Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Boa tarde, continuámos a seguir os fogos em Portugal neste outro artigo em direto.

    Incêndio que começou de madrugada em Vila Verde tem duas frentes ativas. Três helicópteros ajudam no combate

    Obrigada por nos acompanhar.

    Até já.

  • Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental: mais de 2000 operacionais em 51 incêndios

    O ponto de situação dos incêndios em Portugal pelas 01h20:

    • 2.080 operacionais estão no terreno a combater 51 incêndios em todo o território do continente português;
    • 684 meios terrestres envolvidos no combate aos fogos;

    Há quatro incêndios classificados pela Proteção Civil como ocorrências significativas, em Penafiel, Arouca, Ponte da Barca e Paredes.

    O incêndio que mobiliza mais meios continua a ser o de Ponte da Barca, que está a ser combatido por 668 operacionais, juntamente com 227 meios terrestres.

  • “Grandes esforços” desta noite vão para Ponte da Barca

    Os “grandes esforços” desta noite vão para o fogo em Ponte da Barca, disse à Lusa fonte do Comando Nacional de Proteção Civil, destacando que lavram em território outros três incêndios de grande dimensão-

    A mesma fonte, adiantou que envolvidos no incêndio de Ponte da Barca estão neste momento 564 operacionais, entre os quais se incluem os que foram hoje lançados por via aérea, para zonas inacessíveis por terra, e mais 183 veículos.

    Do trabalho deste grupo de 50 pessoas que colocadas no combate ao fogo por meios aéreos, “espera-se que haja bons resultados esta noite”, adiantou o comandante Pedro Araújo, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

    Isto, depois de o vice-presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca ter anunciado que cerca de 60 pessoas foram retiradas na noite de hoje das suas habitações, por razões de segurança, face à proximidade das chamas do incêndio que deflagrou, sábado, no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

  • Cerca de 60 pessoas retiradas de duas aldeias de Ponte da Barca

    Cerca de 60 pessoas foram retiradas na noite de hoje das suas habitações, por razões de segurança, face à proximidade das chamas do incêndio que deflagrou, sábado, no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

    Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da Câmara de Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, José Alfredo, disse que os primeiros habitantes a serem retiradas das suas habitações foram os Sobredo, na freguesia de Vila Chã de São Jorge.

    Os cerca de 20 habitantes foram retirados cerca das 21:32, tendo sido deslocados para a sede da Junta de Freguesia.

    Os cerca de 40 habitantes de Paradela, na freguesia de Entre Ambos-os-Rios, “começaram a ser retirados das habitações pelas 22:30 e deslocados para o centro escolar”.

  • Imagens mostram incêndio de Lindoso, em Ponte da Barca, a aproximar-se de Paradela

    Imagens partilhadas no Facebook mostram uma das frentes do incêndio de Lindoso, em Ponte da Barca, a aproximar-se de Paradela, em Vila Chã São João. Este é o fogo mais preocupante para a Proteção Civil.

  • Ocupado a retirar pessoas de aldeia ameaçada autarca de Ponte da Barca recusa comentar declarações de Marcelo

    Augusto Marinho, autarca de Ponte da Barca, escusou-se a comentar as declarações do Presidente da República, que considerou desproporcionais os apelos para acionar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, por estar a retirar habitantes de uma aldeia ameaçada pelo fogo.

    “Não quero comentar as declarações do senhor Presidente da República. Agora estou preocupado em evacuar uma aldeia e vamos avaliar a necessidade de avaliar outra”, afirmou quando questionado pela agência Lusa sobre as afirmações hoje proferidas por Marcelo Rebelo de Sousa.

  • Fogo de Arouca mantém-se com uma frente ativa em Cinfães

    O incêndio que lavra há três dias em Arouca e que alastrou aos concelhos vizinhos de Castelo de Paiva e Cinfães tinha hoje, às 21h45, uma frente ativa com 3,5 quilómetros de extensão, informou fonte da Proteção Civil.

    “Neste momento, temos uma frente ativa com cerca de 3,5 quilómetros, em Cinfães (distrito de Viseu). A cabeça do incêndio está dominada, estando a decorrer manobras de consolidação e rescaldo”, adiantou a mesma fonte.

    Esta manhã, em declaração aos jornalistas, o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Grande Lisboa, Hugo Santos, já tinha referido que os municípios de Arouca e de Castelo de Paiva não tinham qualquer zona de incêndio ativa.

    Na altura, o comandante disse ainda que se mantinha apenas uma “pequena linha de incêndio” ativa no município de Cinfães, no distrito de Viseu, que esperava ver debelada brevemente, o que ainda não sucedeu.

    De acordo com as primeiras estimativas, o incêndio de Arouca, com mais de 48 quilómetros de perímetro, consumiu uma área de mais de 4500 hectares de floresta.

