Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura dos incêndios em Portugal.

    Pode acompanhar todos os novos desenvolvimentos no liveblog que agora iniciamos. Obrigada por estar connosco.

    Mais de 600 operacionais combatem incêndio em Ponte da Barca. Já foram detidas 36 pessoas em flagrante delito pelo crime de fogo florestal

  • Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental: mais de 1.864 operacionais em 45 incêndios

    O ponto de situação dos incêndios em Portugal pela 00h30:
    •⁠ ⁠1.864 operacionais estão no terreno a combater 45 incêndios em todo o território do continente português;
    •⁠ ⁠616 meios terrestres envolvidos no combate aos fogos;

    Há três incêndios classificados pela Proteção Civil como ocorrências significativas: em Penafiel, Arouca e Ponte da Barca.

    O incêndio que mobiliza mais meios continua a ser o de Ponte da Barca, que está a ser combatido por 610 operacionais, juntamente com 209 meios terrestres.

  • Proteção Civil: Ponte da Barca com uma frente a arder com “grande intensidade” mas sem casas em risco

    A situação dos incêndios no país está esta noite mais calma, com Arouca dominado, Vila Verde “com bom prognóstico”, e Ponte da Barca a suscitar maiores preocupações, embora sem casas em risco, disse fonte da Proteção Civil.

    Ainda assim, segundo o comandante José Miranda, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, nestes três palcos de operações estão envolvidos um total de 1148 operacionais e 401 veículos.

    Em Arouca, o fogo já “está dominado”, mas ainda mobiliza 413 operacionais e 151 viaturas.

    Quanto a Vila Verde disse que, das três frentes de incêndio inicialmente ativas, duas já estão extintas, e apenas uma está ativa, mas com “bom prognóstico” para esta noite, esperando-se “o domínio deste setor” do fogo.

    Já o incêndio de Ponte da Barca continua com “uma frente ativa a arder com grande intensidade”, adiantou o responsável da Proteção Civil, acrescentando que se trata de uma zona de difíceis acessos.

    “Neste momento há algumas infraestruturas, como armazéns” próximos, “mas habitações não”, garantiu. Porém, é o único fogo que continua a ser “preocupante”, admitiu.

    Por isso, estão envolvidos no combate a este incêndio de grande dimensão, que começou no passado domingo em Ponte da Barca e chegou esta semana ao concelho de Terras do Bouro, 630 operacionais e 34 veículos, adiantou o comandante.

    Assegurando que o trabalho feito pelo grupo de operacionais que foram colocados na quinta-feira por via aérea em zonas inacessíveis por terra neste fogo “foi muito eficaz”, mas o trabalho de combate é “muito difícil”.

    Para esta noite, não está previsto nenhum reforço de meios em nenhum destes incêndios, pela Proteção Civil, referiu.

  • Comandante da Proteção Civil em Ponte da Barca diz que incêndio está "ativo" e vento pode vir a complicar combate novamente

    Elísio Oliveira, comandante da Proteção Civil que está agora a coordenar as operações no terreno em Ponte da Barca, avisou esta sexta-feira que o incêndio continua ativo e que as especificidades do terreno e do próprio incêndio podem voltar a complicar o combate dos operacionais no terreno.

    “Estamos a falar de um ambiente de montanha, estamos a falar de um incêndio com vários dias, com uma área muito extensa e isto pode significar, de um momento para o outro, termos o incêndio novamente numa situação complicada”, explicou o comandante.

    “A própria orografia [relevo] do terreno gera ventos próprios e ele acaba por ser errático. Nós temos, dentro do possível, meios em todo o perímetro do incêndio, sendo verdade que há muitas áreas em que não é possível colocar meios”, acrescentou.

    Apesar da situação se poder alterar, conta, as autoridades garantem que “neste momento, não existe nenhuma povoação ou aglomerado populacional em perigo”, algo que deve ao combate dos “mais de 600 operacionais das diferentes forças e serviços que combatem este incêndio”.

    “Vamos continuar a trabalhar durante toda a noite com máquinas de rasto, vamos continuar a trabalhar com equipas apeadas e vamos continuar a trabalhar também com recurso a veículos de combate a incêndios”, acrescenta Elísio Oliveira, acrescentando que “todos os meios dos bombeiros, os meios da UEPS da GNR, as equipas de sapadores florestais que estiveram ao longo do dia a trabalhar estão neste momento a ser substituídos” para que o trabalho continue.

