Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Este liveblog termina aqui. Pode continuar a acompanhar as notícias sobre a pandemia no novo liveblog do Observador, a que pode aceder aqui.

    Conselho de Ministros decide esta tarde o próximo passo no desconfinamento

  • Covid-19. Investigação aponta possível caminho do SARS-CoV-2 para o cérebro

    As conclusões do estudo apontam para os astrócitos, células que normalmente protegem os neurónios, como o caminho do SARS-CoV-2 para o cérebro em algumas formas da doença da Covid-19.

    Investigação aponta possível caminho do SARS-CoV-2 para o cérebro

  • Covid-19. Portugal antecipa envio de vacinas e alarga moratória da dívida de Cabo Verde

    “Dado o agravamento da situação pandémica em Cabo Verde, decidimos antecipar o envio de vacinas”, declarou Santos Silva, que anunciou também o alargamento da moratória da dívida de Cabo Verde.

    Covid-19. Portugal antecipa envio de vacinas e alarga moratória da dívida de Cabo Verde

  • Uma só dose das vacinas da Pfizer e AstraZeneca já reduzirá transmissibilidade do vírus em mais de um terço

    Primeiras conclusões de um estudo da Public Health England: quem recebeu 1ª dose e depois foi infetado tem 38% a 49% menos probabilidade de infetar coabitantes. E menos infetados desenvolvem sintomas.

    Uma só dose das vacinas da Pfizer e AstraZeneca já reduzirá transmissibilidade do vírus em mais de um terço

  • Covid-19. PSD quer ouvir coordenador da "task-force" sobre condicionamento de vacinas

    O PSD justifica o pedido de audição urgente com declarações do vice-almirante Gouveia e Melo, “em que o mesmo admite a possibilidade de serem desperdiçadas mais de 3 milhões de vacinas em Portugal”.

    Covid-19. PSD quer ouvir coordenador da “task-force” sobre condicionamento de vacinas

  • Restauração quer fim dos limites horários já no próximo fim de semana

    A associação do setor solicitou ao Governo que equacione a possibilidade de os estabelecimentos de restauração e similares poderem funcionar, sem qualquer limite horário, já no próximo fim de semana.

    Restauração quer fim dos limites horários já no próximo fim de semana

  • Angola regista mais 226 casos e quatro mortes depois de anúncio de segunda vaga

    Angola registou nas últimas 24 horas mais 226 casos de Covid-19, quatro mortes e 243 doentes recuperados, anunciou hoje a ministra da Saúde, Silvia Lutucuta

    Dos novos casos, 210 foram registados em Luanda, sete no Huambo, quatro na Huila e um em cada uma das seguintes províncias: Benguela, Bengo, Cuanza Sul, Malange e Uíje.

    As idades variam entre um mês e 87 anos, sendo 106 pessoas do sexo masculino e 120, feminino. Angola soma 26.168 casos de Covid-19, com 591 óbitos, 23.584 doentes recuperados e 1.993 casos ativos.

    A ministra, que anunciou esta quarta-feira que Angola se encontra em “plena segunda vaga” adiantou que têm sido também detetados mais casos nos pontos de entrada e saída de Luanda, que se mantém sob cerca sanitária.

    Angola já vacinou 503 mil pessoas e vai começar a ser administrada a segunda dose da vacina Astra Zéneca, a partir de 2 de maio.

  • Covid-19. Loures com novo centro de vacinação em Sacavém a partir de quinta-feira

    O novo centro de vacinação vai ficar instalado no pavilhão da escola básica Bartolomeu Dias, em Sacavém, e terá uma capacidade máxima diária para administrar 1.400 doses de vacinas contra a Covid-19.

    Covid-19. Loures com novo centro de vacinação em Sacavém a partir de quinta-feira

  • Estado "preparado" para garantir parte das dívidas em moratória, diz Siza Vieira

    Siza Vieira disse estar confiante quanto às moratórias, mas reconhece que em setores como turismo e restauração a situação pode complicar-se e por isso estão a ser preparados vários instrumentos.

