Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    muito obrigado por nos ter acompanhado durante o dia de ontem. Pode seguir todos os desenvolvimentos relativamente aos conflitos no Médio Oriente aqui.

    Austrália junta-se a França, Reino Unido e Portugal e anuncia que vai reconhecer o Estado Palestiniano em setembro

  • Greta Thunberg anuncia nova frota humanitária com destino à Faixa de Gaza

    A ativista sueca Greta Thunberg anunciou nas redes sociais que no próximo dia 31 de agosto partirá de Espanha uma nova frota com o objetivo de levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza.

    “No dia 31 de agosto, lançaremos a maior tentativa de quebrar o cerco ilegal de Israel sobre Gaza com dezenas de barcos que partirão de Espanha”, anunciou a ativista este domingo no Instagram.

    “Vamos reunir-nos com dezenas de outras [organizações ativistas] no dia 4 de setembro, partindo da Tunísia e outros portos”, diz o anúncio, no qual, além de Thunberg, participam vários ativistas pró-palestinos.

  • Jornalista da Al Jazeera Anas al-Sharif morto em ataque em Gaza

    O jornalista da Al Jazeera Anas al-Sharif foi morto na Faixa de Gaza, no que parece ser um ataque israelita direcionado, disse o diretor do hospital al-Shifa, citado pela Al Jazeera.

    Al-Sharif, de 28 anos, foi morto depois de uma tenda para jornalistas instalada junto àquele hospital ter sido atingida por um ataque israelita.

    A Al Jazeera denunciou recentemente os militares israelitas pelo que considerou ser uma “campanha de incitamento” contra os seus jornalistas na Faixa de Gaza.

    Em julho, o porta-voz do exército israelita Avichai Adraee partilhou um vídeo nas redes sociais acusando al-Sharif de ser membro da ala militar do Hamas.

  • Chanceler alemão não apoia planos israelitas para Gaza

    O chanceler alemão Friedrich Merz garantiu este domingo que a Alemanha não pode apoiar os planos israelitas para expandir as operações militares em Gaza, apesar de se manter como aliada de Israel.

    “Para onde é suposto que estas pessoas vão?”, questionou Friedrich Merz, em entrevista ao canal ARD, numa referência aos palestinianos que seriam deslocados. “Não o podemos fazer, não o vamos fazer, e eu não vou fazer isso.” Recorde-se que a Alemanha, o segundo maior fornecedor de armas a Israel a seguir aos EUA, anunciou que deixaria de enviar armamento usado contra Gaza.

  • Netanyahu e Trump falaram ao telefone sobre os planos de Israel para ocupar Gaza

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o presidente dos EUA, Donald Trump, falaram ao telefone este domingo, sobre o plano de Israel para ocupar a Faixa de Gaza, escreve o Jerusalem Post, citando o gabinete de Netanyahu.

    Netanyahu agradeceu ainda a Trump pelo apoio a Israel desde o início da guerra.

  • Palestina pede à ONU para travar o genocídio em Gaza

    O embaixador palestiniano na ONU, Riyad Mansour, apelou este domingo para se “travar o genocídio” na reunião de emergência do Conselho de Segurança para discutir o plano do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para a ocupação militar de Gaza.

    “Dada a insistência de Netanyahu em prosseguir este genocídio, destruindo o nosso povo através da morte e da deslocação, anexando o nosso território, destruindo a Palestina e qualquer hipótese de paz, este Conselho deve agir”, declarou Riyad Mansour, no seu discurso.

    A reunião extraordinária, convocada pelos membros europeus do Conselho, terminou depois de quatro dos seus membros permanentes — Rússia, China, França e Reino Unido — terem questionado o plano de Israel, enquanto o outro membro, os Estados Unidos, defendeu o “direito” do Governo israelita de decidir “o que é necessário” para a sua segurança.

    Riyad Mansour assegurou que “Israel está a matar a Palestina em Gaza”, onde, afirmou, mais de dois milhões de pessoas sofrem “dor e agonia” que nenhum ser humano ou nação deveria ter de suportar.

    “Devemos a essas pessoas agir agora para impedir este genocídio”, comentou.

    O diplomata palestiniano acusou Israel de prolongar a guerra “não para desarmar o Hamas”, mas para “impedir um Estado palestiniano independente”.

  • Netanyahu: "O Hamas enganou-nos, a única maneira de trazer de volta os reféns é derrotando o Hamas"

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse no domingo à noite que uma das razões pelas quais os combates na Faixa de Gaza continuam é por causa das negociações em torno da libertação dos reféns. Segundo Netanyahu, o Hamas não está interessado num acordo e não agiu de boa fé.

    “O Hamas enganou-nos, então a única maneira de trazer de volta os reféns é derrotando o Hamas”, defendeu o primeiro-ministro de Israel, citado pelo Haaretz.

