Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • As negociações trilaterais entre a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos, mediadas por Rustem Umerov, terminaram em Abu Dhabi. Kirill Dmitriev, enviado especial de Vladimir Putin, referiu progressos nas conversações sobre um acordo de paz, apesar das pressões de países como o Reino Unido e a União Europeia.
    • A Ucrânia e a Rússia acordaram uma troca de 314 prisioneiros, sendo a primeira troca deste tipo em cinco meses. Este desenvolvimento ocorre no âmbito das negociações de paz detalhadas e produtivas, que, segundo o enviado presidencial dos EUA, estão a criar resultados tangíveis no esforço para pôr termo ao conflito na Ucrânia.
    • Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, comentou sobre o “Discombobulator”, uma arma crucial utilizada na operação de captura de Nicolás Maduro, destacando que impediu o funcionamento dos equipamentos inimigos sem perdas para as forças norte-americanas. Trump recusou-se a dar pormenores específicos sobre a arma, mas sublinhou a sua eficácia numa situação complicada.
    • A nova lei de amnistia na Venezuela foi apresentada ao parlamento, proposta para perdoar e libertar centenas de opositores políticos do regime de Caracas. Esta iniciativa, promovida pela Presidente interina Delcy Rodríguez, exclui crimes como violações de direitos humanos, homicídio, corrupção e tráfico de drogas, mas tem gerado controvérsia ao não abranger todos os atos cometidos em contexto de protesto.

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  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    EUA ambicionam acordo de paz na Ucrânia já em março

  • ONU alerta que Operações de Paz ficarão em risco sem financiamento previsível

    A ONU alertou hoje que as suas Operações de Manutenção da Paz ficarão “seriamente comprometidas” sem o pagamento integral e atempado das contribuições obrigatórias dos Estados-membros das Nações Unidas.

    Jean-Pierre Lacroix alertou que, no meio da grave crise de liquidez que a ONU atravessa, as reduções de pessoal e os repatriamentos de tropas já estão a sobrecarregar as missões.

    À medida que a revisão obrigatória das Operações de Manutenção da Paz se aproxima da fase final, o subsecretário considerou-a uma “oportunidade decisiva” para repensar o apoio e o destacamento, embora sublinhando que o policiamento deve permanecer um elemento central de futuras operações.

    Apesar dos desafios, referiu os sucessos na República Centro-Africana e em Abyei, instando os Estados-membros a manterem o ritmo para que as conquistas “sejam preservadas”.

  • Secretário do Tesouro dos EUA diz que novas sanções à frota fantasma da Rússia dependem do resultado das negociações de paz

    O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou numa audição no Senado que novas sanções sobre a chamada “frota fantasma da Rússia” só seria ponderada dependendo de como corressem as negociações para a guerra na Ucrânia

    “Vou levar isso em consideração. Vamos ver como evoluem as negociações de paz”, disse o governante.

  • Trump diz que acordo Reino Unido-Maurícias para entrega das Ilhas Chagos foi "o melhor" que Starmer "podia ter feito"

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta quinta-feira que falou com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, sobre a entrega das ilhas Chagos — arquipélago britânico do Oceano Índico onde os Estados Unidos têm uma base naval na ilha de Diego Garcia — às Maurícias.

    Trump diz ter tido “discussões muito produtivas” com Starmer, admitindo que o acordo que o chefe do Governo britânico fez foi “o melhor que podia ter feito”, parecendo ceder à oposição que tem tido ao acordo Reino Unido-Maurícias.

    “No entanto, se o contrato de cessão [da base], em algum momento no futuro, vier a ser rescindido, ou se alguém ameaçar ou colocar em risco as operações e as forças dos EUA na nossa base, reservo-me o direito de garantir e reforçar militarmente a presença americana em Diego Garcia”, escreveu o Presidente dos EUA.

    “Que fique claro que nunca permitirei que a nossa presença numa base tão importante como esta seja prejudicada ou ameaçada por alegações falsas ou absurdos ambientais”, acrescentou.

