Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Macron afirma que Estados Unidos abandonaram a neutralidade nas negociações entre a Ucrânia e a Rússia
- Rubio afirma que Israel e Líbano estão próximos de um acordo
- Rússia acusa Ucrânia de querer envolver a Bielorrússia na guerra e garante que irá proteger Minsk "se necessário"
- Preços do petróleo sobem após ataque a navio perto de Omã
- Ataques russos a Kiev provocam dois feridos e incêndio em armazem
- Autoridade para o Estreito do Golfo Persa afirma que não vai garantir segurança de navios que passem por rotas não designadas pelo órgão
- França e Itália pretendem criar uma força multinacional para o Líbano pós-UNIFIL
- Explosões ouvidas em Kiev depois de alerta aéreo
- Ataque a navio perto do Estreito de Ormuz terá sido da Guarda Revolucionária Iraniana
- Zelensky anuncia campanha militar de 40 dias para pressionar a Rússia a terminar a guerra
- Meloni garante que a Itália não participou nos ataques contra o Irão
- Agência da ONU suspende evacuação do Estreito de Ormuz após ataque
- EUA e países do Golfo Pérsico afirmam que a paz no Médio Oriente depende do fim das "ameaças do Irão" na região
- Netanyahu reafirma presença israelita no sul do Líbano "pelo tempo que for necessário"
- EUA e países do Golfo Pérsico asseguram que "ninguém será forçado a abandonar Gaza"
- Teerão pode lucrar 35 mil milhões de euros anuais com o controlo do Estreito de Ormuz com parceiros regionais, avança Wall Street Journal
- Irão e Omã vão encetar diálogo para definir o futuro do Estreito de Ormuz
- Navio atingido por projéctil perto do Estreito de Ormuz, anuncia agência marítima britânica
- Vance afirma que EUA e Irão terão concordado em criar um canal de comunicação com a Guarda Revolucionária Iraniana
- Chefes da diplomacia de Omã e Irão debatem liberdade de navegação no Estreito de Ormuz prevista no memorando de entendimento
- Preços do petróleo descem para níveis pré-guerra com Estreito de Ormuz quase normalizado
- Primeiro-ministro polaco pede respeito pela História para acabar com tensão entre Gdansk e Kiev
- Estados Unidos indisponíveis para acordo com o Irão "a qualquer preço"
- Israel nega ter começado a retirar tropas da zona tampão do sul do Líbano após notícia da Reuters com fontes da diplomacia norte-americana
- UE tranfere para Kiev primeiros três mil milhões de euros de empréstimo
- Marco Rubio aterra no Bahrein e continua périplo para convencer parceiros do Golfo do acordo EUA-Irão
- Irão acusa NATO de “cumplicidade” na guerra travada contra o país
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- Israel e Líbano estão perto de um “compromisso de intenção” sob a mediação do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, reunindo-se em Washington para discussões de paz. No entanto, a situação na região permanece tensa com relatos de ataques israelitas a áreas do sul do Líbano e continuadas hostilidades entre as forças israelitas e os combatentes do Hezbollah.
- A situação no Estreito de Ormuz permanece tensa, com um navio atingido por um projétil desconhecido nas proximidades, causando danos, mas sem vítimas. As autoridades marítimas britânicas e as forças norte-americanas estão a monitorizar a situação, enquanto se avalia a possibilidade de um envolvimento iraniano no incidente.
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O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou a aprovação de uma campanha militar de 40 dias para pressionar a Rússia a terminar a guerra contra Kiev.
- Os Estados Unidos confirmaram que já não são mediadores neutros nas negociações entre a Ucrânia e a Rússia, alinhando-se com a França e outros países do G7 no apoio à integridade territorial ucraniana e na implementação de sanções contra a Rússia. Durante a cimeira do G7, os líderes acordaram em aumentar o apoio militar à Ucrânia, destacando a presença de Volodymyr Zelensky.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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Macron afirma que Estados Unidos abandonaram a neutralidade nas negociações entre a Ucrânia e a Rússia
Os Estados Unidos confirmaram, pela primeira vez, num texto oficial assinado na cimeira dos G7, que não é um mediador neutro nas negociações entre a Ucrânia e a Rússia. A declaração foi feita pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, numa conferência de imprensa, citada pela Ukrainska Pravda.
“Os Estados Unidos confirmaram pela primeira vez no texto [da cimeira do G7] que já não são um mediador neutro, mas que, juntamente connosco, apoiam a integridade territorial, o apoio militar e energético, bem como as sanções contra a Rússia”, referiu Macron.
