Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Protestos frente à Embaixada dos EUA contra fim do apoio americano a Kiev
- Zelensky garante que Kiev quer "a paz assim que possível"
- Rússia quer construir fábrica de drones na Bielorrússia. Lukashenko responde com um 'sim'
- MNE ucraniano teve conversa "construtiva" com Marco Rubio
- Trump acredita que Putin será "mais generoso" com a Ucrânia do que precisa
- Trump diz que países europeus não sabem como acabar com a guerra
- Trump: "Se eu não fosse Presidente esta guerra não teria hipótese de acordo"
- Trump diz que é mais fácil lidar com a Rússia do que com a Ucrânia
- Ucrânia pede a Itália detalhes sobre proposta para estender proteção do artigo 5.º da NATO a Kiev
- Rússia diz que Reino Unido terá de devolver dinheiro de ativos russos congelados que deu à Ucrânia
- Polónia quer inscrever gastos em defesa de 4% do BIP na Constituição e apostar em treino militar para todos os homens
- Após discussão na Sala Oval, nível de confiança em Zelensky aumenta entre os ucranianos. 68% confiam no Presidente ucraniano
- Três cidadãos búlgaros considerados culpados de espiar a favor da Rússia
- Trump diz que pondera aplicar novas sanções e tarifas à Rússia
- Primeiro-ministro da Eslováquia diz que não vai enviar dinheiro nem armas para a Ucrânia
- Rússia terá avançado na região de Kursk. Ucrânia não comenta
- Costa diz que cooperação entre UE e parceiros da NATO é "vital para segurança internacional"
- Rússia exige inclusão de potências nucleares europeias em negociações com EUA
- Rússia confirma ataque com armas de precisão "aéreas, marítimas e terrestres" contra infraestrutura energética ucraniana
- China defende acordo de paz "justo e duradouro" para a Ucrânia
- Comunidade ucraniana em Portugal protesta contra “virar de costas” de Trump junto da Embaixada dos EUA
- Ucrânia denuncia "bombardeamentos massivos" russos contra infraestruturas energéticas
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assegurou que Kiev deseja alcançar a paz o mais rapidamente possível, antes de uma reunião programada entre os Estados Unidos e a Ucrânia na próxima semana. Este desenvolvimento ocorre num contexto de críticas por parte dos norte-americanos, que acusam Kiev de se recusar a negociar com Moscovo.
- A Eslováquia, sob a liderança do primeiro-ministro Robert Fico, reforçou a sua posição de não fornecer ajuda financeira ou militar à Ucrânia. Apesar de uma declaração assinada por 26 países da União Europeia, salientando o apoio a Kiev, a Eslováquia e a Hungria mantiveram-se firmes na ausência de um compromisso obrigatório de assistência, destacando que qualquer ajuda continua a ser de caráter voluntário.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manifestou apoio à integração da Ucrânia no mercado único europeu como parte de um acordo de paz. Esta proposta permitiria à Ucrânia acesso a um mercado amplo sem a imposição de impostos, contudo, exigiria mudanças nas regras da União Europeia.
- O líder norte-americano, Donald Trump, indicou que está a considerar a aplicação de novas sanções à Rússia em resposta a ataques recentes às infraestruturas da Ucrânia. Estas sanções visam pressionar ambas as partes a avançar para um cessar-fogo e para a realização de um acordo de paz.
[António Raminhos, Luís Filipe Borges e Marco Horácio são três “Homens de Uma Certa Idade” a discutir a vida “de forma sincera”. Ouça aqui o novo episódio, que também está disponível na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]
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Protestos frente à Embaixada dos EUA contra fim do apoio americano a Kiev
Mais de 60 manifestantes reuniram-se hoje em frente à Embaixada norte-americana em Lisboa em protesto contra a decisão da administração do Presidente Donald Trump de suspender o apoio militar a Kiev.
A comunidade ucraniana em Portugal reuniu-se num protesto, que começou pelas 19h30 e que terminou às 20h30, contra as posições da administração Trump.
“Propaganda russa mata”, “Fascismo tornou-se russismo”, eram o que diziam alguns dos cartazes empunhados pelos manifestantes que reclamam da postura diplomática da administração Trump.
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Von der Leyen tem plano para integrar Ucrânia no mercado único da UE, avança imprensa
Ursula von der Leyen é a favor da integração da Ucrânia no mercado único europeu, composto pelos países membros da União Europeia.
