Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, anunciou a intenção de os EUA assumirem o controlo do Estreito de Ormuz, sugerindo que a nação irá administrá-lo e potencialmente ser paga pela passagem de embarcações.
    • O Comando Central dos EUA confirmou uma série de ataques ofensivos contra o Irão, visando sistemas de defesa aérea, locais de radar costeiros, capacidades de mísseis, drones e pequenas embarcações.
    • A resposta internacional às tensões no Estreito de Ormuz inclui a condenação pelo fortalecimento de portagens obrigatórias para a passagem de embarcações, com a União Europeia e a China a defenderem o direito de livre navegação nesta via marítima crítica. O Irão, por sua vez, manifestou a intenção de continuar a defender os seus direitos sobre o estreito.
    • Em resposta às movimentações militares e tensões no Golfo Pérsico, a União Europeia vai reunir para discutir a criação de restrições ao comércio com colonatos na Cisjordânia. Esta reunião inclui debates sobre a situação no Médio Oriente e novos pacotes de sanções contra a Rússia, mostrando uma coordenação crescente no seio da UE face à instabilidade regional e global.

    [Um poderoso empresário concorre à Câmara de Lisboa e vai fazer tudo para ganhar as eleições, ao mesmo tempo que vive um drama familiar: o filho foi raptado e está desaparecido há quase um mês. Onde está afinal José Valbom? “O Candidato Perfeito” é o novo podcast de ficção do Observador, em parceria com a Coyote Vadio, e é a continuação da história de “O Zé faz 25”. Conta com as vozes de José Raposo, Tiago Teotónio Pereira, Madalena Almeida, Vera Moura, Paulo Calatré, Susana Brandão, Sara Matos, Fábio Baptista, Pedro Laginha e Carla Andrino. Pode ouvir o primeiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Este liveblog fica por aqui. Continue a acompanhar toda a atualidade internacional, em particular as tensões geopolíticas neste novo liveblog, que agora abrimos.

    Irão reivindica ataque a uma base aérea na Jordânia

  • Trump defende reembolso por parte de aliados no Médio Oriente pela "proteção" contra a ameaça iraniana

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em conferência de imprensa na Casa Branca que pretende que o país seja reembolsado por aliados do Médio Oriente pela “proteção” dada contra o Irão.

    “Quero ser reembolsado porque estamos a proteger uma região muito rica do mundo. Estamos a gastar dinheiro, por isso, vamos ter de ser reembolsados por proteção”, afirmou Trump, citando países como Israel, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

  • Ataque iraniano a navios-tanque dos Emirados Árabes Unidos provoca um morto e oito feridos

    O Ministério emiradense da Defesa acusa o Irão de atacar os navios-tanque Mombasa e Bahia com mísseis de cruzeiro nas águas territoriais de Omã. O ataque causou um morto e oito feridos, além de incêndios nas embarcações, entretanto controladas.

    “O Estado reserva o direito de responder a esta escalada e de tomar todas as medidas necessárias para proteger os seus territórios, o seu povo e os seus residentes”, garante o Ministério, no X.

  • Trump acredita que um acordo ainda é possível e que os Estados Unidos estão a controlar o Estreito de Ormuz

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em conferência de imprensa na Casa Branca que um acordo com o Irão ainda é possível, mas que Teerão é responsável pela inexistência de um entendimento.

    “Acredito que um acordo é possível”, assumiu Trump, apesar de ter também admitido que, no final da guerra, serão os Estados Unidos a controlar o Estreito de Ormuz.

    O chefe de Estado norte-americano também acusou o Irão de não querer aceitar um acordo e que o fim do alegado entendimento obtido este fim de semana foi porque Teerão descobriu “que havia algo no acordo de que não gostou”.

    Além disso, Trump assegura que os Estados Unidos estão a controlar o Estreito de Ormuz, e que o bloqueio aos portos iranianos é apenas contra Teerão e com quem negociar com o país.

  • Trump vai apoiar pacote de sanções bipartidário contra a Rússia

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai apoiar um pacote de sanções contra a Rússia, proposto por congressistas democratas e republicanos, avança uma fonte da Casa Branca à CNN.