A cimeira do G7 teve lugar em Évian, em França, entre os dias 15 e 17 de junho, e contaram com a presença de Volodymyr Zelensky. Os líderes das sete principais economias mundiais assinaram uma declaração de aumento do apoio militar à Ucrânia.
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Rubio afirma que Israel e Líbano estão próximos de um acordo
Israel e o Líbano estão próximos de um “compromisso de intenção”. A garantia é dada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, citado pela Al Jazeera.
Os dois países estão reunidos em Washington para uma ronda de negociações de paz.
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Rússia acusa Ucrânia de querer envolver a Bielorrússia na guerra e garante que irá proteger Minsk "se necessário"
Maria Zakharova, porta-voz do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros, acusou esta quinta-feira Zelensky de querer envolver a Bielorrússia na guerra, e garante que o país tomará “todas as medidas necessárias” caso a segurança de Minsk seja ameaçada.
“O propósito das ameças [de Zelensky contra a Ucrânia] é de envolver a Bielorrússa no conflito e expandir o escopo geográfico das hostilidades”, afirmou Zakharova, citada na rede social X.
A porta-voz do ministério também garantiu que, “se necessário, a Rússia está preparada para tomar todas as medidas necessárias para assegurar a segurança do seu aliado e do Estado da União”, referindo-se à organização supranacional que une a Moscovo e Minsk.
???? #Zakharova: The purpose of the threats [by Zelenskyy against Minsk] is to draw Belarus into the conflict & expand the geographical scope of the hostilities.
If necessary, Russia is ready to take all necessary measures to ensure the security of its ally & the #UnionState. pic.twitter.com/v6qiVkPOWt
— MFA Russia ???????? (@mfa_russia) June 25, 2026
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Israel ataca Baraachit e Beit Yahoun, no sul do Líbano
As Forças Armadas israelitas atacaram as cidades de Baraachit e Beit Yahoun, no sul do Líbano, avança a Agência Nacional de Notícias libanesa.
“A artilharia do inimigo israelita bombardeou, na noite de hoje, os arredores das localidades de Baraachit e Beit Yahoun com cerca de dez projécteis de artilharia, em simultâneo com operações de varrimento com metralhadoras em direção à localidade de Beit Yahoun”, refere a agência de notícia.
Do mesmo modo, aviões de caça lançaram “balões térmicos” nos céus do sul do Líbano. Não há registo de vítimas dos ataques.
Os dois países assinaram um acordo de cessar-fogo a 3 de junho, mas tem sido cumprido raramente pelo Hezbollah e por Israel, que se responsabilizam mutuamente pelos ataques.
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Preços do petróleo sobem após ataque a navio perto de Omã
Os preços do petróleo voltaram a subir, após um navio ter sido atingido no Estreito de Ormuz, perto de Omã, avança a Reuters.
O petróleo Brent subiu para 75,26 dólares (66,36 euros) o barril — o aumento de 1,52 dólares —, enquanto o petróleo crude West Texas Intermediate agora vale 71,92 dólares (63,41 euros) o barril — mais 1,58 dólares do que o registado ao início do dia de hoje.
Como noticiado anteriormente, um navio foi atingido por um “projétil desconhecido” perto do Estreito de Ormuz, a 7,5 milhas náuticas (3,89 quilómetros) de Dahit, em Omã, tendo causado danos na ponte de comando.
Segundo o The Wall Street Journal, citando duas fontes norte-americanas, o ataque terá sido feito pela Guarda Revolucionário Iraniana, tendo depois a informação sido confirmada à CBS News por um funcionário da administração norte-americana.
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Ataques russos a Kiev provocam dois feridos e incêndio em armazem
Ataques russos a Kiev provocaram dois feridos e o incêndio de um armazem na capital ucraniana. A informação é avançada pelo Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia, no Telegram, e pelo presidente da câmara da cidade, Vitali Klitschko, na mesma rede social.
“No distrito de Darnytskyi, na sequência de um ataque inimigo, deflagrou um incêndio em edifícios de armazéns. Os trabalhos de combate ao fogo continuam em curso”, referemos serviços de emergência, que também dão conta da queda de destroços de mísseis “numa área aberta”.
Os dois feridos foram tratados no local pelos paramédicos, de acordo com Klitschko, não sendo claro se estas pessoas foram feridas nos ataques referidos pelos serviços de emergência.
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EUA-Irão. "Não vejo forma destas divergências se sanarem"
Francisco Quelhas acredita que o prazo de 60 dias para um acordo nuclear é irrealista. Segundo o docente, os EUA só querem ganhar tempo e manter o estreito aberto até às eleições de novembro.
Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.
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Autoridade para o Estreito do Golfo Persa afirma que não vai garantir segurança de navios que passem por rotas não designadas pelo órgão
A Autoridade para o Estreito do Golfo Persa (PGSA, sigla inglesa) avisou que não vai garantir segurança a navios que passem por rotas não designadas pelo órgão no Estreito de Ormuz.
“Qualquer tráfego por rotas fora do âmbito estabelecido pela PGSA não estará sujeito à garantia de passagem segura e não irá usufruir de cobertura de seguro ou das responsabilidades associadas”, afirma o órgão, na rede social X.
“As consequências resultantes do tráfego por rotas não autorizadas serão da inteira responsabilidade do proprietário, do operador e do comandante da embarcação“, reforça.
PGSA در پاسخ به استعلامهای مکرر اعلام میکند:
هرگونه تردد از مسیرهای خارج از چارچوب تعیینشده PGSA، مشمول تضمین عبور ایمن نبوده و از پوشش بیمه و مسئولیتهای مرتبط برخوردار نخواهد بود.
تبعات ناشی از تردد از مسیرهای غیرمجاز، برعهده مالک، بهرهبردار و فرمانده شناور خواهدبود.— PGSA | نهاد مدیریت آبراه خلیج فارس (@PGSA_IRAN) June 25, 2026
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França e Itália pretendem criar uma força multinacional para o Líbano pós-UNIFIL
A França e a Itália defendem a criação de uma força multinacional para o Líbano, após o fim do mandato da Força Interina das Nações Unidas no país, previsto para 31 de dezembro.
O anúncio foi feito numa conferência de imprensa realizada por Emmanuel Macron, Presidente francês, e Giorgia Meloni, primeira-ministra italiana, após um encontro bilateral.
“Queremos lançar uma coligação para o dispositivo pós-UNIFIL, obviamente em coordenação com a União Europeia e as Nações Unidas, para fortalecer a soberania do Líbano e das suas forças armadas”, afirmou Macron, citado pela televisão francesa BFMTV.
Giorgia Meloni, citada pelo jornal italiano Il Sole 24 Ore, acredita que “a Itália e a França podem fazer a diferença”, no Líbano e confirma a realização de uma conferência internacional “em breve”.
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Explosões ouvidas em Kiev depois de alerta aéreo
O autarca de Kiev, Vitaly Klitschko, escreveu nas redes sociais que as defesas antiaéreas estavam em ação e pediu aos residentes para se protegerem.
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Ataque a navio perto do Estreito de Ormuz terá sido da Guarda Revolucionária Iraniana
O ataque contra um navio perto do Estreito de Ormuz, nas águas territoriais de Omã, terá tido como autor a Guarda Revolucionário Iraniana. A informação é avançada pelo The Wall Street Journal, citando duas fontes norte-americanas.
Segundo o jornal norte-americano, o navio teria pavilhão da Singapura.
Como noticiado anteriormente, um navio foi atingido por um “projétil desconhecido” perto do Estreito de Ormuz, a 7,5 milhas náuticas (3,89 quilómetros) de Dahit, em Omã, tendo causado danos na ponte de comando.
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Ataque israelita no sul do Líbano faz três mortos
Um ataque israelita contra um carro em Marjayoun, no sul do Líbano, fez três mortos e um ferido, avança a Agência Nacional de Notícias libanesa.
O ataque não foi reivindicado pelas Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa).
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IDF afirmam ter morto seis combatentes do Hezbollah no sul do Líbano
As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) afirmam ter morto seis combatentes do Hezbollah no sul do Líbano, que constituiriam uma ameaça para os soldados do exército estacionados na área.
“Imediatamente após a identificação, a Força Aérea atacou e as forças no terreno dispararam contra os terroristas, eliminando-os para remover a ameaça”, afirmaram as IDF, na rede social X, que garante que um dos indivíduos estava armado.
לאחר שזוהו במרחב הביטחוני: צה"ל חיסל מחבלי חיזבאללה שהיוו איום על כוחותינו הפועלים במרחב ההגנה הקדמי
מוקדם יותר היום (ה'), כוחות צוות הקרב החטיבתי גולני בפיקוד אוגדה 36 הפועלים בזוטר א-שרקייה, זיהו חמישה מחבלים מארגון הטרור חיזבאללה שהיוו איום על כוחותינו הפועלים בתוך המרחב… pic.twitter.com/uNRdIgou5P
— צבא ההגנה לישראל (@idfonline) June 25, 2026
O Hezbollah não confirmou se as seis pessoas mortas fariam parte do movimento,
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Zelensky anuncia campanha militar de 40 dias para pressionar a Rússia a terminar a guerra
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou a aprovação de uma campanha militar de 40 dias para pressionar a Rússia a terminar a guerra contra Kiev.
