Momentos-chave
- Proteção Civil: apenas um incêndio em curso, Vouzela continua a mobilizar mais recursos
- Risco de incêndio obriga CP a interromper comboios temporariamente
- Sul da Europa enfrenta início precoce da época de fogos florestais
- Dominado fogo que ameaçou casas em Santo Tirso
- Fogo de Vouzela está dominado, mas há risco de reacendimentos, afirma bombeiros
- Aviso vermelho alargado hoje a Bragança e Guarda aplicando-se a nove distritos
- Fogo em Santo Tirso combatido por 126 bombeiros e 38 viaturas
- Mais de 1.300 operacionais combatiam dois principais fogos rurais às 5h00
- Sete distritos continuam hoje sob aviso vermelho de calor
- Fogo de Vouzela continua ativo com uma das frentes dominada
Histórico de atualizações
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Bom dia, este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter acompanhado.
Continue a par da situação dos incêndios em Portugal neste novo liveblog.
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Proteção Civil: apenas um incêndio em curso, Vouzela continua a mobilizar mais recursos
Às 00h desta segunda-feira, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil dá conta de 30 ocorrências, que mobilizam 1334 operacionais e 436 meios terrestres.
Apenas um incêndio se encontra em curso, com 132 operacionais e 39 meios terrestres no local. Outros 26 encontram-se em resolução ou conclusão. Entre estes conta-se o incêndio de Vouzela que continua a ser, ainda assim, o incêndio que mobiliza mais meios, devido aos reacendimentos. Também o incêndio em Santo Tirso é definido pela Proteção Civil como uma ocorrência significativa.
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Fogo em Vila Verde está a ser combatido por 114 operacionais e 6 aviões
Um incêndio em Valdreu, concelho de Vila Verde, está a ser combatido por 114 operacionais, com a ajuda de 26 veículos e seis meios aéreos, avançou fonte do comando sub-regional de emergência e proteção civil do Cávado.
O fogo começou cerca das 15h30 e está a queimar floresta no distrito de Braga, mas sem ameaçar habitações ou populações, adiantou a mesma fonte.
Este incêndio era, às 20h30 de hoje, um dos maiores a ser combatido por bombeiros e operacionais da Proteção Civil.
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Raimundo alerta para “toneladas de combustível” acumuladas na região Centro, depois das tempestades do inverno
O secretário-geral do PCP alertou hoje para as “toneladas de combustível acumulado” existentes sobretudo na zona Centro, devido às tempestades do inverno, vincando que ainda há tempo para “retirar o mais possível”.
“Temos toneladas de combustível acumulado, em particular na zona Centro, no seguimento das tempestades do início do ano. O Governo diz que tomou medidas para limpar uma parte importante. E limpou. O problema são os dois terços que ficaram por limpar”, disse Paulo Raimundo, em declarações à Lusa à margem da participação no Passeio das Mulheres CDU — Porto, que se realizou em Vilar de Mouros, Caminha, no distrito de Viana do Castelo.
O líder do PCP mostrou-se convencido de que o país “podia e devia ter ido mais longe” nas medidas para atenuar os impactos do calor e dos incêndios. “Ainda estamos a tempo de o fazer”, sublinhou.
De acordo com Paulo Raimundo, o PCP já apresentou uma proposta para que “se mobilizem todos os meios possíveis, públicos e privados, para limpar o mais possível, em particular o distrito de Leiria, onde de facto o combustível é muito”. “Quanto mais tirarmos, menos o risco”, justificou.
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Dezenas de pessoas em zona proibida do Gerês preocupam autoridades
O comandante dos Bombeiros de Salto, em Montalegre, denunciou hoje a presença de dezenas de pessoas na zona de Sete Lagoas, em Cabril, no Parque Nacional Peneda do Gerês, alertando para o perigo que correm devido aos incêndios.
Em declarações à Lusa, Hernâni Carvalho revelou que no sábado e hoje tiveram que resgatar duas pessoas que caíram na zona das Sete Lagoas, onde estavam apesar do estado de alerta e de ser proibida a circulação e permanência naquele local.
Segundo o chefe dos bombeiros, no primeiro caso tratou-se de uma mulher espanhola, grávida, que tinha ido para o local, com mais 18 pessoas, num grupo que incluía idosos e crianças, enquanto hoje o resgate envolveu uma jovem de 19 anos, que também caiu.
“São dezenas as pessoas que acorreram ao PNPG este fim de semana, apesar do estado de alerta”, revelou o comandante para quem há “um vazio de Estado” no Parque.
