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  • Perto de 900 operacionais combatiam pelas 00h20 fogo que começou em Valpaços

    O fogo que deflagrou em Valpaços e atingiu Mirandela, Vinhais e Macedo de Cavaleiros mobilizava pelas 00:20 de hoje perto de 900 operacionais, com o combate a decorrer de forma favorável, segundo fonte da Proteção Civil.

    O comandante regional do Norte da Proteção Civil, Albano Teixeira, referiu num balanço à Lusa pelas 00:00 de hoje que o combate ao incêndio que deflagrou no concelho de Valpaços, distrito de Vila Real, continuava a evoluir favoravelmente.

    O responsável salientou, no entanto, que os operacionais ainda têm muito trabalho pela frente.

    Albano Teixeira indicou ainda que não tinha registo de vítimas ou danos em infraestruturas nas últimas horas.

    Segundo a página ‘online’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 00:20 de hoje estavam mobilizados para este fogo 884 operacionais e 303 meios terrestres.

  • Combate ao fogo evolui favoravelmente na frente Mirandela e Vinhais

    O combate à frente do incêndio que lavra na zona de Mirandela e Vinhais está a evoluir favoravelmente, estando a situação controlada no concelho de Valpaços, disse o comandante regional do Norte.

    “Mantemos os meios a trabalhar na frente dois, que é aquela que nos está a oferecer maior preocupação e empenho dos meios e temos o combate a evoluir favoravelmente, esperamos que assim continue ao longo da noite para, de manhã, termos boas notícias”, afirmou à agência Lusa o comandante regional do Norte da Proteção Civil, Albano Teixeira.

    O responsável falava à agência Lusa pelas 21h00 no posto de comando de Vilarandelo, no concelho de Valpaços.

    A descida da temperatura e o aumento da humidade que ocorrem durante a noite podem também ajudar no combate às chamas.

  • Reforço de meios aéreos para frente Mirandela e Vinhais

    O comandante regional do Norte anunciou um reforço de meios aéreos ao final da tarde de hoje no combate ao incêndio que começou terça-feira em Valpaços e tem uma frente que causa maior preocupação entre Mirandela e Vinhais.

    “Agora estamos com empenhamento de meios aéreos para fazer um reforço ao final do dia, com as equipas no terreno, para tentar dar uma melhoria àquela situação”, afirmou o comandante regional do Norte da Proteção Civil, Albano Teixeira.

    Num ponto de situação feito depois das 19h, no posto de comando de Vilarandelo, no concelho de Valpaços, distrito de Vila Real, o responsável disse que a frente entre Vinhais e Mirandela, já no distrito de Bragança, é aquela que está com maior atividade.

    “Temos tido um trabalho árduo, dificultado pela orografia, pelas condições do vento que lá se fazem sentir e particularmente com as encostas que são tipo escarpas e há dificuldades de conseguirmos colocar meios”, salientou o responsável, que apontou ainda às projeções que se verificam no terreno.

    No terreno estão cerca de 980 operacionais, 333 viaturas e sete meios aéreos.

  • Fogo em Chaves em fase de resolução

    O incêndio que deflagrou na quinta-feira em Chaves, distrito de Vila Real, já está em fase de resolução, adiantou hoje à Lusa fonte do Comando Sub-Regional do Alto Tâmega e Barroso.

    Segundo a fonte, o fogo entrou em fase de resolução às 17h20.

    De acordo com a informação disponível na página oficial de Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 18h50 de hoje estavam no local do incêndio, que deflagrou às 13h52 de quinta-feira, 161 operacionais apoiados por 50 viaturas e cinco meios aéreos.

    Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, disse que o incêndio já consumiu cerca de 1.000 hectares de área. “Estimamos que haja 1.000 hectares de área ardida, mas é apenas uma estimativa ainda”, referiu.

    O autarca, eleito pelo PS, revelou que o fogo destruiu armazéns, alfaias agrícolas, rolos de feno e palha, culturas, nomeadamente oliveiras e árvores de fruto, e muita floresta. Além disso, o incêndio matou alguns animais, designadamente cabras e ovelhas.

    Nuno Vaz assinalou ainda que, apesar destes danos que há a lamentar, o fogo “felizmente” não consumiu nenhuma casa de primeira ou segunda habitação, nem causou mortos ou feridos.

