Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Fica por aqui a cobertura do conflito no Médio Oriente deste domingo. Pode continuar a acompanhar tudo o que de novo se passa, ao minuto, neste novo liveblog.

  • Starmer vai falar com Trump sobre necessidade de pôr fim a "sofrimento indescritível" em Gaza

    O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, vai falar com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a necessidade de pôr fim ao “sofrimento indescritível” em Gaza quando os dois se encontrarem na segunda-feira.

    “Ele [Starmer] discutirá com ele [Trump] o que mais pode ser feito para garantir o cessar-fogo com urgência, pôr fim ao sofrimento indescritível e à fome em Gaza e libertar os reféns que têm sido mantidos em cativeiro de forma tão cruel há tanto tempo”, adiantou um porta-voz do primeiro-ministro britânico, segundo a Al Jazeera.

  • Jordânia e Emirados Árabes Unidos lançaram 28 pacotes de ajuda humanitária para Gaza este domingo

    Para além de Israel, também a Jordânia e os Emirados Árabes Unidos lançaram 28 pacotes de ajuda humanitária para o norte e sul de Gaza, confirma o exército israelita. Estes lançamentos aéreos fazem parte de uma “série de ações com o objetivo de melhorar a resposta humanitária” no enclave palestiniano, reforçam as IDF.

  • Hamas "não quer devolver" reféns, então "Israel vai ter de tomar uma decisão", diz Trump

    Na Escócia, Donald Trump criticou a postura do Hamas na mais recente ronda de negociações de um acordo de cessar-fogo em Gaza. O Presidente dos Estados Unidos da América refere que o grupo palestiniano “não quer devolver” os reféns israelitas e, deste modo, força Israel a “ter de tomar uma decisão”, cita o The Times of Israel.

  • "Preocupamo-nos mais com a nutrição dos residentes de Gaza do que o Hamas", diz porta-voz das IDF

    “Continuamos a liderar um processo para trazer ajuda humanitária [para Gaza], enquanto continuamos a combater. Israel foi quem começou os centros de distribuição de apoio… para prevenir a fome em Gaza”, afirmou o porta-voz das forças de defesa de Israel Effie Defrin, numa conferência de imprensa citada pelo The Times of Israel.

    Depois de elencar as várias medidas ontem anunciadas para reforçar a entrada de ajuda em Gaza, Effie Defrin diz que as fotos que têm surgido nos últimos dias — que retratam um grande nível de subnutrição entre a população palestiniana — “pertencem a uma campanha falsa”.

    “Quero deixar claro, não há fome na Faixa de Gaza”, remata o porta-voz, garantido estar a monitorizar a situação no enclave diariamente e que estão a operar “de acordo com o direito internacional”.

    Nesta linha de pensamento, acusa o Hamas de “agir intencionalmente” para “piorar as condições de vida da população” palestiniana”, referindo que Israel se “preocupa mais com a nutrição dos residentes de Gaza do que o Hamas”.

  • Eleições legislativas na Síria marcadas para setembro

    Depois da queda do regime de Bashar al-Assad em dezembro de 2024, a Síria vai ter, pela primeira vez, eleições legislativas entre 15 a 20 de setembro deste ano, avança a agência Reuters, citando canais oficiais do regime sírio.

  • Reino Unido diz que reforço da ajuda humanitária em Gaza é "essencial", mas não suficiente

    O anúncio feito pelas forças de defesa de Israel este sábado — a retoma do lançamento aéreo de ajuda humanitário para Gaza — foi bem recebido pelos aliados ocidentais. David Lammy, o responsável pela diplomacia britânica, diz que este reforço de apoio é “essencial”, mas que continua a não ser suficiente para responder às necessidades da população palestiniana.

    “Este anúncio por si só não pode aliviar as necessidades daqueles que sofrem desesperadamente em Gaza”, afirma Lammy, citado pelo The Times of Isreal. “Precisamos de um cessar-fogo que possa pôr fim à guerra, para que os reféns sejam libertados e a ajuda humanitária possa entrar em Gaza por terra sem obstáculos”, continua.

  • Erdogan congratula Macron por reconhecer Estado da Palestina

    O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, felicitou este domingo o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, por anunciar que a França vai reconhecer o Estado da Palestina em setembro na Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova Iorque.

    “Uma solução de dois Estados é essencial para uma paz duradoura na região”, enfatizou o chefe de Estado turco durante a sua conversa telefónica com Macron, apelando à comunidade internacional para agir com urgência para lidar com a situação humanitária na Faixa de Gaza, segundo um comunicado da presidência turca.

    Erdogan “felicitou o Presidente francês, Macron, pela sua decisão de reconhecer a Palestina como um Estado”, acrescentou.

  • Pelo menos 31 mortos em Gaza esta madrugada, apesar da “pausa tática” de Israel

    Pelo menos 31 habitantes da Faixa de Gaza morreram esta madrugada enquanto aguardavam ajuda humanitária ou em resultado de bombardeamentos, horas depois de o exército israelita ter anunciado uma “pausa tática” diária nas atividades militares.

    Do total de vítimas, pelo menos 11 morreram enquanto aguardavam a chegada de camiões com ajuda humanitária perto do posto militar de Zikim, nos arredores da cidade nortenha de Beit Lahia, conforme confirmado pelo hospital Al Shifa.