    Estado “preparado” para garantir parte das dívidas em moratória, diz Siza Vieira

  • Uma só dose das vacinas da Pfizer e AstraZeneca já reduz a transmissibilidade do vírus em mais de um terço, indica estudo

    Uma só dose das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca contra o coronavírus — que são administradas em duas tomas — já reduz significativamente o risco de futuros infetados transmitirem o vírus a outros coabitantes.

    A informação é avançada num estudo (ainda não inteiramente revisto por pares) da agência de saúde britânica Public Health England, que traz números animadores: só a primeira dose já reduzirá a probabilidade de transmissão do vírus (em caso de infeção, que uma só dose não evita) em mais de um terço.

    O estudo comparou a transmissibilidade do vírus por infetados que não receberam uma primeira dose da vacina da Pfizer e da Astra e por infetados que receberam uma primeira dose de uma dessas vacinas três semanas antes. A transmissibilidade a coabitantes, que partilham a mesma morada residencial, diminuiu entre 38% a 49%.

    No Reino Unido o próprio ministro da Saúde inglês, Matt Hancock, já reagiu a estes dados, que considerou serem “notícias tremendas” que devem encorajar todos a serem vacinados quando forem convocados pelas autoridades de saúde.

    A menor probabilidade de transmitir o vírus em indivíduos que receberam uma primeira dose da vacina da Pfizer ou da vacina da AstraZeneca começa após cerca de 14 dias da toma, refere a BBC, citando uma declaração oficial da agência de saúde Public Health England.

    Já a probabilidade de uma pessoa vacinada com uma destas primeiras doses vir a desenvolver sintomas da infeção — ou seja, ficar doente com Covid-19 — também cairá em 60% a 65% após quatro semanas da primeira dose.

    Como lembra a BBC — e como também já adiantaram por diversas vezes as autoridades de saúde em Portugal — o ambiente familiar e doméstico é aquele em que ocorre o maior número de contágios, pelo que estes dados referentes à redução da transmissibilidade nesses contextos (após uma primeira dose administrada da vacina) são descritos como “altamente encorajadores”.

    O único “mas” na notícia é a dúvida que ainda subsiste quanto à capacidade das vacinas já desenvolvidas protegerem aqueles que as receberem de novas variantes e mutações do vírus. Embora existam dúvidas sobre se a proteção conferida permanece a mesma, os especialistas de saúde creem que as vacinas já desenvolvidas conferem e conferirão pelo menos algum grau de proteção significativo.

    Neste estudo participaram mais de 57 mil pessoas de 24 mil locais de residência diferentes.

  • Londres adquire 60 milhões de vacinas da Pfizer para reforço de "vulneráveis"

    O governo britânico anunciou esta quarta-feira a aquisição de 60 milhões de novas doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer-BioNTech, com o objetivo de estabelecer um programa no outono de reconvocação para pessoas mais vulneráveis.

    “A vacina ajuda-nos a recuperar a nossa liberdade e devemos proteger esse progresso”, afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock, no parlamento.

    Diante do “risco de novas variantes”, o governo tem trabalhado “há mais de um ano” num “plano de reconvocação” para proteger a população.

    As 60 milhões de doses encomendadas à Pfizer-BioNTech, além das 40 milhões adquiridas do mesmo laboratório, “serão utilizadas, juntamente com outras, como parte do programa de reconvocação” para que se possa proteger “o progresso já alcançado”, detalhou.

  • Turquia compra 50 milhões de doses da vacina russa Sputnik V

    A Turquia, confrontada com uma penúria de vacinas contra o novo coronavírus, anunciou esta quarta-feira ter encomendado 50 milhões de doses do fármaco russo Sputnik V.

    “A Turquia assinou um acordo relacionado com a compra de 50 milhões de doses da Sputnik V que deverão ser entregues nos próximos seis meses. A primeira entrega terá lugar no mês de maio”, declarou o ministro da Saúde turco, Fahrettin Koca, em conferência de imprensa.

    Este anúncio surge num momento em que a Turquia, após ter iniciado com grande intensidade a sua campanha de vacinação, reduziu consideravelmente a cadência devido à falta de vacinas disponíveis.

