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Histórico de atualizações
  • Este liveblog vai ficar por aqui. Pode continuar a acompanhar o que acontece nos conflitos mundiais no novo liveblog que agora abrimos.

    Irão acusa EUA de violar cessar fogo com ataque aos radares de costa

    Obrigada por ter estado connosco.

  • EUA atingem radares de vigilância costeira do Irão após terem abatido drones iranianos

    O exército dos Estados Unidos da América atingiu várias estações de vigilância costeira do Irão poucos momentos após ter abatido quatro drones iranianos no Estreito de Ormuz, avançou o Comando Central norte-americano (CENTCOM) através de uma publicação na rede social X.

    “Os drones de ataque representavam uma ameaça imediata para o tráfego marítimo regional. Posteriormente, as forças norte-americanas atacaram radares de vigilância costeira iranianos em Goruk e na Ilha de Qeshm, a fim de se defenderem contra novos ataques”, escreveram, garantindo que se mantêm “vigilantes” e “prontos” a responder contra ataques “injustificados” do Irão.

  • Trump considera positiva troca de mensagens entre Putin e Zelensky

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, considerou hoje positiva a troca de mensagens entre os seus homólogos russo e ucraniano, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, manifestando convicção de que as negociações entre Moscovo e Kiev serão bem-sucedidas.

    “Deixem-nos negociar. Fui eu que os trouxe para esta posição e penso que vai resultar”, referiu Trump aos jornalistas a bordo do Air Force One, quando questionado sobre a proposta de Zelensky de realizar conversações diretas com Putin, que este rejeitou.

    “Acho que estamos perto de Rússia e Ucrânia pôrem fim a uma guerra que nunca deveria ter acontecido. Acho que isso será resolvido”, acrescentou o chefe de Estado norte-americano.

  • Trump admite que Irão ainda tem "21% ou 22% dos mísseis"

    Após quase dois meses de conflito, Donald Trump confirma que o Irão ainda tem “21% ou 22%” do seu arsenal de mísseis disponível. Em entrevista à NBC News, o Presidente garante que a grande maioria das fábricas de drones, rampas de lançamento e locais de produção de mísseis já foi destruída, mas que Teerão “ainda tem capacidades militares”.

    “Têm alguns mísseis, têm alguns drones. Diria que, em termos percentuais, talvez 21-22% dos seus mísseis. São muitos mísseis, mas não é o que era quando os atacámos pela primeira vez”, afirmou Trump.

    O Presidente dos Estados Unidos da América acredita, também, que é “muito difícil” para o Irão aceitar um acordo — apesar de repetir múltiplas vezes que Teerão está a “implorar” pela paz. “São fortes, são orgulhosos, há coisas que nunca pensaram que teriam de fazer, mas que vão ter de fazer, não têm escolha. A Guerra do Vietname durou 19 anos, eu estou no meu terceiro mês”, afirmou.

  • Irão lançou drones contra o Estreito de Ormuz. Alguns foram abatidos pelos Estados Unidos

    O Irão realizou esta noite um ataque com drones contra o Estreito de Ormuz, tendo alguns deles sido abatidos pelas forças norte-americanas, avança a CNN, com base numa fonte das Forças Armadas.

    As forças norte-americanas abateram quatro drones e consideram que o ataque teria como alvos “embarcações comerciais que transitavam pelas águas da região ou forças dos Estados Unidos que operavam nas proximidades“, segundo as fontes.

  • Witkoff e Kushner encontraram-se com especialistas para discutir possível acordo nuclear com o Irão

    Steve Witkoff, enviado especial de Trump para o Médio Oriente, e Jared Kushner estiveram reunidos esta quinta-feira em Oak Ridge, no Tennessee, com um grupo de especialistas que podem vir a integrar a equipa de negociações para um acordo nuclear com o Irão, avançou esta sexta-feira a Axios.

    A reunião teve lugar nas instalações do Departamento de Energia em Oak Ridge, onde trabalham “alguns dos principais especialistas do país em processamento de urânio e tecnologia de centrifugadoras“, como o Laboratório Nacional e o Complexo de Segurança Nacional Y-12, esclarece a Axios. No passado, alguns materiais e equipamentos nucleares de países como a Líbia ou o Cazaquistão passaram por estes laboratórios.

    As fontes citadas pelo portal afirmaram que foi “criada recentemente uma equipa de cerca de 100 especialistas para participar nas negociações sobre a questão nuclear, caso seja alcançado um acordo preliminar” e que a reunião serviu para discutir os preparativos da “potencial implementação de um acordo nuclear”. No entanto, as fontes consultadas não garantem certezas da concretização de um acordo com o Irão.

    “Esta reunião em Oak Ridge não significa que um acordo vá acontecer, mas é um sinal de que as negociações estão numa fase muito séria e de que há uma boa probabilidade de o conseguir concretizar, e nós queremos estar preparados”, garantiu uma das fontes contactadas pela Axios.

