Histórico de atualizações
  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura dos desenvolvimentos dos principais incêndios florestais em Portugal.

    Obrigada por ter estado connosco.

  • Três dos quatro bombeiros feridos em Arouca estão em estado crítico

    Três dos quatro bombeiros feridos na madrugada de quarta-feira quando se deslocavam para o incêndio que consumiu 1.300 hectares de floresta em Arouca encontram-se em estado crítico no Hospital de Santa Maria da Feira, revelou esta quinta-feira esta unidade.

    «Dos quatro bombeiros vítimas do acidente ocorrido ontem em Arouca, três encontram-se internados na Unidade de Cuidados Intensivos. Um desses foi submetido a intervenção cirúrgica e permanecerá nesta unidade, com prognóstico muito reservado, e outro apresenta particular gravidade», adianta à Lusa fonte oficial da Unidade Local de Saúde do Entre Douro e Vouga, que gere o Hospital São Sebastião, da Feira.

    A mesma unidade de saúde do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto acrescenta que um quarto operacional dos Bombeiros Voluntários de Arouca, também ferido quando o veículo em que se deslocavam para o teatro de operações caiu numa ravina de 150 metros, «já foi submetido a cirurgia e permanece no serviço de Urgência, sob acompanhamento da equipa de Ortopedia».

    Contactada pela Lusa, a presidente da Câmara Municipal de Arouca, Margarida Belém, estimou em cerca de 1.300 hectares a área de floresta consumida pelo fogo que só esta manhã foi dado como dominado, lamentando a situação dos bombeiros hospitalizados.

  • Cerca de 2.000 hectares de área ardida no Parque Natural de Montesinho em Vinhais

    O presidente da Câmara de Vinhais estimou esta quinta-feira que o incêndio que deflagrou no sábado na União de Freguesias de Moimenta e Montouro e foi dominado no domingo consumiu mais de 2.000 hectares no Parque Natural de Montesinho.

    Em declarações à agência Lusa, Luís Fernandes disse que toda a área consumida pelas chamas está dentro da área do Parque Natural de Montesinho (PNM), numa extensão de 2.094 hectares de terreno, atingindo a serra da Coroa.

    “Os prejuízos são muitos, mas muito na área florestal e no campo agrícola, [sendo] os mais afetados os soutos e apiários, entre outras culturas, e o turismo”, vincou o autarca.

    Como o fogo queimou 2.094 hectares de terreno, a paisagem do PNM também sofreu os efeitos do incêndio.

    “A paisagem ficou denegrida porque estamos a falar naquele que é um dos pulmões do PNM, que é a serra da Coroa, no concelho de Vinhais”, sublinhou Luís Fernandes.

  • Incêndio florestal deflagra em São Marcos da Serra, no Algarve

    Deflagrou um incêndio em São Marcos da Serra, em Silves, no Algarve, de acordo com a informação veiculada pelo site oficial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

    O alerta foi dado pelas 12h43 desta quinta-feira. No local estão 81 operacionais, apoiados por 20 meios terrestres e cinco meios aéreos.

  • Quatro fogos a Norte já em resolução mantêm mais de 1.400 operacionais no terreno

    Mais de 1.400 operacionais e 450 meios terrestres estavam hoje, às 12h30, mobilizados para os incêndios de Torre de Moncorvo, Santo Tirso, Arouca e Boticas, na região Norte, que já estão em fase de resolução, de acordo com a Proteção Civil.

    Segundo o site da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que regista as ocorrências a nível nacional, pelas 12h30 estes incêndios na região Norte eram as únicas ocorrências significativas a registar, embora os quatro fogos estejam já em fase de resolução.

    O incêndio que mobiliza mais meios é o de Arouca, concelho do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto (AMP), que deflagrou na segunda-feira, foi dominado esta manhã, às 08h20, e estava pelas 12h30 a ser acompanhado por 587 operacionais, 191 meios terrestres e três aéreos.

  • Fogos destruíram pasto, apiários e pinhal em freguesia de Boticas

    Os incêndios que começaram nas aldeias de Nogueira e Ardãos desde sábado à noite atingiram cerca de 70% da área desta freguesia do concelho de Boticas e destruíram pinhal, apiários e pasto para os animais.

    “Foi um prejuízo enorme para a freguesia”, afirmou hoje à agência Lusa Paulo Costa, presidente da Junta de Ardãos e Bobadela, no concelho de Boticas, distrito de Vila Real.

    O último dos fogos, que começou terça-feira em Nogueira e sofreu uma reativação na quarta-feira, entrou em resolução esta manhã, às 09h20. Paulo Costa acredita que este incêndio resultou de uma reativação e referiu que, numa avaliação preliminar, as chamas atingiram cerca de 70% da área da freguesia.

