Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • As forças israelitas entraram numa “nova fase de combate” em Gaza, com o objetivo de preservar as vidas dos reféns mantidos no território. O comandante das forças armadas, Eyal Zamir, indicou que o exército poderá tomar controlo operacional da Cidade de Gaza, à semelhança das operações realizadas em Khan Yunis e Rafah. No entanto, este plano levanta preocupações sobre a segurança dos reféns e o impacto sobre a reputação internacional de Israel.
    • A decisão da Austrália de reconhecer o Estado Palestiniano na Assembleia-Geral da ONU une o país a França, Reino Unido e Portugal, que também apoiam essa medida. O Presidente israelita, Isaac Herzog, criticou veementemente esta decisão, considerando-a um erro que favorece o terrorismo do Hamas e comprometendo a paz no Médio Oriente.
    • O conflito em Gaza intensificou-se, resultando na morte de 46 palestinianos devido a ataques israelitas, incluindo vítimas em centros de ajuda humanitária. Além disso, um ataque direcionado matou jornalistas da Al Jazeera, gerando condenações internacionais e pedidos de investigações independentes sobre o ocorrido.
    • Emmanuel Macron e Guido Crosetto expressaram críticas severas às ações de Israel em Gaza, destacando que a expansão das operações militares representa um desastre iminente. Ambos pedem um cessar-fogo permanente e consideram as ações israelitas como uma violação dos princípios de humanidade e direito internacional.

    [Um homem desobedece às ordens dos terroristas e da polícia e entra sozinho na embaixada. Momentos depois, ouve-se uma enorme explosão. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto a embaixada turca em Lisboa e uma execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o quarto episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]

  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra no Médio Oriente neste novo artigo em direto.

    Coreia do Norte “denuncia e rejeita o ato criminoso de Israel tomar Gaza”

  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra no Médio Oriente neste novo artigo em direto.

    Coreia do Norte “denuncia e rejeita o ato criminoso de Israel tomar Gaza”

  • Chefe das forças israelitas anuncia “nova fase” em Gaza com reféns em mente

    O comandante das forças armadas israelitas, Eyal Zamir, afirmou hoje que as suas tropas entraram numa “nova fase de combate” e farão “todos os possíveis” para preservar as vidas dos reféns mantidos na Faixa de Gaza.

    “Estamos no início de uma nova fase nos combates em Gaza”, disse Zamir numa reunião de avaliação do Estado-Maior, um dia após o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter confirmado os seus planos de ocupação da principal cidade do território palestiniano e deslocação de centenas de milhares dos seus habitantes, e da expansão das operações militares aos campos de refugiados na costa central.

    O comandante das forças armadas, que tornou públicas as suas objeções a este plano, aprovado na sexta-feira pelo Gabinete de Segurança de Israel, referiu hoje que o Exército vai manter “o profissionalismo e os princípios que regem as suas ações”.

    Ao mesmo tempo, indicou que os soldados terão “sempre os reféns em mente” e farão “todos os possíveis para proteger as suas vidas e trazê-los de volta para casa”.

    O Exército receia que o novo plano de operações possa envolver áreas onde presumivelmente se encontram as 20 pessoas vivas em posse das milícias palestinianas e colocá-las em risco, como já aconteceu no passado.

    “O Exército poderá assumir o controlo operacional da Cidade de Gaza, tal como fez em Khan Yunis e Rafah [no sul da Faixa de Gaza]. As nossas tropas já realizaram operações terrestres lá e poderemos voltar a fazê-lo”, continuou o comandante militar.

  • Guterres condena ataque israelita que matou jornalistas e pede investigação "independente e imparcial"

    O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou o ataque das tropas israelitas que matou os jornalistas da Al Jazeera no domingo.

    “O secretário-geral apela a uma investigação independente e imparcial sobre estes últimos assassinatos”, afirmou o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, citado pela Al Jazeera.

    “Pelo menos 242 jornalistas foram mortos em Gaza desde o início da guerra. Os jornalistas e os profissionais de comunicação social devem ser respeitados, devem ser protegidos e devem poder realizar o seu trabalho livremente, sem medo e sem assédio”, sublinhou.

  • Ataques israelitas em Gaza fizeram 46 mortos nesta segunda-feira

    Desde o amanhecer, morreram na Faixa de Gaza 46 palestinianos, vítimas de ataques israelitas, avança a Al Jazeera, que cita o Ministério da Saúde do enclave.

    O número de mortos inclui seis pessoas que procuravam ajuda humanitária perto de centros de ajuda.

