Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Encerramos aqui este artigo em direto que acompanhou as principais notícias sobre o conflito na Ucrânia nas últimas 24 horas. Pode continuar a seguir a nossa cobertura nesta nova ligação.

    Bielorrússia diz que procura diálogo com Ucrânia para criar “consenso” e acabar com a guerra

  • Trump insta Zelensky a aceitar termos de Putin. Caso contrário, presidente russo pode "destruir" Ucrânia

    O presidente dos EUA terá instado Volodymyr Zelensky a aceitar as condições de Vladimir Putin para colocar fim à guerra na Ucrânia, avança o Financial Times.

    Donald Trump terá avisado o presidente ucraniano — durante a reunião desta sexta-feira — que, caso se recuse a aceitar essas condições, o país pode ser destruído pela Rússia.

    A reunião entre os presidentes dos EUA e da Ucrânia degenerou várias vezes numa “disputa de gritos”, com Trump “a praguejar o tempo todo”, disseram pessoas próximas do encontro, ouvidas pelo jornal britânico.

    Durante o encontro, em Washington, o presidente dos EUA terá confrontado Zelensky com mapas da linha da frente na Ucrânia, e insistiu que Zelensky entregue toda a região de Donbass a Putin. Repetiu várias vezes os argumentos que o líder russo tinha apresentado na chamada que manteve com Putin no dia anterior.

    Trump terá também dito a Zelensky que ele estava a perder a guerra, alertando: “Se [Putin] quiser, ele vai destruí-lo”.

  • Ministros dos Negócios Estrangeiros reúnem-se no Luxemburgo

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reúnem-se hoje, segunda-feira, no Luxemburgo para discutir como reforçar e estabilizar o apoio à Ucrânia, olhando também para o papel que o bloco pode ter no futuro de Gaza.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, participa na reunião liderada pela chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas.

    O principal tópico da discussão vai ser o conflito na Ucrânia.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, deverá intervir na reunião para pedir ainda mais pressão sobre a Rússia, numa altura em que a UE alega que a economia russa está a sofrer os efeitos das sanções, ainda que Moscovo tenha intensificado os bombardeamentos ao território ucraniano.

  • Zelensky disponível para ir a Budapeste reunir-se com Trump e Putin

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse estar disponível para, aproveitando o encontro que ambos planeiam realizar em Budapeste, reunir-se com os seus homólogos dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin.

    “Se realmente quisermos ter uma paz justa e duradoura, precisamos das duas partes desta tragédia. Como se vai chegar a algum acordo sobre nós sem nós?”, argumentou numa entrevista à cadeia ABC gravada na sexta-feira e transmitida hoje.

    Por essa razão, questionado sobre se tentaria estar em Budapeste, Zelensky revelou que disse a Trump, com quem se reuniu na sexta-feira em Washington, que está pronto.

    Embora manifestando interesse num encontro cara a cara com o líder russo, Zelensky disse que Putin “é semelhante, embora mais forte, ao (terrorista) Hamas”, ao comentar as possibilidades de Trump alcançar um acordo para a guerra na Ucrânia como o que conseguiu para parar a ofensiva militar israelita na Faixa de Gaza.

    “A guerra é maior e o exército russo é o segundo maior do mundo e por isso é necessária mais pressão”, argumentou o Presidente ucraniano, insistindo em reclamar a entrega de mísseis norte-americanos de longo alcance Tomahawk.

    “É bom que o Presidente Trump não tenha dito ‘não’ (à entrega dos mísseis), mas até hoje também não disse ‘sim’”, referiu Zelenski.

  • União Europeia pede aos estados-membros que apoiem inspeções aos navios da frota-fantasma da Rússia

    O Serviço Europeu para Ação Externa, o braço diplomático da União Europeia, está a pedir aos estados-membros que apoiem uma declaração marítima que permitiria que os países pudessem fazer inspeções na frota-fantasma ” de petroleiros da Rússia, noticia a Reuters.

    A medida é a mais recente proposta da UE e visa reduzir a receita do petróleo e gás russo, que são muitas vezes transportados nestes navios, por não estarem abrangidos pelas sanções internacionais aos navios oficiais.

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE devem reunir-se na segunda-feira para discutir novas medidas contra a Rússia.

    Estima-se que a frota-fantasma da Rússia tenha entre 600 e 1400 navios. A UE já tem sob sanções cerca de 400 destes navios.

  • Putin "vai levar alguma coisa" da Ucrânia, diz Donald Trump. "Ganhou algumas terras"

    O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que Putin vai ficar com parte do território já conquistado na Ucrânia.

    As declarações de Trump foram feitas numa entrevista à Fox News. Questionado pela entrevistadora sobre se o presidente russo estava disposto a “acabar com esta guerra sem tomar quantidades significativas de território na Ucrânia”, Trump respondeu “sim” num primeiro momento mas a resposta mudou quando a entrevistadora perguntou se Putin estará disponível para devolver território já conquistado.

    “Bem, ele vai levar alguma coisa [da Ucrânia]. Quer dizer, eles lutaram e ele tem muitas terras. Quer dizer, sabe… ele ganhou certas terras“, disse Trump, citado pelo The Independent.