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  • Terminais da rede Starlink usados pela Rússia foram desativados, diz Kiev

    Os terminais da rede de telecomunicações Starlink que eram usados pelas forças russas na Ucrânia foram desativadas, informou o ministro da Defesa de Kiev, Mykhailo Fedorov, no Telegram.

    A Ucrânia tem estado a trabalhar desde a semana passada com a empresa do magnata Elon Musk para bloquear o acesso à Starlink para os terminais usados pelos russos e isentar os usados pelos ucranianos numa “lista branca” que esta a ser compilada.

    “Os terminais Starlink incluídos na ‘lista branca’ estão a funcionar — os terminais russos já foram bloqueados”, escreveu Fedorov, informando que a lista branca é “atualizada uma vez por dia”.

    “Se registou o seu terminal, mas ainda não está a funcionar, vale a pena esperar. Este é um processo muito extenso, que requer tempo. Paralelamente, já estamos a trabalhar para que os dados sejam verificados em tempo real”, acrescentou.

  • Guterres condena ataque terrorista na Nigéria e pede justiça

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou hoje, “nos termos mais fortes”, “o ataque terrorista” de terça-feira no estado de Kwara, na Nigéria, que fez mais de 170 mortos.

    Guterres reiterou a solidariedade das Nações Unidas para com o Governo e o povo da Nigéria “nos seus esforços para combater o terrorismo e o extremismo violento” e destacou “a importância de levar os perpetradores à justiça”, segundo um comunicado divulgado pelo gabinete do secretário-geral.

    O Governo nigeriano atribuiu o ataque armado de terça-feira contra as comunidades de Woro e Nuku, no centro-oeste da Nigéria, ao grupo jihadista nigeriano Boko Haram, que causou pelo menos 175 mortes, segundo indicaram líderes locais à agência espanhola EFE.

  • Lei de amnistia na Venezuela vai cobrir crimes cometidos em protestos políticos. Deverá ser introduzida esta quinta-feira

    O parlamento da Venezuela vai começar a discutir a lei de amnistia anunciada por Delcy Rodríguez para perdoar e libertar centenas de pessoas presas por vários atos de oposição ao regime de Caracas, entre críticas ao governo e participação em protestos, noticiou a Reuters, que teve acesso a um rascunho.

    Esta lei deverá ser introduzida esta quinta-feira pelo presidente dea Asssembleia Nacional do país, iniciando-se o procedimento legislativo que necessita de duas votações para entrar em vigor.

    Neste rascunho, avançou a Reuters, “uma longa lista de crimes” etão cobertos se foram cometidos em manifestações políticas, incluindo “resistência às autoridades”, “danos a propriedades”, “rebelião” e “traição”.

    Porém, aqueles que foram condenados por crimes de guerra, violações de direitos humanos, homicídio, corrupção e tráfico de droga não serão amnistiados, diz ainda a agência.

  • Netanyahu admite “falha grave” no 7 de outubro mas rejeita traição dos serviços de informações

    O primeiro-ministro israelita admitiu hoje “uma falha grave” ao nível das informações durante os ataques liderados pelos islamitas do Hamas em 7 de outubro de 2023, mas afastou qualquer sugestão de traição destes serviços.

    “Houve uma falha grave ao nível das informações”, afirmou Benjamin Netanyahu, que acusou o então chefe do serviço de segurança interna (Shin Bet), Ronen Bar — cuja demissão foi duramente criticada pela oposição e considerada ilegal pelo Supremo Tribunal — de falsificar as atas de uma reunião realizada no dia do ataque.

    Em declarações à Comissão de Negócios Estrangeiros e Defesa do parlamento israelita (Knesset), Netanyahu disse, no entanto, esperar que fique esclarecida qualquer ideia de uma possível traição naquele dia, segundo noticiou o jornal The Times of Israel.

  • EUA e Rússia concordaram em retomar contactos militares a alto nível

    Os Estados Unidos anunciaram ter retomado o contacto a alto nível entre militares com a Rússia, que tem estado cortado desde o outono de 2021

    Em comunicado, o Comando Europeu das Forças Armadas dos EUA, afirmaram que essa retoma segue-se ao “progresso produtivo e contstrutivo em direção ao objetivo de paz na Ucrânia do Presidente Trump”.