  • Trump afirma que os EUA vão sair do Irão mais fortes "de uma maneira ou de outra" e que o preço dos bens essenciais podia ser maior

    O Presidente dos Estados Unidos afirmou esta sexta-feira que os Estados Unidos vão sair do Irão mais fortes “de uma maneira ou de outra”. As declarações foram feitas durante um encontro da Casa Branca com agricultores, no Wisconsin.

    “Estamos num ponto em que vamos sair do Irão muito rapidamente e mais fortes. De uma maneira ou de outra. Seja com um pedaço de papel ou de uma forma muito dura, que é, talvez, a forma mais fácil”, assumiu Trump, que garantiu que “nunca houve um bloqueio” como o que foi implementado pelos Estados Unidos aos portos iranianos.

    Em relação ao aumento do preço dos fertilizantes, gás e combustíveis, Trump afirmou que pensava que “ia ficar mais caro”.

  • IDF lamenta a morte de um bebé na Cisjordânia e está a investigar o ataque

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa), lamentaram esta sexta-feira a morte de um bebé em Hebron, na Cisjordânia, atingido por soldados do exército israelita.

    De acordo com o comunicado, publicado na rede social X, o carro onde seguia a criança com a sua família estaria a “acelerar em direção [aos soldados]”, o que fez com que um deles tivesse respondido “disparando contra o veículo”.

    “Um inquérito preliminar concluiu que os feridos eram civis e não envolvidos [em atividades terroristas]”, esclarecem as IDF, que avançam que o caso está sob análise e as conclusões serão “enviadas para revisão pelas autoridades competentes”.

    Como foi noticiado anteriormente, um bebé de sete meses foi morto por soldados das IDF, após um ataque contra o carro da família onde seguia. Os pais ficaram feridos e foram transferidos para o hospital.

  • "Estamos a acordar tarde para uma ameaça existencial"

    Bernardo Valente diz que a Europa não tem mecanismos militares para travar a expansão russa no terreno e defende um exército comum. O professor acredita ainda que Israel não quer a paz no Líbano.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “Estamos a acordar tarde para uma ameaça existencial”

  • Bebé de sete meses morto pelas IDF em ataque na Cisjordânia

    Um bebé de sete meses foi morto por soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa), em Tel Rumeida, Hebron, na Cisjordânia, após um ataque do exército contra a família, anunciou o Ministério palestiniano da Saúde, citado pela agência de notícias WAFA.

    “Soldados israelitas abriram fogo contra o veículo [do pai do bebé], ferindo o pai na mão e atingindo a mãe com a mesma bala que feriu o seu filho bebé, Sam, na mandíbula“, explica o ministério à WAFA.

    A criança ficou gravemente ferida e acabou por morrer, enquanto os pais sofreram ferimentos moderados.

  • IDF registam tentativa de ataque contra aeronave por parte de um míssil

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) registaram esta sexta-feira o lançamento de um míssil superfície-ar vindo do Líbano, alegadamente do Hezbollah, que teria como objetivo atingir uma aeronave da Força Aérea Israelita.

    “O incidente terminou sem baixas ou danos na aeronave“, garantiu uma fonte das IDF, citada pelo The Times of Israel.

    O míssil fez com que as sirenes soassem na cidade israelita de Kiryat Shmona, no norte do país, e em “várias outras comunidades fronteiriças”.

  • Morreram 32 pessoas no Líbano nas últimas 24 horas

    Trinta e duas pessoas foram mortas no Líbano nas últimas 24 horas, avança o Ministério libanês da Saúde, citado pela CBS News.

    Desde a invasão israelita do Líbano, iniciada a 2 de março, já morreram 3.526 pessoas e outras 10.733 ficaram feridas, de acordo com dados do Ministério da Saúde, publicados na quinta-feira.

  • Sobe para dois o número de feridos do ataque israelita contra paramédicos no Líbano

    Subiu para dois o número de feridos de dois ataques israelitas contra paramédicos em Zibdin, no sul do Líbano, avança a Agência Nacional de Notícias libanesa, que cita o Centro de Operações de Emergência em Saúde do Ministério da Saúde.

    Como noticiado anteriormente, uma equipa de paramédicos da Associação de Escoteiros Risala foi alvo de dois ataques israelitas, quando estavam a entregar comida a uma família, cuja casa também foi atingida.

  • Forças israelitas atacam cinco cidades do sul do Líbano na última hora

    As forças militares israelitas atacaram na última hora as cidades libanesas de Mayfadoun, Deir ez-Zahrani, Marjayoun, Kafra, e Ar-Rihan, assim como a região do Setor Central, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano. Não são avançados números de mortos ou feridos.

    Mayfadoun, Deir ez-Zahrani, Marjayoun e Kafra foram alvo de ataques com aviões de guerra, enquanto o Setor Central — localizado na chamada “linha azul” de demarcação entre o Líbano e Israel — foi atingido com “very lights e balões termais”.

    A agência de notícias não especifica como foi realizado o ataque contra Ar-Rihan.