    Netanyahu garante que o objetivo é libertar os reféns e derrotar o Hamas. “Queremos libertar a maioria dos reféns e derrotar o Hamas para acabar com isto”, disse, numa conferência de imprensa, na qual qualificou as exigências do Hamas como irrealistas.

    “Após meses de negociações fúteis, o Hamas levantou exigências impossíveis: uma retirada completa da Faixa de Gaza, incluindo do corredor da Filadélfia que permitiria o contrabando de armas e a libertação dos terroristas”, disse o chefe de governo, considerando que “nenhum governo responsável” aceitaria essas condições.

  • Hamas acusa Netanyahu de contar “uma série de mentiras” sobre Gaza

    O grupo islamita palestiniano Hamas acusou hoje o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, de contar “uma série de mentiras”, após declarações em que defendeu a ocupação da Cidade de Gaza como a “melhor forma” de acabar com a guerra.

    “Tudo o que disse é uma série de mentiras. É incapaz de encarar a verdade e, em vez disso, trabalha para a distorcer e ocultar”, comentou o assessor de imprensa do chefe do gabinete político do Hamas em declarações à agência France Presse (AFP).

    Taher al-Nounou reagia a uma conferência de imprensa de Netanyahu, hoje em Jerusalém, sobre o plano israelita para a nova fase da ofensiva na Faixa de Gaza, que prevê a ocupação da principal cidade do enclave, a deslocação de centenas de milhares dos seus habitantes e o alargamento das operações militares aos campos de refugiados na costa central do território.

  • Embaixador da Palestina na ONU desafia Netanyahu a provar que não há fome em Gaza

    Depois de, durante a conferência de imprensa, Benjamin Netanyahu ter falado sobre uma “campanha global de mentiras” contra Israel sobre as pessoas que passam fome em Gaza, o enviado palestino à ONU, Riyad Mansour, desafiou agora o primeiro-ministro israelita a provar que a fome no enclave é uma mentira.

    “Se ele está tão certo dessa conspiração global sobre a mentira, que prove”, disse, citado na Sky News, acrescentando: “Convido-o. Permita que vá à Faixa de Gaza e veja exatamente o que está a acontecer lá”.

    “Leve jornalistas consigo para que possa verificar exatamente o que está a acontecer em Gaza.”

  • Palestinianos estão a "suportar uma agonia insuportável que a mente humana mal consegue compreender"

    Ainda durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU, o embaixador da Palestina na ONU, Riyad Mansour, afirmou que o povo palestiniano em Gaza está a “suportar uma agonia insuportável que a mente humana mal consegue compreender”, citou a Al Jazeera.

    No seu discurso, Riyad Mansour afirmou que há muito que Israel se comprometeu com “a destruição do povo palestiniano através da transferência forçada e de massacres para facilitar a anexação da nossa terra”. “O que forçará Israel a mudar de rumo é a nossa capacidade de transformar a condenação justificada em ações justas… A história julgará todos nós”, continuou.

    Quanto aos prisioneiros que continuam em Gaza, o embaixador da Palestina na ONU acusou o governo israelita de há muito não se preocupar com o destino dessas pessoas.

    Riyad Mansour disse ainda que Netanyahu “espalhou mentiras” sobre não haver fome em Gaza e instou o primeiro-ministro israelita a permitir que jornalistas de países do Conselho de Segurança da ONU entrassem em Gaza “para verificar exatamente o que está a acontecer”.

    “Estamos dispostos a trabalhar com o governo dos EUA, a Arábia Saudita e a França, e os membros deste conselho, e outros parceiros regionais e internacionais para pôr fim a esta guerra contra o nosso povo”, concluiu.

  • Sobe para 532 o número de detidos em Londres num protesto de apoio à Palestina

    No total, foram detidas 532 pessoas em Londres, numa manifestação de apoio à rede Palestine Action, proibida no Reino Unido desde o início de julho e classificada como “organização terrorista”, disse hoje a polícia.

    “Confirma-se que o número total de pessoas detidas durante a operação policial no centro de Londres é de 532”, indicaram hoje as autoridades londrinas em comunicado de imprensa.

    A operação policial em causa aconteceu no sábado, durante uma manifestação de apoio à rede Palestine Action.

    Na nota de imprensa, a polícia metropolitana indicou ainda que a grande maioria das detenções (522) foram por exibir um cartaz de apoio à referida organização.

    As outras 10 detenções foram por agressões a polícias – sem que haja feridos a registar – obstrução da polícia ou delitos contra a Lei de Ordem Pública, referiu ainda a autoridade.