    Num sinal desta penúria, Koca anunciou ainda que a administração da segunda dose da vacina Pfizer-BioNTech, que a Turquia utiliza, terá agora lugar entre seis e oito semanas após a primeira, contra quatro semanas atualmente.

  • Covid-19. Suíça doa 270 milhões de euros para países pobres terem vacina

    A doação é feita para que países em desenvolvimento tenham acesso às vacinas, medicamentos, testes de diagnóstico da Covid-19, e para o fortalecimento dos sistemas de saúde locais.

    Covid-19. Suíça doa 270 milhões de euros para países pobres terem vacina

  • Espanha com 8.665 casos e 88 mortes nas últimas 24 horas — e com 230 casos por cada 100 mil habitantes nos últimos 14 dias

    O ministério da Saúde espanhol já atualizou os números referentes aos contágios e óbitos por coronavírus nas últimas 24 horas. Foram reportados mais 8.665 casos de infeção e 88 mortes, noticia o jornal El País.

    Nos últimos 14 dias, Espanha registou uma incidência de 230 casos por cada 100 mil habitantes. Em Portugal as autoridades de saúde definiram os 120 casos por cada 100 mil habitantes (quase metade) como limite para o controlo da situação pandémica.

  • Situação continua delicada em Itália: mais 344 mortes, 13 mil casos e quase 20 mil internados

    Em Itália morreram nas últimas 24 horas 344 pessoas infetadas com o novo coronavírus. Há ainda registo de 13.385 novas infeções — quase mais três mil do que no dia anterior (10.404). A atualização de números é noticiada pela Agência Reuters.

    Itália, que em 2020 foi um dos primeiros países a ser gravemente afetado pela pandemia, chegou a ter em março e no início de abril vários dias com mais de 20 mil infeções diárias.

    O número de infeções diárias tem diminuído em Itália de forma razoavelmente constante ao longo deste mês de abril, aproximando o país do índice de contágios verificado em janeiro. Porém, o país continua muito distante dos números reportados no verão passado — altura em que em grande parte dos dias foram reportados menos de 300 casos diários de infeção. Ou seja, atualmente Itália regista mais de 40 vezes mais infeções do que no período de menor incidência de casos de 2020 (o verão).

    Desde a chegada da Covid-19 ao país, já foram reportadas em Itália mais de 120 mil mortes (120.256) por infeções com o novo coronavírus. É assim o segundo país com mais mortes da Europa, logo a seguir ao Reino Unido, e o sétimo com mais mortes em todo o mundo, de acordo com o jornal britânico The Guardian. O número de infeções aproxima-se cada vez mais dos quatro milhões (3.99 milhões de casos até ao momento).

    Estão ainda hospitalizadas em Itália atualmente 19.860 pessoas. Estão internados nos cuidados intensivos 2.711 pacientes.

  • Costa e a comissária Elisa Ferreira: "Não temos dúvidas que será uma preciosa ajuda no seio da Comissão Europeia"

    O primeiro-ministro deixa ainda palavras elogiosas para a comissária europeia (e antiga ministra socialista) Elisa Ferreira: “Sei bem que a senhora comissária Elisa Ferreira beneficia ainda por cima de uma larga experiência. Todo o país a conheceu já há umas décadas como uma excelente executora da grande operação integrada de desenvolvimento de Vale do Ave. Aos anos que isto já foi. Já a conhecemos todos também como ministra do Planeamento, tem essa experiência acumulada”.

    Tem largos anos de experiência como comissária europeia, portanto não temos dúvidas que será uma preciosa ajuda no seio da Comissão [Europeia], onde nem todos têm uma experiência de vida tão rica e tão diversificada que permita compreender e fazer explicar bem a urgência de vencer as barreiras da burocracia, de ultrapassar a mentalidade tecnocrática e de nos focarmos no essencial, que é pôr rapidamente em marcha um plano de recuperação económica e social à escala europeia”, remata Costa.

