Histórico de atualizações
  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra no Médio Oriente neste novo artigo em direto.

    Quatro mortos em ataques das IDF a Rafah, no sul de Gaza

  • Médio Oriente. Largas centenas manifestam solidariedade com o povo palestiniano em Lisboa

    Largas centenas de manifestantes ocupam hoje à tarde a zona dos Restauradores até ao Rossio, em Lisboa, numa iniciativa integrada no Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano.

    Acompanhados de tambores e de muitas bandeiras com as cores da Palestina, os participantes gritam as razões da manifestação, com slogans como “Israel é violência, Palestina é resistência”.

    “Hoje e sempre Palestina independente” e “Libertar a Palestina, acabar com chacina” são outras das palavras de ordem ouvidas na manifestação, que começou cerca das 15:00 nos Restauradores.

    Os participantes estão a dirigir-se para o Rossio. Alguns deles estão a colorir o protesto com bandeiras gigantes da Palestina e empunhando também bandeiras com a palavra “paz”.

    Para assinalar o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano realizam-se hoje em Lisboa e no Porto manifestações inseridas na campanha “Todos pela Palestina! Fim ao Genocídio! Fim à Ocupação”, que conta com mais de 150 associações e coletivos de Portugal.

    Para cidades de outros países estão agendadas iniciativas semelhantes.

    A guerra em Gaza foi desencadeada pelos ataques a Israel, liderados pelo Hamas, em 07 de outubro de 2023, que causaram cerca de 1.200 mortos e 251 reféns.

    A retaliação de Israel provocou mais de 69 mil mortos, a maioria civis, de acordo com dados do Ministério da Saúde de Gaza (tutelado pelo Hamas), que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera credíveis.

    A ofensiva israelita também destruiu quase todas as infraestruturas de Gaza e provocou a deslocação forçada de centenas de milhares de pessoas.

  • Ministério da Saúde de Gaza: mais de 70 mil mortos na Faixa de Gaza

    As autoridades de saúde da Faixa de Gaza adiantaram hoje que mais de 70 mil palestinianos, na maioria civis, foram mortos na guerra entre Israel e o Hamas, iniciada em 07 de outubro de 2023.

    Em comunicado, o Ministério da Saúde de Gaza, liderado pelo movimento islamita palestiniano Hamas, referiu que o número de mortos na região se cifra, atualmente, nos 70.100, sendo que 354 pessoas foram mortas a tiro por israelitas desde o início do cessar-fogo, a 10 de outubro.

    As duas partes têm feito acusações de violação do cessar-fogo, negociado pelos Estados Unidos.

    O Ministério da Saúde ressalvou ainda que, nas últimas 48 horas, foram encontrados dois corpos, um deles sob os escombros. Ambos foram transportados para os hospitais de Gaza.

    A guerra em Gaza foi desencadeada pelos ataques a Israel, liderados pelo Hamas, em 7 de outubro de 2023, que causaram cerca de 1.200 mortos e 251 reféns.

    A retaliação de Israel provocou, além dos mais de 70 mil mortos, cerca de 170.000 feridos, a maioria civis, de acordo com os dados do Ministério da Saúde de Gaza, que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera credíveis.

  • Largas centenas manifestam solidariedade com o povo palestiniano em Lisboa

    Largas centenas de manifestantes ocupam hoje à tarde a zona dos Restauradores até ao Rossio, em Lisboa, numa iniciativa integrada no Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano.

    Acompanhados de tambores e de muitas bandeiras com as cores da Palestina, os participantes gritam as razões da manifestação, com slogans como “Israel é violência, Palestina é resistência”.

    “Hoje e sempre Palestina independente” e “Libertar a Palestina, acabar com chacina” são outras das palavras de ordem ouvidas na manifestação, que começou cerca das 15:00 nos Restauradores.

    Os participantes estão a dirigir-se para o Rossio. Alguns deles estão a colorir o protesto com bandeiras gigantes da Palestina e empunhando também bandeiras com a palavra “paz”.

    Para assinalar o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano realizam-se hoje em Lisboa e no Porto manifestações inseridas na campanha “Todos pela Palestina! Fim ao Genocídio! Fim à Ocupação”, que conta com mais de 150 associações e coletivos de Portugal.

  • Os dois menores mortos pelas IDF tinham 8 e 11 anos

    Os dois palestinianos menores que foram mortos esta manhã pelas IDF em Bani Suheila, a leste de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, foram identificados como Juma, de 11 anos, e Fadi, de oito. Eram irmãos.