  • Mais de 5.700 fogos nos primeiros sete meses do ano

    Nos sete primeiros meses deste ano foram registados mais de 5.700 incêndios rurais e arderam mais de 52.500 hectares de terreno, os valores mais elevados dos últimos quatro anos.

    De acordo com os dados provisórios disponíveis no site do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), pelas 18h30 de hoje, entre 1 de janeiro e 31 de julho foram registados 5.729 incêndios florestais e afetados 52.961 hectares de terreno. Da área ardida, 45% era de povoamentos florestais, 42% de matos e 13% de terrenos agrícolas.

    O ano anterior com mais fogos e área queimada nos primeiros sete meses do ano foi 2022, quando ocorreram 7.084 incêndios e arderam 61.745 hectares.

    No ano passado, no período homólogo, sucederam 4.758 fogos e foi destruída uma área de 33.224 hectares de terreno.

    Este ano, o norte foi para já a região do país com mais fogos e com a maior área ardida, de acordo com informação do Sistema de Gestão Integrado de Fogos Florestais (SGIFR) consultada pela Lusa.

  • Fogo afeta vindima e campanha de azeitona em Valpaços

    O incêndio queimou vinhas, olival e amendoal em Valpaços, um concelho que é essencialmente agrícola, prevendo-se quebras significativas nas próximas vindimas e campanha de azeitona.

    O presidente da Junta de Santa Valha, Carlos Vieira, descreveu à agência Lusa um “inferno” que passou pelas aldeias da sua freguesia.

    Na freguesia de Santa Valha, o fogo veio de sul para norte, coisa “nunca antes vista” e à sua passagem atingiu “muitos hectares” de vinhas e olivais, a principal fonte de rendimento dos residentes destas aldeias.

    Carlos Vieira disse que está a ser feito o levantamento dos prejuízos, mas considerou que vai ser uma tarefa complicada “porque há muita área ardida”, apontando ainda à “perda da paisagem”, já que ficou um rasto negro pela freguesia.

    Aqui também arderam casas, duas de segunda habitação e algumas devolutas. “O fogo vinha muito perigoso por causa dos ventos e o fumo que se acumulou impediu a atuação dos meios aéreos e ficámos entregues aos meios terrestres”, contou o autarca, lembrando que a Santa Valha ficou rodeada de chamas, as estradas cortadas e que algumas pessoas mais idosas ficaram confinadas no centro por segurança.

    A Quinta do Salvante é uma produtora de vinho e de azeite e, segundo disse à Lusa Nuno Miguel Neves, foi “afetada tanto na vinha como no olival”.

  • Frente em Mirandela e Vinhais causa mais preocupações, reativações em Valpaços

    A frente do incêndio que começou em Valpaços que causava mais preocupações pelas 16h de hoje era a que lavrava nos municípios vizinhos de Mirandela e Vinhais, mantendo-se cerca de 980 operacionais no terreno atentos a reacendimentos em Valpaços.

    “Este intervalo de tempo é o período mais crítico que nós temos. Temos uma área muito grande em que temos a frente de Valpaços em vigilância e consolidação de rescaldo e temos a frente de Vinhais e de Mirandela que está em curso, está ativa e está a combate”, afirmou o comandante regional do Norte da Proteção Civil, Albano Teixeira.

    O responsável, que falava aos jornalistas pelas 16h, no posto de comando instalado em Vilarandelo, concelho de Valpaços, distrito de Vila Real, explicou que, como esperado, estão a acontecer “várias reativações” que estão a ser combatidas com os meios no terreno e aéreos.

    “Estamos a fazer o combate possível para dominar todas as reativações que estão a surgir”, concretizou.

    Albano Teixeira referiu que a principal preocupação é a frente que lavra nos municípios vizinhos de Mirandela e Vinhais, já no distrito de Bragança, mais concretamente na zona de Torre de Dona Chama, apontando ainda as altas temperaturas e algum vento como dificuldades no combate e a causa de algumas reativações.

    Pela hora em que falava aos jornalistas não havia, segundo referiu, aldeias em risco, considerando que os trabalhos dos operacionais estavam a evoluir favoravelmente.

    Mobilizados para este fogo estavam, pelas 16h30, 987 operacionais, auxiliados por 317 viaturas e 11 meios aéreos.

