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  • "Violência será respondida com violência": JD Vance avisa que divergências sobre memorando devem ser revolvidas diplomaticamente

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou na rede social X que “violência será respondida com violência”, e que as divergências iranianas em relação ao acordo deviam ter sido resolvidas através de conversações.

    “O Irão assinou um acordo de cessar-fogo. Nós honrámos. Se eles têm divergências sobre como o memorando de entendimento estava a ser aplicado, eles podem pegar no telefone”, afirmou.

  • Divulgados possíveis 14 pontos do acordo-quadro entre o Líbano, Israel e Estados Unidos

    Os possíveis 14 pontos do acordo-quadro entre o Líbano, Israel e Estados Unidos foram divulgados por Barak Ravid, correpondente da Axios para os Assuntos Globais, na rede social X.

    Em relação ao comunicado do secretário de Estado norte-americano Marco Rubio, como foi noticiado anteriormente, nota-se que a única diferença é a ausência de um valor para a ajuda humanitária, situada nos 100 milhões de dólares (87,7 milhões de euros), “em coordenação com a ONU”.

    Os 14 pontos, segundo a Axios, são os seguintes:

    1 – Os dois países afirmam “o direito de cada Estado existir em paz, e o seu desejo mútuo de viver em segurança como Estados vizinhos soberanos”, assim como abordar as causas do conflito, através de contactos bilaterais, “com a mediação e apoio dos Estados Unidos”.

    2 – Restauração da “autoridade soberana” das Forças Armadas Libanesas sobre todo o território do Líbano, através do desarmamento de “grupos não-estatais” e das suas infraestruturas, assim como a retirada das tropas israelitas no sul do país. Este ponto será detalhado num Anexo de Segurança.

    3 – Assunção gradual da segurança nas chamadas “zonas-piloto”, que vão servir como “mecanismo para a retirada gradual e verificada das IDF [sigla inglesa das Forças de Defesa de Israel] e o destacamento das Forças Armadas Libanesas”. Serão duas zonas iniciais, sendo que podem ser criadas outras “por mútuo acordo”. As Forças Armadas Libanesas irão assumir a segurança total destas zonas após o desmantelamento de grupos armados não-estatais e das suas infraestruturas, para permitir o regresso de civis. A reconstrução do país será feita com apoio internacional, com os Estados Unidos a trabalhar “em estreita colaboração” com o Líbano e Israel para “verificar e apoiar este processo”.

    4 – O Líbano compromete-se em “restaurar e exercer total soberania sobre todo o seu território” e em “reconstruir o monopólio do Estado no uso da força”. O Governo do país também se compromete em verificar e efetivar o desarmamento de todos os grupos armados não-estatais e “assegurar que esses grupos não terão nenhum papel militar ou de segurança e nenhuma capacidade militar em nenhum lado do Líbano”. Estes objetivos podem ser alcançados através do pedido de apoio de parceiros internacionais, mais concretamente árabes, “sob a liderança dos Estados Unidos”.

    5 – Israel “enfatiza que as suas ações militares no Líbano são exclusivamente uma consequência” da ameaça que grupos como o Hezbollah constitui para o país. O Governo de Israel também sublinha que o fim dessa ameaça “eliminará qualquer necessidade futura” de ações militares ou de presença militar no Líbano, e que “não tem ambições territoriais” no país.

    6 – O Líbano, em conformidade com a Carta das Nações Unidas, “reafirma que as suas forças detêm a responsabilidade exclusiva pela segurança e defesa do Líbano”, assim como autoridade plena para fazer a guerra e a paz. O Governo do país “rejeita as reivindicações de qualquer ator estatal ou não-estatal de usar a força em seu nome sem a sua autorização explícita” e que a sua reivindicação será ilegal.