“Tendo o parque acessos em que apenas se pode circular em fila indiana, por serem tão estreitos, como é que, em caso de incêndio, se consegue tirar tantas pessoas, rapidamente, de locais tão difíceis como estes?”, perguntou Hernâni Carvalho.
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Reacendimentos no fogo de Vouzela não dão tréguas aos bombeiros
Os reacendimentos no incêndio que se iniciou em Vouzela às 3h04 de quinta-feira continuam a ser uma preocupação e a não darem tréguas aos bombeiros, disse à Lusa o comandante da corporação daquele concelho.
“O fogo está dominado, mas continuamos a ter muitas reativações, porque o perímetro é muito grande. Estamos atentos a todas elas”, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vouzela, Francisco Lima.
O responsável reafirmou que a situação está “mais calma” e o vento não sopra com intensidade, mas o número de reacendimentos é elevado dada a extensão da área ardida, pelo que os bombeiros não descansam para impedir a progressão de novos focos de incêndio.
O incêndio, que começou em Tourelhe, freguesia de Cambra, propagou-se depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro, estava dominado às 12h40.
Pelas 17h20, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) na internet indicava que estavam 1.155 operacionais no terreno, apoiados por 383 veículos e cinco meios aéreos.
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Risco de incêndio obriga CP a interromper comboios temporariamente
O risco de incêndio obrigou a CP a interromper ou a reter comboios de forma temporária, pelo impacto das altas temperaturas na linha ferroviária, disse este domingo a empresa, garantindo estar em contacto com a Proteção Civil.
Além da supressão de seis comboios Intercidades no sábado e domingo, a circulação tem sido afetada por interrupções noutras ligações.
Num esclarecimento sobre o impacto do calor extremo na operação dos últimos dias, a CP explica que “os efeitos das altas temperaturas não se limitam ao material circulante”, podendo “afetar diferentes componentes da infraestrutura ferroviária, ao nível dos sistemas de sinalização, catenária, aparelhos de mudança de via e outros equipamentos fundamentais para a circulação segura dos comboios”.
O risco de incêndio que daí decorre “pode, e tem, originado interrupções e/ou retenções temporárias de comboios em determinados locais da rede ferroviária”, justifica a empresa de transporte, dizendo tratar-se “de uma realidade conhecida e transversal aos operadores ferroviários europeus, que enfrentam dificuldades acrescidas sempre que se verificam fenómenos meteorológicos extremos”.
Relativamente às ligações que se mantêm, a CP garante ter em curso “um conjunto de medidas preventivas destinadas a minimizar riscos e a assegurar as melhores condições possíveis de conforto e assistência durante as viagens”.
Entre essas medidas está a decisão de, em alguns comboios de longo curso (ou seja, Intercidades e Alfa), bloquear a venda de lugares “em horários considerados mais críticos” para as composições terem menos passageiros, bem como em reforçar o acompanhamento da operação e disponibilizar mais água em vários pontos da rede, elenca a empresa.
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Sul da Europa enfrenta início precoce da época de fogos florestais
O sul da Europa está a braços com o início precoce da época de grandes incêndios florestais, potenciados pela onda de calor que assola o continente, mas também por comportamentos negligentes.
Portugal regista o maior incêndio em termos de área ardida, com o fogo que se iniciou em Vouzela (13.000 hectares ou 18.000 campos de futebol), mas não é a única nação europeia que sofre os efeitos das temperaturas elevadas nas áreas florestais.
Em França um fogo na região dos Pirinéus-Orientais, sudeste do país, já queimou 1.350 hectares (1.900 campos de futebol) desde sábado numa zona de difícil acesso junto ao maciço de Canigou, com o vento e o calor a dificultar o combate às chamas, que motivaram retiradas de pessoas.
O sul de França já tinha enfrentado dois incêndios no início da última semana, tendo o ministro do Interior, Laurent Nuñez, manifestado a sua preocupação com a época de incêndios que arrancou “com um mês de avanço”.
Do outro lado da fronteira, em Espanha, na região da Costa Brava na Catalunha, um incêndio que hoje foi dado como dominado já consumiu 2.200 hectares (3.000 campos de futebol), mas os bombeiros estão preocupados com as temperaturas altas que se fazem sentir e a persistência de pequenos focos.
Na Grécia, um incêndio numa fábrica de reciclagem junto a Tessalónica levou as autoridades a ordenar aos habitantes que permanecessem em casa e fechassem portas e janelas para evitar respirar o fumo tóxico saído do local, depois de ter sido atingido pelas chamas de um fogo florestal que chegou aos arredores da segunda maior cidade do país.
