Histórico de atualizações
  • Bom dia, caro leitor!

    Encerramos aqui este artigo em direto onde foi acompanhada a atualidade informativa sobre o conflito no Médio Oriente. Se quiser manter-se a par de tudo o que acontece entre Israel e Hamas durante este domingo, pode seguir este outro liveblog agora aberto.

    Membros do Hamas atacaram militares israelitas em Rafah. Israel lançou ataques aéreos contra a cidade em resposta

  • Hamas vai entregar restos mortais de mais dois reféns

    A ala militar do Hamas anunciou este sábado que entregará os restos mortais de dois reféns israelitas encontrados em Gaza, depois de Israel ter condicionado a reabertura da fronteira de Rafah, à devolução dos corpos de reféns.

    As brigadas Ezzedine al-Qassam informaram que os corpos de dois prisioneiros israelitas cujos restos mortais foram hoje encontrados na Faixa de Gaza serão entregues ao Comité Internacional da Cruz Vermelha.

  • Passagem para o Egito em Rafah fechada "até novas ordens"

    A passagem fronteiriça de Rafah, entre Gaza e o Egito, permanecerá encerrada “até novas ordens”, anunciou hoje o Governo israelita, que condicionou a reabertura à devolução dos corpos dos reféns ainda detidos pelo Hamas.

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, “ordenou que a passagem fronteiriça de Rafah permaneça encerrada até novo aviso”, informou o seu gabinete em comunicado, acrescentando que “a sua reabertura será considerada com base no cumprimento pelo Hamas das suas obrigações em relação à devolução dos reféns e dos corpos dos mortos, bem como na implementação do acordo de cessar-fogo”.

    A decisão israelita surge horas depois de a embaixada da Palestina no Cairo ter anunciado que Rafah seria reaberta na segunda-feira para permitir o regresso dos palestinianos residentes no Egito ao território de Gaza.

    Na quinta-feira, as autoridades israelitas já tinham esclarecido que, quando a passagem fosse reaberta, apenas seria autorizada a circulação de pessoas, excluindo o envio de ajuda humanitária.

    O Exército israelita assumiu o controlo do lado palestiniano da passagem de Rafah em maio de 2024, alegando que as instalações estavam a ser “utilizadas para fins terroristas” e para o contrabando de armas.

  • Israel mata oficial do Hezbollah no Líbano

    As Forças de Defesa Israelitas revelaram que mataram um oficial do Hezbollah no sul do Líbano este sábado. “O grupo terrorista do Hezbollah [estava a] usar um veículo na tentativa de restabelecer a infraestrutura terrorista”, lê-se no comunicado divulgado pelas IDF e citado pelo Haaretz.

  • Suécia. Festival de cinema judaico adiado após cinemas recusarem exibir filmes

    Os organizadores do Festival Internacional de Cinema Judaico disseram que foram forçados a adiar o evento porque os cinemas em Malmö, na Suécia, não se mostraram disponíveis para exibir os filmes, alegando preocupações com segurança, noticia a Associated Press.

    Os organizadores emitiram um comunicado na quinta-feira, no qual garantem terem sido “bloqueados por todos os cinemas comerciais e de arte da cidade”. O festival estava marcado para os dias 29 e 30 de novembro, 1 e 2 de dezembro.

  • Passagem de Rafah deverá reabrir esta segunda-feira

    A passagem de Rafah, entre o Egipto e a Faixa de Gaza, deverá reabrir na próxima segunda-feira, informou a embaixada da Palestina no Egipto.

    A abertura da passagem, fechada na maior parte do tempo desde maio de 2024, vai permitir que os palestinianos residentes no Egipto possam voltar para Gaza.

  • Manifestantes anti-Israel interrompem homenagem às vítimas do 7 de outubro na Califórnia

    Um grupo de manifestantes anti-Israel interrompeu esta semana uma homenagem às vítimas do massacre de 7 de outubro, no Pomona College, nos arredores da cidade de Los Angeles, na Califórnia, noticia a imprensa israelita.

    Yoni Viloga, um dos sobreviventes do massacre ocorrido a 7 de outubro de 2023, estava a partilhar a sua história quando manifestantes anti-Israel usando keffiyehs invadiram a sala onde decorria o evento, gritando slogans, acusando Israel de “genocídio” e afirmando “sionistas não são bem-vindos aqui”.

    As pessoas que estavam dentro da sala repeliram fisicamente os manifestantes, como é visível nas imagens que circulam nas redes sociais.

    Segundo o jornal local The Claremont Independent,a segurança do campus não interveio.

    O presidente do Pomona College criticou o incidente. “É ultrajante e cruel interromper um momento onde membros da nossa comunidade se reúnem para lamentar. O ódio antissemita não pode ser tolerado aqui. A nossa comunidade é melhor do que isso”, disse Gabi Starr.

  • Israel devolveu a Gaza 15 corpos de palestinianos

    Israel devolveu a Gaza 15 corpos de palestinianos, elevando o total para 135, disse o Ministério da Saúde do Hamas.

    De acordo com o plano de cessar-fogo em vigor, Telavive compromete-se a enviar para Gaza 15 corpos de palestinianos por cada corpo israelita devolvido.

  • Regulador britânico diz que documentário da BBC sobre Gaza violou normas. Narrador é filho de responsável do Hamas

    O órgão regulador de comunicações e radiodifusão do Reino Unido, a Ofcom, considerou que um documentário emitido pela BBC em fevereiro sobre a situação na Faixa de Gaza violou o Código de Transmissão, escreve a Sky News.