    7 – Os governos dos dois países “afirmam que nada neste acordo-quadro os impede de exercer o seu direito inerente de legítima defesa, conforme reconhecido pela Carta das Nações Unidos e em consonância com o direito internacional aplicável” e que só estes podem exercer este direito. Os dois países também se comprometem com o estabelecimento de um grupo de coordenação militar para implementar o acordo-quadro, “com o apoio e participação dos Estados Unidos”.

    8 – Os dois países defendem um “Líbano seguro e reconstruído, sob a plena soberania dos Estado libanês”, sem grupos armados que possam constituir uma ameaça para ambos os Estados e os seus cidadãos. Ambos reconhecem que a “restauração da segurança no sul do Líbano, através do destacamento das Forças Armadas Libanesas, o regresso seguro da sua população civil e a segurança das comunidades do norte de Israel são essenciais para a estabilidade e a paz a longo prazo”.

    9 – O Líbano compromete-se com um “programa rigoroso e baseado no desempenho das Forças Armadas Libanesas a assumirem o controlo militar e de segurança total no Líbano”, e o desarmamento de todos os grupos armados não-estatais. O Governo do país também “saúda a prontidão dos Estados Unidos para apoiar tais esforços” e que a ajuda de Washington irá restringir-se a “metas verificáveis, total transparência, resultados demonstrados e supervisão contínua”.

    10 – Os Estados Unidos vão mobilizar parceiros, “separada e simultaneamente”, para apoiar a reconstrução do Líbano, que pode incluir a “mobilização de uma assistência humanitária e de reconstrução substancial para o Líbano, programas de recuperação económica e iniciativas de investimento”.

    11 – O Líbano e os Estados Unidos comprometem-se a impedir o financiamento a indivíduos, entidades ou organizações afiliadas a grupos armados e a “tomar as medidas legais disponíveis para proibir a [sua] atividade”. O Líbano também se compromete “explicitamente” a impedir que os fundos de reconstrução sejam canalizados para grupos armados e entidades ligadas a estes grupos.

    12 – Estabelecimento de grupos de trabalho entre o Líbano e Israel, após a assinatura do acordo-quadro, “com o objetivo de redigir o acordo de paz e segurança pleno e abrangente”, assim como de “canais complementares de diálogo direto contínuo, facilitados pelos Estados Unidos”. Ambos os países comprometem-se em agir de boa-fé enquanto não for alcançada paz, estabilidade e prosperidade duradouras para o Líbano e Israel.

    13 – Líbano e Israel, “alinhados com os seus objetivos partilhados de estabelecer relações estáveis e pacíficas”, comprometem-se em agir de boa-fé, incluindo o fim de “todas as ações hostis ou adversas em fóruns políticos ou jurídicos internacionais”. Ambos os países também comprometem-se a trabalhar juntos na busca e repatriamento de restos mortais e na libertação de detidos.

    14 – Líbano e Israel reconhecem o papel dos Estados Unidos “no apoio aos seus esforços para acabar com décadas de conflito” e estabelecer paz e estabilidade duradouras entre ambos os países. Os dois também “expressam o seu profundo apreço pela visão e liderança do Presidente Donald J. Trump”.

  • Meios de comunicação social iranianos removeram alegado comunicado da Guarda Revolucionária

    Os meios de comunicação social iranianos removeram um alegado comunicado da Guarda Revolucionária, avança a Al Jazeera. De acordo com o enviado especial do canal, “ainda não houve nenhum comentário da Guarda Revolucionária Islâmica ou de qualquer outro oficial iraniano“.

    Anteriormente, foi noticiado que a Guarda Revolucionária do Irão teria feito um comunicado, onde alegadamente garantia a retaliação dos ataques norte-americanos de forma “rápida e decisiva”.

  • Presidente da comissão parlamentar iraniana de Segurança Nacional apelida ataques dos EUA de "violação imprudente do cessar-fogo"

    Ebrahim Azizi, presidente da comissão parlamentar iraniana de Segurança Nacional, considerou os ataques dos Estados Unidos uma “violação imprudente do cessar-fogo” e acusou Trump de falta de compromisso.

