Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora?

    • A relação entre os Estados Unidos e a Ucrânia tem estado tensa, com os EUA a suspenderem a transmissão de informações secretas para a Ucrânia, incluindo dados sobre alvos militares e avisos de ataques de mísseis e drones por parte da Rússia. Esta suspensão é vista como uma estratégia para pressionar a Ucrânia a cooperar com os planos de Washington para negociar um acordo com a Rússia, potencialmente encerrando o conflito em curso.
    • O Presidente francês, Emmanuel Macron, caracterizou a Rússia como uma “potência imperialista revisionista” e recusou-se a dialogar com Vladimir Putin até que haja consenso com a Ucrânia e os parceiros europeus sobre o momento adequado. Estas declarações de Macron, que envolveram a discussão sobre a proteção europeia por armas nucleares francesas, foram vistas como uma ameaça pela Rússia e têm gerado críticas, especialmente por parte do ex-presidente russo Dmitry Medvedev, que desvalorizou a importância de Macron nas suas declarações.
    • Os líderes europeus, reunidos numa cimeira em Bruxelas, estão a tentar chegar a um acordo sobre um aumento dos gastos em defesa e fornecer garantias de segurança à Ucrânia. A reunião foi descrita como um “momento definidor” para a Europa, onde os países são encorajados a fortalecer a sua autonomia em matéria de defesa, com um plano de rearmamento avaliado em 800 mil milhões de euros.
    • No plano diplomático, membros da equipa de Trump têm mantido conversas com opositores políticos do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, explorando a possibilidade de eleições na Ucrânia. A administração Trump é também sugerida como estando a planear revogar o estatuto de residência temporária para milhares de ucranianos que fugiram para os EUA devido ao conflito, colocando-os em risco de deportação.

    [António Raminhos, Luís Filipe Borges e Marco Horácio são três “Homens de Uma Certa Idade” a discutir a vida “de forma sincera”. Ouça aqui o novo episódio, que também está disponível na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]

  • Bom dia.

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os mais recentes desenvolvimentos da guerra na Ucrânia nesta nova página, que agora abrimos.

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    Zelensky garante que Kiev quer “a paz assim que possível”

  • Macron chama "revisionista imperialista" a Putin e diz que só falará com ele "no momento certo"

    O Presidente francês Emmanuel Macron, numa conferência de imprensa em Bruxelas, diz que só falará com o líder russo, Vladimir Putin, quando decidirem, “em colaboração com a Ucrânia e os parceiros europeus” que é “o momento certo” para o fazer.

    “Estamos agora a entrar numa fase de discussão e de conversações que, a dada altura, justificará plenamente as discussões com os negociadores e os dirigentes”, afirmou Macron, depois da reunião do Conselho Europeu.

    Macron relembrou também os “grandes princípios” para a paz: “Uma paz para a Ucrânia e pela Ucrânia, uma paz sólida e duradoura que não seja um bónus para o agressor ou um cessar-fogo sem garantias”, disse.

    Para já, disse o Presidente, “a prioridade é apoiar a Ucrânia e o seu exército a muito curto prazo”, tendo apelado às instituições europeias para que façam um “um novo salto em frente”.

    Questionado sobre sobre a acusação de Putin de que Macron era um “Napoleão” e que teria o mesmo fim em relação à Rússia, o Presidente francês atacou o homólogo russo por fazer “uma má interpretação histórica”.

    “Napoleão liderou conquistas, a única potência imperial que vejo atualmente na Europa chama-se Rússia, e é um imperialista revisionista”, acrescentou.

  • PCP defende que paz se alcança com mais diplomacia e não com mais armas

    O secretário-geral do PCP defendeu esta quinta-feira que a paz e a segurança não dependem do aumento das despesas militares ou “na militarização da União Europeia”, mas de “mais diplomacia, mais diálogo e solução política dos conflitos”.

    Num discurso no comício de aniversário do 104.º aniversário do PCP, no Pavilhão Casal Vistoso, em Lisboa, Paulo Raimundo abordou a situação internacional, dois dias depois de a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ter anunciado um pacote de 800 mil milhões de euros para investimento em defesa.

    O secretário-geral do PCP considerou que, “infelizmente, face à eventualidade do início de um processo de negociação, as potências imperialistas europeias insistem no prolongamento da guerra, contando com o poder instalado na Ucrânia para continuar a sacrificar os ucranianos como carne para canhão”.

    “E lançam-se no aumento das despesas militares e na escalada armamentista, empurrando os povos da Europa para o abismo”, criticou.

    Para Paulo Raimundo, “a deriva militarista e a obsessão pela guerra que impregna os centros de decisão da UE aí está sem fim à vista”.