Este incêndio acontece dias depois de um outro, que provocou a morte a um rapaz de 12 anos e do seu pai.
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Dominado fogo que ameaçou casas em Santo Tirso
O incêndio que lavrava desde sábado em Santo Tirso, no distrito do Porto, e chegou a mobilizar mais de uma centena de operacionais e um meio aéreo foi dominado durante a manhã, disse fonte dos bombeiros locais.
“O incêndio foi dominado e os meios permanecem no local para consolidação de rescaldo”, disse a adjunta do comandante dos Bombeiros Voluntários de Santo Tirso, Olga Ribeiro, num ponto de situação à Lusa, cerca das 13h15.
Quanto à bombeira ferida que, após uma queda, no sábado, foi encaminhada para o Hospital do Médio Ave, Olga Ribeiro revelou que está estável e teve alta.
O incêndio foi considerado dominado às 12h35.
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Fogo de Vouzela está dominado, mas há risco de reacendimentos, afirma bombeiros
O incêndio que se iniciou em Vouzela às 3h04 de quinta-feira está, neste momento, dominado e a situação está “mais calma”, mas com risco de reacendimentos, disse à Lusa fonte dos bombeiros.
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Vouzela, Francisco Lima, adiantou que o incêndio, que começou em Tourelhe, freguesia de Cambra, propagou-se depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro, estava dominado às 12h40.
No entanto, continuam a existir muitos reacendimentos em todo o perímetro a que os bombeiros têm de acorrer rapidamente.
Francisco Lima alertou, contudo, que a situação ainda está longe de estar resolvida. “Apesar de tudo estar muito mais calmo, é a partir desta hora que as coisas se começam a complicar. Continuamos com todos os meios no terreno para combater os reacendimentos e evitar que tudo se complique”, reforçou.
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Fogo no Caramulo, em Tondela, em fase de rescaldo
O incêndio que chegou a Daires, na freguesia do Guardão (Caramulo), no concelho de Tondela, uma das frentes do fogo que teve início em Vouzela, na quinta-feira, está em fase de rescaldo, disse à Lusa fonte dos bombeiros.
O segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Vale de Besteiros, Pedro Miguel, revelou que o incêndio já deu tréguas e que se encontra em fase de rescaldo, não existindo qualquer frente ativa.
O bombeiro assegurou que “nenhum meio será desmobilizado até o rescaldo ficar consolidado”.
A encosta da serra do Caramulo estava “com várias frentes ativas, sem estarem controladas e na direção do Caramulo [freguesia do Guardão]”, acabando por chegar à aldeia de Daires, disse à agência Lusa, pelas 20h50 de sábado, a presidente da Câmara de Tondela, Carla Antunes Borges.
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Aviso vermelho alargado hoje a Bragança e Guarda aplicando-se a nove distritos
Bragança e Guarda juntam-se ao grupo de distritos que estão hoje sob aviso vermelho devido ao calor, aumentando de sete para nove o número de distritos, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A anterior informação do IPMA colocava hoje sete distritos de Portugal continental sob aviso vermelho (o mais grave numa escala de três), nomeadamente Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Setúbal e Castelo Branco.
Posteriormente, o IPMA colocou também hoje os distritos de Bragança e Guarda sob aviso vermelho de tempo quente, com “persistência de valores extremamente elevados da temperatura máxima”.
O aviso vermelho para estes dois distritos — Bragança e Guarda — vigora desde as 09h18 de hoje até às 23h00 de segunda-feira, período que também se aplica a Castelo Branco e Portalegre.
Os outros cinco distritos, designadamente Évora, Beja, Santarém, Lisboa e Setúbal, estão sob aviso vermelho até às 23h00 de hoje, de acordo com informação do IPMA.
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GNR detém homem suspeito de provocar incêndio por negligência em Alvaiázere
Um homem de 62 anos foi detido pela Guarda Nacional Republicana por suspeita de provocar um incêndio rural por negligência, na localidade de Cortiça, no concelho de Alvaiázere, distrito de Leiria, informou aquela força policial.
Segundo um comunicado do Comando Territorial da GNR de Leiria, os militares foram alertados para um foco de incêndio rural na localidade de Cortiça, na sexta-feira.
Após chegarem ao local e no decorrer das “diligências policiais e da avaliação das causas”, “apurou-se que o fogo teve origem na realização de trabalhos agrícolas com o uso de uma roçadora com disco”.
O incêndio consumiu uma área estimada de 250 metros quadrados de mato rasteiro antes de ser extinto, informa a GNR.
O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Alvaiázere.
