Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O conflito na Faixa de Gaza intensifica-se, com Israel a considerar uma ocupação total do território e um corte de eletricidade. Esta situação aumenta a tensão e a instabilidade na região, enquanto a Arábia Saudita e a França co-presidem uma conferência na ONU para debater a solução de dois Estados, com o objetivo de alcançar uma paz duradoura, sem a presença dos EUA e de Israel, que boicotaram o evento. O Presidente norte-americano, Donald Trump, expressou esperança num cessar-fogo.
    • A situação humanitária em Gaza é crítica, com relatos de mortes por subnutrição devido à escassez de alimentos e medicamentos. A Organização Mundial de Saúde alertou para níveis alarmantes de desnutrição, especialmente entre crianças. Esforços de ajuda internacional estão em curso, com a Alemanha e a Jordânia a planearem uma ponte aérea de bens humanitários e a Espanha a preparar um carregamento de alimentos.
    • Israel enfrenta críticas internas e internacionais, com ONGs israelitas acusando o governo de genocídio e o secretário-geral da ONU, António Guterres, a condenar a destruição em massa em Gaza e a anexação da Cisjordânia. A União Europeia está a considerar limitar a participação de Israel em programas de financiamento em resposta às ações israelitas, algo que o governo israelita já repudiou.
    • As discussões sobre a solução de dois Estados são marcadas por desentendimentos, com países como o Egito, a Jordânia e a França a defenderem a urgência desta solução. Contudo, a conferência da ONU foi criticada pelos EUA, que a consideram uma “recompensa para o terrorismo”. Nem os EUA nem Israel participaram no encontro.

    [Horas depois do crime, a polícia vai encontrar o assassino de Issam Sartawi, o dirigente palestiniano morto no átrio de um hotel de Albufeira. Mas, também vai descobrir que ele não é quem diz ser. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o segundo episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro aqui]

  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura do conflito no Médio Oriente.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta terça-feira no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.

    “Starmer recompensa o terrorismo monstruoso do Hamas”, acusa Netanyahu

  • Arábia Saudita diz que "paz sustentável" só é possível com Estado palestiniano

    A Arábia Saudita defendeu a criação de um Estado palestiniano como forma de atingir a paz na região, segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros do país Faisal bin Farhan.

    “Baseia-se na forte convicção de que só através da criação de um Estado palestiniano e só através do reconhecimento dos direitos legítimos do povo palestiniano à autodeterminação é que poderemos ter uma paz sustentável e uma integração real na região”, afirmou, citado pelo Times of Israel.

  • Israel pondera ocupação total da Faixa de Gaza e corte da eletricidade

    O gabinete de guerra de Israel está a considerar uma ocupação militar total da Faixa de Gaza, juntamente com um cerco mais apertado a determinados centros populacionais dentro do enclave, escreve o Times of Israel, citando o Canal 12 israelita.

    Na agenda da reunião do gabinete de segurança desta segunda-feira à noite, está também a possibilidade de cortar a eletricidade na Faixa de Gaza.

  • Israel repudia proposta de limitar participação em programa da UE

    O governo israelita repudiou hoje a proposta da União Europeia (UE) de suspender parcialmente o programa de financiamento de “start-ups” israelitas, devido à situação na Faixa de Gaza.

    “A recomendação do Colégio de Comissários da União Europeia de minar a participação de Israel numa componente do programa Horizonte é errada, lamentável e injustificada”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, em comunicado, no qual assinala que vai trabalhar para “garantir que esta recomendação não seja adotada pelos Estados-membros”.

    Esta proposta surgiu como resposta à revisão do artigo 2.º do Acordo de Associação UE-Israel sobre o respeito pelos direitos humanos, indicou o executivo comunitário, em comunicado, no qual salientou que o cumprimento destas obrigações constitui um “elemento essencial” da cooperação bilateral entre as duas partes, incluindo nas áreas científica e tecnológica.

  • UE propõe suspender financiamento de “start-ups” de Israel

    A Comissão Europeia propôs hoje suspender parcialmente a participação de Israel no programa de financiamento de “start-ups” por causa da operação militar e da crise humanitária na Faixa de Gaza.

    “Apesar de Israel ter anunciado pausas diárias humanitárias em Gaza e de ter assegurado alguns dos compromissos que assumiu sobre o apoio humanitário, a situação continua severa”, indicou o executivo comunitário, em comunicado.

    Para ser adotada, a decisão tem de receber o apoio da maioria dos Estados-membros da União Europeia.

  • EUA: conferência de dois estados é "uma chapada na cara das vítimas do 7 de outubro" e uma "recompensa para o terrorismo"

    Os EUA criticaram duramente a conferência para discutir a solução de dois Estados (Israel e a Palestina), que arrancou hoje na sede das Nações Unidas. O Departamento de Estado norte-americano diz que a conferência mina os esforços para alcançar a paz e que se trata de uma “chapada na cara das vítimas do 7 de outubro” e de uma “recompensa para o terrorismo”.