  • Corpos dos jornalistas vítimas de ataque israelita foram já sepultados

    Os funerais dos cinco funcionários do canal qatari Al Jazeera, mortos na noite de domingo num ataque israelita em Gaza, entre os quais um repórter bem conhecido dos telespetadores, decorreram hoje na capital do enclave palestiniano.

    No momento em que o governo israelita se mostra determinado em implementar o seu novo plano de operações no território palestiniano sob cerco, a Al Jazeera anunciou a morte de cinco dos seus trabalhadores num “ataque direcionado israelita” contra uma tenda na cidade de Gaza, junto ao hospital Al-Shifa.

    As vítimas são Anas al-Sharif e Mohammed Qraiqea, bem como os operadores de câmara Ibrahim Zaher, Mohamed Nofal e Moamen Aliwa. Segundo o diretor do hospital, o jornalista freelancer Mohammed Al-Khaldi, que colaborava ocasionalmente com órgãos de comunicação locais, também foi morto no ataque israelita.

  • Seis palestinianos morreram por fogo das tropas israelitas perto de centro de distribuição em Rafah

    Pelo menos seis palestinianos morreram hoje na sequência de disparos das tropas israelitas perto de um centro de distribuição de ajuda alimentar na região de Rafah, avança a Al Jazeera, suportada por informações recolhidas no Hospital Nasser.

    Desde que Israel e os Estados Unidos, através da Fundação Humanitária para Gaza, assumiram o controlo dos locais de distribuição de assistência, mais de 1.800 pessoas morreram na sequência de fogo das forças israelitas.

  • 'Graffiti' no Muro das Lamentações denuncia "holocausto" em Gaza

    Uma mensagem grafitada no Muro das Lamentações, em Jerusalém, denunciou hoje “um holocausto em Gaza”, numa declaração escrita em hebraico na parte sul do muro, tendo sido encontrada uma declaração similar na grande sinagoga da cidade.

    O caso está a gerar polémica em Israel, com o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, a prometer uma atuação à “velocidade da luz” da polícia israelita, enquanto o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, considerou que os responsáveis “esqueceram o que significa ser judeu”.

    Certo é que as autoridades israelitas foram efetivamente rápidas e, segundo a Al Jazeera, já formalizaram a detenção de um suspeito de 27 anos, devendo este comparecer ainda hoje em tribunal para conhecer as medidas de coação.

  • Mais cinco mortes por desnutrição em Gaza, incluindo uma criança de 4 anos

    Cinco pessoas morreram no domingo em Gaza por desnutrição, entre elas uma criança de 4 anos identificada como Saif Helles, que faleceu no hospital Asdiqa Almarid na capital do enclave palestiniano, indicou hoje o Ministério da Saúde local.

    Com estas mortes, o número de vítimas por desnutrição na Faixa de Gaza desde o início da ofensiva israelita, em outubro de 2023, sobe para 222, das quais 101 eram menores de idade, de acordo com o relatório diário publicado pelo ministério, tutelado pelo grupo extremista palestiniano Hamas.

    A ONU alerta que Gaza está a viver uma grave crise alimentar e a enfrentar “o pior cenário possível de fome”, pois mais de um terço da população passa dias sem comer. Segundo a organização, os indicadores de desnutrição atingiram níveis críticos desde o início do conflito.

    Diante da pressão internacional, Israel anunciou no final de julho “pausas humanitárias” em algumas rotas para permitir a entrada de ajuda. No entanto, as autoridades locais relatam que grande parte da carga é saqueada pela população desesperada e por bandos armados antes que possa ser distribuída.

  • Macron: "Expansão da operação israelita em Gaza constitui um desastre anunciado de gravidade sem precedentes"

    Sem poupar nas críticas, Emmanuel Macron insurgiu-se hoje, em declarações à BFMTV, contra os planos do Governo de Israel para a expansão da operação militar e consequente tomada de controlo de Gaza e apelo ao fim da guerra com “um cessar-fogo permanente” entre as forças israelitas e o Hamas.

    “O anúncio feito pelo gabinete israelita de uma expansão da sua operação à cidade de Gaza e aos campos de Mawasi (…) constitui um desastre anunciado de gravidade sem precedentes e uma fuga em frente para uma guerra permanente”, afirmou. O Presidente de França fez ainda questão de reiterar o compromisso do país em “agir em prol da segurança de Israel, da libertação dos reféns, da retomada das ações humanitárias e do apoio às populações palestinianas”.

