Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar as notícias relativas aos incêndios em Portugal e à onda de calor que se faz sentir no país neste link.

    Governo pondera manter estado de alerta na próxima semana. Montenegro pede à população que “colabore e respeite” autoridades

  • Mais de 2100 operacionais continuam a combater mais de 40 incêndios

    Os 43 incêndios rurais que alastram em Portugal continental estavam, às 00h15, a ser combatidos por 2117 operacionais, com a ajuda de 684 meios terrestres.

    A Proteção Civil definia, à mesma hora, três destes fogos como ocorrências significativas, sendo que a situação mais preocupante se localiza em Vouzela. No incêndio de Cambra e Carvalhal de Vermilhas estão destacados 1118 operacionais e 383 meios terrestres.

    Já no Cávado, Barcelos, encontram-se 66 bombeiros e 24 viaturas. 50 operacionais participam no combate aos fogos em Moimenta, com a ajuda de 19 meios terrestres.

  • Fogos de Tâmega e Sousa e Arouca estão dominados mas Vouzela e Setúbal geram “preocupação”

    Os incêndios de Vouzela e de Setúbal são a “grande preocupação” neste momento, os fogos de Arouca e Tâmega e Sousa “estão dominados” e o de Barcelos está a evoluir favoravelmente, disse hoje à noite fonte da Proteção Civil.

    Segundo o comandante Pedro Araújo, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Vouzela continua com cinco frentes ativas e a exigir muitos meios e Setúbal continua também com grande intensidade.

    Neste momento, estão em Vouzela 1091 operacionais e 372 veículos e as cinco frentes ativas “continuam com grande intensidade”, acrescentou.

    Já o fogo de Arouca foi dominado pelas 22h25 e o do Tâmega e Sousa foi totalmente controlado pelas 21h10, referiu. Quanto ao incêndio de Barcelos, “está a evoluir favoravelmente já com alguns setores em fase de rescaldo”, adiantou.

    Segundo o comandante Pedro Matos, dos bombeiros de Vale de Besteiros, o incêndio em Tondela também já está neste momento circunscrito, não havendo aldeias em risco nem vias cortadas, graças ao reforço de meios.

    O comandante responsável pelas operações no terreno espera que o incêndio entre em fase de resolução durante esta noite.

  • Incêndio em Setúbal obrigou à retirada de 60 pessoas e mantém duas frentes ativas

    O incêndio que deflagrou hoje à tarde num automóvel, em Setúbal, e alastrou a uma zona de mato obrigou à retirada de 60 pessoas de 25 habitações e mantém duas frentes ativas, disse fonte da GNR.

    O fogo teve origem numa viatura na Rua da Cascalheira, na zona de Vale de Cobro, em Setúbal, tendo depois alastrado a uma área de mato, encontrando-se ao início da noite ativo nas zonas de Santo Ovídio e do Faralhão.

    Segundo revelou à Lusa o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal, o incêndio mantém duas frentes ativas, uma em direção ao Faralhão e outra em direção às Mouriscas.

    O major Sérgio Fonseca, do Comando-Geral da GNR, adiantou à Lusa que, por precaução, foram evacuadas 25 habitações, num total de cerca de 60 pessoas, que, cerca das 23:00, permaneciam na via pública sem autorização para regressar a casa.

    O responsável da GNR acrescentou que, não obstante algumas habitações poderem já não estar em risco imediato, os moradores continuam impedidos de regressar a suas casas enquanto se mantiver a operação de combate ao incêndio.

  • As imagens do combate ao incêndio em Vouzela

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

  • Autoestrada A 25 reaberta e fogo em Tondela está circunscrito

    A Autoestrada 25 (A25) que liga Viseu e Aveiro, cortada desde as 19:20 entre os nós de Vouzela e de Reigoso, devido ao incêndio de Vouzela, já foi reaberta, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.

    A A25, que estava cortada entre o nó de Vouzela/São Pedro do Sul e o nó de Reigoso, concelho de Oliveira de Frades, no distrito de Viseu, devido ao incêndio que começou na quinta-feira em Vouzela, foi “reaberta às 21h40”, confirmaram à Lusa fontes da Proteção Civil e da GNR de Viseu.

    O incêndio de Vouzela, que teve início às 03h04 de quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra, propagou-se aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro.

    Segundo o comandante Pedro Matos, dos bombeiros de Vale de Besteiros, o incêndio em Tondela já está neste momento circunscrito, não havendo aldeias em risco nem vias cortadas, graças ao reforço de meios.