    “Os Estados Unidos e a Federação Russa concordaram hoje em Abu Dhabi em restabelecer o diálogo militar de alto nível”, lê-se nesse comunicado, onde apontam que “o restabelecimento segue-se a reuniões em Abu Dhabi entre o general Alexus G. Grynkewich, comandante do Comando Europeu dos Estados Unidos, e altos responsáveis militares russos e ucranianos”.

    “Manter o diálogo entre as forças armadas é um fator importante para a estabilidade e a paz globais, que só podem ser alcançadas através da força, e proporciona um meio para aumentar a transparência e diminuir a tensão”, sublinhando que o canal vai oferecer “contacto constante exército-a-exército enquanto as partes continuam a trabalhar para uma paz duradoura”.

  • Ativistas anunciam nova flotilha com ajuda humanitária para Gaza em março

    Os organizadores de uma frota internacional de barcos que transportaram no ano passado ajuda humanitária para Gaza anunciaram hoje que têm prevista uma nova missão, com mais de 100 embarcações, em março.

    Os ativistas descreveram a próxima missão como a maior mobilização civil contra as ações de Israel na Faixa de Gaza e apelaram à comunidade internacional para impedir que as forças israelitas intercetem a operação.

    O anúncio foi feito na Fundação Nelson Mandela, na África do Sul, e entre os oradores estava Mandla Mandela, neto do antigo presidente sul-africano.

    Mandela fez parte da frota que embarcou numa missão para Gaza no ano passado e foi detido juntamente com outros ativistas quando o seu barco foi intercetado pelas forças israelitas antes de chegarem à costa do enclave palestiniano.

    De acordo com os organizadores, mais de mil ativistas, incluindo médicos, investigadores de crimes de guerra e engenheiros, farão parte da nova frota.

    Será apoiada por um comboio terrestre que deverá atrair milhares de ativistas de vários países, incluindo da Tunísia e do Egito.

    Os barcos deverão partir de Espanha, Tunísia e Itália em direção a Gaza.

    “Desta vez, esperamos que centenas e milhares de pessoas se inscrevam e se mobilizem para entrar pelo Egito, pelo Líbano, pela Jordânia e por todas as outras fronteiras que nos permitam entrar na Palestina ocupada e em Gaza”, disse Mandla Mandela.

    “Queremos mobilizar toda a comunidade global para se unir a nós”, sublinhou.

    Os ativistas dizem estar cientes de que podem ser confrontados pelas forças israelitas, mas afirmam que estão protegidos pelo direito internacional.

    “O Tribunal Internacional de Justiça, na decisão provisória no caso aberto pela África do Sul contra o Estado genocida de Israel, afirma muito claramente que Israel ou qualquer outra nação estão proibidos de impedir qualquer tipo de missão humanitária a caminho de Gaza”, disse Thiago Ávila, um ativista brasileiro que faz parte da organização.

    Mandla Mandela disse que eles escolheram realizar a conferência de imprensa na Fundação Nelson Mandela para destacar o apoio do antigo presidente sul-africano à causa palestiniana.

    Os ativistas também saudaram a decisão do país de expulsar o vice-embaixador de Israel na África do Sul.

  • Emirados Árabes Unidos planeiam construir complexo habitacional temporário em Gaza para alojar palestinianos em zona israelita

    Os Emirados Árabes Unidos planeiam construir um complexo habitacional para alojar palestinianos deslocados na Faixa de Gaza, noticiou a Reuters, que teve acesso a um mapa de planos para o enclave.

    Esse mapa mostra um chamado “complexo habitacional temporário dos Emirados Árabes Unidos” a ser construído na zona de Rafah, cidade destruída pela guerra em Gaza, de acordo com quatro diplomatas próximos dessa iniciativa.