  • Trump desistiu da operação para remover urânio, porque o Irão "não é como a Venezuela"

    Donald Trump admitiu, esta quinta-feira, que chegou a estar em cima da mesa a possibilidade de chegar a acordo com Teerão para a remoção do urânio enriquecido de território iraniano.

    Porém, em declarações aos jornalistas na Casa Branca, citadas pela Al Jazeera, o Presidente dos Estados Unidos da América disse que o nível de dificuldade da operação é superior à desencadeada pelo exército norte-americano que resultou na detenção de Nicolás Maduro, no início deste ano.

    “Não é como a Venezuela, em que entras, ficas durante uns minutos e sais”, afirmou Trump, explicando que para avançar com a remoção do urânio iraniano será necessário montar uma operação de “duas semanas” e recorrer a “equipamentos enormes”, o que será logisticamente desafiante por se tratar de uma zona de guerra.

  • Trump assegura que preços do petróleo vão descer após resolução da crise no Estreito de Ormuz

    O Presidente norte-americano assegurou esta sexta-feira em conferência de imprensa, citada pela CBS News, que após a resolução da crise no Estreito de Ormuz, os preços do petróleo “vão cair para valores talvez até mais baixos do que os anteriores“.

    “Quando toda esta situação estiver resolvida — não deverá demorar muito, de uma forma ou de outra vai ser feito — e quando estiver tudo resolvido, os preços do petróleo vão cair”, assegurou.

    Trump também afirmou que “muitos petroleiros” têm atravessado o Estreito — sem especificar quantos — e que os preços do petróleo estão mais baixos do que seria suposto numa situação como a atual.

    “Está a entrar muito petróleo no nosso país, está a entrar muito petróleo no mundo e as pessoas nem sequer sabem disso — e é por isso que está a 97 dólares (83,33 euros) o barril em vez de 300 dólares (257,73 euros) o barril“.

  • Estados Unidos concedem vistos aos jogadores da seleção iraniana, avança Reuters

    Os Estados Unidos já concederam os vistos aos jogadores da seleção iraniana que vão jogar no Campeonato Mundial de Futebol, avança Reuters, citando uma fonte da Casa Branca.

    O primeiro jogo do Irão será realizado no dia 15 de junho, em Inglewood, Los Angeles, contra a Nova Zelândia.

    A 24 de maio, a FIFA anunciou que a seleção iraniana iria ficar instalada em Tijuana, no México, devido a restrições à atribuição de vistos a pessoas com ligações ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. Neste caso, afetaria quem tivesse cumprido o serviço militar obrigatório no órgão, como jogadores e outros membros da seleção.

  • Embaixador iraniano na Rússia afirma que Irão e Omã estão a negociar um "mecanismo de administração" do Estreito de Ormuz

    Kazem Jalali, embaixador iraniano na Rússia, afirmou esta quinta-feira, numa entrevista ao jornal russo Izvestia, que o Irão e o Omã estão a negociar um “mecanismo de administração” do Estreito de Ormuz, e que o seu destino está “unicamente nas mãos” dos dois países.

    “Antes da guerra, este Estreito era completamente aberto a todos os navios. Mas entendemos que surgiram condições totalmente novas nesta região. E estamos a tomar as decisões apropriadas com base nessas condições“, garante Jalali, que afirma que o destino de Ormuz está “unicamente nas mãos dos líderes omanitas e iranianos”.

    O embaixador iraniano esclareceu que o Estreito será “aberto sob novas condições” e que também está em debate a eventual cobrança de taxas de navegação.

  • IDF anuncia a morte de um alegado militante do Hezbollah perto da força das Nações Unidos do Líbano

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla inglesa) anunciaram esta sexta-feira a morte de um alegado militante do Hezbollah, na cidade libanesa de Burj Qalaouiyah, perto de uma filial da Força Interina das Nações Unidas do Líbano (UNIFIL).

    “O terrorista entrou no seu veículo fora da posição do UNIFIL e abordou as tropas das IDF de uma maneira que constituiu uma ameaça imediata“, lê-se no comunicado, publicado no X, que dá conta do alegado envolvimento do suspeito em ataques contra as IDF e civis israelitas.

    Após a identificação do suspeito, as IDF “conduziram um ataque preciso”, que resultou na morte do alegado membro do Hezbollah.

  • Putin considera positiva decisão de Trump de decretar cessar-fogo

    O Presidente russo considerou hoje acertada a decisão do homólogo norte-americano, Donald Trump, de declarar um cessar-fogo com o Irão e negou o fornecimento de armamento a Teerão.

    “Somos vizinhos dos países árabes e, francamente, isso coloca-nos numa situação difícil. Mas acreditamos que a decisão do Presidente Trump de suspender as hostilidades é a única correta. E esperamos sinceramente que este cessar-fogo, atualmente em vigor, conduza a uma paz duradoura”, afirmou Vladimir Putin a partir do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo (SPIEF).

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