    Paralelamente, Macron defende “uma missão de estabilização sob o mandato da ONU” para a proteção da Faixa de Gaza, além do apoio a “uma governação palestiniana que, por si só, pode responder às necessidades das populações de Gaza e conduzir operações de desarmamento e desmilitarização do Hamas”.

  • Presidente israelita condena “erro grave” da Austrália sobre reconhecimento da Palestina

    O Presidente israelita, Isaac Herzog, condenou hoje a decisão da Austrália de reconhecer o Estado da Palestina, um gesto que considerou “um erro grave e perigoso” e que “recompensa o terrorismo do Hamas”.

    Herzog, que falava durante um evento público no Parlamento, alegou que Israel “sempre lutou e sempre lutará pela paz dos seus vizinhos, incluindo os palestinianos”.

    O Presidente salientou que Israel combate o “terrorismo cruel” do movimento islamita palestiniano Hamas “pelo bem do mundo livre”.

    Herzog voltou a criticar os países que, na sua opinião, concedem “um prémio aos inimigos da liberdade e da democracia” sob a forma de apoio político à Palestina, depois de a França e o Reino Unido também terem avançado com um anúncio de reconhecimento iminente.

  • Ataque israelita no bairro de Zeitoun faz pelo menos sete mortos e 41 feridos

    Um ataque israelita ao bairro de Zeitoun, na cidade de Gaza, causou pelo menos sete mortos e 41 feridos, na sua maioria crianças, avança a Al Jazeera, suportada por informações da Sociedade do Crescente Vermelho Palestiniano, que afirmou que as ambulâncias “continuam a transportar os feridos enquanto os bombardeamentos persistem”.

    https://twitter.com/PalestineRCS/status/1954836437603418537

    Na publicação na rede social X, a Sociedade do Crescente Vermelho Palestiniano enfatiza “as condições difíceis”, bem como a “escassez de recursos” para atender a todas as necessidades de assistência médica.

  • Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos condena ataque de Israel a jornalistas

    O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos manifestou hoje na rede social X o seu repúdio e condenação pela morte dos jornalistas da estação Al Jazeera na sequência de um ataque das Forças de Defesa de Israel.

    “Condenamos o assassinato de seis jornalistas palestinianos pelas forças armadas israelitas, que atacaram a sua tenda, violando gravemente o direito internacional humanitário. Israel deve respeitar e proteger todos os civis, incluindo jornalistas. Pelo menos 242 jornalistas palestinianos foram mortos em Gaza desde 7 de outubro de 2023. Apelamos ao acesso imediato, seguro e sem obstáculos a Gaza para todos os jornalistas”, lê-se na mensagem.

  • Ministro italiano da Defesa acusa Governo de Israel de perder "a razão e a humanidade"

    Numa entrevista ao jornal La Stampa, o ministro italiano da Defesa não poupa críticas ao Governo de Israel pelas consequências “inaceitáveis” da sua guerra contra o Hamas e acusa o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de se assemelhar a Vladimir Putin.

    “Perdeu a razão e a humanidade. Não estamos perante uma operação militar com danos colaterais, mas sim a pura negação da lei e dos valores fundadores da nossa civilização”, declarou o governante, sublinhando: “Devemos sempre distinguir os governos dos Estados e dos povos, bem como das religiões que professam. Isto aplica-se a Netanyahu e aplica-se a [Vladimir] Putin, cujos métodos, neste momento, se tornaram perigosamente semelhantes”.

    Com Itália a reforçar o seu apoio na ajuda humanitária com um voo diário de assistência para Gaza, Guido Crosetto considera ser necessário “encontrar uma forma de obrigar Netanyahu a pensar com clareza” e que vá além da condenação pela atual situação no território palestiniano. “A ocupação de Gaza e alguns atos graves na Cisjordânia marcam um salto qualitativo, face ao qual é necessário tomar decisões que obriguem Netanyahu a pensar”, observou.

  • Netanyahu diz que Israel se está a aproximar do fim da guerra

    Benjamin Netanyahu anunciou hoje que Israel está a “aproximar do fim da campanha” militar contra o Hamas e outras ameaças, em declarações à imprensa prestadas à margem da inauguração do museu Knesset, em Jerusalém.

    “Precisamente nestes dias em que grandes vitórias estão a ser alcançadas contra aqueles que vieram para nos destruir, quando estamos diante do fim da campanha e trabalhamos para derrotar os remanescentes do eixo iraniano e libertar todos os nossos reféns, estamos aqui a celebrar o facto da nossa existência e independência no coração da nossa capital eterna, Jerusalém”, adiantou o primeiro-ministro israelita, citado pelo jornal Times of Israel.

