Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Encerramos por aqui este liveblog. Continue a acompanhar toda a informação sobre a guerra entre Israel e o Hamas neste novo liveblog, que agora abrimos.

  • AlJazeera acusa Israel de encenar vídeo que mostra rendição de soldados do Hamas

    Israel está a ser acusado de ter encenado um vídeo que supostamente mostra soldados do Hamas a renderem-se, colocando as suas armas no chão perante as Forças de Defesa de Israel. A informação está a ser avançada pela AlJazeera.

    As imagens divulgadas nas redes sociais nos últimos dias mostram dezenas de homens apenas de roupa interior. Um deles é visto a caminhar em direção a um soldado e a entregar-lhe uma espingarda e uma pistola. Foi gravado a segurar a espingarda com a mão esquerda, no entanto, de acordo com uma investigação da AlJazeera, um outro take do mesmo vídeo mostra o mesmo homem a segurar a espingarda com a mão direita, sugerindo-se que está em causa uma montagem.

    A BBC também conduziu a sua própria investigação e descobriu que os dois vídeos são “diferentes secções de uma sequência contínua, e não tomadas separadas, e que o mesmo homem vai e vem trazendo diferentes armas para o pavimento com as suas munições separadas”, cita o Haaretz.

    No entanto, o órgão britânico levantou dúvidas sobre as circunstâncias do incidente, perguntando se o homem palestiniano entregou a sua arma voluntariamente ou se foi forçado a fazê-lo por soldados das IDF sob a mira de uma arma.

  • Netanyahu apela à rendição dos "terroristas do Hamas (...) Não morram por Sinwar" (líder do movimento em Gaza)

    O primeiro-ministro israelita pediu ao Hamas para depor as armas e render-se. Numa mensagem divulgada pela France Press este domingo Benjamim Netanyahu afirmou:

    “Esta guerra ainda prossegue, mas é o princípio do fim do Hamas. Eu digo aos terroristas do Hamas que terminou. Não morram por [Yahya] Sinwar — o líder do movimento em Gaza. Rendam-se já.”

    Segundo o primeiro ministro israelita, “nos últimos dias dezenas de terroristas entregaram-se às nossas forças”.

    A France Press, que divulga esta mensagem citada pela Reuters, destaca que os militares israelitas não apresentaram provas destas rendições que são desmentidas pelo Hamas,

  • Forças de Defesa de Israel dizem ter eliminado novo comandante do Hamas

    As FDI afirmaram este domingo ter morto o novo comandante do batalhão Shejaiya do Hamas, num ataque aéreo à Faixa de Gaza, cita o The Times of Israel, a partir de uma publicação da força militar israelita no X, antigo Twitter.

    Emad Qariqa substituiu recentemente Wissam Farhat, depois de este último ter sido morto num ataque aéreo israelita em 2 de dezembro.

  • Países da OMS apelam à passagem de ajuda humanitária até Gaza e condenam "destruição generalizada"

    Os 34 países do Conselho Executivo da OMS adotaram por consenso uma resolução que apela à “passagem imediata, sustentada e sem entraves da ajuda humanitária” para Gaza, notícia a AFP, citada pelo The Guardian este domingo. Isto depois de o Conselho de Segurança da ONU ter recusado, na sexta-feira, exigir um cessar-fogo entre Israel e o Hamas.

    A resolução, proposta pelo Afeganistão, Marrocos, Qatar e Iémen, apela à concessão de autorizações de saída aos doentes e pede o fornecimento e o reabastecimento de medicamentos e equipamento médico à população civil e que todas as pessoas privadas de liberdade tenham acesso a tratamento médico.

    No documento, os membros da OMS demonstram também “grande preocupação” com a situação humanitária e a “destruição generalizada” e apelou à proteção de todos os civis.

    O representante dos EUA na organização disse que Washington concordou em não se opor ao consenso sobre o texto, mas ressalvou ter “reservas significativas”, dizendo que “lamenta a falta de equilíbrio na resolução”.

  • Hamas alerta que nenhum refém sairá “vivo” sem “respostas às exigências”

    O Hamas alertou hoje que nenhum dos reféns sequestrados durante o ataque em Israel em 7 de outubro e ainda detidos na Faixa de Gaza sairá “vivo” sem negociações e sem “respostas às exigências” do movimento palestiniano.