  • Pela "experiência" como MAI, José Luís Carneiro dá "três conselhos" ao Governo para lidar com onda de calor e incêndios

    O secretário-geral do Partido Socialista (PS), José Luís Carneiro, deixou hoje três conselhos ao Governo, considerando o agravamento das condições atmosféricas — com temperaturas elevadas, baixa humidade e vento fraco — e os incêndios.

    “Sugeria, em primeiro lugar, que procurasse o reforço da fiscalização e da prevenção por intermédio da mobilização das patrulhas da GNR e também do reforço das Forças Armadas para articular a supervisão aérea com operações no terreno”, disse José Luís Carneiro em Ansião, em declarações transmitidas pela RTP3.

    O secretário-geral socialista pediu também que o Governo determinasse a “ativação de mais equipas de associações humanitárias de bombeiros”.

    Além disso, José Luís Carneiro aconselhou o Governo a dialogar com o “mecanismo europeu de proteção civil” para disponibilizar mais meios aéreos.

    O socialista sentiu a “necessidade” de dar estes conselhos para que tudo “decorra da melhor forma possível”, recordando a “experiência” que angariou enquanto ministro da Administração Interna.

  • Proteção Civil mantém recomendações para "episódio meteorológico bastante severo" dos próximos dias

    Perante as previsões meteorológicas para os próximos dias, a Proteção Civil mantém “as medidas, as precauções e as recomendações à população” para que a estabilidade nos incêndios se possa manter.

    “A meteorologia prevista para os próximos dias é grave, são episódios meteorológicos em muito semelhantes do que temos vivido até ao momento”, disse o comandante Mário Silvestre, referindo-se ao calor dos últimos dias, acrescentando “que é expectável, segundo as previsões do IPMA que o período seja mais longo, próximo de uma semana”.

    “É crítico que, durante este período, a população portuguesa e todos os portugueses contribuam para o desígnio da defesa da floresta e da defesa das populações e dos seus bens nestes espaços mais afetados pelas ocorrências de incêndios rurais”, continuou o comandante, concluindo que “apenas com a colaboração de todos é que conseguimos passar por um episódio meteorológico bastante severo da melhor maneira possível”.

  • Fogo no concelho de Vila Verde mantém uma frente ativa

    O incêndio que deflagrou na madrugada de hoje na localidade de Gomide, concelho de Vila Verde, distrito de Braga, mantém uma frente ativa, mas sem colocar habitações em risco, indicou a Proteção Civil.

    Em declarações à agência Lusa, fonte do Sub-comando regional do Cávado explicou que já foram extintas duas das frentes, mantendo-se ainda uma frente ativa, que está a consumir uma área de mato.

  • Incêndio do Lindoso é o que ainda causa "maior preocupação" à Proteção Civil

    Segundo o comandante da Proteção Civil, Mário Silvestre, o incêndio que ainda causa “maior preocupação” às autoridades de resposta aos fogos e onde as forças têm “incidido os esforços mais significativos” é o do Lindoso, em Ponte da Barca. Porém, apesar dos trabalhos continuarem, a situação está muito mais controlada.

    Hoje, o perímetro exterior da ocorrência está muito estável. Continua a decorrer um conjunto de trabalhos bastante significativo na zona do parque, uma vez que estamos a proceder a tudo o que é consolidação de todos os pontos do perímetro.

    “Hoje, o perímetro exterior da ocorrência está muito estável”, conta o comandante, explicando que continuam “a decorrer um conjunto de trabalhos bastante significativo na zona do parque”, já que se está “a proceder a tudo o que é consolidação de todos os pontos do perímetro”.

    “Houve, a partir das 5 da manhã, um voo com uma aeronave que permitiu retirar pontos quentes, ou seja, verificar na zona de incêndio quais eram as zonas mais ativas para depois incidirmos o trabalho quer de meios aéreos, quer o trabalho das equipas terrestres nesses pontos mais quentes, evitando com isso as reativações que são constantes naquele tipo de terreno”, contou ainda.