    O projeto, liderado pelo senador republicano Lindsey Graham, que morreu no domingo, estava a ser negociado com Trump, mas a morte do congressista pode vir a acelarar a aprovação, refere a CNN.

  • Rússia ataca Kiev com mísseis balísticos

    A Rússia voltou a atacar Kiev esta noite. Os sistemas de defesa aérea foram atividados na capital ucraniana, de acordo como presidente da Câmara da cidade, Vitali Klitshko, no Telegram.

    “A defesa aérea está a operar na capital. O inimigo está a atacar Kiev com mísseis balísticos”, refere o autarca, que pede que à população para se abrigar.

  • Israel e Líbano voltam a negociar retirada israelita do sul libanês

    A nova sessão de negociações diretas entre Israel e o Líbano deve desenrolar-se terça e quarta-feira em Roma, disse hoje uma fonte oficial libanesa à AFP.

    Após cinco rondas negociais em Washington, Israel e o Líbano concluíram um acordo-quadro em 26 de junho com vista a uma “paz duradoura” entre os dois países, em estado de guerra desde há décadas.

    O acordo prevê que o exército libanês restabeleça a sua autoridade no sul do país, sob reserva de desarmamento do Hezbollah, a começar em ‘zonas piloto’, das quais se retirariam os militares israelitas.

    “A delegação libanesa recebeu como instrução reclamar o início imediato da retirada das forças israelitas de duas zonas piloto antes de qualquer discussão”, indicou a Presidência libanesa, em comunicado, depois de uma reunião entre o presidente, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro, Nawaf Salam.

  • Estados Unidos anunciam novos ataques contra o Irão

    O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) anunciou esta noite o lançamento de uma nova onda de ataques contra o Irão pelo terceiro dia consecutivo, que começaram às 21h45, hora de Lisboa.

    “Esses ataques vão continuar a impor um custo pesado às forças iranianas e degradar a sua habilidade para atacar civis inocentes e navios comerciais no Estreito de Ormuz”, referem na rede social X.

    Os alvos são equipamentos militares, como sistemas de vigilância costeira,sistemas de mísseis e drones, refere a CNN, citando uma fonte norte-americana.

  • Trump anuncia operação para "destruir" alegado complexo nuclear iraniano subterrâneo

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país vai “destruir” a Montanha Pickaxe (“Picareta”, em português), no Irão, um sítio arqueológico que alegadamente alberga uma parte do programa nuclear de Teerão.

    “Vamos destruir a Montanha Pickaxe”, afirmou ao programa norte-americano The Hugh Hewitt Show, citado pela CBS News, que garantiu que “não há nada que possam fazer a esse respeito”.

  • Irão ataca navio norte-americano e equipamentos militares no Kuwait

    O Irão lançou mísseis de cruzeiro contra um navio norte-americano, em território não divulgado avança uma fonte do exército iraniano, citado pela Sky News.

    Do mesmo modo, drones iranianos atacaram equipamentos militares norte-americanos no Kuwait, mais concretamente sistemas de mísseis Patriot, tanques, sistemas de comunicações e um depósito de munições, segundo a Al Jazeera.

  • Televisão estatal iraniana nega explosões em Bandar Abbas

    A televisão estatal iraniana negou que tenham sido ouvidas explosões em Bandar Abbas. Citada pela Sky News, os meios de comunicação afirmam que não foram registados incidentes na cidade.

    Anteriormente, as agências de notícias iranianas noticiaram explosões em Bandar Abbas.

  • Trump afirma que memorando de entendimento foi "um teste" sem muito valor

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no programa norte-americano The Hugh Hewitt Show que o memorando de entendimento foi “um teste” que “não valia muito”.

    “Foi uma espécie de teste, e eles [iranianos] não estavam lá. Eles não honraram o teste”, alega Trump, citado pela CNN.

    O chefe de Estado norte-americano também confessa que um memorando de entendimento não teria muito valor, independentemente das circunstâncias.

    “Um memorando de entendimento quando estamos a lidar com vigaristas não vale muito, e também não vale muito quando estamos a lidar com pessoas de bem, porque é um memorando de entendimento — não vale muito”.