    O fogo provocou danos numa casa devoluta, alguns anexos agrícolas e pequenos danos em duas habitações, tendo ainda destruído parte dos Passadiços do Paiva, uma das principais fontes de receita para a economia local de Arouca.

    Pelas 21h45, segundo a página de Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estavam mobilizados no combate às chamas 483 operacionais, apoiados por 181 viaturas.

  • Presidente da Junta de Freguesia de Sebolido lamenta falta de meios no terreno. Há uma habitação em perigo

    António Lopes, presidente da Junta de Freguesia de Sebolido, no concelho de Penafiel, falou à CNN Portugal e pediu auxílio no combate às chamas na freguesia.

    “Os meios têm sido escassos, têm sido poucos. Temos dois carros de pequenos porte que nos estão a tentar ajudar, mais próximo das habitações”, disse o autarca, contando que há “uma habitação em bastante perigo” para onde já deslocaram os meios no terreno.

    Para António Lopes, o recurso aos meios aéreos no combate ao incêndio devia ser uma aposta, especialmente face à proximidade ao rio Douro.

    “Lamentamos que não tenhamos sido socorridos por meios aéreos”, acrescentou.

    O presidente da Junta de Sebolido admitiu também a possibilidade para a possibilidade dos habitantes na zona “ficarem sem luz” e até sem água

    “As habitações têm água de tiragem de poços. Não tendo água, as pessoas ficam bastante preocupadas”, contou.

  • Autarca de Santarém lamenta “estragos significativos” em Alcanede e defende punição exemplar

    O presidente da Câmara Municipal de Santarém, João Leite, classificou hoje como “muito negativos” os estragos provocados pelo incêndio que deflagrou na terça-feira em Alcanede, defendendo punição severa caso se confirme a origem criminosa do fogo.

    “É sempre um momento muito triste para qualquer território. Foram mais de 200 hectares ardidos, com danos num anexo de habitação e numa exploração pecuária onde morreram cerca de 350 animais”, afirmou João Leite, sublinhando que a Polícia Judiciária está a investigar o caso desde o início.

    O autarca destacou ainda a atuação “determinante” da Proteção Civil e das forças de intervenção no terreno, incluindo a GNR e os bombeiros, que enfrentaram condições climatéricas “muito adversas”, com vento forte e baixa humidade.

    “Foi uma mobilização exemplar, com mais de 430 operacionais no terreno”, referiu.

    João Leite salientou também o papel do aeródromo municipal, recentemente requalificado com um investimento superior a 300 mil euros, que permitiu a rápida intervenção de meios aéreos, incluindo aviões de asa fixa e um helicóptero.

    De acordo com o responsável, uma habitação teve de ser evacuada por precaução, mas não há registo de vítimas graves.

  • Agência espacial europeia divulga imagem de satélite do norte de Portugal

    A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou hoje uma imagem de satélite dos incêndios florestais que assolam a região norte de Portugal continental.

    A imagem captada na quarta-feira por um dos satélites do programa europeu Copernicus mostra, segundo a ESA, chamas próximas da vila de Recarei, no concelho de Paredes, no distrito do Porto, bem como uma coluna de fumo dos incêndios de Castelo de Paiva e Arouca, no distrito de Aveiro.

    O Copernicus é o programa de observação da Terra da União Europeia (UE) e integra vários satélites em órbita.

    Portugal pediu assistência de satélite à UE para, de acordo com a ESA, “mapear e monitorizar a extensão dos incêndios” no norte de Portugal, nos concelhos de Arouca e Ponte da Barca.

    Agência Espacial Europeia

  • Incêndio atinge freguesia de Canelas em Penafiel e habitantes contidos num largo

    O incêndio que desde terça-feira lavra em Penafiel ganhou um novo foco de preocupação, ao final da tarde, com a aproximação das chamas à freguesia de Canelas, colocando habitações em risco, revelou à Lusa fonte da autarquia.

    Com os meios já mobilizados para o local a fim de conter o avanço das chamas, a GNR sensibilizou os habitantes para se concentrarem num largo na freguesia, invocando para tal motivos de segurança, acrescentou a fonte.

    Pelas 20:20, no combate ao incêndio que desde o primeiro dia avançou para o concelho vizinho de Gondomar estavam 260 operacionais, apoiados por 71 viaturas e três meios aéreos.

    O alerta para este fogo que teve início na freguesia de Capela, em Penafiel, foi dado às 09:26 de terça-feira.

  • Operador de Canadair acidentado no Douro vai colaborar com as autoridades

    O operador do avião Canadair que hoje sofreu danos estruturais durante a recolha de água do Rio Douro, quando combatia o incêndio que deflagrou em Penafiel, vai colaborar com as autoridades nas investigações ao incidente que não causou vítimas.