  • Fogo em Chaves com alguns pontos quentes e 90% já em resolução

    O incêndio que deflagrou na quinta-feira em Chaves mantém alguns pontos quentes para consolidar, nomeadamente junto à autoestrada A24, mas está 90% resolvido, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

    Num balanço pelas 12h00, o Comandante sub-regional de emergência e proteção civil do Alto Tâmega e Barroso, Artur Mota, indicou que o fogo está em resolução em cerca de 90% e que as próximas duas a três horas serão de muita atenção.

    “Não podemos baixar a guarda porque as temperaturas vão aumentar muito, mas frentes ativas não temos, apenas alguns pontos quentes para consolidar. Creio que não voltaremos a ter casas em perigo, mas as próximas duas a três horas obrigarão a muita atenção”, disse Artur Mota.

  • Mais de 15 mil hectares arderam em incêndio que teve início em Valpaços

    O incêndio que teve início em Valpaços, alastrando-se para Mirandela e Vinhais, já ultrapassou os 15 mil hectares de áreas ardidas, noticiou a CNN Portugal.

    Em Vale de Telhas, no concelho de Mirandela, uma casa ardeu parcialmente. Não há registos de feridos, mas dezasseis pessoas foram assistidas pelos meios de socorro.

  • Bombeiros e socorristas da Ucrânia viajam para ajudar no combate aos incêndios em França

    A Ucrânia está a enviar uma equipa de 70 socorristas e 15 veículos para ajudar no combate aos incêndios florestais em França, declarou o ministro do Interior ucraniano no Telegram.

    Ivan Vyhivskyi disse que esteve em contacto com o seu homólogo francês para coordenar a ação de apoio que foi determinada pelo Presidente Volodymyr Zelensky.

    “No caso de haver necessidade adicional, estamos também prontos para enviar os meios aéreos do serviço de emergência do estado”, afirmou.

  • Duas frentes ativas nos incêndios em Vinhais

    Mais de seis mil hectares arderam no incêndio que teve início em Valpaços e estendeu-se a Mirandela e Vinhais – que seguem neste momento com duas frentes ativas, segundo a RTP.

    O nevoeiro provocado pelas queimadas impede que os meios aéreos operem naquela zona para combater o fogo que ainda resiste.

  • Estado de prontidão especial deveria ter sido ativado mais cedo, dizem bombeiros

    O aumento de mobilização de bombeiros e materiais, que ocorre quando é declarado o estado de prontidão especial, deveria ter sido ativado mais cedo, afirmou o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses à CNN Portugal.

    “Não podemos, por exemplo, continuar a mobilizar bombeiros do Alentejo que vão demorar horas a chegar a Valpaços”, disse António Nunes, que afirma que a corporação precisa antecipar “melhor e mais cedo” as ações de prevenção e combate dos incêndios.

    “Estamos num período bastante complexo. Precisamos melhorar a capacidade estratégica”.

  • 308 detidos por suspeita de incêndios criminosos em França

    308 pessoas foram detidas por suspeita de provocar incêndios em França, disse nesta sexta-feira o ministro da Administração Interna de França, segundo o Le Figaro.

    Entre os 308 detidos, 33 estão em prisão preventiva ou foram condenados. Há 120 menores entre os incendiários suspeitos, afirmou Laurent Nuñez.

  • George Clooney teve de deixar mansão devido a incêndio no sudeste de França

    George Clooney e a sua família estão entre as 600 pessoas que tiveram de deixar as suas casas em Brignoles, no sudeste de França, devido a um incêndio florestal que deflagrou naquela região na tarde de quarta-feira, provocando ferimentos em quatro bombeiros.

    O ator norte-americano enviou uma carta ao presidente da câmara de Brignoles a afirmar que “aconteça o que acontecer à nossa aldeia, continuaremos a ser parte integrante desta comunidade e iremos contribuir para a sua reconstrução“, noticiou o The Guardian.

    Clooney, que vive com a sua família numa quinta do século XVIII situada numa colina, lamentou não saber se a sua “linda casa vai resistir a este momento terrível”.

  • "Foi um trabalho árduo", diz o comandante Albano Teixeira no balanço do incêndio em Valpaços

    Num balanço do incêndio de Valpaços, feito esta manhã, o comandante Albano Teixeira, do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto, afirma que os bombeiros procuraram consolidar, durante a noite, as frentes de Valpaços e de Bragança.