    “Uma área enorme, enormíssima, falamos para cima de cento e tal hectares, não contando o restante de ontem [quarta-feira] em que tornou a arder uma área enorme. Isto foi o balanço de três dias agora e vamos ver onde vai parar. Para a nossa freguesia foi uma perda total da vegetação, ficámos com a área 70% a preto”, apontou.

    De acordo com o autarca, as chamas atingiram pinhal já com 10 anos, mas também lameiros, pasto para os rebanhos de ovelhas e para o gado bovino e ainda apiários, salientando que só um apicultor perdeu cinco apiários, mais de uma centena de colmeias.

    “O sustento do inverno vai ter que ser agora dado em tempo que não era previsto”, afirmou.

  • Incêndio na Guarda em resolução

    O incêndio florestal no município de Figueira de Castelo Rodrigo, distrito da Guarda, foi assinalado como tendo entrado em resolução pelas 10h55 desta quinta-feira.

    O alerta tinha sido dado pelas 10h09, obrigando à mobilização de 59 operacionais, apoiados por 13 meios terrestres e dois meios aéreos, de acordo com a informação disponibilizada pela Proteção Civil.

  • Deflagrou incêndio florestal na Guarda. Já há dezenas de operacionais e dois meios aéreos no local

    De acordo com a informação veiculada pelo website oficial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), foi dado o alerta pelas 10h09 desta quinta-feira quanto a um incêndio florestal que deflagrou na freguesia de Colmeal e Vilar Torpim, parte do município de Figueira de Castelo Rodrigo, distrito da Guarda.

    A Proteção Civil adianta também que, para combater este fogo ativo, foram destacados para já 59 operacionais, apoiados por 13 meios terrestres e dois meios aéreos.

  • Fogo que começou em Boticas está em resolução

    O incêndio que deflagrou na terça-feira no concelho de Boticas e reativou na quarta-feira entrou em resolução às 09h20 de hoje, permanecendo 362 operacionais e cinco meios aéreos no terreno.

    O fogo que deflagrou às 14h18 de terça-feira em Nogueira, freguesia de Ardãos e Bobadela, entrou em fase de resolução durante a noite de quarta-feira, mas sofreu uma reativação pelas 17h00 e chegou a ter quatro frentes ativas.

    Segundo fonte da Proteção Civil, o incêndio entrou em fase de resolução às 09:20 de hoje.

    De acordo com informações do website da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 09:30 de hoje estavam mobilizados para este fogo 362 operacionais, que contavam com o apoio de 113 viaturas e cinco meios aéreos.

    Carlos Gomes, comandante das operações de socorro (COS) e dos bombeiros de Boticas, no distrito de Vila Real, num ponto de situação feito à agência Lusa antes das 08h00 disse que o fogo tinha então uma frente ativa na zona de Chaves.

    Segundo explicou, durante a noite o fogo lavrou em zona de mato, sem colocar aldeias em risco.

    O comandante salientou que este vai ser um dia de muito trabalho no terreno, de rescaldo, consolidação e de vigilância para evitar novas reativações.

  • Fogo em Arouca em fase de resolução

    O fogo que deflagrou às 21:50 de segunda-feira em Bouceguedim, na freguesia de Moldes, Arouca, no distrito de Aveiro, entrou hoje em fase de resolução, cerca das 08:20, de acordo com a proteção civil.

    O comandante operacional de Arouca, Bruno Silva, explicou à Lusa que “duas frentes foram dominadas durante a noite, ficando apenas uma frente numa zona de escarpa”, que foi, entretanto dominada.

    Bruno Alves salientou que as condições meteorológicas “ajudaram muito” nos trabalhos de combate.

    No terreno mantém-se, de acordo com página da Proteção Civil, um elevado número de operacionais, com 579 homens e 196 viaturas, para proceder aos trabalhos de rescaldo.

    Neste incêndio, na madrugada de quarta-feira, um acidente de viação causou ferimentos em quatro bombeiros da corporação de voluntários de Arouca, com idades dos 31 aos 54 anos, que se deslocavam para o teatro de operações, segundo fonte da autarquia.

    Das quatro vítimas, três foram consideradas graves, sofreram vários traumatismos e foram transportados para o Hospital de Santa Maria da Feira.

  • Fogo que começou em Boticas tem uma frente ativa em Chaves

    O incêndio que deflagrou na terça-feira em Nogueira, concelho de Boticas, tem hoje uma frente ativa na zona de Chaves, tendo sido dominadas as outras três frentes durante a noite, segundo o comandante das operações.

    Durante a noite, o fogo lavrou em zona de mato, sem colocar aldeias em risco, disse à agência Lusa o comandante das operações de socorro (COS) e dos bombeiros de Boticas, no distrito de Vila Real, Carlos Gomes.

    O fogo que deflagrou às 14h18 de terça-feira em Nogueira, freguesia de Ardãos e Bobadela, entrou em fase de resolução durante a noite de quarta-feira, mas sofreu uma reativação pelas 17:00 e chegou a ter quatro frentes ativas.