    “O Presidente norte-americano, que fracassou, demonstra não ter compromisso com os princípios da negociação ou com o cessar-fogo”, acusou Azizi, no X, alertando que este ataque levará “como sempre, a recuos e arrependimentos” por parte dos Estados Unidos.

    “Atirar a culpa para os outros já não funciona“, acresentou.

  • Guarda Revolucionária do Irão ameaça retaliar de forma "rápida e decisiva"

    A Guarda Revolucionária do Irão, citada pela Al Jazeera, garante que vai retaliar os ataques norte-americanos de forma “rápida e decisiva”.

    O orgnaismo garante que as suas forças militares “conseguiram neutralizar” o ataque, que “não ficará sem resposta”.

    “A nossa resposta será rápida e decisiva no momento e local que escolhermos”, afirmou a guarda revolucionária, que assegura que “qualquer nova imprudência será recebida com uma resposta severa”.

  • EUA dizem que atacaram armazéns de mísseis e drones iranianos para responder a "agressão injustificada"

    O Comando Central dos EUA confirmou os ataques norte-americanos contra o Irão esta noite em retaliação ao ataque iraniano contra um navio comercial que seguia no Estreito de Ormuz.

    “Aviões norte-americanos atingiram armazéns de mísseis e drones iranianos e radares após o Irão ter atacado o navio M/V Ever Lovely no dia 25 de junho com um drone”, lê-se no comunicado emitido esta noite pelo CENTCOM. “A agressão injustificada contra a navegação comercial por parte das forças iranianas violou claramente o cessar-fogo”, acrescentam.

  • Depois de ameaça de Trump, EUA atacam alvos iranianos no Estreito de Ormuz

    Trump deixou a ameaça e, poucos minutos depois, concretizou-se. Os Estados Unidos da América atacaram esta noite “alvos iranianos” no Estreito de Ormuz, avança o portal Axios, citando fontes oficiais norte-americanas.

    De acordo com a agência Reuters, foram ouvidas várias explosões em Sirik, no sul do Irão, pouco tempo depois de o Presidente dos EUA ter admitido um ataque de retaliação contra o regime iraniano.

  • "Vamos descobrir": Trump não garante se vai retaliar ataque atribuído ao Irão contra navio em Omã

    Donald Trump não anunciou se vai retaliar o ataque atribuído ao Irão contra um navio comercial em Omã, na quinta-feira.

    “Vamos descobrir”, afirmou numa conferência de imprensa, na Casa Branca, citado pela CBS News.

    “Não gostei do facto de que ontem eles dispararam contra um navio […], não um navio aliado, mas um navio muito caro”, lamentou Trump.

    Como noticiado anteriormente, os Estados Unidos acusaram o Irão de ter atacado um navio com drones, no Estreito de Ormuz, que aconteceu na quinta-feira. Numa publicação na rede social Truth, o Presidente dos Estados Unidos apelidou o ataque de “violação insensata” do cessar-fogo.

  • Rubio afirma que acordo entre Israel e Líbano prevê desarmamento do Hezbollah, um grupo de coordenação militar e ajuda humanitária a Beirute

    O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou, num comunicado publicado pelo Departamento norte-americano de Estado, os detalhes do acordo-quadro assinado entre o Líbano, Israel e os Estados Unidos, esta sexta-feira.

    “Este acordo estabelece um processo claro e estruturado para restaurar a soberania do Líbano”, garante Rubio, que prevê o desarmamento do Hezbollah e o desmantelamento da sua infraestrutura. Tal “permite que Israel regresse às suas fronteiras assim que a ameaça aos seus cidadãos for removida”, afirma o chefe da diplomacia norte-americana.

    O acordo também prevê a criação de um “Grupo de Coordenação Militar para o Líbano (MCG4L) trilateral, facilitado pelos Estados Unidos, que permite aos dois lados a implementação deste acordo-quadro”, e 100 milhões de dólares (87,7 milhões de euros) em ajuda humanitária para o país, “em coordenação com a ONU”.