    Questionado pela RTP, Mário Silvestre avançou ainda que, dadas as dificuldades na inclinação do terreno, os trabalhos de rescaldo deverão durar pelo menos “mais uma semana”.

  • Proteção Civil fala em situação nos incêndios "muito mais estável e muito mais positiva"

    Na atualização diária da Proteção Civil, o comandante Mário Silvestre diz que a situação no dia de hoje está “muito mais estável e muito mais positiva” que nos outros dias.

    A ANEPC diz que o dia de hoje foi marcado por “um decréscimo bastante significativo das ocorrências”, para além de uma descida semelhante nas ocorrências noturnas.

    Até às 17h00, “há três ocorrências que apresentam maior preocupação” para as autoridades: “o Lindoso, em Ponte da Barca; Vila Verde, no Cávado e Moimenta da Beira, no Douro”.

    No dia de hoje, conta, registaram-se três bombeiros feridos e um elemento do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

  • IRA salva das chamas centenas de animais em seis dias em Portugal

    Centenas de animais foram resgatados nos incêndios que deflagraram em Portugal entre o fim de semana e a passada quinta-feira.

    Segundo a Intervenção e Resgate Animal (IRA), uma Organização Não Governamental, cinco equipas do IRA — duas do Porto e três de Lisboa —, resgataram com vida nos incêndios em Portugal registados nestes último seis dias 60 ovelhas, 19 cães, 16 gatos, 20 coelhos, 8 cabras, um burro e um número por determinar de galinhas, perus e periquitos.

    No entanto, o IRA avança que foram registados “pelo menos 350 porcos mortos numa exploração suína num incêndio em Santarém”.

  • Castro Almeida garante que Ministério da Agricultura está a desenvolver estratégia "consistente" para evitar os incêndios no futuro

    Após ter reunido com o presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, o ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, afirmou que há um conjunto de explorações agrícolas e duas fábricas que foram afetadas pelo incêndio que devastou a região. Por isso, está preocupado “em resolver” e “identificar” os problemas urgentes das pessoas que tiveram prejuízos: “É esse o trabalho que estou aqui a fazer — identificar problemas”.

    Castro Almeida garantiu, também, que o Governo vai definir as diferentes ajudas a serem dadas às pessoas com prejuízos (nomeadamente agricultores) muito brevemente.

    Questionado pelos jornalistas sobre a forma como o executivo irá evitar os incêndios no futuro, o ministro da Economia e Coesão Territorial disse que essa é uma “tarefa difícil”, porque “temos de nos focar durante todo o ano na prevenção”. Para isso, anunciou, o ministro da Agricultura (José Manuel Fernandes) está a desenvolver um trabalho “sério e de fundo” de prevenção e de valorização da floresta. “É esse o segredo: se a floresta estiver valorizada, as pessoas tratam dela. Uma floresta abandonada vai arder mais dia, menos dia”.

    A estratégia “consistente” do Ministério da Agricultura é, assim, “de longo prazo”: Castro Almeida reiterou que este problema não se resolve “em dois ou três anos” e que não passa por “pagar as operações de limpeza, mas sim tornar a limpeza interessante do ponto de vista económico”.

    O ministro encarregue da pasta da Economia e da Coesão Territorial sublinhou, ainda, que o Governo está a tomar medidas, juntamente com as autarquias locais, para “tornar mais fácil a identificação de eventuais criminosos”. “Os drones que andam no ar vão ajudar a identificar os criminosos. Quando souberem que há drones no ar que têm a capacidade de ver de dia e de noite, são capaz de pensar duas vezes antes de atear fogo”, concluiu.

  • Incêndio em Ponte da Barca com uma frente ativa aproxima-se da aldeia de Paradela

    O incêndio em Ponte da Barca tem, agora, apenas uma frente de fogo ativa que se aproxima da aldeia de Paradela.

    Estão mobilizados vários operacionais, apoiados por meios terrestres e aéreos. Os restantes fogos no concelho estão em fase de rescaldo e estão controlados, de acordo com o comando de operações, citado pela SIC Notícias.

    O incêndio de Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, alastrou para várias freguesias, tendo chegado a Terras de Bouro, que já pertence ao distrito de Braga.