    “Nem o inimigo fascista e a sua liderança arrogante, nem os seus apoiantes, serão capazes de recuperar vivos os seus prisioneiros sem troca e negociação, e sem satisfazer as exigências da resistência”, afirmou Abou Obeida, porta-voz das Brigadas al-Qassam, o braço armado do movimento islâmico palestiniano, num vídeo divulgado este domingo.

    Uma semana de tréguas no final de novembro permitiu a libertação de 105 reféns detidos na Faixa de Gaza, incluindo 80 reféns israelitas trocados por 240 palestinianos detidos em prisões israelitas.

  • Milhares protestam em Berlim e Bruxelas contra antissemitismo e a guerra 

    Vários milhares de pessoas saíram hoje à rua em Berlim e Bruxelas para se manifestarem contra o antissemitismo, os ataques israelitas em Gaza e em apoio a Israel.

    O primeiro protesto, contra o antissemitismo, juntou cerca de 3.200 pessoas, em Berlim. “Os judeus têm medo e sentem-se abandonados. Este sentimento não é apenas produto do ódio, mas também do silêncio e da indiferença”, defendeu a presidente da câmara baixa do parlamento, Bärbel Bas, que também participou na manifestação.

    Também hoje, uma manifestação contra o antissemitismo juntou perto de 4.000 pessoas em Bruxelas, segundo dados da Polícia belga. A manifestação passou por locais como o Museu Judaico ou a Grande Sinagoga de Bruxelas. Os manifestantes carregavam bandeiras belgas e cartazes, nos quais se podiam ler frases de ordem como “Não é preciso ser judeu para lutar contra o antissemitismo” e “Alegria judaica é resistência”.

  • Governo de Netanyahu destina 4,5 mil milhões de euros para reconstruir regiões da fronteira de Gaza

    O Governo israelita aprovou a atribuição de 18 mil milhões de shekels — o equivalente a 4,5 mil milhões de euros — para a reconstrução das comunidades fronteiriças de Gaza.

    De acordo com o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o orçamento destina-se a cinco anos e o plano de reconstrução foi criado pelas autoridades locais e pelas comunidades nas fronteiras de Gaza.

  • Netanyahu criticou "cooperação perigosa entre Rússia e o Irão"

    Um comunicado do gabinete do primeiro-ministro de Israel apresenta alguns dos temas de conversa da chamada entre Netanyahu e Vladimir Putin.

    É dito que o primeiro-ministro de Israel “expressou a sua insatisfação com as posições expressas contra Israel por representantes russos nas Nações Unidas e outros fóruns”.

    Além disso, Netanyahu expressou uma “crítica profunda à cooperação perigosa entre a Rússia e o Irão”.

    O governante israelita terá ainda transmitido que “qualquer país que tivesse sido atingido com um assalto terrorista criminoso como aquele que Israel passou reagiria não com menos força do que aquela que Israel está a usar”.

    Mas também houve margem para agradecer, nota o comunicado. Netanyahu expressou “o seu apreço pelo esforço russo para libertar um cidadão israelita com cidadania russa”.

  • "Credibilidade do conselho de segurança perdida"

    Vítor Ângelo, ex-representante do Secretário-Geral das Nações U., acusa o Conselho de Segurança de não cumprir papel de “guardião dos direitos humanos.” Realça a necessidade de reformas no Conselho.

    Ouça aqui a Resposta Pronta na íntegra.

    “Credibilidade do conselho de segurança perdida”

  • Exército israelita lança ataque total às posições do Hezbollah no sul do Líbano

    O exército israelita anunciou hoje o início de uma vaga de “ataques aéreos generalizados” contra as milícias da organização libanesa Hezbollah no sul do Líbano, palco de semanas de trocas de artilharia na guerra de Gaza.

    De acordo com um comunicado militar, os ataques atingiram posições de lançamento de foguetes, instalações das milícias e outras infraestruturas pertencentes ao Hezbollah, segundo um comunicado militar citado pela agência espanhola Europa Press.