  • Presidente do Líbano agradece a Trump pelo acordo-quadro assinado com Israel

    O Presidente do Líbano, Joseph Aoun, agradeceu no X a Donald Trump ”pelos esforços envidados no acolhimento e patrocínio das negociações, bem como pelo apoio à posição do Líbano”, em relação às conversações de paz com Israel.

    Aoun agradeceu também aos seus aliados, à delegação libanesa e ao povo libanês, este último pelo sacrifício e resistência face aos ataques de Israel.

    “O acordo-quadro assinado hoje é o início do caminho para [o povo libanês] colher os frutos dos seus sacrifícios, para que regresse à sua terra totalmente libertada e às suas casas inevitavelmente reconstruídas, e repletas deles e da sua consciência nacional”, afirmou.

  • Trump garante que o Irão ficou com "algumas" capacidades militares

    O Irão ficou com “algumas” capacidades militares após a guerra com os Estados Unidos. A garantia é dada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, num discurso feito na conferência da Coligação de Política de Fé e Liberdade, em Washington.

    “Eles nem estão a ganhar, nem nada do género“, afirmou, citado pela PBS, tendo também dito que o assassinato de Qassem Soleimani, líder da Guarda Revolucionária Iraniana, em janeiro de 2020, foi “uma das melhores coisas” que aconteceram no Médio Oriente.

  • Putin e Lukashenko terminaram reunião em Valdai. Abordaram a cooperação entre os dois países e "questões relacionadas à segurança regional"

    Os chefes de Estado da Bielorrússia, Alexandr Lukashenko, e da Rússia, Vladimir Putin, estiveram reunidos numa das residências do Presidente russo, em Valdai, tendo terminado sem declarações aos jornalistas.

    “Os dois líderes discutiram a agenda do Estado da União, a cooperação comercial e económica, a implementação de projetos económicos conjuntos e questões relacionadas à segurança regional”, divulgou o Kremlin, num pequeno comunicado, publicado no Telegram.

    Segundo o jornal russo The Moscow Times, na quinta-feira, o Presidente bielorrusso admitiu publicamente, pela primeira vez, que o país estava a ser pressionado por Moscovo para se juntar à guerra na Ucrânia, através do embaixador da Rússia em Minsk, Boris Gryzlov.

  • "O Estreito de Ormuz é a grande bomba nuclear do Irão"

    Irão usa ataques no Estreito de Ormuz para mostrar poder, aproveitando que o regime sobrevive sob sanções há anos e não demonstra pressa para concluir negociações com os EUA. Análise de Bernardo Valente.

    Ouça aqui a nova edição de ‘Gabinete de Guerra’.

    “O Estreito de Ormuz é a grande bomba nuclear do Irão”

  • Kiev angaria 10 mil milhões de euros para reconstrução em conferência na Polónia

    A Ucrânia conseguiu quase 200 acordos, contratos e cartas de intenção de apoio no valor de mais de 10 mil milhões de euros, foi hoje divulgado no final da Conferência para a Reconstrução da Ucrânia, que decorreu na Polónia, segundo indicou a vice-ministra polaca dos Bens do Estado, Eliza Zeidler.

    Zeidler manifestou a sua esperança de que os participantes partissem de Gdansk “com a sensação de que o tempo foi bem aproveitado”.

    A responsável do executivo polaco sublinhou que, embora o balanço da conferência seja “muito positivo”, ainda “haverá tempo para uma discussão mais ampla dos seus efeitos, uma vez que algumas das conversações iniciadas aqui ainda se encontram em curso”.

    A primeira-ministra ucraniana, Yulia Sviridenko, destacou na rede social X que, entre os resultados do encontro que contou com a participação de cerca de 7.500 pessoas, 70 delegações estatais e 30 organizações internacionais, constam apoios do Banco Mundial, da União Europeia (UE) e outros acordos e iniciativas.