  • Trump anuncia ataques contra o Irão para hoje e amanhã

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ao programa norte-americano The Hugh Hewitt Show, citado pelo The Guardian, que o país vai bombardear “fortemente” o Irão hoje e amanhã.

  • PCP critica “política belicista” dos aliados e subordinação de Portugal

    O PCP criticou esta segunda-feira a “insistência na política belicista” por parte dos países da NATO, após a cimeira em Ancara na semana passada, e “a subordinação e o alinhamento” do Governo português às grandes potências.

    Em comunicado, o PCP condenou “a subordinação e o alinhamento do Governo português com a escalada belicista do imperialismo, a sua submissão aos interesses dos Estados Unidos (EUA), como das grandes potências da UE (União Europeia), opções contrárias aos interesses do povo e do país”.

    “Portugal deve dissociar-se da política agressiva e das guerras dos EUA, da NATO e da UE, devendo afirmar a soberania e independência nacionais e contribuir, no âmbito das suas relações externas, para a resolução pacífica dos conflitos internacionais, a paz, um sistema de segurança coletiva, a cooperação, de acordo com os princípios da Constituição da República Portuguesa”, pode ler-se.

  • Força multinacional para a Ucrânia começa treino em países vizinhos nos próximos meses

    A força multinacional criada para ser destacada na Ucrânia após o fim da guerra com a Rússia vai começar a treinar nos “países vizinhos” nos “próximos meses”, adiantou esta segunda-feira o Presidente francês, Emmanuel Macron.

    “Decidimos hoje sobre os exercícios que terão lugar nos próximos meses (…) Serão realizados nos países vizinhos da Ucrânia para validar os nossos planos de destacamento e demonstrar que estamos prontos, determinados e fiáveis”, referiu Macron após uma reunião da Coligação dos Voluntários em Paris.

    As manobras, que terão lugar em terra, no ar e no mar, visam demonstrar que os aliados estão “preparados, determinados e credíveis” para agir em apoio da Ucrânia assim que for alcançado um cessar-fogo, frisou Macron.

  • Starmer afirma que 25 países vão integrar força multinacional para ser enviada para a Ucrânia após a guerra

    O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, anunciou que 25 países estão dispostos a integrar uma força multinacional para a Ucrânia após a assinatura de um acordo de cessar-fogo.

    “Temos um plano claro que desenolvemos para o destacamento de uma força multinacional para a Ucrânia. Vinte e cinco países estão a participar e prontos para mobilizar-se em poucos dias, assim que um cessar-fogo for estabelecido, afirmou Starmer em conferência de imprensa, após uma reunião da Coligação das Vontades, citado pela Ukrainska Pravda.

    Os planos para a criação de uma força multinacional foram acordados em janeiro, numa reunião da coligação, com o objetivo de ajudar as Forças Armadas Ucranianas a implementar o acordo de cessar-fogo que for assinado com a Rússia.

  • Ouvidas explosões em Bandar Abbas, no Irão

    Foram ouvidas explosões na cidade de Bandar Abbas, no sul do Irão, avança a Al Jazeera.

    São desconhecidas as causas das explosões, mas foram ativados os sistemas de defesa aérea na cidade.

    A cidade foi alvo de ataques dos Estados Unidos no domingo.

  • "O diálogo e a diplomacia são o único caminho possível"

    O Major-General João Vieira Borges afirma que a guerra entre os EUA e o Irão é intermitente. Critica ainda a intenção dos EUA de taxar a carga no Estreito de Ormuz.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “O diálogo e a diplomacia são o único caminho possível”

  • Houthis reivindicam ataque contra aeroporto na Arábia Saudita

    Os houthis reivindicaram esta segunda-feira um ataque realizado contra o Aeroporto Internacional de Abha, na Arábia Saudita.

    Em comunicado, citado pela Al Jazeera, o grupo refere que atingiu o aeroporto com “mísseis balísticos e drones” e avisa as companhias aéreas que viajarem para a Arábia Saudita para “levarem os avisos a sério”.

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