    Segundo o website da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 08:00 de hoje estavam mobilizados para este fogo 345 operacionais, que contavam com o apoio de 113 viaturas.

    Carlos Gomes referiu que o vento forte na terça-feira dificultou o combate ao fogo e que, durante a noite, foram os acessos difíceis o maior entrave para os operacionais.

    “Mas com bastante trabalho conseguimos os objetivos pretendidos e agora é só esperar para fechar o único setor que está por fechar”, afirmou, referindo-se a uma zona na união das freguesias de Calvão e Soutelinho da Raia, no concelho de Chaves.

    O comandante salientou que este vai ser um dia de muito trabalho no terreno, de rescaldo, consolidação e de vigilância para evitar uma nova reativação.

    Relativamente à área ardida, Carlos Gomes disse que é “muito extensa”, mas que só depois de concluído o incêndio é que será possível fazer uma avaliação.

    Desde sábado à noite, este é o terceiro incêndio que deflagrou na freguesia de Ardãos e Bobadela, dois em Nogueira e outro em Ardãos, que se estendeu também ao concelho de Montalegre.

  • Sete concelhos de Bragança, Castelo Branco e Guarda em perigo máximo de incêndio

    Em causa estão os concelhos de Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro, Carrazeda de Ansiães (Bragança), Trancoso, Sabugal (Guarda) e Penamacor (Castelo Branco).

    O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou também mais de 50 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro em perigo muito elevado de incêndio.

    Em perigo elevado estão mais de 60 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Bragança, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

    O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

  • Incêndio em Boticas mantém mais de 300 bombeiros no terreno

    O fogo que deflagrou na terça-feira em Boticas e atingiu Chaves, ambos os concelhos do distrito de Vila Real, continua ativo, mobilizando 356 operacionais, apoiados por 114 viaturas.

    Num balanço feito na noite de quarta-feira, Artur Mota, comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Tâmega e Barroso, referiu que o trabalho estava a “evoluir favoravelmente”, estando a humidade a fazer-se sentir, o que ajudava ao combate.

    Apesar de a expectativa passar por resolver o fogo até ao início da manhã de hoje, o responsável sublinhou que esperava dos operacionais “muito trabalho durante a noite”. “A área para fazer rescaldo é muita, com o vento forte, resultou numa área ardida grande”, vincou.

  • Incêndio em Arouca permanece ativo, mas foi reduzido a uma frente. Continuam quase 600 operacionais no terreno

    O fogo em Arouca, no distrito de Aveiro, estava reduzido a uma frente ativa na madrugada desta quinta-feira, indicou uma fonte dos bombeiros à agência Lusa.

    O incêndio que deflagrou às 21:50 de segunda-feira em Bouceguedim, na freguesia de Moldes, município de Arouca, chegou a ter três frentes ativas. No entanto, segundo o comandante dos Bombeiros de Vale de Cambra, Victor Machado, pelas 05h30 existia apenas uma frente ativa, perto da aldeia de Covelo de Paivó.

    Na madrugada de quarta-feira, um acidente de viação causou ferimentos em quatro bombeiros da corporação de voluntários de Arouca, com idades dos 31 aos 54 anos, que se deslocavam para o teatro de operações, segundo fonte da autarquia. Fonte hospitalar detalhou depois que todos esses bombeiros constituíam casos de “politrauma grave”.

    Pelas 05h30 de hoje, o fogo em Arouca mobilizava 578 operacionais, apoiados por 195 meios terrestres, de acordo com o website da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

  • Fogo que deflagrou em Alijó dominado desde as 01:20

    O incêndio que deflagrou na quarta-feira à tarde na zona de Presandães, no concelho de Alijó, foi dado como dominado por volta das 01:20, encontrando-se “em fase de resolução”, confirmou um porta-voz do Comando Sub-regional do Douro da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) à Agência Lusa.

    Ainda assim, de acordo com o portal da ANEPC, pelas 04:30 ainda estavam mobilizados para este incêndio no distrito de Vila Real 71 operacionais, apoiados por 23 viaturas.

    Na quarta-feira à noite, João Rocha, comandante das operações de socorro e segundo comandante dos bombeiros de Sanfins do Douro, disse à Lusa que não chegar a haver aldeias em risco, nem necessidade de retirar residentes.

    João Rocha disse ainda que, durante o combate, cinco bombeiros sofreram ferimentos e dois deles foram assistidos no hospital por precaução.

    Por causa das operações de combate, a estrada variante entre Alijó e a Chã permanecia fechada ao trânsito.

  • Bom dia.

    O Observador continua esta quinta-feira a acompanhar, neste liveblog, os desenvolvimentos dos principais incêndios florestais em Portugal.

    Cinco bombeiros feridos no combate às chamas em Alijó

    O liveblog de quarta-feira fica arquivado aqui.

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