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Fogo em Santo Tirso combatido por 126 bombeiros e 38 viaturas
No total, 126 operacionais, com 38 viaturas e um meio aéreo, combatem um incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, que teve reativações durante a noite e provocou um ferido, segundo o comandante José Costa, da Proteção Civil.
O incêndio começou no sábado às 15h23 e chegou a estar mais controlado, mas algumas reativações durante a noite agravaram a situação no terreno.
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Santo Tirso, Pedro Santos, avançou à Lusa, cerca das 09h30, que tem a expectativa de que este incêndio entre na fase de rescaldo ainda durante a manhã e sublinhou que não há casas em risco, explicando o reforço de meios como medida de precaução.
Uma bombeira ficou ferida e foi encaminhada para o Hospital do Médio Ave, acrescentou.
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Família fica desalojada após incêndio em habitação no concelho de Ponte de Sor
Um casal e um filho ficaram hoje desalojados devido a um incêndio que deixou a casa que habitavam, no concelho de Ponte de Sor, distrito de Portalegre, sem condições de habitabilidade, indicou fonte da Proteção Civil.
A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo adiantou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 05h26, eclodiu na casa localizada na Rua Senhor das Almas, em Galveias.
Segundo a mesma fonte, o incêndio foi dado como dominado às 06h28, estando a decorrer trabalhos de rescaldo desde as 06h55.
A fonte da Proteção Civil disse que esta família, constituída por dois homens, de 48 e 19 anos, e uma mulher de 55, vai ser realojada temporariamente pelo Serviço Municipal de Proteção Civil.
O combate às chamas mobiliza 16 operacionais dos Bombeiros de Ponte de Sor, GNR e Serviço Municipal de Proteção Civil, apoiados por sete veículos.
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Mais de 1.300 operacionais combatiam dois principais fogos rurais às 5h00
Mais de 1.300 operacionais combatiam às 5h00 de hoje os dois principais incêndios no continente, com o de Vouzela (distrito de Viseu) a concentrar o maior número de meios, de acordo com a Proteção Civil.
De acordo com a página na internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estavam no terreno a essa hora 1.352 operacionais e 450 meios terrestres nos dois incêndios significativos em curso.
O incêndio de Vouzela, distrito de Viseu — que deflagrou na quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra e se propagou depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro —, mobilizava 1.244 operacionais e 418 meios terrestres.
Este incêndio continua o mais preocupante no país depois de ter queimado 13 mil hectares, pelo que agrega os meios de combate enviados pela Europa, disse no sábado o comandante nacional de Proteção Civil.
Já o incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, era combatido por volta das 5h00 por 108 operacionais e 32 meios terrestres.
Com incidência na União das Freguesias de Carreira e Refojos de Riba de Ave, foi comunicado às autoridades às 15h22, de acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
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Sete distritos continuam hoje sob aviso vermelho de calor
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) mantém hoje sete distritos de Portugal continental sob aviso vermelho devido à onda de calor, menos seis do que no sábado.
Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo — até às 23h00 — nos distritos Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Setúbal e Castelo Branco.
Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria passaram a estar sob aviso laranja, o segundo nível mais grave.
Os distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Faro e Vila Real continuam também hoje sob aviso laranja, devido à persistência de valores muito elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima.
Na Madeira, também devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, o IPMA mantém para hoje o aviso laranja nas regiões montanhosas, prolongando-o até às 18h00 de terça-feira, enquanto o resto da ilha da Madeira e o Porto Santo se encontram sob aviso amarelo, que se estende igualmente até às 18h00 de terça-feira.
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Fogo de Vouzela continua ativo com uma das frentes dominada
O incêndio que lavra há três dias em Vouzela continua ativo, com uma frente de fogo maioritariamente em consolidação e a outra dominada, mobilizando ainda 1.200 operacionais e centenas de meios terrestres, segundo a Proteção Civil.
Numa das frentes, o incêndio está “80% dominado, em consolidação e vigilância, e 20% ativo, com intensidade moderada”, disse hoje de manhã à Lusa o comandante regional de Emergência e Proteção Civil Simão Velez.
O responsável salientou que permanecem “alguns pontos com potencial para reativação forte”.
Quanto à segunda frente do incêndio, encontra-se já “100% em consolidação e vigilância”, acrescentou.
De acordo com a informação disponível na página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, estão envolvidos no combate às chamas 1.200 bombeiros, apoiados por 407 meios terrestres.
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Bom dia.
Este liveblog pretende acompanhar os desenvolvimentos dos incêndios que lavram no país e a onda de calor que pôs sete distritos do continente sob aviso vermelho.
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