    O comandante responsável pelas operações no terreno espera que o incêndio entre em fase de resolução durante esta noite.

  • Incêndio em Setúbal faz oito feridos ligeiros: sete bombeiros por exaustão e um civil por inalação de fumos

    O combate ao incêndio em Setúbal mobiliza a esta hora 267 operacionais e 82 meios terrestres, segundo contabilização da Proteção Civil. Um ponto de situação das autoridades no local, citado pela SIC Notícias, dá ainda conta de oito feridos ligeiros neste incêndio. Sete dos feridos são bombeiros e registaram-se por exaustão, o oitavo é um civil e foi registado por inalação de fumos.

  • Ministra da Saúde preocupada com onda de calor alerta para risco e dias muito difíceis

    A ministra da Saúde assumiu hoje estar preocupada com a onda de calor e os seus efeitos, alertou para dias muito difíceis e apelou à população, sobretudo à sénior, para beber água e evitar a exposição solar.

    A reação de Ana Paula Martins surge após a Direção-Geral da Saúde (DGS) ativar na tarde de hoje o Nível 2 – Laranja do Plano Nacional de Preparação e Resposta Sazonal em Saúde, devido às elevadas temperaturas, que corresponde a uma situação de risco elevado para a saúde da população.

    Em declarações aos jornalistas, em Guimarães, distrito de Braga, após uma visita à Unidade Local de Saúde Alto Ave, a ministra detalhou as razões para a DGS ter ativado este nível.

    “O risco aumentou porque temos mais afluência em algumas urgências, não é no país inteiro, ainda. A situação de número de casos de afluências às urgências, e também dos pedidos de apoio e socorro ao INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] e ao SNS24, justifica que não esperemos para que a situação piore. Ter subido ao Nível 2, Laranja, além dos indicadores que temos, sabemos que os próximos dias são de grande risco e precisamos de ter as equipas em prontidão, nomeadamente nos cuidados de saúde”, explicou.

    Segundo a governante, a DGS acionou este nível de contingência para que todos os hospitais do país se organizem e estejam preparados para os próximos dias.

    “É muito importante que as pessoas tenham a noção de que estamos a atravessar um período muito difícil. Não posso deixar de dizer olhos nos olhos aos portugueses e às portuguesas que é caso para estarmos preocupados, nós estamos preocupados, estamos aqui para fazer tudo o que for preciso para proteger as pessoas, mas também têm de nos ajudar e têm de cumprir, por favor, as regras que a Direção-Geral da Saúde tem posto cá fora”, apelou Ana Paula Martins.

  • Mais de 2300 bombeiros combatem 43 fogos em Portugal Continental

    Os 43 incêndios rurais que alastram em Portugal continental estavam, às 21h20, a ser combatidos por 2322 operacionais, com a ajuda de 749 meios terrestres e dois meios aéreos.

    A Proteção Civil definia, à mesma hora, quatro destes fogos como ocorrências significativas, sendo que a situação mais preocupante se localiza em Vouzela. No incêndio de Cambra e Carvalhal de Vermilhas estão destacados 1135 operacionais e 383 meios terrestres.

    Já no Cávado, Barcelos, encontram-se 84 bombeiros e 30 viaturas. Mais de 60 operacionais participam no combate aos fogos em Moimenta, com a ajuda de 22 meios terrestres. Em Vermoim, Vila Nova de Famalicão, estão 56 operacionais e 18 viaturas.

  • Fumo dificultou trabalho dos meios aéreos em Águeda, afirma autarca

    O presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida, disse hoje que o fumo dificultou o trabalho dos meios aéreos que combatem o incêndio que começou em Vouzela e passou para aquele concelho do distrito de Aveiro.

    “Durante o dia de hoje praticamente tivemos noite, porque não conseguimos vislumbrar o sol com este teto de fumo”, disse à Lusa Jorge Almeida, adiantando que os meios aéreos “têm andado a fazer o trabalho que o teto de fumo lhes permite”, atuando quase sempre na retaguarda do incêndio.

    “A calmaria do vento foi uma ajuda. Agora, tenho receio que o avançar da noite nos traga condições de vento piores. Se forem semelhantes à noite anterior, aí teremos problemas pela certa”, referiu.

    O autarca disse ainda que há muitos meios envolvidos no combate às chamas, para tentar “diminuir a dimensão do incêndio o máximo possível antes da noite” e recomendou às pessoas para estarem atentas, vigilantes e não se colocarem em situações perigosas, lembrando que o fogo pode evoluir com extrema rapidez.

