Histórico de atualizações
  • O liveblog desta quarta-feira fica por aqui. Pode continuar a acompanhar a atualidade sobre o conflito em Gaza aqui.

    Israel deteve na Cisjordânia quatro suspeitos de preparar ataques terroristas. Drone israelita mata duas pessoas no Líbano

  • Catorze países apelam a Israel para “cessar expansão de colonatos” na Cisjordânia

    Catorze países condenaram hoje à noite a recente aprovação por Israel da construção de novos colonatos judaicos na Cisjordânia, instando o Governo israelita a reverter tal decisão e “cessar a expansão dos colonatos”.

    “Nós, representantes da Alemanha, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, França, Itália, Irlanda, Islândia, Japão, Malta, Países Baixos, Noruega e Reino Unido, condenamos a aprovação, pelo gabinete de segurança do Governo israelita, da criação de 19 novos colonatos na Cisjordânia ocupada”, lê-se num comunicado conjunto divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros francês.

    “Reiteramos a nossa clara oposição a qualquer forma de anexação, bem como ao fomento da política de colonatos”, acrescentaram os 14 Estados no comunicado.

    As autoridades israelitas anunciaram no domingo terem aprovado a construção de 19 colonatos na Cisjordânia, uma medida que visa, sustentam, “impedir a criação de um Estado palestiniano terrorista”, num contexto de expansão dos colonatos desde o ataque de 07 de outubro de 2023 do movimento islamita palestiniano Hamas em território israelita, que desencadeou, horas depois, a guerra de Israel na Faixa de Gaza.

    A expansão dos colonatos tem prosseguido durante todos os Governos israelitas, tanto de esquerda como de direita, desde 1967, e intensificou-se significativamente sob a gestão do atual executivo – uma coligação de direita e extrema-direita cujo primeiro-ministro é Benjamin Netanyahu -, em especial desde o início da guerra de Israel na Faixa de Gaza, em retaliação ao ataque sem precedentes do Hamas em solo israelita.

  • Negociador de reféns israelita participou em reuniões de mediação no Egipto

    Gal Hirsch, o negociador chefe de reféns de Israel, participou em reuniões no Egipto com oficiais e representantes de países mediadores do conflito entre Israel e o Hamas, informou o gabinete do primeiro-ministro, em declarações ao Haaretz.

    De acordo com o comunicado, as reuniões incluíram representantes das IDF e dos serviços secretos israelitas, a Shin Bet e o Mossad, e tiveram como foco a recuperação do corpo de Ran Gvili, o único refém israelita que permanece em Gaza.

  • Mãe do único refém cujo corpo permanece em Gaza vai acompanhar Netanyahu em viagem aos EUA

    Talik Gvili, a mãe do único refém israelita que não teve o corpo devolvido pelo Hamas, Ran Gvili, como consequência do acordo de cessar-fogo, vai acompanhar Benjamin Netanyahu no encontro com Donald Trump nos Estados Unidos da América, previsto para o dia 28 de dezembro. “Viajo com o objetivo de fortalecer a capacidade do primeiro-ministro de resolver, para o ajudar e assegurar que não vai haver nenhuma movimentação para implementar a próxima fase do cessar-fogo até que o Hamas cumpra a sua parte e o seu compromisso com a atual fase do acordo, e acima de tudo, a sua obrigação de devolver Rani à casa”, disse, citada pelo Times of Israel.

    A mãe de Ran Gvili diz que apoia a decisão de Netanyahu de não seguir para a segunda fase do acordo antes que todos os compromissos com Israel sejam cumpridos. De recordar que o objetivo da segunda fase é estabelecer estruturas de segurança e governança em Gaza, o que inclui uma força de paz internacional

    “É inconcebivel que o outro lado viole o acordo e continuemos como se nada tivesse acontecido. Há um acordo. O acordo recebeu o apoio do Presidente dos EUA. Se não insistirmos na implementação completa do acordo, podemos perder Rani para sempre”, diz Talik, que acredita que o Hamas sabe onde está o corpo do filho.

    Ran Gvili era um mebro da polícia que morreu no ataque de 7 de outubro de 2023. O seu corpo foi mantido pelo grupo Jihad Islâmica como um dos 48 reféns em Gaza.

  • Israel vai responder a ataque do Hamas. Netanyahu acusa grupo terrorista de não respeitar "plano de 20 pontos de Trump"

    Israel diz que vai “responder em conformidade” a um incidente que ocorreu esta quarta-feira em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, no qual ficou ferido um israelita.

    De acordo com o Times of Israel, o gabinete do primeiro-ministro, num comunicado publicado apenas em inglês, referiu que a “organização terrorista Hamas continua a violar o cessar-fogo e o plano de 20 pontos do Presidente Trump”.

    “A recusa pública contínua e persistente em desarmar-se constitui uma violação flagrante e permanente e, mais uma vez hoje, as intenções violentas e violações foram confirmadas com a detonação de um engenho explosivo improvisado que feriu um oficial das IDF”, prosseguiu o comunicado.

    Benjamin Netanyahu realçou que “o Hamas deve ser responsabilizado pelo acordo que assinou, o qual inclui a remoção do governo, a desmilitarização e a desradicalização”.

  • Israel destruiu casa de responsável por ataque em julho

    As Forças de Defesa de Israel informaram que as tropas do país demoliram a casa de um palestiniano que levou a cabo um ataque mortal com faca e arma de fogo na Cisjordânia, em julho, noticia o Times of Israel.

    No ataque em causa, no dia 10 de julho, Mahmoud Abed e Malik Salem terão esfaqueado um segurança, Shalev Zvuluny, de 22 anos, à porta de um supermercado, o que resultou na morte do jovem.

    Os atacantes roubaram a pistola do segurança e trocaram tiros com um soldado e um civil armado, antes de serem mortos. Agora, as IDF demoliram a casa de Malik Salem.

  • Bom dia.

    Neste liveblog vamos acompanhar a atualidade do conflito na Faixa de Gaza. Recorde o que se passou na terça-feira neste link.

    EUA acusam Israel de “provocar” o mundo árabe após Katz ter pedido colonatos em Gaza

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