    Fontes locais informaram o diário libanês L’Orient-Le Jour de ataques israelitas nos arredores das cidades de Aita el Chaab, Aitaroun, Kounine, Blida, Mhaibibib e Yaroun.

    O exército confirmou que continuará a efetuar novos ataques na zona nas próximas horas.

    O exército israelita confirmou também, nas últimas horas, que dois soldados ficaram ligeiramente feridos por estilhaços e inalação de fumo num ataque de um ‘drone’ (aeroplano não tripulado) do Hezbollah a uma base na Galileia Ocidental.

    Dois dos ‘drones’ lançados a partir do Líbano foram abatidos pelo sistema de defesa aérea “Iron Dome”, disse o exército israelita numa declaração adicional veiculada pelo jornal Times of Israel.

    O Hezbollah reivindicou a responsabilidade pelo ataque.

    A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) anunciou hoje que está a investigar um ataque contra posições do seu batalhão espanhol no Líbano, que não causou vítimas.

    A informação foi confirmada pelo porta-voz da UNIFIL, Andrea Tenenti, à agência noticiosa oficial libanesa NNA, segundo a Europa Press.

    O incidente ocorreu no sábado à noite, no setor oriental da planície de trigo de Abl el Qahm, disseram fontes de segurança ao diário L’Orient-Le Jour.

  • Corpo de artilharia israelita já opera no interior da Faixa de Gaza

    O corpo de artilharia israelita está a operar no interior da Faixa de Gaza pela primeira vez desde o início da guerra, com combates em quase todo o enclave palestiniano, anunciou este domingo o exército.

    Soldados de duas brigadas do corpo de artilharia estiveram nos últimos dias envolvidos em combates na zona de Shujaiya, um bairro nos subúrbios da cidade de Gaza, considerado um dos bastiões do Hamas.

    “Desde o início da guerra, o corpo de artilharia estava a operar na fronteira da Faixa de Gaza, ajudando as forças terrestres com apoio de fogo para operações e esforços de resgate”, disse um porta-voz militar.

    O corpo de artilharia atingiu mais de 20 “alvos terroristas”, incluindo armazéns de armas, casas armadilhadas e infraestruturas militares do Hamas, referiu, citado pela agência espanhola EFE.

  • Netanyahu saiu de reunião de gabinete para falar com Putin

    Benjamin Netanyahu saiu da reunião de gabinete para falar ao telefone com Vladimir Putin, avança a imprensa israelita.

    Um porta-voz de Netanyahu disse ao Times of Israel que o primeiro-ministro esteve cerca de 50 minutos ao telefone com Putin.

    O telefonema surge num momento de tensão entre Israel e a Rússia, devido à posição de Moscovo no conflito entre Israel e o Hamas. Em outubro, por exemplo, uma delegação do Hamas foi recebida em Moscovo.

    Já o Haaretz nota que esta foi a primeira conversa entre os dois em cerca de dois meses. A última vez que falaram foi a 16 de outubro.

  • Gabinete do primeiro-ministro de Israel diz que detenção de iranianos foi esforço conjunto da Mossad e agências do Chipre

    O gabinete do primeiro-ministro de Israel emitiu um comunicado onde confirma a informação da detenção de iranianos em Chipre, que tinham planos para atacar israelitas no país. A informação foi avançada pela edição cipriota do jornal Katemirini.

    De acordo com este comunicado, que é citado pelo Haaretz, os dois iranianos foram detetados por agências de segurança do Chipre e pela Mossad, os serviços secretos de Israel.

  • Fragata francesa abate dois drones oriundos do Iémen no mar Vermelho

    Uma fragata francesa abateu dois drones que se dirigiam para o navio, no mar Vermelho, a partir da costa do Iémen, disseram este domingo as forças armadas francesas, num momento de tensão crescente nesta zona marítima estratégica.

    Estas duas “ameaças evidentes” foram intercetadas e destruídas no sábado à noite pela fragata Languedoc, que operava no mar Vermelho, indicou o Estado-Maior, em comunicado.

    As duas interceções ocorreram no sábado à noite, às 21:30 e 23:30 (em Paris), (20:30 e 22:30 em Lisboa), a 110 quilómetros da costa iemenita, perto da cidade de Al-Hodeida.