    Segundo o Times of Israel, os dois “suspeitos” foram identificados por tropas que cruzavam a Linha Amarela na área de Bani Suheila realizando “atividades suspeitas no solo” e aproximando-se das forças “de uma forma que representava uma ameaça imediata”. Foram depois mortos pelas IDF.

    Segundo a família, as crianças tinham ido apanhar lenha para o pai, que estava ferido.

  • IDF mata três pessoas que cruzaram a linha amarela

    As IDF avançaram que as suas forças mataram três pessoas em dois incidentes separados no sul da Faixa de Gaza. A vítimas cruzaram a linha amarela e aproximaram-se das tropas israelitas, “representando uma ameaça imediata para eles”, citou o Haaretz.

  • Dez palestinianos feridos em ataque de colonos perto de Belém

    Dez palestinianos ficaram feridos na manhã deste sábado num ataque de colonos israelitas na localidade de Khalayel al-Loz, a sul de Belém, avançou a Sociedade do Crescente Vermelho Palestiniano.

    Um dos feridos foi atingido por um tiro na perna e três sofreram contusões depois de terem sido espancados. Não ainda mais informações sobre o estado das vítimas.

    Nas redes sociais foram divulgadas imagens que mostram um gripo de colonos com armas e a atirar pedras do topo de uma colina.

  • Hezbollah insta o Papa a rejeitar a "agressão" israelita

    Numa mensagem publicada nas redes sociais, o Hezbollah instou o Papa Leão XIV a rejeitar a “injustiça e agressão” israelita contra o Líbano.

    “Nós, no Hezbollah, aproveitamos a ocasião da sua auspiciosa visita ao nosso país, o Líbano, para reafirmar, da nossa parte, o nosso compromisso com a coexistência”, diz a mensagem ao papa.

    O grupo afirma que a mensagem reafirma o compromisso em “apoiar o nosso exército e o nosso povo para enfrentar qualquer agressão e ocupação da nossa terra e do nosso país”. Acrescentam ainda que o que Israel “está a fazer no Líbano é uma agressão contínua inaceitável”.

    “Contamos com a posição de Vossa Santidade em rejeitar a injustiça e a agressão a que a nossa nação, o Líbano, está sujeita às mãos dos invasores sionistas e dos seus apoiantes”, acrescentam.

  • Portugal celebra o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina

    Numa publicação na rede social X, o governo celebrou o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina: “Desejamos que este ciclo traga prosperidade, o progresso e um futuro melhor para a região. Reiteramos que a solução de dois Estados é a única via para uma paz duradoura.”

  • Exército libanês descobriu 74 túneis do Hezbollah desde setembro

    Desde 5 de setembro que as tropas libanesas descobriram 74 túneis do Hezbollah assim como 175 lançadores de rockets e 58 mísseis, avançou o Haaretz.

    “O exército libanês está a envidar esforços enormes durante este período crítico na história da região”, afirmou o general Nicolas Thabet, comandante do exército libanês no setor a sul do rio Litani. Os oficiais acrescentaram que o exército tem agora 200 postos a sul do rio Litani, além de 29 postos de controlo fixos, e opera patrulhas 24 horas por dia.

  • Embaixador dos EUA no Líbano diz que Israel não precisa de permissão para se defender

    O embaixador dos EUA no Líbano, Michel Issa, disse ao Haaretz que Israel não precisa da permissão dos EUA para se defender e que Washington está a pressionar Beirute a implementar a sua decisão de desarmar o Hezbollah.

    “Israel avalia as suas próprias necessidades de segurança e tomará todas as medidas que considerar adequadas para proteger os seus cidadãos. Não há necessidade de obter permissão dos Estados Unidos para fazê-lo”, disse, acrescentando que Washington “insta [o governo libanês] a implementar a decisão histórica de desarmar o Hezbollah”.

  • Dois menores mortos pelas IDF em área controlada por Israel perto de Khan Younis

    Dois palestinianos menores foram mortos esta manhã pelas IDF em Bani Suheila, a leste de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, avançou o Times of Israel.

    Já na Cisjordânia, uma jovem mulher foi baleada na perna pelas forças israelitas. Citado no Haaretz, Crescente Vermelho Palestiniano firmou que a mulher também sofreu agressões físicas.

  • Bom dia,

    Iniciamos aqui um novo dia de cobertura jornalística da guerra no Médio Oriente. Pode ver o que se passou ontem neste artigo em direto.

    Libertados agentes israelitas suspeitos de execuções filmadas na Cisjordânia

1 de 1