  • Von der Leyen reforça que só a UE pode dar a "paz pela força" pretendida por Trump

    Ursula von der Leyen afirmou que o apoio europeu à Ucrânia é essencial para oferecer a “paz pela força” pretendida por Trump, já que tem garantido muitos sectores da sobrevivência do país.

    “Temos sido quem tem assegurado a sobrevivência económica da Ucrânia em 2025, temos sido quem tem investido muito na industria de defesa ucraniana e quem tem fornecido as capacidades militares que a Ucrânia precisa”, disse Von der Leyen, acrescentando ainda que a UE tem sido “quem se tem assegurado que o sistema energético ucraniano tem sobrevivido”, com um investimento de 1,8 gigawatts de energia.

    Sobre o apoio militar europeu em específico, a presidente da Comissão referiu que este “nunca foi tão urgente”.

    “Trabalharemos em estreita colaboração com a Ucrânia e com a indústria da defesa para assegurar que as necessidades militares da Ucrânia sejam atingidas”, sublinhou.

  • O governo de Luís Montenegro vai cair por nada? — 2ª edição

    Com a Europa sozinha em guerra, Portugal deu um tiro no pé? A análise ao atual momento da crise política pelos editores e jornalistas do Observador.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    O governo de Luís Montenegro vai cair por nada? — 2ª edição

  • Costa afirma unidade dos 26 em apoio à Ucrânia e diz que a Hungria se "isolou" do "consenso" europeu

    Questionado sobre a falta de apoio da Hungria, António Costa ressalvou que, apesar da oposição do governo de Viktor Orbán às conclusões do Conselho, isso não impede o consenso geral europeu

    “Todos queremos paz, a diferença é que 26 creem que o caminho pela paz é reforçando a capacidade de defesa da Ucrânia. A Hungria isolou-se deste consenso. Está sozinha”, disse Costa, respondendo a uma questão da televisão espanhola Telecinco.

    “Um pais isolado não cria uma divisão. Os 26 seguem unidos com uma posição comum e vão continuar a Ucrânia como têm feito desde o dia um”, ressalvou.

  • Von der Leyen fala em "encontro muito importante" com Zelensky

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirma que os representantes europeus tiveram um “encontro muito importante” com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

    “Falámos sobre como atingir uma paz justa e duradoura. O nosso apoio às forças armadas ucranianas nunca foi tão urgente, e portanto vamos trabalhar de perto com a industria de defesa ucraniana”, afirmou ainda Von der Leyen.

  • Von der Leyen apresenta os três principais pontos do plano europeu

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, diz que plano de 800 mil milhões “dá capacidades militares à Europa que precisa para enfrentar as ameaças dos dias de hoje” e para que possa “carregar sobre os seus ombros” a sua própria segurança.

    O primeiro ponto do plano permite aos estados-membros ativarem a cláusula de salvaguarda do Pacto de Estabilidade e Crescimento para poderem investir de forma imediata e “substancialmente” no ramo da defesa.

    O segundo ponto cria um instrumento financeiro que oferece 150 mil milhões de euros em empréstimos para o reforço conjunto das indústrias de defesa europeias.

    Por fim, o plano permite, de forma voluntária, aos estados que redirecionem mais fundos europeus de Coesão dedicados aos estados para as indústrias de defesa.

    O plano completo, com todas as cláusulas definidas, será apresentado antes da reunião ordinária do Conselho Europeu, em março.

  • Costa diz que Conselho Europeu marca "momento definidor" para a defesa europeia

    Na conferência de imprensa após o Conselho Europeu, o presidente António Costa falou que a reunião marca um “momento definidor” para a defesa europeia, numa altura em que pretende recuperar controlo sobre a sua defesa.

    “Estamos a cumprir o que prometemos”, disse Costa, numa declaração em que disse que os líderes europeus vão investir em áreas prioritarias na defesa, mostrando que “aprenderam as lições da Guerra na Ucrânia.

    “Isso significa investir na nossa economia e proteger os nossos cidadãos”, afirma Costa, sublinhando ainda o apoio “inabalável” dos estados-membros à Ucrânia, “quer se a guerra continue, quer em quaisquer negociações de paz, em reconstruções e na entrada na União Europeia”.

    “Comprometemo-nos agora a aumentar ainda mais o nosso apoio. De imediato, os Estados-Membros podem aumentar o seu apoio graças ao aumento do espaço fiscal”, revelou Costa.

    “Uma defesa europeia mais forte é também um fator de dissuasão para a Ucrânia. Os nossos esforços para reforçar a defesa europeia também beneficiarão a Ucrânia, porque a segurança da Ucrânia está no centro da segurança da Europa”, afirmou ainda o presidente do Conselho Europeu.