    “Foi um trabalho árduo, de vigilância em alguns setores, de trabalho de máquinas de rasto, de consolidação de perímetros e de preparação para o dia de hoje”.

    Esta manhã o fogo tinha uma frente ativa, nos concelhos de Mirandela e Vinhais. As restantes estavam em fase de consolidação e rescaldo. O comandante refere ainda que “não há grandes perigos”, sendo que as maiores dificuldades são os acessos, que não permitem aos bombeiros chegar perto da frente de fogo.

    Albano Teixeira destaca a Torre de Dona Chama como a situação mais complexa: “Já está feito o acionamento de meios aéreos para começar a consolidar alguns pontos mais críticos nesta zona”.

    O combate é particularmente “difícil” nesse local: “É uma zona com orografia muito difícil, que limita muito os acessos de aproximação da frente das chamas, que não nos permite a utilização de máquinas de rasto. São zonas muito rochosas, com declives acentuados, e temos uma frente de fogo partida em várias partes”.

  • PJ deteve quatro suspeitos de dois incêndios em camiões de empresa em Braga

    A Polícia Judiciária (PJ) deteve os presumíveis autores de dois incêndios em camiões de uma empresa na freguesia de Celeirós, Braga, ocorridos nos dias 7 e 8 de fevereiro de 2026, anunciou hoje aquela força.

    A PJ refere que os incêndios provocaram “alguns milhares de euros de prejuízo” à empresa proprietária dos veículos e colocaram em perigo outros bens patrimoniais avaliados em centenas de milhares de euros, além de ter existido risco de propagação para outros veículos similares aparcados nas imediações.

    “Um dos locais onde o incêndio foi ateado situa-se em zona com condições de propagação à mancha florestal, gerando risco acentuado para toda a floresta, aos campos agrícolas e a várias habitações ali existentes”, lê-se na nota.

    A PJ aponta que os factos ocorreram durante a madrugada, “o que dificultou não só a deteção dos incêndios, como também a recolha de prova”.

    Durante a investigação, a PJ apurou que os quatro arguidos são também os presumíveis autores de vários incêndios rurais ocorridos na região de Braga, durante o ano de 2025 e início de 2026.

  • Cerca de 1.000 operacionais no combate em Valpaços, Mirandela e Vinhais

    Quase 1.000 operacionais combatiam pelas 00h30 desta sexta-feira o fogo que deflagrou na terça-feira no concelho de Valpaços e se estendeu aos de Mirandela e Vinhais, estando cortada a Estrada Nacional 103, segundo fonte da GNR.

  • Mais de 50 concelhos do interior e do Algarve em perigo máximo

    Mais de 50 concelhos do interior e do Algarve enfrentam hoje perigo máximo de incêndio, no dia em que se volta a esperar uma descida da temperatura.

    Os concelhos em perigo máximo pertencem aos distritos interiores de Portalegre, Santarém, Castelo Branco, Coimbra, Viseu, Vila Real, Bragança, Guarda e ainda Faro, no sul, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

    Os restantes distritos têm concelhos em perigo muito elevado ao qual escapam os de Viana do Castelo, Lisboa e Setúbal, com risco elevado ou moderado.

    O IPMA espera para hoje pequena descida da temperatura mínima no interior Norte e Centro e pequena subida de temperatura no Algarve.

    Évora e Beja vão ser hoje as cidades mais quentes com 36 graus, Lisboa vai alcançar os 29 graus e o Porto os 23.

    O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

  • Fogo em Chaves com frente ativa é combatido por quase 200 operacionais

    O incêndio que deflagrou na quinta-feira em Chaves mantém esta sexta-feira um setor junto à autoestrada A24 em atividade, mas não representa risco para casas e deverá ficar resolvido ao longo do dia, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

    Num balanço pelas 7h15, o comandante sub-regional de emergência e proteção civil do Alto Tâmega e Barroso, Artur Mota, indicou que o fogo está em resolução em cerca de 60% a 70%, mas há ainda uma zona agrícola que obriga “a muito trabalho”.

    “Há um setor junto à autoestrada ainda em atividade. São terrenos agrícolas muito retalhados o que dificulta o combate. Sem risco para casas porque mesmo que reacenda em outros locais já não será com intensidade. Ao fim do dia deverá ficar resolvido”, disse Artur Mota.

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