    “Na noite passada, em meia dúzia de horas o incêndio percorreu dezenas de quilómetros. Nós podemos achar que estamos perfeitamente seguros e daqui a uma hora ou duas já não estamos”, observou, lembrando ainda que “as estradas podem esconder ratoeiras”.

    O presidente da Câmara de Águeda reiterou que, até ao momento, não tem conhecimento de danos em primeiras habitações, adiantando que não há desalojados e não foi necessário evacuar casas.

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

  • Linha férrea entre Praias-do-Sado e Águas de Moura interrompida devido a fogo em Setúbal

    A linha férrea entre Praias-do-Sado e Águas de Moura, nos concelhos de Setúbal e Palmela, está interrompida devido ao incêndio que deflagrou hoje à tarde e continua ativo na zona da Vale da Rosa, em Setúbal.

    Durante a tarde o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil informou que estavam a ser evacuadas várias habitações na estrada do Vale da Rosa, mas não revelou mais informações sobre a localização exata, nem o número de casas evacuadas.

  • ULS de Braga ativa nível 3 do plano de contingência

    A Unidade Local de Saúde (ULS) de Braga ativou hoje o nível 3 do plano de contingência, devido ao agravamento previsto do calor nos próximos dias, que impacta na saúde da população e aumenta o risco de mortalidade.

    A medida surge depois de, na noite de quarta-feira, ter sido ativado o nível 2 do plano de contingência, no âmbito do qual já tinham sido abertas camas de contingência e reforçado o serviço de altas clínicas, de forma a agilizar o fluxo de entrada e de saída de doentes, refere a nota de imprensa.

    Com a passagem ao nível 3, a ULS Braga reforça ainda mais estas medidas, mantendo vigilância redobrada sobre os grupos de maior risco, nomeadamente doentes crónicos, pessoas idosas, crianças e grávidas, lê-se ainda.

  • Seguro esteve na Proteção Civil e acompanha de perto a situação

    O Presidente da República, António José Seguro, esteve hoje na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), para se inteirar da situação do combate aos incêndios, que “continuará a acompanhar de perto”.

    Esta informação consta de uma nota divulgada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, na qual o chefe de Estado “expressa a sua solidariedade para com as populações diretamente afetadas pelos incêndios”.

    De acordo com esta nota, na visita que fez hoje à tarde à ANEPC, em Carnaxide, Oeiras, no distrito de Lisboa, e que não foi previamente anunciada à comunicação social, António José Seguro “esteve acompanhado pelo secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha”.

    “O presidente da ANEPC, José Manuel Moura, e o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, apresentaram um ponto de situação sobre o combate aos incêndios ativos no território nacional, bem como as perspetivas para os próximos dias”, refere-se na mesma nota.

    Segundo a Presidência da República, António José Seguro “teve oportunidade de cumprimentar as equipas em serviço no local, e de dirigir palavras de incentivo a todos os envolvidos nas operações de combate”.

  • Incêndio de Vouzela continua "extremamente complexo". Número de feridos sobe para nove

    O Comandante Nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil faz a esta hora o ponto de situação sobre os incêndios no país, começando por destacar as condições meteorológicas “extremas”. Na última contabilização da Proteção Civil, hoje registaram-se 92 ocorrências, 23 das quais com origem no período noturno, que mobilizam 3.025 operacionais.

    De todos os incêndios, Mário Silvestre destaca que há “cinco a dar mais preocupação”: em Vouzela, Barcelos, Cinfães, Setúbal e Arouca. Dos cinco incêndios, o que continua a exigir mais atenção é o de Vouzela, devido a uma “propagação extremamente violenta” durante a noite, provocada pelos ventos fortes e as “condições severas”.

    Caracterizando este incêndio como “extremamente complexo”, o Comandante detalha que este “queimou, em média, 600 hectares por hora, num total de 10 mil hectares”. “Estão a ser feitos todos os esforços para evitar que afete a serra do Caramulo”, afirmou, lembrando os fogos de 2013, em que o combate aos incêndios na região “se revestiu de complexidade”.

    Mário Silvestre atualizou ainda a contabilização de feridos para um total de nove pessoas, um dos quais é considerado grave, devido a queimaduras. Uma bombeira da Golegã, que ontem foi assistida com queimaduras graves, já recuperou, anunciou. Outras 24 foram assistidas.