    O hospital Al Awda, por sua vez, também comunicou a morte de outras nove pessoas perto de um ponto de distribuição de alimentos gerido pela controversa Fundação Humanitária para Gaza (GHF, na sigla em inglês) nas proximidades do campo de Nuseirat, na zona de Deir Al Balah (centro).

    Já o complexo médico Nasser relatou seis mortos por tiros israelitas perto de outro centro de distribuição da GHF, a sudoeste da cidade de Khan Yunis, no sul.

    Na cidade de Gaza, no bairro de Al Remal, um ataque aéreo matou cinco habitantes, entre eles uma mulher e duas crianças, segundo informaram fontes locais à agência espanhola de notícias EFE.

    Estas mortes ocorreram poucas horas depois de o exército israelita ter anunciado que, a partir de hoje, implementaria “pausas táticas” na sua atividade militar para permitir a distribuição de ajuda humanitária no enclave palestiniano.

  • Leão XIV denuncia grave situação do povo de Gaza “esmagado pela fome”

    O Papa Leão XIV denunciou hoje, durante a oração do Angelus, a “grave situação humanitária em Gaza”, considerando que o povo está a ser “esmagado pela fome” e “exposto à violência e à morte”.

    Na Praça de São Pedro, no Vaticano, o líder da Igreja Católica renovou ainda o apelo para um cessar-fogo imediato, para a libertação dos reféns do grupo islamita Hamas e para o “pleno respeito pelo direito humanitário”.

    Leão XIV afirmou que o seu “coração está com todos aqueles que sofrem com o conflito e a violência em todo o mundo”, como “as pessoas afetadas pelos confrontos na fronteira entre a Tailândia e o Camboja, especialmente as crianças e famílias deslocadas”, e as vítimas da violência no sul da Síria.

    O Papa salientou que “cada ser humano tem uma dignidade intrínseca que lhe foi conferida pelo próprio Deus”, e, por isso, instou as partes em todos os conflitos a “reconhecerem essa dignidade e a pôr fim a todas as ações contrárias a ela”.

    Também pediu “a negociação de um futuro de paz para todos os povos e a rejeição de tudo o que os possa prejudicar”.

    “Confio a Maria, Rainha da Paz, as vítimas inocentes dos conflitos e os líderes que têm o poder de lhes pôr fim”, concluiu.

  • Israel interrompe combates em três zonas de Gaza face à fome

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) anunciaram hoje uma “pausa tática” nos combates em três zonas da Faixa de Gaza, no âmbito das medidas para lidar com o agravamento da situação humanitária.

    O exército israelita afirmou que iria interromper as atividades em Muwasi, Deir al-Balah e na Cidade de Gaza, das 10:00 às 20:00 (das 08:00 às 18:00 em Lisboa), até novas ordens.

    Os militares disseram ainda que não tinham atualmente operações no terreno nestas três áreas, mas admitiram que houve combates e ataques em cada uma delas nas últimas semanas.

    Em comunicado, as IDF indicaram que vão estabelecer corredores humanitários designados para “facilitar a movimentação segura das caravanas da ONU que entregam alimentos e medicamentos à população”.

    O anúncio surge após meses de alertas de especialistas sobre a fome, devido a restrições israelitas à ajuda humanitária. As críticas internacionais, incluindo de aliados de Israel, aumentaram com a morte de centenas de palestinianos nas últimas semanas, quando tentavam chegar aos locais de distribuição de alimentos.

    Também hoje, horas antes as IDF retomaram os lançamentos aéreos de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza.

    “Em conformidade com as orientações da liderança política, as IDF realizaram recentemente um lançamento aéreo de ajuda humanitária como parte dos esforços para permitir e facilitar a entrada de ajuda na Faixa de Gaza”, afirmou o exército.

    De acordo com um comunicado, publicado na plataforma de mensagens Telegram, o lançamento aéreo, realizado em coordenação com organismos internacionais e o COGAT (organismo israelita que gere os assuntos civis), incluiu sete paletes com farinha, açúcar e alimentos enlatados.

  • Israel retoma lançamento de ajuda alimentar na Faixa de Gaza

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) retomaram hoje os lançamentos aéreos de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, no meio da crescente crise humanitária causada pela escassez de alimentos.

    “Em conformidade com as orientações da liderança política, as IDF realizaram recentemente um lançamento aéreo de ajuda humanitária como parte dos esforços para permitir e facilitar a entrada de ajuda na Faixa de Gaza”, afirmou o exército.

    De acordo com o comunicado, publicado na plataforma de mensagens Telegram, o lançamento aéreo, realizado em coordenação com organismos internacionais e o COGAT (organismo israelita que gere os assuntos civis), incluiu sete paletes com farinha, açúcar e alimentos enlatados.

    Num comunicado anterior, as IDF indicaram que vão estabelecer corredores humanitários designados para “facilitar a movimentação segura das caravanas da ONU que entregam alimentos e medicamentos à população” e até mesmo “pausas humanitárias” nas zonas de entrega.

    Horas antes, o exército israelita e os Emirados Árabes Unidos tinham anunciado a retoma do lançamento aéreo de ajuda na Faixa de Gaza.

    O objetivo é “refutar a falsa alegação de fome deliberada na Faixa”, afirmaram as IDF, em comunicado.

  • Bom dia.

    Neste liveblog vamos continuar a acompanhar a situação em Gaza, depois de Israel ter anunciado que vai voltar a abrir portas a lançamentos aéreos de ajuda humanitária para Gaza. Fique connosco.

    Israel volta a abrir portas a lançamentos aéreos de ajuda humanitária para Gaza

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