A medida seria parte de um acordo de paz final e daria à Ucrânia acesso a um mercado com 449 milhões de consumidores sem ter de, para isso, pagar impostos, avança o Telegraph com base em fontes anónimas.
Para esta entrada no mercado único antes da adesão oficial ao bloco europeu — para a qual a Ucrânia é candidata — seria necessária uma alteração das regras da UE, algo que a líder da Comissão Europeia estará disposta a fazer, de acordo com o jornal inglês.
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Representantes republicanos começam a pedir a Trump para retomar ajuda à Ucrânia
Alguns representantes republicanos estão a começar a pedir ao Presidente norte-americano o fim da pausa de envio de ajuda militar à Ucrânia, de acordo com o The Hill.
O jornal norte-americano refere o nome de alguns republicanos eleitos, como o senador Thom Tullis e a senadora Susan Collins, que têm mostrado publicamente desacordo com as recentes decisões de Trump em relação à Ucrânia.
A decisão de Trump de suspender temporariamente o envio de armas à Ucrânia com o intuito de pressionar os aliados na NATO e abrir espaço para negociações com Putin é visto de maneira positiva pelos republicanos em questão. Por outro lado, manter essa suspensão em vigor por demasiado tempo é considerada por alguns como uma estratégia que pode ser benéfica para a Rússia.
Quando na segunda-feira Trump anunciou a pausa da partilha de informação militar à Ucrânia, vários republicanos questionaram publicamente qual seria o ganho dos EUA com essa estratégia. O senador Tillis afirmou nesse dia que esata decisão “pode ser uma ajuda para Putin”. “Eu acho que é uma visão errada [da situação]”, disse.
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Zelensky garante que Kiev quer "a paz assim que possível"
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assegurou hoje que quer “a paz assim que possível”, antes de uma reunião entre Estados Unidos e Ucrânia, na próxima semana, e após críticas norte-americanas de que Kiev se recusava a negociar com Moscovo.
“Um trabalho muito intensivo com a equipa do Presidente [norte-americano, Donald] Trump tem decorrido durante todo o dia, a diferentes níveis, com muitos telefonemas. O tema é claro: a paz assim que possível”, declarou Zelensky no seu discurso diário, transmitido nas redes sociais.
We continue working with partners who seek peace just as we do, focusing on the necessary steps. Next week, there will be a lot of work here in Europe, with the U.S., and in Saudi Arabia – we are preparing a meeting to accelerate peace and strengthen the foundations of security.… pic.twitter.com/RDoGpHNwUl
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) March 7, 2025
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Rússia quer construir fábrica de drones na Bielorrússia. Lukashenko responde com um 'sim'
A Rússia propôs construir uma fábrica de drones no território bielorrusso. “É muito importante que a Bielorrúsia tenha as suas próprias instalações de produção, que iria fortalecer a sua economia e segurança nacional”, afirmou o responsável russo Maxim Oreshkin.
O anúncio foi feito durante uma viagem a Minsk. “Estamos prontos para construir a fábrica”, respondeu o Presidente bielorruso, Alexander Lukashenko, citado pelo Kiev Independent.
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MNE ucraniano teve conversa "construtiva" com Marco Rubio
Andrii Sybiha, ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, falou hoje com o homólogo norte-americano, Marco Rubio. Numa publicação na rede social X, o responsável ucraniano descreveu a conversa como “construtiva.”
I had a constructive call with @SecRubio. We discussed the upcoming meeting between Ukrainian and US delegations in Saudi Arabia. Ukraine wants the war to end, and US leadership is essential for achieving lasting peace. We also discussed ways to advance our bilateral cooperation.
— Andrii Sybiha ???????? (@andrii_sybiha) March 7, 2025
Segundo Sybiha, a conversa focou-se na reunião entre as delegações ucraniana e norte-americana na Arábia Saudita, prevista para a próxima semana. Também abordaram medidas para avançar a colaboração bilateral.
“A Ucrânia quer que a guerra acabe e a liderança norte-americana é essencial para alcançar uma paz duradoura”, sublinhou Sybiha.
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Cidade americana tem futuro incerto com fim do apoio dos Estados Unidos à Ucrânia
Scranton tem sido essencial no apoio à Ucrânia, com uma fábrica a aumentar produção de munições, criando empregos e impulsionando a economia local. Tensão entre Kiev e Washington inquieta a cidade.