  • Mais de 2.600 operacionais e 23 meios aéreos combatiam fogos às 16h00

    Mais de 2.600 operacionais, apoiados por 827 veículos e 23 meios aéreos, estavam hoje, pelas 16h00, a combater incêndios rurais em Portugal continental, com destaque para as ocorrências em Moimenta da Beira, Vila Verde e Ponte da Barca.

    Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, às 16h00 seis incêndios (considerados “ocorrências significativas”) eram os mais preocupantes no continente: três fogos em curso, em Moimenta da Beira, Vila Verde e Ponte da Barca, e três outros em resolução, em Arouca, Carregal do Sal e Penafiel.

    Em Moimenta da Beira, no distrito de Viseu, o alerta para um fogo que lavra na freguesia de Paradinha e Nagosa foi dado hoje às 13h43, encontrando-se este incêndio a ser combatido, àquela hora, por 118 operacionais, ajudados por 18 veículos e três meios aéreos.

    Em Gomide, Vila Verde, no distrito de Braga, foi registado às 5h35 de hoje um incêndio em mato que estava a ser combatido por 101 operacionais, ajudados por 31 veículos e três meios aéreos.

    Em curso estava ainda o fogo que deflagrou no sábado no Lindoso, em Ponte da Barca (Viana do Castelo), no Parque Natural Peneda-Gerês, e que mobilizava um total de 677 operacionais, apoiados por 223 veículos e 11 meios aéreos.

  • Câmara de Arouca fala em prejuízo de 10 milhões de euros devido aos incêndios

    Depois de cinco dias de combate às chamas, o incêndio em Arouca está agora em fase de resolução e a Câmara Municipal prevê um prejuízo global de 10 milhões de euros.

    “Há aqui, em termos de avaliação global, mais de 10 milhões de prejuízo, sem falar nas perdas em termos de atividade turística”, afirmou esta sexta-feira Margarida Belém, numa declaração aos jornalistas.

  • Homem suspeito de lançar fogo detido em Oliveira do Hospital

    Um homem foi detido, na quinta-feira, por suspeita de ter provocado “de forma dolosa” um incêndio florestal, no concelho de Oliveira do Hospital, revelou hoje o Comando Territorial de Coimbra da GNR.

    O incêndio florestal, que deflagrou em Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, “teve origem através de chama direta com recurso a fósforos”, afirmou aquela força, numa nota enviada hoje à agência Lusa.

    Segundo a mesma fonte, “o suspeito terá provocado, de forma dolosa, um incêndio”.

    O detido foi constituído arguido, tendo os factos sido remetidos ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Coimbra, ficando a condução da investigação a cargo da Polícia Judiciária (PJ).

  • Governo vai avaliar compensações para agricultores afetados pelos incêndios "já na próxima semana"

    Ao lado da presidente da Câmara de Arouca, o ministro da Economia e Coesão Territorial Manuel Castro Almeida garante que o Governo vai ser “muito rápido a definir os termos dos apoios” a serem prestados aos agricultores e às pessoas afetadas pelos incêndios, esperando ter um valor pronto a apresentar “já na próxima semana”.

    Questionado pelos jornalistas sobre as compensações prometidas após os incêndios no verão de 2024, o ministro — irritado — refere que 95% dos agricultores que reclamaram prejuízos (cerca de cinco mil) foram pagos e, sobre os restantes 300 casos que continuam pendentes, Manuel Castro Almeida descarta qualquer responsabilidade do “Estado” e invoca complicações com “burocracias”.

    Sobre uma estimativa dos prejuízos sentidos como consequência do incêndio que durou quase uma semana em Arouca, o governante admite que “seria uma precipitação comentar” nesta etapa e indica que vai visitar os danos noutros concelhos para avaliar a “natureza e dimensão” dos prejuízos.

    Não obstante, assegura que tanto os agricultores como as empresas de turismo serão compensadas rapidamente, acrescentando que as pessoas cujas habitações foram afetadas são a “prioridade” do Governo. “Eu quero que as coisas funcionem pelo menos como funcionaram no ano passado”, diz Manuel Castro Almeida, recordando que os incêndios de 2024 “foram piores” e que “as pessoas precisam de um apoio rápido”.