  • Cidade ucraniana de Odessa alvo de "ataque com drones maciço"

    A cidade de Odessa, junto à costa do Mar Negro, foi alvo de um “ataque maciço com drones”, informou o governador da região, Oleh Kiper, no seu canal da rede social Telegram.

    “Três casas particulares estão a arder nos subúrbios de Odesa e as infra-estruturas de energia foram danificadas”, escreveu Kiper.

    “As informações sobre as vítimas estão a ser apuradas”, disse ainda.

  • Trump diz que vai tomar decisão sobre estatuto de ucranianos nos EUA "muito em breve"

    Donald Trump disse que iria decidir sobre a possibilidade de retirar o estatuto legal aos ucranianos que vivem nos EUA, algo que colocaria os cerca de 240 mil ucranianos a viver nos Estados Unidos na lista de deportação.

    Depois de uma notícia da Reuters ter afirmado que a Administração Trump estava a ponderar retirar este estatuto, a porta-voz da Casa Branca Karoline Leavitt chamou aos relatos de “Fake news“.

    “Algumas pessoas acham que isso era apropriado, outras não, e eu vou tomar a decisão muito em breve”, afirmou Trump aos jornalistas.

    “Não queremos fazer mal a ninguém, não queremos certamente fazer-lhes mal, e estou a olhar para isso”, disse ainda.

  • Trump volta a avisar países da NATO: "Se não pagarem, não vos vou defender"

    Falando na Casa Branca, o Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a afirmar perante os jornalistas que, caso os países da NATO não aumentarem gastos com defesa, os EUA não ia defender em caso de ataque.

    “Acho que é senso comum”, afirma Trump, alegando que aquilo que os países da Europa pagam agora “não é realmente suficiente”.

  • As conclusões da reunião do Conselho Europeu especial

    A União Europeia vai acelerar a mobilização dos instrumentos e financiamentos necessários para “reforçar a segurança de UE e a proteção dos cidadãos”. Finalizado o Conselho Europeu especial, a instituição emitiu um comunicado onde se leem as principais conclusões do encontro.

    “O Conselho Europeu salienta que a Europa deve tornar-se mais soberana, mais responsável pela sua própria defesa e melhor equipada para agir e lidar autonomamente com ameaças imediatas e futuras. A guerra da Rússia contra a Ucrânia e as suas repercussões para a segurança europeia e global num ambiente em mudança constituem um desafio existencial para a União Europeia”.

    Como tal, antes de enunciar algumas medidas, o Conselho Europeu explica a importância de reforçar a prontidão geral de Defesa, reduzir as dependências estratégicas, analisar as lacunas e fortalecer a base tecnológica e industrial. Tudo isto poderá ajudar a “impulsionar a competitividade industrial e tecnológica europeia”.

    Para o Conselho Europeu, uma UE “mais forte e mais capaz na segurança e na defesa” contribuirá para a segurança global e transatlântica e é complementar à NATO. O Conselho Europeu sublinha a importância de trabalhar com parceiros fora da UE, mas alinhados com as intenções europeias.

    Alicerçadas nestas conclusões, o Conselho Europeu expressa que:

    • Acolhe com agrado a intenção da Comissão de recomendar ao Conselho a ativação, de forma coordenada, da cláusula de salvaguarda nacional ao abrigo do Pacto de Estabilidade e Crescimento como medida imediata. E insta a Comissão a explorar novas medidas, tendo em conta as opiniões do Conselho;
    • Insta a Comissão a propor fontes de financiamento adicionais para a defesa a nível da UE;
    • Toma conhecimento da intenção da Comissão de apresentar uma proposta para um novo instrumento da UE para fornecer aos Estados-Membros empréstimos apoiados pelo orçamento da UE até 150 milhões de euros e convida o Conselho a analisar esta proposta com urgência
    • Acolhe com satisfação a recente carta da Presidente do Grupo do Banco Europeu de Investimento e os planos nela contidos para intensificar o seu apoio à indústria de segurança e defesa da Europa, e apela ao Conselho de Governadores do Banco Europeu de Investimento (BEI) para que continue urgentemente a adaptar as práticas do BEI para empréstimos à indústria de defesa;
    • Sublinha a importância de mobilizar financiamento privado para a indústria da defesa e convida a Comissão a considerar medias nesse sentido;
    • Identifica a seguinte lista de áreas prioritárias para ação a nível da UE: defesa aérea e antimísseis; sistemas de artilharia; mísseis e munições; drones e sistemas antidrones; facilitadores estratégicos; mobilidade militar; cibernética; inteligência artificial e guerra eletrónica;
    • Sublinha que a defesa de todas as fronteiras terrestres, aéreas e marítimas da UE contribui para a segurança da Europa no seu todo;
    • Salienta a importância de uma agregação mais sistemática da procura, da harmonização dos requisitos e da aquisição conjunta com o objetivo de reduzir os custos globais, garantir a normalização e a interoperabilidade e oferecer à indústria europeia, maior previsibilidade, bem como contribuir para um mercado que funcione bem para a indústria de defesa;
    • Convida a Agência Europeia de Defesa, com o Alto Representante, a Comissão e os Estados-Membros, a reverem rapidamente os processos adequados para esse efeito

    O Conselho Europeu sugere que tudo o que foi referido “não prejudica o caráter específico da política de segurança e defesa de determinados Estados-Membros e tem em conta os interesses de segurança e defesa de todos”.

