Momentos-chave
- Irão diz que Estreito de Ormuz está "fechado a todos os tipos de embarcações"
- EUA e Irão em confrontos em alto mar
- Ataques são "ato de diplomacia coercitiva", diz Pentágono
- Explosões nas ilhas de Qeshm e Hengam, no Estreito de Ormuz
- EUA lançou segunda onda de ataques consecutiva ao Irão
- Explosões ouvidas no Irão
- Pete Hegseth diz que EUA "atacarão o Irão com força esta noite"
- Trump diz que "mais de 100 milhões de barris de petróleo" chegaram ao mercado aberto pelo Estreito de Ormuz
- Netanyahu apela ao povo libanês: "Unam-se a Israel"
- Presidente do Irão diz que ameaças de Trump são "sinal de desespero"
- Trump ameaça o Irão com mais ataques: "Vamos atacá-los com muita força"
- Donald Trump volta a dizer que um acordo com o Irão está "muito próximo"
- ONU teme que novos ataques desencadeiem retomada total do conflito
- Agência Internacional de Energia Atómica exige que Irão declare stocks de urânio enriquecido
- Netanyahu: "Erdogan é a última pessoa que pode dar lições de moral a Israel"
- Presidente turco diz que ações de Israel são uma ameaça a "toda a Humanidade"
- Ucrânia atingiu empresa militar e vários alvos na Rússia, russos atacaram Odessa e Kharkiv
- Amnistia Internacional acusa Israel de acelerar “limpeza étnica” na Cisjordânia
- Trump ameaça Irão por não ter aceitado acordo: "Demoraram demasiado tempo, agora vão pagar o preço"
- Israel dá nova ordem de evacuação a localidades no sul do Líbano
- Após dúvida de Trump, partido de Netanyahu confirma que primeiro-ministro israelita vai tentar reeleição
- Irão vai "reavaliar" negociações com EUA após ataques da última noite
- Guarda Revolucionária afirma ter atacado bases americanas em Bahrein, Kuwait e Jordânia
- Irão: "EUA devem saber que ataques serão ainda mais severos caso agressão se repetir"
- China mostra-se "profundamente preocupada" com novos ataques
- Israel faz vários ataques ao Líbano
- Troca de fogo entre dois navios na costa do Iémen
- Irão lança ataques contra 21 alvos no Kuwait
- F-35 e um centro de comando norte-americano visados em ataque à Jordânia
- Imagens mostram clarão perto de base norte-americana no Bahrain
- "Se querem estar seguros, deixem a nossa região." Irão deixa ameaça antes de conduzir ataques no Kuwait, Bahrain e Jordânia
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora?
- Os Estados Unidos lançaram uma nova série de ataques ao Irão, incluindo sistemas de defesa aérea e radares perto do Estreito de Ormuz. O Pentágono considerou essas ações como um ato de “diplomacia coercitiva” para forçar concessões iranianas nas negociações. A represália veio após o abate de um helicóptero norte-americano durante a semana.
- O Irão retaliou aos ataques dos Estados Unidos lançando um míssil contra uma base militar norte-americana no Iraque.
- A situação no Estreito de Ormuz tornou-se ainda mais tensa, com o Irão declarando-o fechado a todo o tráfego marítimo devido à insegurança na região. Tal decisão é uma resposta direta às “atrocidades” cometidas pelos Estados Unidos, segundo comunicado da Guarda Revolucionária Iraniana.
- Conflitos entre embarcações foram reportados, com dois navios a serem atingidos pelo Irão no Estreito de Ormuz. A situação no Golfo Pérsico continua volátil, com ataques a serem ouvidos em várias regiões, incluindo explosões atribuídas a “projéteis de natureza militar”. O Irão nega que infraestruturas energéticas tenham sido atingidas.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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Bom dia! Encerramos aqui a cobertura de quarta-feira. Pode continuar a acompanhar os acontecimentos geopolíticos internacionais no novo liveblog.
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Navios atingidos no Estreito de Ormuz
De acordo com a Marinha da Guarda Revolucionária Iraniana, citada pela agência iraniana Mehr, dois navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz foram atingidos.
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Irão diz que Estreito de Ormuz está "fechado a todos os tipos de embarcações"
Num comunicado divulgado pela agência estatal iraniana IRIB, a Guarda Revolucionária Iraniana anunciou que vai fechar o Estreito de Ormuz. “A partir deste momento, devido à insegurança na região, o Estreito de Ormuz será declarado fechado a todos os tipos de embarcações, incluindo petroleiros e navios mercantes, e todo o tráfego será afetado.”