  • "Gaza pertence aos palestinianos", diz embaixador da China na ONU 

    O embaixador da China na ONU, Fu Cong, opôs-se à tentativa de Israel de ocupar Gaza e defendeu que “pertence ao povo palestiniano”. “É parte integrante do território palestiniano. Qualquer ação que procure alterar a sua estrutura demográfica e territorial deve ser recebida com a mais veemente rejeição e resistência”, afirmou, citado na Al Jazeera.

    “A ilusão da supremacia militar deve ser abandonada… Um cessar-fogo imediato é a única forma correta de salvar vidas e garantir a libertação dos reféns. A escalada contínua das ofensivas militares em Gaza só levará a mais mortes e assassinatos”, acrescentou.

    “O governo israelita precisa de ouvir os argumentos tanto da comunidade internacional como do seu povo, parar imediatamente de aumentar as tensões e pôr fim às suas operações militares em Gaza”.

    Fu Cong criticou ainda a “inaceitável” “militarização” da ajuda humanitária e a “punição coletiva” dos palestinianos em Gaza: “Atacar civis e trabalhadores humanitários enquanto procuram suprimentos é igualmente inaceitável”.

    “É crucial revigorar a perspetiva da solução de dois Estados… o único caminho viável para resolver a questão palestiniana e alcançar a coexistência pacífica”, concluiu.

  • MNE da UE em conselho extraordinário na segunda-feira sobre Ucrânia e Gaza

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) vão reunir-se na segunda-feira em conselho extraordinário para abordar a situação na Ucrânia e em Gaza, segundo um porta-voz da UE citado pela agência EFE.

    “O Presidente (Donald) Trump tem razão ao dizer que a Rússia deve terminar a sua guerra contra a Ucrânia. Os Estados Unidos têm o poder de forçar a Rússia a negociações sérias. Qualquer acordo entre os Estados Unidos e a Rússia deve incluir a Ucrânia e a União Europeia, pois esta é uma questão que afeta a segurança da Ucrânia e de toda a Europa”, afirmou a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, em declarações enviadas à EFE.

    E acrescentou: “Convocarei uma reunião extraordinária dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE na segunda-feira para discutir os nossos próximos passos. Os interesses fundamentais da Europa estão em jogo. Também discutiremos a situação em Gaza com os ministros”.

    A chefe da diplomacia europeia insistiu ainda que “o direito internacional é claro: todos os territórios temporariamente ocupados pertencem à Ucrânia”, acrescentando que “um acordo não deve servir de trampolim para novas agressões russas contra a Ucrânia, a aliança transatlântica e a Europa”.

    Kaja Kallas reconheceu que “a postura do Presidente Trump em relação à Rússia endureceu” e que “o historial de promessas e tratados quebrados pela Rússia criou uma profunda desconfiança em ambos os lados do Atlântico”.

    “A pressão dos EUA sobre Moscovo pode inverter esta guerra. Moscovo não vai parar a menos que sinta que não pode continuar”, disse.

  • Direita israelita exige que Netanyahu suspenda operação nas Faixa de Gaza

    Várias organizações de direita lançaram um apelo ao primeiro-ministro israelita exigindo que suspendesse a operação das IDF na Faixa de Gaza na sua forma atual. Numa carta enviada ao Gabinete de Benjamin Netanyahu, argumentam que a decisão de tomar a cidade de Gaza é “perigosa e mantém a situação atual – será um grave erro”.

    Defendem que as Forças de Defesa de Israel devem combater o Hamas até sua rendição completa, que um acordo seja assinado para libertar todos os reféns, que a população de Gaza seja evacuada da área e que um bloqueio total seja imposto antes da entrada das forças israelitas.

    “Sem mudar a abordagem, não há resolução”, afirmaram as organizações. “Interrompa a operação em sua forma atual antes que seja tarde demais.”

    “Primeiro-ministro, apelamos a si para que implemente imediatamente o plano decisivo”, afirmam, acrescentando: “Não fomos feridos em vão. Pare de negociar com o sangue dos nossos soldados. As terras conquistadas com sangue não devem ser devolvidas até que o Hamas seja derrotado”.

    “Apesar do preço terrível que pagámos, demos-lhe todo o crédito para continuar a lutar”. “Não é assim que se ganha – há uma única maneira: um bloqueio total, evacuar a população, esmagar até à rendição e trazer de volta os últimos reféns. O tempo está a esgotar-se”, avisam.

  • Mais de 500 trabalhadores humanitários mortos em Gaza desde o início da guerra

    O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) avançou que mais de 500 trabalhadores humanitários foram mortos na Faixa de Gaza desde o início da guerra. Entre as vítimas, 167 são mulheres. “Um marco sombrio”, citou o Haaretz..

  • EUA afirma que reunião do Conselho de Segurança da ONU prejudica esforços de paz e culpa Hamas

    Dorothy Shea, embaixadora interina dos EUA na ONU, disse ao Conselho de Segurança que a reunião é “emblemática do papel contraproducente que muitos governos neste conselho e em todo o sistema da ONU têm desempenhado nesta questão”.