    Em causa está o facto de o jovem que narrava o documentário ser filho de um vice-ministro do governo do Hamas.

    O regulador britânico considerou que o público foi privado de “informações críticas” que poderiam ter sido “altamente relevantes” para sua avaliação do narrador e das informações que constantes no documentário.

    A BBC já tinha admitido, em julho que o documentário (com o nome “Gaza: Como sobreviver a uma zona de guerra”) violou as suas próprias diretrizes editoriais ao não revelar a identidade completa do pai do narrador.

    O documentário foi feito pela produtora independente Hoyo Films e apresenta Abdullah Alyazouri, de 13 anos, que fala sobre a vida em Gaza durante a guerra entre Israel e o Hamas.

  • Forças israelitas terão matado 11 pessoas em Gaza. Hamas acusa Telavive de violar cessar-fogo

    As forças israelitas terão matado 11 membros de uma família palestiniana, que estariam no interior de um veículo no bairro de Zeitoun, na Cidade de Gaza, avança a Al Jazeera e a Sky News, citando a Defesa Civil de Gaza.

    Entre os mortos estarão sete crianças e três mulheres.

    Na sequência deste ataque israelita realizado com recurso a um projétil, o Hamas acusou Israel de violar o acordo de cessar-fogo. Esta é já considerada a violação mais mortal desde que se iniciou o cessar-fogo, há uma semana.

    “Eles [vítimas] poderiam ter sido avisados ou tratados de forma diferente”, disse o porta-voz da defesa civil, Mahmoud Basal, acrescentando que “o que aconteceu confirma que a ocupação ainda tem sede de sangue e insiste em cometer crimes contra civis inocentes”.

    O Hamas classificou o incidente como “um massacre” e disse que a família foi atacada sem justificação.

  • Vice-presidente dos EUA viaja para Israel esta segunda-feira

    O vice-presidente dos EUA, JD Vance, vai viajar para Israel esta segunda-feira, para discutir os progressos em torno do envio de reféns mortos de volta para Israel, noticia o canal 12, citado pelo Times of Israel.

    Vance vai também discutir com as autoridades israelitas a implementação da segunda fase do acordo de paz de Donald Trump, que passa pelo desarmamento do Hamas e com o estabelecimento de uma autoridade alternativa na governação da Faixa de Gaza.

  • Israel identifica corpo de refém entregue pelo Hamas

    O exército de Israel anunciou hoje ter identificado o corpo do refém, retido na Faixa de Gaza e entregue pelo movimento islamita palestiniano Hamas à Cruz Vermelha na sexta-feira.

    Na sexta-feira à noite, as Forças de Defesa de Israel tinham dito, num comunicado, que o Comité Internacional da Cruz Vermelha recuperou um novo corpo de um refém israelita.

    O gabinete do Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu confirmou que Israel recebeu o caixão de um refém desaparecido entregue à Cruz Vermelha pelo Hamas e acrescentou que tinha sido transferido para o Centro Nacional de Medicina Forense do Ministério da Saúde.

  • Irão diz que as restrições ao seu programa nuclear já não existem

    O Irão anunciou que já não estava vinculado às restrições do seu programa nuclear definidas num acordo internacional concluído há 10 anos, que expira hoje, reiterando, no entanto, o seu compromisso com a diplomacia.

    Este acordo, assinado em 2015 pelo Irão, França, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Rússia e China, visava regular as atividades nucleares da República Islâmica em troca do levantamento das sanções da ONU, que pesavam fortemente sobre a economia iraniana.

    A sua data de expiração tinha sido fixada para 18 de outubro de 2025, exatamente 10 anos após o texto ter sido avalizado pela ONU através da resolução 2231.

    O acordo limitava o enriquecimento de urânio do Irão a 3,67% e previa a supervisão rigorosa das atividades nucleares pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), o organismo de supervisão nuclear da ONU.

    Apesar de o negar, o Irão é frequentemente acusado pelo Ocidente e por Israel, seu inimigo jurado, de desenvolver secretamente armas nucleares.

    A partir de agora, “todas as disposições [do acordo], incluindo as restrições ao programa nuclear do Irão e mecanismos relacionados, são consideradas encerradas”, escreveu o Ministério dos Negócios Estrangeiros num comunicado divulgado a propósito da expiração do pacto.

  • Hamas não garante que se vá desarmar e lembra que questão teria de envolver outros grupos armados

    Um porta-voz do Hamas disse não poder responder com “sim” ou “não” à questão sobre se o grupo vai desarmar-se, algo que está previsto na segunda fase do acordo de cessar-fogo assinado entre aquele grupo terrorista palestiniano e Israel.

    O desarmamento é uma “questão ampla que teria que envolver outras facções armadas palestinianas”, disse um alto funcionário do Hamas, Mohammed Nazzal, citado pelo jornal Haaretz.

    O mesmo porta-voz sublinha que a presença do Hamas na Faixa de Gaza é necessária para “proteger as entregas de ajuda [humanitária] de ladrões e gangues armados”.

  • Bom dia.

    Abrimos este liveblog para acompanhar os mais recentes desenvolvimentos no Médio Oriente, com especial atenção à situação na Faixa de Gaza.

    Pode recordar o que se passou ontem neste outro liveblog.

    Hamas “será desarmado, sem mas nem meio mas”, garante gabinete de Netanyahu

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