“Em continuidade às atrocidades dos Estados Unidos e tendo em vista o início dos ataques do exército agressor daquele país a algumas regiões do sul da província de Hormozgan, a partir deste momento, devido à insegurança na região, o Estreito de Ormuz será declarado fechado ao tráfego de qualquer tipo de embarcação, incluindo petroleiros e navios mercantes, e todo o tráfego será afetado”, diz o comunicado, partilhado no Telegram.
As autoridades iranianas dizem ainda que o estreito permanecerá fechado “até novo aviso”. “Alertamos que nenhuma embarcação deve deixar a sua ancoragem no Golfo Pérsico e no Mar de Omã. Aproximar-se do Estreito de Ormuz é considerado cooperação com o inimigo.”
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Delegação do Qatar continua no Irão
Uma delegação do Qatar que viajou na manhã desta quarta-feira a Teerão para se encontrar com negociadores iranianos ainda está no país, avança a CNN com base numa fonte diplomática. A equipa permanece no país mesmo depois do início dos ataques norte-americanos ao Irão esta madrugada.
A fonte havia dito anteriormente que os negociadores estavam no Irão “após consultas com os EUA” para se encontrar com os iranianos “num esforço para superar as divergências restantes”.
A emissora estatal iraniana IRIB avançou que a visita incluiria discussões sobre as relações entre os dois países, bem como uma troca de opiniões sobre os últimos acontecimentos no que descreveu como um processo diplomático com o objetivo de pôr fim à “guerra imposta pelos EUA” contra o Irão.
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Imprensa iraniana nega ataques a infraestruturas energéticas
De acordo com a agência IRNA, os governadores de Assaluyeh e Kangan, cidades que abrigam instalações da South Pars, a maior reserva de gás natural do mundo, negaram quaisquer ataques ou explosões.
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EUA e Irão em confrontos em alto mar
Além dos sons de explosões ouvidos em várias cidades pelo Estreito de Ormuz, a imprensa iraniana avança que confrontos estarão em curso nas águas do Golfo Pérsico e do Mar de Omã.
O Irão já estará a retaliar contra alvos norte-americanos no Iraque. Para já, segundo a agência IRNA, citando a agência de notícias palestina Sama, um míssil atingiu a base de Al-Harir em Erbil, no norte do Iraque.
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Ataques são "ato de diplomacia coercitiva", diz Pentágono
De acordo com fontes oficiais ouvidas pelo Wall Street Journal, as forças militares dos EUA estão a atacar sistemas de defesa aérea e radares perto do Estreito de Ormuz. O Pentágono classificou os ataques como um ato de diplomacia coercitiva, concebido para forçar concessões iranianas na mesa de negociações.
“Se precisarmos de negociar com bombas, negociaremos com bombas. E somos muito bons nisso. Ninguém melhor no mundo”, disse mais cedo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, durante uma visita à sede do Comando Central em Tampa, na Flórida.
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Explosões nas ilhas de Qeshm e Hengam, no Estreito de Ormuz
De acordo com a agência iraniana Mehr, explosões também foram ouvidas nas ilhas de Qeshm e Hengam, e na cidade de Bandar Abbas — localizadas no Estreito de Ormuz. A imprensa iraniana, citada pela Al-Jazeera, avança que os ruídos terão sido causados por “projéteis de natureza militar”.
A Reuters avança ainda, citando a imprensa iraniana, que foram ouvidas explosões na cidade de Gorgan, na costa norte do Irão.
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EUA lançou segunda onda de ataques consecutiva ao Irão
Os EUA terão mesmo avançado com uma segunda onda de ataques consecutiva ao Irão, avança o Comando Central (CENTCOM) nas redes sociais.
“As forças do Comando Central dos EUA iniciaram hoje, às 17h15 (horário do leste dos EUA), ataques adicionais de autodefesa contra múltiplos alvos no Irão, sob ordens do Comandante-em-Chefe. Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irão”.
U.S. Central Command forces began launching additional self-defense strikes today at 5:15 p.m. ET against multiple targets in Iran at the Commander in Chief’s direction. The strikes are in response to Iran’s unwarranted and continued aggression.
— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 10, 2026
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Explosões ouvidas no Irão
Explosões terão sido ouvidas na província de Fars, e nas cidades de Sirik, Minab e Asaluyeh, a sul do Irão, avança a agência de notícias iraniana Mehr. O ruído terá sido causado pela ativação de sistemas de defesa aérea nos arredores das cidades.
“Até ao momento, não houve nenhum ataque inimigo no sul da província de Fars”, escreve a agência no canal do Telegram.
Contudo, de acordo com a agência, os sons de jatos a sobrevoarem a província de Isfahan “são caças que pertencem às próprias forças armadas do Irão”.
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Embaixada dos EUA em Bagdade emite alerta
A embaixada dos EUA em Bagdade, no Iraque, emitiu um alerta de segurança a aconselhar os cidadãos americanos a “manterem-se em estado de alerta máximo e acompanharem as notícias locais”, avança a Al-Jazeera.
O alerta adverte que interrupções de viagens e encerramentos repentinos do espaço aéreo podem ocorrer “com pouco aviso prévio”. Também observa que o Iraque permanece sob o nível mais alto de alerta de viagem dos EUA, com Washington a aconselhar os seus cidadãos a não viajarem para o país “por nenhum motivo” e instando aqueles que já estão lá a partirem imediatamente.
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Pete Hegseth diz que EUA "atacarão o Irão com força esta noite"
A falar com os jornalistas na Florida, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse que o Comando Central “estará bastante ocupado esta noite”, acrescentando que os EUA “atacarão o Irão com força” e que os ataques desta noite serão “fortes e precisos”.
“Em última análise, o que fizermos esta noite servirá para promover os nossos interesses militares e fortalecer a nossa posição diplomática”, disse Hegseth, citado pelo The Guardian, reforçando o que Donald Trump afirmou mais cedo, ao ameaçar retomar os ataques ao país.
Questionado sobre a possibilidade dos EUA estarem a considerar como alvos infraestruturas civis, como o Irão tem denunciado, o secretário de Defesa é evasivo. “Atacaremos com força, nos nossos termos, atingindo os alvos que melhoram o ambiente para as nossas operações e minam as capacidades que o Irão deseja ter.”
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Trump diz que "mais de 100 milhões de barris de petróleo" chegaram ao mercado aberto pelo Estreito de Ormuz
Donald Trump usou a Truth Social para falar sobre a circulação de petroleiros no Estreito de Ormuz. “No mês passado, ordenei que as nossas Forças Armadas dos EUA executassem uma missão secreta para apoiar petroleiros e outros navios comerciais na travessia do Estreito de Ormuz”, disse o Presidente norte-americano. “Hoje, tenho o prazer de anunciar que esse esforço resultou na passagem de mais de 100 milhões de barris de petróleo pelo Estreito, chegando ao mercado aberto. Mais de 200 navios comerciais atravessaram o Estreito com segurança”, afirmou Trump.
“Esse enorme sucesso se deve ao facto de que os ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA CONTROLAM o Estreito de Ormuz — e não o Irão. As suas forças armadas foram derrotadas e a sua economia está perdida. Acabou para o Irão!”, escreveu ainda.
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Netanyahu apela ao povo libanês: "Unam-se a Israel"
“Israel não está em guerra convosco. Estamos em guerra com o Hezbollah, que fez do seu país refém… Ansiamos pela paz com vocês, com o Líbano”, disse Netanyahu numa mensagem em inglês partilhada no X e direcionada ao povo libanês.
“Assumam o controlo do seu futuro. Unam-se a Israel. Vamos construir segurança e prosperidade para todos os nossos filhos. E, uma vez desmantelado o Hezbollah, as possibilidades serão infinitas — o céu é o limite”, disse ainda.
رسالتي إلى الشعب اللبناني pic.twitter.com/I2aU7MYV6P
— Benjamin Netanyahu – בנימין נתניהו (@netanyahu) June 10, 2026
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Presidente do Irão diz que ameaças de Trump são "sinal de desespero"
O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, disse que as ameaças de Donald Trump às infraestruturas do país são “um sinal de desespero diante da vontade de uma nação”.
Numa declaração no X logo depois da conferência de imprensa em que o Presidente norte-americano voltou a ameaçar o Irão com ataques se o país não aceitasse o acordo, Pezeshkian disse ainda que o Irão pretende “resistir a qualquer pressão ou ameaça”.