Cidade americana tem futuro incerto com fim do apoio dos Estados Unidos à Ucrânia
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Trump acredita que Putin será "mais generoso" com a Ucrânia do que precisa
O líder norte-americano reiterou que acredita que Vladimir Putin quer acabar com a guerra e que será até “mais generoso” do que precisa de ser. “Isso é muito bom, significa coisas muito boas”, defendeu.
Aos jornalistas, Donald Trump disse que durante o seu primeiro mandato falou várias vezes com o homólogo russo sobre a Ucrânia. “Era a menina dos seus olhos”, notou, lembrando que nessa altura nunca avançou em solo ucraniano. “Não havia como entrar [em território ucraniano]. Ele sabia que haveria consequências”, disse.
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Trump diz que países europeus não sabem como acabar com a guerra
O líder norte-americano admitiu que não sabe se a Ucrânia quer realmente um acordo para pôr fim à guerra. “Eu não sei se eles querem um acordo. Se eles não querem um acordo nós estamos fora”, avisou Donald Trump.
O Presidente dos EUA voltou a afirmar que, se não existir um acordo, o conflito na Ucrânia poderá conduzir a uma Terceira Guerra Mundial.
Trump disse também que os países europeus não sabem com acabar com a guerra. “Estão numa posição incomum”, apontou. “Eu acho que sei como acabar com a guerra”, acrescentou.
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Trump: "Se eu não fosse Presidente esta guerra não teria hipótese de acordo"
Donald Trump voltou a reiterar que se “não fosse Presidente esta guerra não teria hipótese de um acordo”. “Nenhuma hipótese, mas acho que vamos chegar a um acordo”, disse aos jornalistas.
O líder norte-americano foi questionado sobre se o homólogo russo, Vladimir Putin, está a usar como vantagem a pausa na ajuda militar dos EUA à Ucrânia. “Ele quer parar a guerra e chegar a acordo. Está a atingi-los com mais força do que antes e acho que provavelmente qualquer pessoa na posição dele faria isso agora”, afirmou.
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Trump diz que é mais fácil lidar com a Rússia do que com a Ucrânia
O Presidente dos Estados Unidos da América disse hoje que acredita que a Rússia quer a paz, mas afirmou que é mais fácil lidar com Moscovo do que com Kiev.
Donald Trump falava numa conferência de imprensa a partir da Sala Oval. Questionado por um jornalista sobre se acredita no desejo de paz do homólogo russo, respondeu que está a achar “mais difícil lidar com a Ucrânia”, apesar de o país não estar numa boa posição para negociar.
“Em termos de conseguir um acordo final tem sido mais fácil lidar com a Rússia, o que é surpreendente porque eles têm todas as cartas e estão a bombardeá-los intensamente”, afirmou, lembrando que condenou os ataques.
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Ucrânia pede a Itália detalhes sobre proposta para estender proteção do artigo 5.º da NATO a Kiev
As autoridades ucranianas pediram à Itália mais informações sobre a proposta avançada pela primeira-ministra Giorgia Meloni sobre estender a proteção do artigo 5.º da NATO — um ataque contra um é um ataque contra todos — à Ucrânia.
A hipótese foi proposta por Meloni à margem da cimeira da UE em Bruxelas. A líder italiana admitiu que proteger a Ucrânia com o artigo 5.º seria uma solução mais “duradoura” do que enviar uma força de manutenção de paz ou conceder uma adesão total à aliança transatlântica.
“Acolhemos esta declaração como parte da discussão sobre como providenciar garantias de segurança de segurança”, começou por dizer esta sexta-feira o porta-voz do ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia. “Estamos em contacto com os nossos colegas italianos para clarificar os detalhes específicos desta proposta”, acrescentou, citado pela Reuters.
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"EUA deixaram a Ucrânia totalmente desprotegida"
Nuno Amaral Jerónimo afirma que as posições da administração Trump mudam todos os dias. O professor considera que países europeus devem chamar à atenção de que a guerra na Ucrânia não é só militar.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Rússia diz que Reino Unido terá de devolver dinheiro de ativos russos congelados que deu à Ucrânia
A Rússia já respondeu às notícias de que a Ucrânia recebeu hoje do Reino Unido a primeira tranche do montante que será pago através de ativos russos congelados. O presidente da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, afirmou que o governo britânico terá de devolver todo o dinheiro que deu ilegalmente a Kiev.
“A transferência de fundos pertencentes à Rússia para a Ucrânia é uma violação grosseira do direito internacional. Vão ter de devolver à Rússia o que tão generosamente deram”, afirmou Vyacheslav Volodin, citado pela agência estatal Tass.