  • Zelensky defende congelamento da linha da frente e pede a Trump que exerça pressão sobre Putin

    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, defende o congelamento das linhas da frente do conflito para que sejam iniciadas negociações de paz, defendendo que o presidente dos EUA deve exercer pressão sobre Putin.

    “Eu sei que temos de acabar com esta guerra e começar a fazê-lo a partir do local onde os soldados estão, a partir da linha de contacto”, defendeu Zelensky, citado pela Bloomberg, em entrevista à cadeia de televisão norte-americana NBC.

    “Se queremos parar esta guerra e avançar para negociações de paz com urgência e de forma diplomática, precisamos de permanecer onde estamos, sem dar nenhum ganho adicional a Putin”, sublinhou o chefe de Estado ucraniano.

    A posição de Zelensky é oposta à de Putin, que terá dito a Trump, na quinta-feira, que exige que a Ucrânia entregue a região de Donetsk para colocar fim à guerra.

    Na entrevista à NBC, Zelensky disse que é necessário que Trump exerça pressão sobre Putin. “Putin é algo parecido, mas mais forte que o Hamas”, realçou o presidente da Ucrânia. No entanto, a guerra na Ucrânia é maior que o conflito em Gaza, lembrou, acrescentando que o exército russo é o segundo maior do mundo. “É por isso que mais pressão” é necessária, disse.

  • Putin terá exigido a Trump que Ucrânia entregue região de Donetsk para colocar fim à guerra

    Vladimir Putin terá exigido a Donald Trump que a Ucrânia entregue à Rússia o controlo total da região de Donetsk como condição para o fim da guerra.

    A exigência foi feita pelo presidente da Rússia durante o telefonema com o presidente dos EUA esta quinta, escreve o The Washington Post, citando dois oficias norte-americanos com conhecimento da conversa mantida entre os dois chefes de Estado.

    Putin sugeriu, na longa conversa com Trump, que poderá estar disposto a abdicar de parte das regiões de Kherson e Zaporíjia (que as forças russas também só controlam parcialmente) em troca da retirada das forças ucranianas da região de Donetsk.

    Desta forma, o presidente russo parece mostrar disponibilidade para ceder. Os funcionários da Casa Branca ouvidos pelo Washington Post descrevem a mudança de posição de Vladimir Putin como um “progresso”, antes do encontro agendado entre os dois líderes para Budapeste, na Hungria.

    Recorde-se que, neste momento, a Rússia controla toda região de Lugansk e cerca de 80% da região de Donetsk. Os restantes 20% são controlados pela Ucrânia, que detém algumas cidades importantes nesse território, como Kramatorsk e Sloviansk.

  • Rússia atacou Kharkiv com novos mísseis teleguiados. Cinco pessoas ficaram feridas

    As forças russas realizaram o seu primeiro ataque com novos mísseis teleguiados na cidade de Lozova, na região de Kharkiv, no sábado.

    O ataque ocorreu por volta das 17h40, hora local, atingindo um bairro residencial e danificando casas. As autoridades reportaram pelo menos cinco feridos. De acordo com o The Kyiv Independent, todas as vítimas estão a receber tratamento médico em unidades hospitalares.

    Há vários meses que os ataques russos se intensificaram na região de Kharkiv. As autoridades identificaram a arma utilizada como uma nova bomba aérea guiada por míssil, a UMPB-5R, capaz de voar cerca de 130 quilómetros.

  • Ex-presidente da Ucrânia diz que Trump tem "trunfo" para acabar guerra

    O antecessor de Volodymyr Zelensky na presidência da Ucrânia disse, numa entrevista ao canal lituano BNS, que Donald Trump tem um “trunfo” para forçar Vladimir Putin a acabar com a guerra.

    “O que quer Putin? O Putin está a tentar mostrar a sua vitória internacional, mas é impossível. Ele quer remover os EUA da questão ucraniana para que a América não atue neste processo”, explicou Petro Poroshenko, líder do principal partido da oposição, o ‘Solidariedade Europeia’.

    “Trump tem os chamados ‘trunfos’ que podem pressionar Putin. Quais são? Primeiro, os mísseis Tomahawk que os EUA poderiam transferir para a Ucrânia. Segundo, uma nova onda de sistemas de defesa aérea dos EUA. Terceiro, os novos caças F-16. A outra é a assistência financeira. E outro ‘trunfo’: as sanções. Todas essas ferramentas são maneiras de pressionar Putin a acabar a guerra. Tenho a certeza que Trump aproveitará essas oportunidades. Ele entende que Putin não tem escolha a não ser acabar com a guerra”.

  • Bom dia!

    Abrimos este artigo em direto para acompanhar as novidades sobre o conflito na Ucrânia este domingo. Se quiser, pode recordar neste outro liveblog agora encerrado tudo o que aconteceu no leste europeu no sábado.

    Trump recusa entregar Tomahawk à Ucrânia por enquanto, diz imprensa americana. Zelensky diz que Putin “tem medo” desses mísseis

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