    O primeiro-ministro diz ainda: “Nós fizemos a nossa parte, tenho a senhora que a comissária faz a sua parte. Tenho a certeza — porque tenho sido testemunha — da grande sensibilidade da presidente da Comissão [Europeia] para esta dimensão. Mas é fundamental que todo o colégio de comissários tenha o mesmo espírito e a mesma compreensão porque a experiência da vida não é igual para todos, portanto nem todos têm a mesma sensibilidade…”

    António Costa diz que a presidência portuguesa “está muito determinada a que no dia 18 de junho aprovemos mesmo os primeiros Planos de Recuperação e Resiliência e que ainda na última semana de junho façamos uma segunda aprovação de um segundo pacote de Planos de Recuperação e Resiliência. Todos temos de trabalhar para isso. E é isso que permitirá que este portal Mais Transparência [hoje apresentado] comece a ganhar aplicabilidade prática”.

  • Costa: Europa não pode "perder mais tempo no esforço da recuperação". E quer PRR's aprovados já em junho

    O primeiro-ministro António Costa diz ainda, em Lisboa, que a Europa não pode “perder mais tempo no esforço de recuperação” económica dos países. E lembra que “o resto do mundo não parou” e que os EUA “já vão no terceiro pacote de relançamento económico”.

    Apontou o primeiro-ministro: “Portugal foi o primeiro, mas esta semana a Comissão Europeia já vai receber vários outros Planos de Recuperação e Resiliência. Felizmente não só de economias pequenas ou médias mas também das grandes economias europeias, que são fundamentais para o motor da recuperação global da Europa”.

    Daremos seguramente o nosso contributo mas não tenho dúvidas que o motor franco-alemão dará um contributo não só para a respetiva recuperação mas para a recuperação do conjunto da Europa e também para a nossa própria recuperação”, acrescentou Costa.

    O PM coloca ainda alguma pressão na Comissão Europeia para aprovar os Planos de Recuperação e Resiliência dos países, nomeadamente o plano português: “Adotámos esta metodologia de trabalho de em vez de apresentarmos primeiro o plano e depois negociarmos com a Comissão Europeia, termos tido a possibilidade de outubro até agora de irmos tendo tido contactos intensos, semanais, com as diferentes direções gerais da Comissão Europeia”.

    Existe portanto um “conhecimento muito profundo por parte dos senhores comissários” europeus que, deseja Costa, “vai permitir agora à Comissão aprovar os planos — que estejam em condições de serem aprovados, naturalmente — de uma forma muitíssimo mais célere do que os dois meses que estão previstos no regulamento”.

    O PM revela ainda que “a presidência portuguesa” do Conselho da União Europeia “já tomou a decisão de agendar para o Ecofin de 18 de junho a aprovação dos primeiros Planos de Recuperação e Resiliência“. O conselho Ecofin junta os ministros das Finanças dos países da UE em debate.

    Além disso, o PM refere: “Também já manifestámos a disponibilidade para convocar ainda um Ecofin extraordinário para a última semana de junho para aprovar um segundo pacote de Planos de Recuperação e Resiliência, de forma a que façamos a transferência para a Presidência eslovena com a menor carga possível de trabalho”.

    É preciso, diz Costa, “que a Europa não perca mais tempo no esforço da recuperação. Convém não esquecermos o seguinte: o resto do mundo não parou. Os EUA já vão no terceiro pacote de relançamento económico. Outras regiões do mundo já fizeram os seus pacotes de relançamento económico. E a Comissão Europeia teve uma decisão histórica em julho passado mas só em junho é que — se não houver atrasos agora na burocracia, na apreciação final dos planos — as primeiras verbas começarão a chegar efetivamente ao terreno”

  • Costa e a "bazuca". PM diz que Plano de Recuperação e Resiliência pode ser "verdadeira bazuca transformadora"

    Não falta quem torça o nariz à utilização do termo “bazuca” para se referir aos fundos europeus disponibilizados aos países para tentarem recuperar das crises social e económica provocadas pela pandemia. Desde logo o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que já referiu por mais de uma vez não apreciar a expressão. Mas o primeiro-ministro António Costa voltou a usá-lo esta quarta-feira, desta vez para falar do Plano de Recuperação e Resiliência do Governo.