    “Um dos nossos aviões Canadair C-215 esteve hoje envolvido num incidente ligeiro no Norte de Portugal. Gostaríamos de sublinhar que não há feridos a registar, nem na nossa tripulação nem no local do incidente. Uma equipa técnica estará no local em breve. Vamos colaborar com as autoridades para apurar mais detalhes sobre o sucedido”, avança à agência Lusa fonte oficial da Avincis.

    A empresa sublinha que, “nesta fase, e enquanto a investigação estiver em curso, é prematuro especular sobre as causas deste incidente”.

    “A segurança da nossa tripulação e das comunidades locais é a nossa prioridade número um”, assume a Avincis.

  • Falta de acessos obriga ao transporte aéreo de bombeiros para Peneda-Gerês

    A Proteção Civil admitiu hoje que o incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês é “extremamente complexo” e que a falta de acessos obriga ao transporte de bombeiros de helicóptero para debelarem as chamas.

    “É um incêndio extremamente complexo, que nos causa grandes problemas do ponto de vista de orografia, falta de acessos”, disse aos jornalistas o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, ao fazer o balanço diário dos incêndios rurais em Portugal continental.

    Segundo Mário Silvestre, que falava na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Oeiras, as equipas de bombeiros “estão a ser a projetadas por helitransporte para o topo da serra [Serra Amarela] para (…) que possam a partir da noite desenvolver o seu trabalho”.

    “O acesso a essa zona, mesmo apeado, é extremamente difícil”, justificou, assinalando que o fogo que começou no concelho de Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, é o que “levanta mais preocupações”.

  • "Ninguém sabe o que nos espera agosto": Marcelo Rebelo de Sousa pede prevenção em vez de acionar mecanismo europeu contra incêndios

    Face às temperaturas que poderão chegar em agosto, o Presidente da Republica pede prevenção para as próximas semanas em vez de recorrer a meios extremos, como o mecanismo europeu sugerido pelo presidente da câmara de Ponte da Barca: “Ninguém sabe o que nos espera o mês de agosto, concretamente o que nos espera a semana que vai entrar. Não sabemos se haverá temperaturas mais elevadas, menos humidade, mais vento, e portanto eu digo é que neste momento há aparentemente a diminuição da intensidade dos fogos que preocuparam uma região apreciável, sobretudo o norte de Portugal”.

    Marcelo explicou ainda que o Governo e a Proteção Civil recusaram “a ideia de se acionar o mecanismo europeu que foi acionado por outros países” uma vez que Ponte da Barca está a receber apoios de Espanha e porque “ninguém sabe a evolução dos acontecimentos”. “O que se trata agora é prevenir o que possa acontecer nas próximas semanas mas não recorrer a meios extremos como se a situação fosse da gravidade que foi atingida infelizmente para esses países mais cedo do que nós e portanto parece que é prudente não começar a fazer apelos que são desproporcionais em relação ao tempo que vivemos e às circunstancias que vivemos banalizando esse pedido e tornando mais difícil no caso de uma emergência mais grave o recurso a ele”.

    “Estive na Proteção Civil sem comunicação social no dia em que esteve o primeiro-ministro e foi lá que eu recolhi esta ideia que me pareceu boa que é: vamos ver como se fecha este ciclo, esperando que se fechasse nos próximos dias; vamos ver o que é que é possível fazer de proteção para o caso de haver agravamentos; vamos continuar a utilizar onde é possível por razões fronteiriças a cooperação com Espanha; e reservar para uma emergência mais grave o apelo à intervenção europeia”, concluiu.

  • Proteção Civil: Ponte da Barca levanta mais preocupações enquanto que Arouca e Penafiel apresentam cenários favoráveis

    Na mais recente atualização da Proteção Civil, o comandante nacional Mário Silveira avançou que em todo o país a ocorrência que levanta mais preocupações é o fogo em Lindoso, Ponte da Barca, mas que para esta noite já está traçada uma estratégia dos operacionais no terreno.

    Em Arouca, a situação está mais estabilizada, com todas as ocorrências em fase de resolução. “É um cenário que se apresenta bastante favorável”, afirma, acrescentando que também em Penafiel as operações decorrem de forma favorável.

    “Existem 69 ocorrências por todo o pais que estão em conclusão com 1500 operacionais” e que, ao todo, “são 3500 homens envolvidos em todas estas operações”, tanto nos incêndios como nas fases de resolução. “Um esforço significativo para todo o dispositivo”, acrescenta.

    Mário Silveira dá ainda conta de 12 feridos, nove deles bombeiros, e apela “às condições e comportamentos dos cidadãos”.