  • Reserva natural de Cinfães afetada pelas chamas

    Parte da área protegida da Rede Natura 2000 em Cinfães ardeu na sequência dos incêndios que afetaram o concelho e obrigaram à evacuação de duas localidades, disse à agência Lusa o vereador da Proteção Civil.

    “Felizmente, e é a nossa prioridade, não houve vítimas a registar, nem habitações ardidas, mas em termos de área ambiental os danos são enormes, apesar de ainda não ser possível contabilizar”, afirmou Carlos Cardoso.

    A Rede Natura 2000 tem no Município de Cinfães 626 hectares (ha), “não ardeu tudo, mas foi bastante afetado” e depois há nos concelhos de Arouca (3.412 ha) e de Castelo de Paiva (712 ha), “todos afetados nesta reserva natural europeia”, acrescentou Carlos Cardoso.

  • Ambientalistas defendem combate adaptado a áreas protegidas como a Peneda-Gerês

    A associação ambientalista Zero defendeu hoje que áreas protegidas como o parque da Peneda-Gerês, onde um incêndio lavra desde sábado, devem ser alvo de prevenção e combate aos fogos diferenciado com equipas especializadas para proteger os valores naturais.

    “Numa área protegida não podemos estar limitados a assistir ao fogo a avançar e a esperar cá em baixo, porque quando a serra toda arder a situação está resolvida. Temos de ter um plano para cada área protegida. Analisar as mais suscetíveis e ter planos específicos para atuar”, disse à Lusa Paulo Lucas, da associação ambientalista Zero.

    O responsável notou que o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) é “o único parque nacional” do país e acolhe um “mosaico de habitats, com diferentes espécies que têm de ser preservadas” e “valores naturais importantíssimos”.

    Para Paulo Lucas, “a estratégia de combate ao fogo tem de ser com outra abordagem e outro tipo de meios, com equipas especializadas que cheguem ao terreno mais próximas do fogo”.

    O ambientalista sublinha que o país tem essas equipas especializadas, “treinadas para trabalhos quase de minucia para proteger os habitats”.

    “Temos de saber se os sapadores florestais não estão a ajudar nestas situações. O que sabemos é que essas equipas não chegam ao terreno porque os meios aéreos disponíveis não estão preparados para levar essas equipas ao terreno, apenas estão preparados para levar água”, observou.

    Paulo Lucas questiona sobre as “lições aprendidas pela Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais” e espera que do fogo que lavra no parque da Peneda-Gerês, saia um “relatório para saber o que aconteceu”, como aconteceu após o incêndio de 2022 na serra da Estrela.

    “Na serra da Estrela houve um relatório. Vai haver também um relatório relativamente ao Gerês? Porque é que o fogo alastrou tanto? Tem de haver um relatório, temos de saber o que aconteceu, para depois aprendermos”, indicou.

  • Detido suspeito de atear três fogos em Ponte da Barca

    Um homem, de 57 anos, foi detido por suspeita da prática de três crimes de incêndio florestal, em junho, na freguesia de Vila Chã (Santiago), em Ponte da Barca, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ).

    Em comunicado, a PJ de Braga adianta que “nos dias 19 e 29 de junho foram detetadas ignições que resultaram em incêndios florestais na freguesia de Vila Chã (Santiago)”, no concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, “junto a caminhos florestais de difícil acesso e já algo afastados do aglomerado habitacional”.

  • Detido suspeito de atear fogo em área florestal de Chaves

    Um homem de 53 anos foi detido por suspeita de ter ateado um incêndio em área florestal do concelho de Chaves, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real.

    O Departamento de Investigação Criminal de Vila Real disse, em comunicado, que o incêndio ocorreu pelas 00h30 do dia 03 de julho e consumiu “área de mancha florestal, constituída, maioritariamente, por mato e pinheiro bravo”.

    “Esteve em perigo uma vasta mancha florestal assim como alguns prédios urbanos, de valor consideravelmente elevado, que apenas não foram consumidos devido à rápida deteção e subsequente intervenção dos meios de combate, nomeadamente de populares e dos bombeiros”, referiu a Judiciária.

    O detido vai ser presente a interrogatório judicial para aplicação de eventuais medidas de coação.

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