاً ينسجم مع القانون الدولي وقرارات الامم المتحدة ويدعم الجهود المبذولة لتحقيق السلام وتطبيق حل الدولتين، كما… pic.twitter.com/KYkuRBnVS6
— State of Palestine – MFA ???????????????? (@pmofa) September 22, 2025
-
Macron diz que a França vai abrir uma embaixada na Palestina, mas só depois da libertação dos reféns e de um cessar-fogo
O Presidente francês, Emmanuel Macron, prometeu ainda abrir uma embaixada na Palestina no seu discurso em Nova Iorque.
Porém, sublinhou que isso só iria acontecer “quando os reféns forem libertados e um cessar-fogo for estabelecido”.
-
França pronta para missão internacional na Palestina e apela ao desmantelamento do Hamas pós-cessar-fogo
O Presidente francês, Emmanuel Macron, dissecou ainda qual seria o plano para o que virá depois de um cessar-fogo, incluindo o “desmantelamento” do Hamas logo depois da trégua ser implementada.
Macron disse ainda que o país que lidera está “pronto para contribuir para uma “missão internacional de estabilização”, para além de apoiar com os “parceiros europeus”, o “estabelecimento e equipamento de forças de segurança palestinianas”.
-
"Nada, absolutamente nada justifica a guerra em curso em Gaza. Nada", diz Macron
O Presidente francês, Emmanuel Macron, criticou a continuação da operação militar israelita em Gaza e apelou a que existam “dois estados a viver lado a lado em paz e segurança”.
A continuação desta guerra, criticou ainda, leva a que centenas de pessoas tenham sido “deslocadas, feridas, feitas passar fome e traumatizadas”. “As suas vidas estão a ser destruídas”, continuou.
“Embora o Hamas tenha sido consideravelmente enfraquecido e apesar das negociações sobre um cessar-fogo permanente, o meio mais seguro de garantir a libertação dos reféns, nada, absolutamente nada justifica a guerra em curso em Gaza. Nada.“, sublinhou o Presidente francês.
-
Macron diz que reconhecimento é "derrota para o Hamas" e "forma de afirmar que o povo palestiniano não é um povo a mais"
Segundo Emmanuel Macron, o reconhecimento francês anunciado nas Nações Unidas “é uma forma de afirmar que o povo palestiniano não é um povo a mais”.
“O reconhecimento dos seus direitos legítimos não retira nada aos direitos do povo israelita, ao respeito pelo qual não está menos ligada”, continuou o Presidente, lembrando que “a França nunca falhou a Israel quando a sua segurança estava em jogo”.
“Este reconhecimento do Estado da Palestina é uma derrota para o Hamas”, sublinhou ainda o Presidente francês.
-
Macron lembrou 7 de outubro como "ferida aberta na alma israelita e na consciência universal".
O Presidente francês Emmanuel Macron, no seu discurso nas Nações Unidas no encontro sobre a solução sobre dois estados, lembrou a “ferida aberta do 7 de outubro” de 2023, quer na “alma israelita”, quer “na consciência universal”.
“Nós condenamo-lo sem reservas, porque nada, jamais, em lugar nenhum, pode justificar o recurso ao terrorismo”, sublinhou.
-
Macron anunciou reconhecimento francês do Estado da Palestina
O Presidente de França, Emmanuel Macron, anunciou o reconhecimento francês do Estado da Palestina, num encontro sobre a solução de dois estados realizado em Nova Iorque, na Assembleia Nacional.
Num discurso em que lembrou a história da região desde 1948, Macron sublinhou que ” promessa de um Estado árabe continua por cumprir”.
“Uma coisa é certa: Não podemos esperar mais”, disse, sublinhando “o compromisso histórico” do seu “povo no Médio Oriente”.
-
Casa Branca sublinha que Trump "discorda" do reconhecimento da Palestina e acha que "recompensa o Hamas"
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, frisou que Donald Trump “discorda” do reconhecimento da Palestina feito por vários países ocidentais, numa conferência de imprensa nesta segunda-feira.
A porta-voz sublinhou que Trump “acha que isso não ajuda em nada a libertar os reféns, que é o principal objetivo agora em Gaza, não faz nada para acabar com esse conflito e encerrar essa guerra”.
“E, sinceramente, acha que é uma recompensa para o Hamas”, acrescentou.
"The President has been very clear: he disagrees with this decision."
US Press Secretary Karoline Leavitt says Donald Trump believes the UK's recognition of Palestinian statehood won't do anything to end the war in Gaza, and rewards Hamas.https://t.co/fAw4HXf6oQ
???? Sky 501 pic.twitter.com/kkfGKYRJ0B
— Sky News (@SkyNews) September 22, 2025
-
O que é que se passou até agora
- O Hamas enviou uma carta a Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, solicitando que este intermediasse uma trégua de 60 dias na Faixa de Gaza. Em troca, o Hamas ofereceu a libertação de metade dos reféns que mantém em cativeiro. Este pedido de tréguas surge num momento em que as negociações estão suspensas devido a uma tentativa de Israel de atingir líderes do Hamas em Doha, capital do Qatar.
- Portugal, juntamente com o Reino Unido, Canadá e Austrália, tomou a decisão de reconhecer o Estado da Palestina. Esta medida foi bem recebida pelos países árabes, que a veem como um passo positivo em direção à paz e como um corretivo a injustiças históricas. Em contraste, o embaixador de Israel em Portugal criticou a decisão, considerando-a um incentivo ao terrorismo.
- A situação humanitária na Faixa de Gaza é crítica, com 61 mortes registadas por ataques israelitas nas últimas 24 horas no enclave, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Além disso, muitos palestinianos enfrentam dificuldades extremas devido às ordens de evacuação forçada e casos de desnutrição são crescentes, exacerbando a gravidade da crise atual.
- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que os próximos meses serão dedicados a combater o “eixo iraniano” e a eliminar o Hamas. Durante uma reunião com o Estado-Maior e o Ministro da Defesa de Israel, Netanyahu destacou que o país está preparado para neutralizar Gaza e garantir a segurança nacional, tendo planos para abrir novas frentes de trabalho com vista a procurar vitórias e, eventualmente, alcançar a paz.
-
Hamas revela vídeo de refém Alon Ohel
O Hamas revelou um vídeo do refém Alon Ohel, mantido em Gaza desde o 7 de outubro de 2024, avançou o Haaretz.
“Sabem que o nosso destino é inevitável e que estes são os nossos últimos dias”, disse Ohel no vídeo noticiou o jornal El País. O vídeo não foi divulgado na imprensa israelita não foi permitida pela família
O refém tinha aparecido há duas semanas noutro vídeo com o refém Guy Gilboa Dalal, a circular de carro na Faixa de Gaza.