    Sviridenko anunciou hoje a assinatura de um acordo no valor de 3,4 mil milhões de dólares (cerca de 2,9 mil milhões de euros ao câmbio atual) com o Banco Mundial, além de um acordo com o Banco Europeu de Investimento (BEI) destinado a restaurar e proteger as estradas nas regiões ucranianas próximas da linha da frente da guerra que a Ucrânia enfrenta devido à invasão russa.

    Sviridenko também informou que o país conseguiu “novas parcerias nos setores da defesa e da indústria” e obteve 140 milhões de euros destinados a programas de habitação, à criação de um fundo de apoio aos transportes ucranianos e ao lançamento do Fundo Europeu para a Reconstrução.

    Esta última iniciativa, um fundo europeu de investimento, já está pronta a funcionar, conforme anunciado na quinta-feira pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

  • Hezbollah rejeita acordo entre Líbano e Israel, avisando que "arrisca criar divisões internas perigosas"

    O movimento Hezbollah rejeitou o acordo assinado entre o Líbano e Israel, em Washington, esta sexta-feira. A informação é avançada pelo deputado do grupo, Hassan Fadlallah, citado pelo jornal libanês Al Mayadeen, no X.

    “O rumo adotado pelas autoridades libanesas equivale a concessões unilaterais e gratuitas que apenas enfraquecerão o país e servirão os interesses do inimigo israelita“, acusou Fadlallah, que avisa que o acordo “arrisca criar divisões internas perigosas”.

  • Netanyahu afirma que acordo com Líbano é um "golpe" para o Irão

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, apelidou o acordo assinado com o Líbano de um “golpe” para o Irão.

    “O acordo de entendimento é um golpe para o Irão; Israel permanece na zona de segurança — enquanto o Hezbollah não se desarmar”, afirmou, citado pela rádio do exército israelita Galatz, na rede social X.

  • Ataque russo em Kherson provoca um morto

    Um ataque russo com drones contra um carro em Kherson provocou um morto. A informação é avançada por Shanko Yaroslav, chefe da Administração Militar de Kherson, no Telegram.

    “O carro foi completamente incendiado com o impacto [do ataque com drone]. O ocupante morreu no local”, refere Yaroslav, que adianta ainda que a vítima está a ser identificada.

  • "Início do início": Líbano e Israel assinaram acordo trilateral com os Estados Unidos que prevê retirada parcial das IDF do sul do Líbano

    O Líbano e Israel já assinaram o acordo trilateral com os Estados Unidos que prevê a retirada parcial das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) do sul do Líbano.

    “É o início do início”, afirmou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, citado pela Al Jazeera, na cerimónia de assinatura. O chefe da diplomacia dos Estados Unidos reconhece que, apesar do “muito trabalho pela frente”, o acordo é o “primeiro passo [que] é às vezes o mais difícil”.

    De acordo com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, citado pelo Haaretz, a retirada centra-se em apenas duas áreas, uma dentro e outra fora da chamada “linha amarela”, designada após a retirada das tropas israelita do Líbano, em 2000. No entanto, as IDF irão continuar a operar nas restantes áreas no sul do Líbano dentro da zona de segurança.

  • Petróleo Brent recua para níveis pré-conflito ao cotar-se a 71,82 dólares

    O preço do petróleo Brent do Mar do Norte, para entrega em agosto, caiu 4,57% para 71,82 dólares por barril, depois de ter recuado mais de 5%, regressando a valores pré-conflito no Médio Oriente.

    Por volta das 16h05 GMT, o crude West Texas Intermediate (WTI), para entrega no mesmo mês, recuou 4,05% para 69,01 dólares por barril, com o mercado a manter o otimismo em relação à circulação no estreito de Ormuz, apesar da suspensão do plano de evacuação da Organização Marítima Internacional (OMI).

    Antes de ser suspenso, na sequência de um ataque contra um cargueiro ao largo de Omã, a OMI anunciou que o plano permitiu que 115 navios e 2.500 marinheiros abandonassem o Golfo Pérsico.

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