  • Ataque israelita a Gaza matou seis jornalistas no domingo

    O governo de Gaza elevou hoje para seis o número de jornalistas mortos no domingo à noite num ataque israelita, após a morte de Mohamed Al Khalidi, do meio de comunicação palestiniano Sahat.

    O ataque de precisão atingiu a tenda dos jornalistas junto ao hospital Al Shifa, na cidade de Gaza.

    Morreram no ataque os correspondentes da televisão do Qatar Al Jazeera Anas al-Sharif e Mohamed Qraiqea, os fotojornalistas Ibrahim Zaher e Moamen Aliwa, o assistente de fotojornalismo Mohamed Nofal e Al Khalidi.

    O gabinete de informação do governo do Hamas, o grupo extremista que controla a Faixa de Gaza desde 2007, condenou num comunicado a “perseguição e o assassínio sistemáticos” de jornalistas palestinianos por parte de Israel.

  • Ministro das Finanças israelita não vai sair do governo e promete "mudar o curso" do executivo sobre Gaza

    O ministro das Finanças israelita, Bezalel Smotrich, garantiu hoje que não vai abandonar o executivo liderado por Benjamin Netanyahu, após ter ameaçado abandoná-lo por discordar do plano do primeiro-ministro para controlar a Faixa de Gaza.

    “O comboio está a descarrilar, mas eu vou ficar nele. Acredito que posso mudar o curso”, afirmou Bezalel Smotrich, numa entrevista à KAN, citada pelo Times of Israel. O governante de extrema-direita defende o controlo total de Israel da Faixa de Gaza: “É a única forma de manter a segurança”.

    Discordando abertamente do plano do primeiro-ministro, Bezalel Smotrich assegurou, contudo, que não “vai envolver-se no debate” sobre o futuro da Faixa de Gaza, pelo menos por agora.

    O ministro das Finanças considera que o plano para controlar a cidade de Gaza não “vai levar” Israel à “vitória”. “Não se pode pegar no exército, colocá-lo nestas manobras e pará-lo a metade.”

    De acordo com o ministro, a proposta de Benjamin Netanyahu é pouco ambiciosa, alertando que até a “amistosa administração norte-americana está a começar a perder a paciência”.

  • Mais de 100 antigos eurodeputados exigem suspensão de acordo entre UE e Israel

    Mais de 100 antigos eurodeputados, entre eles o ex-alto representante para a diplomacia Josep Borrell, exigiram hoje à União Europeia que suspenda o acordo de associação com Israel, que acusam de cometer um “crime de guerra”.

    De acordo com uma carta, consultada pela Lusa, os 110 antigos eurodeputados, entre eles os socialistas portugueses Maria Belo, Margarida Marques, Jamila Madeira e Ricardo Serrão Santos, e o ex-alto representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros, Josep Borrell, exigiram ao executivo comunitário que suspenda o acordo de associação com Israel por causa da ofensiva na Faixa de Gaza.

    Os signatários acusam Israel de estar a deixar a população palestiniana morrer à fome deliberadamente e, por isso, estar a cometer um “crime de guerra”.

    “[Israel] viola os direitos humanos fundamentais nos quais a UE estabelece acordos com países terceiros”, sustentaram os 100 antigos membros do Parlamento Europeu.

    Apesar de reconhecerem a importância da suspensão da participação de empresas israelitas num programa de financiamento – por estarem a ser utilizadas para a ocupação do enclave palestiniano e o homicídio de civis -, os signatários consideram que “é muito pouco e veio tarde”.

    Por essa razão, exigem a todos os Estados-membros e à Comissão Europeia, liderada por Ursula von der Leyen, que suspendam o acordo de associação com Israel na totalidade.

    Os signatários acrescentam que qualquer decisão que seja contrária a esta não só viola o Tratado da UE, como também é sinónimo de “cumplicidade com este crime de guerra”.

  • Anas al-Sharif, o jornalista da Al-Jazeera morto por Israel sob acusações de ser líder de uma célula terrorista do Hamas

    Jornalista de 28 anos estava a acompanhar a guerra desde o início e já tinha sido acusado em outubro de 2024 por supostas ligações ao grupo terrorista, tendo então negado a alegação israelita.

    Anas al-Sharif, o jornalista da Al-Jazeera morto por Israel sob acusações de ser líder de uma célula terrorista do Hamas

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