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR
    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR
    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR
    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR
    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR
    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

  • Vouzela: fogo leva a corte de trânsito na A25 em ambos os sentidos

    O incêndio em Vouzela obrigou a cortar o trânsito na A25. Segundo a CNN, não há circulação entre as saídas Vouzela/São Pedro do Sul e Reigoso.

    Em alternativa, a GNR indicou a circulação automóvel pela Estrada Nacional 333 (EN333), uma via que liga Oliveira de Frades e Vouzela, com ligação depois à EN16.

    *Com Lusa

  • Fogo na Póvoa de Lanhoso entrou em fase de rescaldo, Nacional 310 reaberta

    O incêndio em Vilela, concelho de Póvoa de Lanhoso, entrou em fase rescaldo às 19h00, revelou à Lusa o adjunto do comando, João Cruz, que destacou o facto de a intensidade do vento ter diminuído.

    “As duas frentes de incêndio, ainda que em momentos diferentes, entraram em fase de rescaldo”, disse.

    Todavia, alertou o oficial dos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, “há ainda muito trabalho pela frente devido à carga térmica e geografia do local”.

    O alerta foi dado pelas 11h20 e o avançar das chamas implicou, inclusive, o corte da circulação na Estrada Nacional 310, entretanto reaberta, confirmou uma fonte dos bombeiros.

    Pelas 19h40, segundo a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, mantinham-se no terreno 92 operacionais, apoiados por 24 viaturas e um meio aéreo.

  • Mais de 100 operacionais e sete meios aéreos combatem fogo em Arouca

    Mais de 100 operacionais e sete meios aéreos combatem um incêndio florestal no concelho de Arouca, distrito de Aveiro, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

    Segundo a mesma fonte, o alerta para o incêndio, que deflagrou numa zona de povoamento florestal, na freguesia de São Miguel do Mato, em Arouca, foi dado às 17h25.

    Pelas 19h30, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicava que estavam 117 operacionais no terreno, apoiados por 32 veículos e sete meios aéreos.

    GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

  • Detido homem por provocar fogo durante trabalhos agrícolas na Guarda

    A GNR deteve e constituiu arguido um homem de 46 anos, na quinta-feira, pelo crime de incêndio florestal no concelho da Guarda, que teve origem em trabalhos agrícolas e consumiu 1,43 hectares de pasto e mato rasteiro.

    “Na sequência da ocorrência de um incêndio, os militares do SEPNA [Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente] do Destacamento Territorial da Guarda deslocaram-se de imediato ao local, tendo apurado que a ignição teve origem durante a realização de trabalhos agrícolas”, indicou o Comando Territorial da GNR da Guarda em comunicado enviado hoje à agência Lusa.

    Segundo as autoridades, no decurso desses trabalhos, “o trator utilizado incendiou-se, provocando a propagação das chamas para a vegetação envolvente”. O suspeito foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial da Guarda.

  • Câmara da Guarda considera “uma vergonha” cancelamento de comboios Intercidades

    O presidente da Câmara da Guarda, considerou “uma vergonha” o cancelamento dos comboios Intercidades da tarde de hoje, entre a cidade e Lisboa, por causa do calor, e acusou a CP de “colocar em causa a mobilidade das pessoas”.

    “É uma vergonha. Sinto-me triste. Mas é porque agora está calor que os comboios param? Os comboios já param por tudo e por nada. Já se atrasam por tudo e por nada. Os autocarros continuam a andar. Os comboios param”, criticou hoje Sérgio Costa, eleito pela coligação PG/Nós, Cidadãos!.

    A CP justificou a medida com o agravamento das condições meteorológicas, as temperaturas “excecionalmente elevadas” em várias regiões do país e o alerta vermelho em vigor.

  • Reguengos de Monsaraz abre multiusos para oferecer “proteção térmica” à população

    A Câmara de Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, vai abrir o pavilhão multiusos da cidade, durante o fim de semana, para proporcionar “proteção térmica imediata à população mais vulnerável”, devido ao calor, foi hoje divulgado.

    Em comunicado publicado na rede social Facebook, o município indicou que o pavilhão multiusos, situado no Parque de Feiras e Exposições de Reguengos de Monsaraz, vai estar de portas abertas no sábado e no domingo, entre as 9h00 e as 19h00.

    O espaço possui “temperatura controlada, água potável, zonas de descanso, instalações sanitárias e acessibilidade, funcionando como locais de arrefecimento durante episódios de calor extremo”, salientou.

    Segundo a autarquia, o pavilhão multiusos “estará disponível para qualquer pessoa que necessite de permanecer algumas horas num ambiente climatizado e seguro”.

1 de 4