    O mapa mostra que esse complexo temporário de casas ficaria perto da “linha amarela” do cessar-fogo de outubro do ano passado mas dentro da zona controlada pelas IDF.

    Os diplomatas consultados pela Reuters mostraram algumas dúvidas sobre a “viabilidade política” do projeto, já que os palestinianos podem se opor a viver dentro do território administrado por Israel.

  • Mais de 1.100 imóveis em Kiev sem aquecimento durante dois meses após ataque russo

    Mais de 1.100 edifícios residenciais em Kiev vão ficar sem aquecimento durante pelo menos dois meses em pleno inverno, já que a central termoelétrica que os abastecia sofreu “danos críticos” num ataque russo, disse hoje o autarca da cidade.

    “O local sofreu danos críticos e levará pelo menos dois meses para restaurar os seus sistemas e equipamentos”, avançou o presidente da câmara de Kiev, Vitaly Klitschko, nas redes sociais.

    A Rússia disparou 183 drones e dois mísseis balísticos contra a Ucrânia durante a noite, segundo a Força Aérea ucraniana, que, de acordo com o presidente da câmara, causaram dois feridos na capital do país.

  • Presidente de Cuba diz-se disponível a dialogar e "trabalhar em conjunto" com os EUA. Mas numa "posição de igualdade"

    O Presidente de Cuba, Miguel Diáz-Canel, disse numa conferência de imprensa que estavam disponíveis para “trabalhar em conjunto” com os EUA “sem preconceitos” em “muitas coisas”, noticiou o El País.

    “De quantas coisas privamos os dois povos por causa desta política decadente, arrogante e criminosa de bloqueio”, criticou Diáz-Canel, insistindo no objetivo de “construir uma relação civilizada entre vizinhos” e que possa trazer “benefícios mútuos” a ambos os povos.

    Porém, Diaz-Canel sublinhou que as negociações com Washington teria de ser feita “sem pressões”, “sem pré-condições” e numa “posição de igualdade, de respeito à nossa soberania, independência e autodeterminação”.

  • Tusk pede respeito e não um sermão a embaixador norte-americano. Presidente do parlamento promete não mudar de posição

    O primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, respondeu ao corte de ligações do embaixador dos EUA, Tom Rose, com o presidente do parlamento polaco, Włodzimierz Czarzasty, que recusou apoiar uma iniciativa para nomear Donald Trump para o Prémio Nobel da Paz de 2026.

    “Senhor embaixador Rose, os aliados devem respeitar-se mutuamente, não dar lições uns aos outros. Pelo menos é assim que nós, aqui na Polónia, entendemos a parceria”, escreveu Tusk na rede social X.

    Já o próprio líder do parlamento também prometeu que não iria mudar de ideias e não iria apoiar a iniciativa de acordo com os seus “valores”.

    “Continuo a respeitar os EUA como um parceiro fundamental da Polónia. Por isso, lamento a declaração do embaixador Tom Rose, mas não mudarei a minha posição nestas questões fundamentais para os polacos”, acrescentou.

  • Embaixador dos EUA corta ligações ao presidente do parlamento polaco após críticas a Trump

    O embaixador dos Estados Unidos na Polónia, Tom Rose, anunciou que a representação norte-americana iria cortar as ligações com o presidente do parlamento polaco, Włodzimierz Czarzasty, por ter criticado a política internacional de Donald Trump.

    “Na minha opinião, o Presidente Trump está a desestabilizar a situação nestas organizações [internacionais] ao representar a política da força e ao usar a força para prosseguir uma política transacional”, afirmou Czarzasty, prometendo não apoiar um iniciativa israelita e norte-americana para juntar chefes parlamentares com vista a apoiar a nomeação de Donald Trump para o Nobel da Paz em 2026

    “Não vou apoiar a nomeação do presidente Trump para o Prémio Nobel, porque ele não o merece”, sublinhou ainda.

    A resposta do representante diplomático dos EUA em Varsóvia chegou esta quinta-feira, na rede social X.