    Na semana passada, um contratorpedeiro norte-americano abateu três drones quando prestava assistência a navios comerciais no mar Vermelho, alvo de ataques provenientes do Iémen, de acordo com Washington, que denunciou “uma ameaça direta” à segurança marítima.

    Os rebeldes Houthi do Iémen ameaçaram, no sábado, atacar qualquer navio no mar Vermelho com destino a Israel se a população da Faixa de Gaza não receber a ajuda de que necessita.

  • Alemanha pede a Israel ataques mais precisos para minimizar vítimas civis

    A Alemanha apelou a Israel para que lance ataques “mais direcionados” na Faixa de Gaza para minimizar o número de vítimas civis e criar espaços seguros.

    “Se milhares de crianças são mortas, isso não deixa ninguém indiferente”, afirmou a ministra dos Negócios Estrangeiros alemã, Annalena Baerbock, em entrevista à rádio Deutschlandfunk, citada pela agência espanhola EFE.

    Baerbock defendeu que “as ações militares têm de ser mais precisas, porque a luta de Israel não é contra palestinianos inocentes, mas contra a organização terrorista Hamas”.

    “É por isso que as baixas civis devem ser evitadas tanto quanto possível e Israel deve garantir que menos pessoas sejam mortas na luta contra o terror”, afirmou.

    À semelhança de Israel e dos Estados Unidos, a União Europeia qualifica o grupo islamita Hamas como uma organização terrorista.

    O Hamas controla a Faixa da Gaza, com 2,3 milhões de habitantes, desde 2007.

    A chefe da diplomacia alemã insistiu que os civis em Gaza devem ter a oportunidade de alcançar a segurança dentro do enclave.

    “Não se pode chamar os civis para a segurança através de panfletos se não houver locais seguros”, afirmou, referindo-se aos avisos israelitas para que os residentes abandonem zonas que vão ser atacadas.

    Baerbock descreveu a situação como “terrivelmente complexa” e afirmou que o conflito coloca o mundo perante um “dilema incrível”.

  • Primeiro-ministro do Qatar diz que Israel e o Hamas não têm a "mesma disposição" para negociar do que antes da pausa humanitária

    Em declarações no Fórum de Doha este domingo, o primeiro-ministro do Qatar, Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al Thani, disse que nem Israel nem o Hamas estão a demonstrar a “mesma disposição” para negociar que tinham antes da pausa humanitária do mês passado.

    O Qatar tem sido um dos países envolvidos nas negociações entre os dois lados. Em declarações à CNN internacional, o primeiro-ministro do Qatar nota que “são sempre precisas duas partes disponíveis para haver um acordo. Infelizmente, não estamos a ver a mesma disposição que víamos há algumas semanas”.

  • Netanyahu diz que pressão internacional para terminar guerra é inconsistente com apoio à eliminação do Hamas

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que a pressão internacional para pôr fim à guerra é inconsistente com o apoio à eliminação do grupo terrorista Hamas.

    Num ‘briefing’ feito ao seu gabinete esta manhã, que é citado pela agência Reuters, Netanyahu afirmou que terá dito isso aos líderes de França, Alemanha e outros países que lhe fizeram o mesmo pedido.

    “Não se pode por um lado apoiar a eliminação do Hamas e por outro pressionar para acabar a guerra, o que poderia prevenir a eliminação d Hamas”, cita a Reuters.

  • Hezbollah assume autoria de 'rockets' disparados contra Israel

    O jornal israelita Haaretz está a avançar que o Hezbollah assumiu a responsabilidade dos ‘rockets’ disparados contra Israel na manhã deste domingo.

  • Dois iranianos detidos em Chipre por suspeitas de planearem ataque a israelitas

    Dois iranianos foram detidos em Chipre para interrogatório devido a suspeitas de estarem a planear ataques contra judeus a viver no país.

    A informação foi avançada pela versão cipriota do jornal Kathimerini e citada pela agência Reuters.

    O jornal não cita fontes da informação, mas indica que os iranianos eram refugiados políticos.

    A agência contextualiza que o Chipre fica a apenas 40 minutos de voo de Israel, sendo por isso um destino popular entre os israelitas.

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