Volodin disse ainda que a atitude do Reino Unido vai “minar a confiança no sistema financeiro britânico para sempre”. “O que aconteceu destrói o princípio da inviolabilidade da propriedade, no qual se baseia todo o sistema financeiro global”, defendeu.
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Polónia quer inscrever gastos em defesa de 4% do BIP na Constituição e apostar em treino militar para todos os homens
Andrzej Duda, Presidente polaco, propôs esta sexta-feira consagrar um gasto em Defesa de pelo menos 4% do PIB do país na Constituição, noticiou a agência Reuters.
Atualmente, a Polónia gasta uma proporção maior do PIB em Defesa do que qualquer outro membro da NATO, incluindo os Estados Unidos. Segundo dados da aliança transatlântica, em 2024 alcançou 4,1% do PIB e pode chegar aos 4,7% já este ano.
Esta não foi a única medida anunciada, com o primeiro-ministro polaco a revelar que o governo está a trabalhar num plano de treino militar em larga escala para todos os homens adultos. Numa intervenção na câmara baixa do parlamento, Donald Tusk disse que desta forma seria criada uma força de reserva “adequada a possíveis ameaças.”
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Após discussão na Sala Oval, nível de confiança em Zelensky aumenta entre os ucranianos. 68% confiam no Presidente ucraniano
O nível de confiança do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, aumentou dez pontos percentuais face a fevereiro, segundo um estudo do Instituto Internacional de Sociologia de Kiev. Cerca de 68% dos inquiridos confia na atuação do líder ucraniano.
Num inquérito realizado entre 1 a 4 de março, numa altura que já contempla a discussão na Sala Oval, vê-se que a taxa de confiança aumentou onze pontos percentuais face a outro inquérito entre 4 a 9 de fevereiro de 2025.
Fonte: Instituto Internacional de Sociologia de Kiev
“Na primeira semana de fevereiro de 2025, antes do agravamento das relações entre a Ucrânia e os Estados Unidos, 57% dos ucranianos confiavam no Presidente Volodymyr Zelensky, enquanto 37% não”, lê-se no estudo publicado hoje.
Um mês depois, 68% dos ucranianos confiam no Presidente ucraniano, contra 27% que não. 5% respondeu que era “difícil de dizer”.
Numa intervenção pública, Donald Trump, o Presidente norte-americano, chegou a dizer, sem sustentação, que a taxa de aprovação de Volodymyr Zelensky era apenas de 4%.
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Três cidadãos búlgaros considerados culpados de espiar a favor da Rússia
Katrin Ivanova, Vanya Gaberova e Tihomir Ivanchev, três cidadãos búlgaros, foram considerados culpados de espionagem a favor da Rússia a partir do Reino Unido. O júri chegou ao veredicto após mais de 32 horas de deliberação, num julgamento que decorreu no tribunal britânico de Old Bailey, segundo o The Guardian.
O trio, que morava em Londres aquando da detenção, foi considerado culpado de envolvimento numa conspiração para espiar. Katrin Ivanova foi também condenada por posse de documentos falsos, nomeadamente passaportes.
De acordo com a BBC, Katrin Ivanova, Vanya Gaberova e Tihomir Ivanchev integravam um grupo de cidadãos búlgaros que levou a cabo ações de espionagem entre 2020 e 2023. A rede vigiava pessoas e locais visados pela Rússia, incluindo jornalistas de investigação ou uma base militar norte-americana na Alemanha.
Dos três suspeitos apenas Tihomir Ivanchev esteve presente em tribunal. Katrin Ivanova e Vanya Gaberova assistiram ao julgamento remotamente, a partir da prisão de HMP Bronzefield.
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Trump diz que pondera aplicar novas sanções e tarifas à Rússia
Trump recua e diz que está a considerar aplicar novas sanções e tarifas à Rússia, depois da onda de ataques desta noite à Ucrânia.
A ameaça do Presidente dos Estados Unidos surge na sua rede social Truth Social:
“Com base no facto de a Rússia estar neste momento a 1esmagar1 a Ucrânia no campo de batalha, estou a considerar fortemente a possibilidade de aplicar sanções bancárias, sanções e tarifas em grande escala à Rússia até que se chegue a um cessar-fogo e a um ACORDO FINAL DE PAZ.
Para a Rússia e a Ucrânia, sentem-se à mesa agora mesmo, antes que seja tarde demais. Obrigado!!!”