    “A partir de agora, não teremos mais relações, contactos ou comunicações com o marechal do Sejm [presidente do parlamento] Czarzasty, cujos insultos ultrajantes e injustificados dirigidos ao presidente Trump tornaram-no um sério obstáculo às nossas excelentes relações com o primeiro-ministro Tusk e o seu governo”, escreveu Rose na rede social X.

    “Não permitiremos que ninguém prejudique as relações entre os EUA e a Polónia, nem desrespeite Donald Trump, que tanto fez pela Polónia e pelo povo polaco”, acrescentou.

  • Rússia e Ucrânia aceitam trocar 314 prisioneiros, pela primeira vez em cinco meses

    A Ucrânia e a Rússia aceitaram hoje uma nova troca de 157 prisioneiros de cada lado, na “primeira troca deste tipo em cinco meses”, avançou Steve Witkoff, enviado presidencial dos EUA, no X.

    “Este resultado foi alcançado através de negociações de paz detalhadas e produtivas. Embora ainda haja muito trabalho a ser feito, passos como este demonstram que o envolvimento diplomático contínuo está a produzir resultados tangíveis e a impulsionar os esforços para pôr fim à guerra na Ucrânia”, explicou Witkoff.

    “Estamos a repatriar os nossos cidadãos – 157 ucranianos. Soldados das Forças Armadas, da Guarda Nacional e do Serviço Estatal de Fronteiras. Soldados, sargentos e oficiais. Civis também estão a regressar”, escreveu Zelensky no Telegram, adiantando que a maioria se encontrava em cativeiro desde 2012.

  • Rússia expulsa diplomata alemão e Berlim denuncia medida “completamente infundada e inaceitável"

    A Rússia anunciou hoje a expulsão de um diplomata alemão, classificando a decisão como uma resposta direta à expulsão, por parte de Berlim, de um diplomata russo acusado de espionagem em janeiro.

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo garantiu que o diplomata em causa não estava envolvido em qualquer atividade de espionagem e acusou a Alemanha de ter agido com base em acusações infundadas, segundo a Reuters.

    A reação alemã não tardou. “A expulsão de um diplomata alemão da Rússia é completamente infundada e totalmente inaceitável”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Johann Wadephul durante uma visita a Brunei.

    Wadephul precisou que o diplomata expulso era membro do corpo diplomático militar da Embaixada da Alemanha em Moscovo e deixou um aviso: “Reservamo-nos o direito de tomar outras medidas”.

  • Concluída a segunda ronda de negociações em Abu Dhabi

    A segunda ronda de negociações trilaterais entre a Ucrânia, a Rússia e os EUA, destinada a procurar uma solução para a guerra, terminou em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

    A informação foi avançada por Diana Davityan, porta-voz de Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, numa declaração à imprensa citada pelo Ukrainska Pravda.

    “As negociações terminaram. A comunicação virá depois.”

  • EUA estão a conversar com Cuba, que está com "grandes problemas"

    No sentido contrário aos elogios que fez à gestão interina da Venezuela, o Presidente norte-americano considera que Cuba está “com grandes problemas”. Ainda assim, Trump avançou que os EUA estão a conversar com o país.

    “Estamos a conversar com Cuba”, afirmou Trump, acrescentando que as “dezenas de milhares” de pessoas que foram forçadas a sair do país terão agora a escolha de poder voltar. “Há anos que falam sobre isso acontecer; agora está a acontecer.”

    “Queremos abrir as portas para as pessoas que querem visitar. Acho que a maioria das pessoas quando está aqui quer ficar aqui. Espero que não as percamos. Mas elas vão ter opções. E vão poder voltar, ver os seus entes queridos, ver a sua família, os seus amigos”, referiu à NBC na quarta-feira.

    Preferindo não responder à pergunta sobre se previa que o Governo de Cuba se mantivesse em funções até ao fim do seu mandato, Trump preferiu ser lacónico: “Eles estão com grandes problemas”.

    “O dinheiro deles vinha da Venezuela, o petróleo deles vinha da Venezuela, transformavam o petróleo em dinheiro, etc., etc. E nada disso está a acontecer.”

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