“Aprovei uma operação de influência de 40 dias dos Serviços [de Segurança da Ucrânia] contra o Estado agressor com o o objetivo de o forçar a acabar com a guerra”, afirmou, na rede social X.
Report by Major General Yevhenii Khmara on our long-range sanctions plan, mid-range sanctions, and the results of the Security Service of Ukraine – specifically the Center of Special Operations “Alpha” – on the front.
I approved a 40-day influence operation for the Service… pic.twitter.com/Ue6O21i6xH
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) June 25, 2026
Nos últimos meses, Kiev tem intensificado os seus ataques contra a Rússia, sobretudo através de ataques com drones a infraestruturas energéticas.
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Meloni garante que a Itália não participou nos ataques contra o Irão
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou que a Itália não disponibilizou as bases militares em território nacional para realizar ataques contra o Irão e que o secretário-geral da NATO “confundiu” os tipos de voos saídos das bases italianas.
“A Itália não participou no conflito no Irão e, caso contrário, a deceção do Presidente norte-americano seria inexplicável. Rutte confundiu os tipos de voos autorizados, corrigiu-os e, em seguida, esclareceu-os”, afirmou Meloni, citada pelo jornal italiano Il Sole 24 Ore.
Meloni anunciou que o ministro italiano dos Negócios Estrangeiros falou com o seu homólogo iraniano sobre o incidente e que “até mesmo o lado iraniano entendeu que houve um mal-entendido“, e que as palavras de Rutte teriam sido “uma tentativa de se preparar melhor para a próxima cimeira da NATO, mas [que] é preciso cautela ao discutir estes assuntos”.
Como noticiado anteriormente, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou que houve um 500 aviões dos Estados Unidos partiram de bases norte-americanas em Itália para atacar o Irão, durante a “Operação Fúria Épica”.
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Agência da ONU suspende evacuação do Estreito de Ormuz após ataque
A Organização Marítima Internacional (OMI) anunciou em comunciado a suspensão da evacuação de navios retidos no Estreito de Ormuz, após um ataque a uma embarcação comercial perto de Omã.
“Decidi suspender temporariamente a implementação [do plano de evacuação da OMI] para reconfirmar que as garantias de segurança necessárias continuam em vigor para os navios na nossa lista de embarcação e para todos os que se encontram na região”, sublinhou o secretário-geral da agência, Arsenio Dominguez.
Como noticiado anteriormente, um navio foi atingido por um “projéctil desconhecido” perto do Estreito de Ormuz, a 7,5 milhas náuticas (3.89 quilómetros) de Dahit, em Omã, tendo causado danos na ponte de comando. Segundo Dominguez, esta embarcação “não transitou sob o regime de evacuação da OMI“.
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EUA e países do Golfo Pérsico afirmam que a paz no Médio Oriente depende do fim das "ameaças do Irão" na região
Os Estados Unidos e o Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico defendem que devem ser abordadas as “ameaças do Irão” para assegurar a paz no Médio Oriente.
Os representantes dos Estados Unidos e da organização afirmaram em comunicado conjunto que “uma paz e segurança regional duradora requer abordar o espectro compleo de ameaças do Irão, incluindo os seus mísseis balísticos, drones, e apoio a grupos aliados na região“.
Do mesmo modo, o comunicado conjunto defende a ausência de portagens no Estreito de Ormuz e sublinha que o “comércio e investimento como Irão é condicional e reversível“, que está dependente do seu cumprimento por parte de Teerão.
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Netanyahu reafirma presença israelita no sul do Líbano "pelo tempo que for necessário"
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou esta quinta-feira que o exército israelita vai continuar no sul do Líbano “pelo tempo que for necessário”. A garantia foi dada durante um discurso na cerimónia de finalistas de cadetes das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa), citado pelo The Times of Israel.
“Não nos vamos retirar de lá”, garantiu Netanyahu, que afirma que o país domina o sul do Líbano e que os soldados das IDF terão “total liberdade de ação para frustar qualquer ameaça” aos soldados e moradores do norte de Israel.
Durante o discurso, o primeiro-ministro israelita foi várias vezes alvo de vaias, como “vai para casa” ou “vai Bibi”, que foram recebidas com aplausos por parte de outros membros da plateia.