  • Montenegro apela à serenidade e garante que Governo tem concentrado esforços no combate aos incêndios

    Em Valpaços, Luís Montenegro fala aos jornalistas sobre a situação dos fogos em Portugal começando por garantir que o Governo tem tido “uma política de prevenção cada vez mais intensa e multidisciplinar”, destacando a importância de “continuar a investir na política agrícola, florestal, de ornamento, de limpeza e de prevenção” ao mesmo tempo que “temos de estar preparados para poder intervir do ponto de vista da dissuasão com uma política repressiva firme”.

    Afirmando que, apesar de haver meios, em situações de crise a dificuldade de gestão aumenta, Montenegro nota que a capacidade de meios não é ilimitada: “Temos operacionais que precisam de descansar e operacionais que têm de se movimentar no terreno e e meios aéreos que são os que respondem às necessidades”. Destaca ainda o aumento de duas para cinco equipas de investigação criminal que o Governo promoveu e que tem “surtido efeito”.

    “Não vale a pena é por estes dias nós estarmos concentrados em polemizar quando nós temos de estar concentrados em combater e responder àquilo que é a nossa prioridade máxima que é fazer com que sejamos capazes de proteger as pessoas, as suas vidas e o seu património”, continua, acrescentando que, junto do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, estão a “criar condições para o apoio posterior à resolução destes incêndios para que as pessoas possam recuperar rapidamente as condições para terem as suas vidas normalizada”.

  • Canadair que amarou no rio Douro sofreu danos estruturais

    Um avião Canadair empenhado no combate ao incêndio que deflagrou em Penafiel, distrito do Porto, e que se alastrou para Gondomar, sofreu hoje danos estruturais durante a operação de carga de água no Rio Douro.

    Fontes aeronáuticas explicaram à agência Lusa que após amarar no rio para a recolha de água, e logo na fase inicial do ‘scoping’ (carga de água), o piloto perdeu o controlo da aeronave, tendo esta ido embater numa das margens.

    Segundo as mesmas fontes, na origem do incidente poderá ter estado um problema mecânico, acrescentando que o Canadair sofreu danos num dos flutuadores e no casco, ficando, para já, inoperacional.

  • Almada reforça vigilância no Parque da Paz devido a fogos frequentes

    A Câmara Municipal de Almada reforçou a vigilância e o patrulhamento no Parque da Paz, devido à ocorrência nos últimos meses de vários incêndios naquela zona verde, disse à agência Lusa a presidente da autarquia.

    O Parque da Paz, da autoria do arquiteto paisagista Sidónio Pardal, é um parque urbano situado na cidade de Almada, no distrito de Setúbal, com cerca de 60 hectares, constituindo o pulmão da cidade, com zonas relvadas, matas, zonas de descanso, caminhos e lagos.

    Segundo Inês de Medeiros, desde o início do ano foram registadas 29 ocorrências de incêndios rurais no concelho de Almada, 18 das quais no Parque da Paz, a maioria à noite e em vários pontos em simultâneo.

    Um desses incêndios ocorreu na noite de quarta-feira. Por isso, adiantou a autarca eleita pelo PS, foi reforçada a vigilância e o patrulhamento 24 horas junto ao parque.

  • Carro da TVI/CNN ardeu na Serra da Boneca em Penafiel

    O carro da equipa de reportagem da TVI/CNN no incêndio em Penafiel ardeu hoje após ter sido apanhado pelo fogo, revelou à Lusa o diretor da CNN Portugal, Frederico Roque de Pinho, confirmando estarem os jornalistas bem.

    O responsável afirmou desconhecer o local e as circunstâncias em que o acidente aconteceu, mas disse saber que os jornalistas “estão bem”.

    O acidente ocorreu no momento em que a equipa de reportagem, formada por uma jornalista e um repórter de imagem, fazia a cobertura do incêndio na Serra da Boneca, revelou à Lusa fonte da Câmara Municipal de Penafiel.

    O carro estava estacionado e foi apanhado pelas chamas, tendo os jornalistas sido retirados do local pelos bombeiros, acrescentou.

  • Fogo de Nisa entrou em fase de conclusão

    O incêndio rural que deflagrou na terça-feira em Nisa, distrito de Portalegre, e foi dominado na quarta-feira entrou hoje em fase de conclusão, às 15:46, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

    Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo indicou que estão ainda no terreno 53 operacionais, auxiliados por 19 viaturas.

    Em declarações anteriores à Lusa, o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, Rui Conchinha, explicou que ao longo do dia o número de meios no local estava a diminuir.

    “Eu acredito que ao final do dia de hoje também possamos ainda desmobilizar mais do local, sendo o perímetro muito grande e crítico em termos de algumas particularidades, como a orografia, dificuldades de acesso a alguns locais. E com o potencial que ainda continua a ter de arranque não podemos descurar mesmo”, disse.

    “Acredito, se tudo correr bem, até ao final do dia de hoje, sem nenhuma reativação forte, que possamos passar depois para um período já mais de vigilância e monitorização com menos meios”, acrescentou, ainda de manhã.

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