    O assunto será retomado nas reuniões de março e junho.

  • Britânico que lutava pela Ucrânia foi condenado a 19 anos de prisão por tribunal russo

    Capturado em novembro em Kursk, jovem britânico de 22 anos foi agora condenado na Rússia a 19 anos de prisão, num julgamento de três dias à porta fechada. Governo do Reino Unido já protestou.

    Jovem britânico que lutava pela Ucrânia foi condenado a 19 anos de prisão por tribunal russo

  • Zelensky agradece apoio europeu e define cessar-fogo "aéreo e marítimo" como "primeira prioridade"

    Fazendo o balanço do Conselho Europeu, Volodymyr Zelensky agradeceu aos líderes europeus pelo apoio e voltou a defender a proposta para um cessar-fogo de ataques aéreos e marítimos, agradeceu referindo que é “a primeira prioridade” para encontrar “um progresso para a paz”.

    Falando num “dia muito produtivo para a Ucrânia e toda a Europa”, Zelensky agradeceu o apoio dos vários líderes europeus com os quais se reuniu esta quinta-feira e ressalvou a reunião “substantiva” que teve com Mark Rutte, secretário-geral da NATO.

    Sobre a proposta de um cessar-fogo, Zelensky voltou dizer que este cessar-fogo seria um “prólogo para um acordo mais alargado e abrangente”.

    “A guerra tem de terminar o mais rapidamente possível e a Ucrânia está disposta a trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana, com os nossos parceiros dos Estados Unidos e da Europa em prol da paz”, sublinhou o Presidente ucraniano.

  • Luís Montenegro: "Se for necessário tropas no terreno, Portugal estará ao lado dos parceiros europeus"

    Luís Montenegro admite que “se for necessário tropas no terreno e que os parceiros da UE a constituam, Portugal estará naturalmente, como tem estado noutros teatros de operações, do lado dos que garantem a paz e a segurança.”

  • Zelensky vai a Riade na segunda-feira. Equipa do Presidente ucraniano fica para negociar com EUA

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que iria viajar para Riade esta segunda-feira e que a equipa ucraniana iria ficar no país para negociar com a delegação norte-americana.

    “Na próxima segunda-feira, tenho uma visita planeada à Arábia Saudita para uma reunião com o Príncipe Herdeiro”, anunciou o Presidente ucraniano na rede social X, com a equipa a ficar para “trabalhar com os parceiros americanos”.

    “A Ucrânia está muito interessada na paz. Como dissemos ao Presidente dos EUA, a Ucrânia está a trabalhar e continuará a trabalhar de forma construtiva para uma paz rápida e fiável”, acrescentou.

  • Montenegro congratula "flexibilidade" para gastos em Defesa, mas lamentou que não fosse assim no tempo da troika

    Montenegro congratula-se com o facto de o Conselho Europeu aprovar a aplicação de uma maior flexibilidade nas regras orçamentais para investimento em Defesa. Lembrou que, no passado, foi difícil darem essa “flexibilidade” quando Portugal precisou.

    O primeiro-ministro defendeu que “enquanto Estado-membro, Portugal não pode continuar a faltar ao seu compromisso” nos gastos com Defesa e “tudo fará” para contrariar essa tendência.

  • Montenegro: "Não é possível negociação de paz que não envolva a Ucrânia"

    O primeiro-ministro começa por falar das conclusões do Conselho Europeu especial. Luís Montenegro diz que é “importante reafirmar o apoio à Ucrânia” e “alavancar um novo ciclo de Defesa”.

    Montenegro diz que o Conselho decidiu, sobre a Ucrânia, que “não é possível haver uma negociação de paz sem envolver a Ucrânia”. E que também não é “possível haver uma solução na Europa sem envolver a Europa”.

    O primeiro-ministro diz que “as garantias de segurança da Ucrânia devem ser robustas” e salvaguardar a integridade territorial do país. E garante: “Portugal fará parte deste acordo.” O Conselho, diz Montenegro, manifestou-se de uma forma “muito expressiva” pelo apoio militar, político e económico à Europa.

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