    Citada na Al Jazeera, afirmou que os EUA têm trabalhado incansavelmente para libertar os detidos em Gaza, acabar com a guerra e dar aos civis em Gaza um futuro livre do Hamas.

    Para isso, “precisamos de responsabilizar o Hamas” e responsabilizar totalmente essa organização e outras organizações terroristas de Gaza. A reunião do Conselho de Segurança da ONU prejudica esses esforços, acrescentou.

    “A verdade é que esta guerra poderia terminar hoje se o Hamas libertasse os reféns e toda a população de Gaza”, disse Shea, acrescentando que o Hamas e outros países estão a prolongar ativamente a guerra “espalhando mentiras” sobre Israel e a notória Fundação Humanitária de Gaza.

  • "Na prática Israel diz: Hamas tem uma semana para se render"

    Major-general João Vieira Borges diz que “entre ocupar e libertar Gaza não há grande diferença”. Plano de Netanyahu para expandir ação militar pode pressionar plano de paz desenvolvido em conjunto.

    Ouça aqui a análise do major-general João Vieira Borges

    “Na prática Israel diz: Hamas tem uma semana para se render”

  • França insta Israel a reverter plano de tomada militar de Gaza

    O embaixador francês Jay Dharmadhikari condenou o plano militar de Israel, alertando que isso equivaleria a “novas violações do direito internacional de extrema gravidade”, citou a Al Jazeera.

    Na reunião da ONU, disse que Paris “condena veementemente” o plano, que, segundo ele, teria “consequências humanitárias dramáticas” para os civis que já “vivem em condições horríveis”.

    “As imagens de crianças a morrer de fome ou de civis a serem alvejados enquanto tentavam encontrar comida são insuportáveis”, disse Dharmadhikari, instando Israel a cumprir o direito internacional humanitário, proteger os civis e as infraestruturas e “abrir urgentemente todos os pontos de passagem” para a entrega segura e sem obstáculos de ajuda humanitária.

  • ONU diz que a única forma de acabar com o sofrimento humano é um cessar-fogo imediato em Gaza

    Durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU, o secretário-geral adjunto das Nações Unidas para a Europa, Ásia Central e Américas, Miroslav Jenca afirmou que a única forma de acabar com o sofrimento humanitário em Gaza é um cessar-fogo total, imediato e permanente.

    “Todos os reféns devem ser libertados imediatamente e incondicionalmente. Israel deve cumprir as suas obrigações ao abrigo do direito internacional humanitário, permitindo a entrega rápida, segura, sem obstáculos e em grande escala de ajuda humanitária à população”, afirmou, citado na Al Jazeera.

    Jenca defendeu também que os civis, incluindo os trabalhadores humanitários e aqueles que procuram ajuda, devem ser protegidos, e os palestinianos devem poder regressar às suas casas.

    Observou ainda que o Tribunal Internacional de Justiça declarou que Israel, como potência ocupante, tem a obrigação de não impedir o povo palestiniano de exercer o seu direito à autodeterminação, incluindo o direito a um Estado independente e soberano sobre a totalidade dos territórios palestinianos.

    “Não há solução militar para o conflito armado em Gaza, nem para o conflito israelo-palestiniano mais amplo. Não haverá solução sustentável sem o fim da ocupação ilegal de Israel e a concretização de uma solução viável de dois Estados”, afirmou.

    Por fim, instou a Autoridade Palestina a prosseguir com a realização de eleições para determinar a sua futura governação, afirmando que o povo palestino tem o direito de decidir por si mesmo.

  • ONU: Hamas e Israel devem abandonar "o caminho da destruição"

    James Kariuki , um embaixador do Reino Unido na ONU advertiu durante a reunião que Israel e o Hamas devem “abandonar o caminho da destruição”.

    “Todas as rotas terrestres devem ser abertas para o transporte de suprimentos essenciais, incluindo alimentos, leite em pó, medicamentos, abrigos, combustível e água potável», afirmou também, citado na Sky News.

    “Uma solução diplomática é possível, mas ambas as partes devem abandonar o caminho da destruição”, acrescenta.

    James Kariuki incitou também ambas as partes a envolverem-se em “negociações de boa-fé e a demonstrarem vontade política”. “A recente conferência sobre a solução de dois Estados foi uma demonstração poderosa da determinação internacional em alcançar um futuro melhor para a região.”

    “O Reino Unido continuará a trabalhar com os nossos parceiros no plano de longo prazo para garantir a paz na região como parte de uma solução de dois Estados.”

    “Esta é a única maneira de garantir que israelitas e palestinianos possam viver lado a lado em paz, segurança e dignidade.”

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