Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Terminamos aqui a cobertura do conflito no Médio Oriente.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta segunda-feira no liveblog que agora abrimos.

    Colonos israelitas invadem locais religiosos islâmicos perto de Nablus, na Cisjordânia

    Obrigado por estar connosco.

  • Síria detém cinco pessoas envolvidas na morte de dois soldados norte-americanos

    As autoridades sírias detiveram hoje cinco pessoas envolvidas na morte de dois soldados norte-americanos, na cidade de Palmira, avança a agência Reuters que cita o Ministério da Administração Interno da Síria.

    O ataque — atribuído ao autoproclamado Estado Islâmico — matou também um tradutor.

  • Líder das Forças de Defesa de Israel: "Não vamos permitir que os inimigos reforcem as suas capacidades"

    O chefe das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês), Eyal Zamir, disse hoje que não vai permitir os adversários de Telavive “reforcem” as suas capacidades.

    Citado pelo Times of Israel num evento da celebração do Hanukkah, Eyal Zamir recordou que as IDF “eliminaram ontem Raad Saad, uma das figuras mais importantes do braço militar do Hamas, que liderou e levou a cabo atividades terroristas por mais de 30 anos e foi um dos arquitetos do 7 de outubro”, referiu.

    Para Eyal Zamir não há dúvidas de que Raad Saad estava a tentar “reconstruir” as capacidades do Hamas, o que constituiu uma “violação flagrante do acordo de cessar-fogo”.

    “Vamos continuar a agir e frustrar as tentativas”, referiu Eyal Zamir.

  • Israel "passou todas as linhas vermelhas." Hamas jura vingança contra morte do "arquiteto do 7 de outubro"

    As brigadas al-Qassam, o braço militar do Hamas, prometeu uma retaliação contra a morte de Raad Saad, um dos militantes mais importantes do grupo islâmico que foi morto no sábado e que tinha sido um dos arquitetos do 7 de outubro.

    Israel “cruzou todas as linhas vermelhas”, acusou o Hamas, referindo que o Estado judaico “ignora por completo” o acordo de paz.

    “O nosso direito a responder à agressão do ocupante está garantida, assim como o direito de nos defendermos por qualquer meios”, referiu o grupo islâmico num comunicado citado pelo Times of Israel.

    Ao mesmo tempo, o Hamas anunciou que já substituiu Raad Saad, que também supervisiona a produção de armas do Hamas. No entanto, o grupo islâmico não especificou de quem se trata.

  • Israel está a "aproximar-se da conclusão da primeira fase" do cessar-fogo, diz Netanyahu

    Benjamin Netanyahu disse este domingo, durante o encontro semanal de gabinete, que Israel está a “aproximar-se da conclusão da primeira fase” do acordo de cessar-fogo, avança o Times of Israel.

    “Estamos a trabalhar para trazer de volta Rani Gvili”, assinalou o primeiro-ministro israelita, a referir-se ao corpo do último refém israelita que ainda não foi recuperado de Gaza. De acordo com Netanyahu, Israel está a firmar “um ótimo acordo” para recuperar oc orpo, “aqui, no Cairo e em outros lugares”, disse.

    O primeiro-ministro também comentou a morte de um comandante do Hamas. “Não vamos tolerar violações sistematicas do acordo de cessar-fogo ao qual o Hamas concordou. Qualquer um que tente enviar terror ou organizar terror contra nós será alvo, exatamente como o secretário de guerra norte-americano, Pete Hegseth, disse ontem”. “Em inglês estamos a falar sobre desarmar e desmilitarizar enquanto o que ele estava a fazer é remilitarizar. Isto é, estava a rearmar, reorganizar, essencialmente a organizar a continuação do ataque, em contradição completa com os princípios que o Hamas aceitou adotar no plano de Trump”.

  • Armamento do Hamas é "direito garantido pela lei internacional", diz líder do Hamas

    O líder do Hamas, Khalil al-Hayya disse que as armas do grupo são “um direito garantido pela lei internacional”, e rejeita que a criação de uma força internacional de estabilização para manter a segurança na Faixa de Gaza signifique o desarmamento do grupo.

    As declarações foram feitas num discurso que assinala os 38 anos do estabelecimento do Hamas, e citadas pelo Times of Israel. Hayya diz que a força internacional de estabilização deve funcionar para “manter o cessar-fogo e separar as partes ao longo da fronteira da Faixa de Gaza”.”Afirmamos que a resistência e as suas armas são legítimas, um direito garantido sob a lei internacional a todas as nações sob ocupação”, afirma o líder do Hamas. “Estamos abertos para estudar propostas para preservar este direito enquanto também garantimos o estabelecimento de um Estado palestiniano independente, e a autodeterminação da nossa nação palestiniana”.

    De recordar que a força internacional de estabilização faz parte dos planos para a segunda fase do cessar-fogo. Entretanto, no discurso, Hayya sugere que o Hamas e o Fatah “concordem com um programa conjunto nacional” que inclua “reviver a política palestiniana através do voto”.

  • Presidente israelita lamenta "ataque muito cruel contra judeus" na Austrália

    Em Israel, a atualidade este domingo está também a ficar marcada pelas reações ao ataque a tiro ocorrido numa praia na Austrália onde decorria uma comemoração do início do festival judaico do Hanucá.

    O Presidente israelita, Isaac Herzog, classificou os atacantes como “terroristas vis” e lamentou o “ataque muito cruel contra judeus que estavam a acender a primeira vela [do Hanucá] na praia de Bondi”.

    “O coração de toda a nação de Israel tem um batimento em falta neste momento”, disse Herzog, pedindo ao governo australiano que procure combater “a grande onda de antissemitismo que está a contaminar a sociedade australiana de hoje”.

  • Hamas confirma morte de comandante em ataque israelita a Gaza

    O líder do Hamas em Gaza, Khalil Al-Hayya, confirmou este domingo que o ataque lançado no sábado por Israel contra a Faixa de Gaza resultou na morte de Raed Saed, um alto comandante do Hamas no território.

    Al-Hayya confirma, assim, a informação já avançada no sábado por Israel.

    Segundo a Reuters, trata-se do assassinato de mais alto nível de Israel contra um líder do Hamas desde a entrada em vigor do cessar-fogo, em outubro.

  • Bom dia.

    Através deste liveblog, o Observador continua este domingo a acompanhar ao minuto os desenvolvimentos do conflito israelo-palestiniano.

    O liveblog de sábado fica arquivado aqui.

    Trump culpa Daesh pela morte de dois soldados dos EUA na Síria e ameaça com “retaliação muito séria”

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