    Disse o PM: “A democracia tem de existir, tem que ser praticada e reforçar-se no dia-a-dia. Estamos neste momento numa situação particularmente exigente. Para além dos Orçamentos do Estado, ganhámos a oportunidade de executar na próxima década um montante de fundos comunitários como nunca tivemos a oportunidade de poder executar”, aponta.

    Temos simultaneamente que concluir a execução do Portugal 2020, temos que arrancar com a execução do Portugal 2030 e temos ainda um complemento vitamínico e que tem de ser uma verdadeira bazuca transformadora que é o Plano de Recuperação e Resiliência”, explicou António Costa.

    A dimensão das verbas exige um grande esforço para uma aplicação devida — sem ela, Portugal não terá acesso aos fundos europeus disponibilizados. Detalhou o primeiro-ministro sobre a dimensão do esforço de aplicação: “Em média nos próximos 10 anos vamos ter de executar por ano o dobro do que executámos nos melhores anos de execução dos fundos de comunitários“.

    Costa deixou ainda um recado: “Ao contrário do que muitas vezes se pensa e se diz, Portugal tem um historial bom na execução dos fundos comunitários”.

  • António Costa: "Só com mais transparência e escrutínio teremos a celeridade e rigor" para aplicar Plano de Recuperação e Resiliência

    O primeiro-ministro, que apresenta também o portal Mais Transparência, defende que só com rigor e escrutínio sobre a sua execução será possível receber as verbas europeias para aplicar o Plano de Recuperação e Resiliência. “É precisamente para garantir simultaneamente a celeridade e o rigor que nós precisamos de mais transparência. E mais transparência significa mais escrutínio”.

    O escrutínio desejado é “desde logo político — por isso é muito importante que tal como acontece no Parlamento Europeu, também na Assembleia da República tenha sido criada uma instância própria de fiscalização política da execução do Plano de Recuperação e Resiliência”.

    Em segundo lugar, António Costa entende que “é fundamental que a sociedade acompanhe a execução deste plano. E foi por isso que criámos no modelo de governação uma comissão de acompanhamento, que será presidida pelo professor António Costa e Silva, e que inclui o que diria ser a sociedade civil organizada — como o sejam os parceiros sociais, o presidente do CES, os conselhos de reitores, o conselho dos institutos superiores e politécnicos, os membros não governamentais do conselho de concertação territorial como os presidentes das Associações Nacionais de Freguesias e de Municípios, os presidentes dos Governos regionais e os presidentes das cinco CCDR do continente”.

  • António Costa: Plano de Recuperação e Resiliência "não é cheque em branco" e "exige enorme rigor" na aplicação

    O primeiro-ministro António Costa fala aos jornalistas em Lisboa do Plano de Recuperação e Resiliência do Governo, criado para dar resposta aos problemas económicos e sociais gerados pela pandemia.

    Sobre este plano de reformas previsto, o primeiro-ministro começa por elogiar: “a qualidade do nosso Plano de Recuperação e Resiliência” e “o sentimento de apropriação pelo coletivo da sociedade deste instrumento que aqui temos”.

    Prossegue: “Temos depois o rigor que decorre do facto deste Plano de Recuperação e Resiliência, ao contrário do que acontece com os outros fundos comunitários, estar sujeito a um processo de monitorização da sua execução pela Comissão Europeia que não tem paralelo com nenhum outro. Este plano tem metas, calendários, marcos fundamentais”.

    Se com a sua aprovação a Comissão Europeia disponibiliza 13% de adiantamento para o arranque do Plano de Recuperação e Resiliência, a partir daí a libertação do resto das verbas depende do cumprimento escrupuloso das metas e dos marcos que contratualizamos com a Comissão Europeia”, acrescenta António Costa.

    Não se trata, portanto, de “um cheque em branco” ou sequer “de um cheque que seja avaliado posteriormente no final da execução, daqui a 6 anos”. Ao invés, “vai sendo diariamente, semanalmente, mensalmente, anualmente acompanhada a execução [do programa de reformas] por parte da Comissão Europeia. E portanto exige enorme rigor na sua aplicação”.

1 de 3