“As infraestruturas críticas são a força vital do povo. As ameaças a elas direcionadas — desde redes de transporte até os setores de eletricidade e água — não são uma demonstração de força, mas um sinal de desespero diante da vontade de uma nação”, escreveu.
“O Irão, confiando no conhecimento e nas capacidades dos seus especialistas, na unidade nacional e na solidariedade, resistirá firmemente a qualquer pressão ou ameaça.”
زیرساختهای حیاتی، شریانهای زندگی مردماند. تهدید به هدف قرار دادن آنها از شبکههای حمل و نقل تا صنعت برق و آب نه نمایش قدرت بلکه نشانه استیصال در برابر اراده یک ملت است.
ایران با تکیه بر دانش و توان متخصصان، وحدت ملی و همبستگی، در برابر هر فشار و تهدیدی استوار خواهد ماند.— Masoud Pezeshkian (@drpezeshkian) June 10, 2026
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EUA dizem ter abatido petroleiro no Golfo de Omã
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) anunciou nas redes sociais que abateu um petroleiro no Golfo de Omã esta noite, depois de a embarcação ter “violado o bloqueio em curso ao tentar transportar petróleo do Irão”.
No comunicado, o CENTCOM informa que “desativou o navio M/T Settebello, de bandeira de Palau, enquanto ele transitava pelo Golfo de Omã. Uma aeronave americana disparou munições de precisão contra a casa de máquinas do navio depois de a tripulação se recusou repetidamente a cumprir as ordens das forças americanas.”
De recordar que as forças norte-americanas já abateram oito petroleiros desde o início do bloqueio, a 13 de abril, redirecionando outros 134 navios e permitindo a passagem de outras 42 embarcações que alegadamente prestavam ajuda humanitária.
— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 10, 2026
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Trump ameaça o Irão com mais ataques: "Vamos atacá-los com muita força"
Na mesma conferência de imprensa, Donald Trump ameaçou o Irão com mais ataques, ao comentar mais uma vez a colisão do helicóptero norte-americano com um drone iraniano no Estreito de Ormuz, que provocou a queda do Apache. O Presidente norte-americano afirmou que os Estados Unidos atacarão o Irão “com muita força” caso não haja um acordo de paz finalizado.
“Vamos atacá-los, atacá-los com muita força, retomar os bombardeios”, disse Trump aos jornalistas. “Acho que temos o direito de fazer isso. Sabe, eles derrubaram uma máquina realmente incrível, na verdade, incrível. E, a princípio, disseram que não a derrubaram. Depois, admitiram que sim.”
De recordar que os EUA já atacaram o Irão na passada terça-feira, em retaliação ao abate do helicóptero Apache norte-americano.
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Donald Trump volta a dizer que um acordo com o Irão está "muito próximo"
Em declarações na Sala Oval esta tarde, Donald Trump afirma mais uma vez que está “muito próximo” de um acordo com o Irão. Contudo, volta a reforçar que a questão nuclear é central na negociação, e que não vai permitir que o país tenha uma arma nuclear.
“Tudo o que eles precisam fazer é começar a assinar o documento. Está tudo negociado”, disse Trump. “Temos um documento totalmente negociado — mas eles estão a adiar. Dizem: ‘Tudo bem, vamos dar mais alguns dias para eles’. Estão a adiar porque é um documento importante.”
O Presidente norte-americano também falou da capacidade militar norte-americana, afirmando que durante o Governo Biden os EUA venderam muito armamento para a União Europeia ajudar na defesa da Ucrânia. “Demos muito para a Ucrânia”, afirmou, destacando que “agora está a recuperar a capacidade”.
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Embaixador do Irão diz que resolução da AIEA é um obstáculo às negociações
O embaixador do Irão em Viena, Reza Najafi, disse que a resolução da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) é um obstáculo às negociações com Washington.
Em declarações à AFP citadas pelo The Guardian, Najafi afirma que a resolução é “politicamente motivada” e “juridicamente falha”.
A votação “não ajuda e, na verdade, seria contraproducente para a situação atual”, acrescentou. “Ela complica ainda mais a situação já instável, o cessar-fogo instável e as negociações inacabadas entre o Irão e os EUA.”
A nova resolução exige ao Irão que declare os stocks de urânio enriquecido que o país ainda tem e permita aos inspetores da agência da ONU que os analisem.