    “Esta semana, a ONU será anfitriã de uma conferência improdutiva e inoportuna sobre a solução dos dois Estados, na cidade de Nova Iorque. Trata-se de um golpe publicitário que surge no meio de delicados esforços diplomáticos para pôr fim ao conflito. Longe de promover a paz, a conferência irá prolongar a guerra, encorajar o Hamas, recompensar a sua obstrução [à paz] e minar os esforços reais para alcançar a paz”, defende o Departamento de Estados dos EUA, em comunicado enviado às redações.

    “Este esforço [a conferência] é uma bofetada na cara das vítimas de 7 de outubro e uma recompensa para o terrorismo. Os Estados Unidos não participarão neste insulto, mas continuarão a liderar os esforços do mundo real para acabar com os combates e alcançar uma paz permanente. A nossa atenção continua a centrar-se numa diplomacia séria: não em conferências encenadas destinadas a fabricar a aparência de relevância”, critica o Departamento de Estado, liderado por Marco Rubio.

    Nem os EUA, nem Israel se fazem representar no encontro que reúne ministros dos Negócios Estrangeiros de vários países. A conferência de alto nível é co-presidida por França e pela Arábia Saudita e decorre até terça-feira.

  • Egito e Jordânia defendem urgência de solução de dois Estados

    O Egito fez hoje um apelo para que se salve a solução dos dois Estados (Israel e Palestina) e a Jordânia criticou Israel por não estar disponível para negociar essa opção.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio, Badr Abdelaty, apelou para salvar a solução de dois Estados e “evitar o veto de Israel” à criação de um Estado palestiniano independente, uma medida que conta com um amplo consenso internacional.

    “Juntos, vamos salvar a solução de dois Estados, reconhecendo o Estado palestiniano e evitando o veto de uma das partes”, disse Abdelaty, numa intervenção no primeiro dia da Conferência Internacional para a Solução de Dois Estados no Médio Oriente, organizada pela França e pela Arábia Saudita.

    Este apelo do Egito surgiu depois de o Presidente francês, Emmanuel Macron, ter anunciado que a França vai reconhecer o Estado da Palestina, em setembro.

  • Alemanha anuncia “ponte aérea” humanitária para Gaza

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, anunciou hoje que a Alemanha e a Jordânia vão organizar uma “ponte aérea de bens humanitários para Gaza” para ajudar a população que, segundo a ONU, enfrenta “níveis alarmantes” de subnutrição.

    “O ministro da Defesa, Boris Pistorius, vai trabalhar em estreita colaboração com a França e o Reino Unido, que também estão prontos para organizar uma ponte aérea para fornecer alimentos e medicamentos”, acrescentou o chanceler, numa conferência de imprensa em Berlim.

    O chanceler alemão, um dos mais firmes apoiantes de Israel na guerra contra o grupo extremista palestiniano Hamas, apelou a Telavive para que “melhore imediatamente, de forma abrangente e sustentável” as condições humanitárias em Gaza, afirmando que as medidas implementadas este fim de semana pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, eram apenas um primeiro passo.

  • Putin e Netanyahu falaram ao telefone. Líder russo confirmou posição "a favor de uma resolução pacífica dos problemas" no Médio Oriente

    O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, falou ao telefone esta segunda-feira com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, relatou o Kremlin, citado pela TASS.

    Os dois líderes discutiram os conflitos no Médio Oriente, com Putin a confirmar “a sua posição inabalável a favor de uma resolução exclusivamente pacífica dos problemas existentes na região”.

    O Presidente russo enfatizou, ainda, “a importância de apoiar a unidade, a soberania e a integridade territorial da Síria, estando preparado “para ajudar a encontrar uma solução negociada para o programa nuclear iraniano”.

  • Fome diminui globalmente em 2024 mas aumenta em África e no Médio Oriente

    O número de pessoas com fome diminuiu globalmente no mundo em 2024, exceto em África e no Médio Oriente, onde entre 12 a 20 pessoas em cada 100 não têm comida suficiente para viver, avançou esta segunda-feira um relatório.

    De acordo com o relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo” (SOFI 2025), publicado por cinco agências especializadas das Nações Unidas, a fome diminuiu em quase todo o mundo relativamente aos anos anteriores, mas, mesmo assim, entre 673 e 720 milhões de pessoas passaram fome em 2024.

    Em África e no Médio Oriente, a fome aumentou com constância — inclusive em países onde a crise é prolongada -, e ultrapassou, no caso do continente africano, os 20% da população.

    Esta percentagem significa que uma em cada cinco pessoas que vivem em África passou fome no ano passado, ou seja, 307 milhões de pessoas.

    No Médio Oriente, estima-se que 12,7% da população, ou mais de 39 milhões de pessoas, possam ter enfrentado fome em 2024, sendo que a principal crise registada no ano passado aconteceu na Faixa de Gaza, onde o acesso dos habitantes a alimentos, água potável, combustível e medicamentos foi bloqueado por Israel.

    A crise em Gaza prossegue e os balanços fornecidos pelas autoridades locais apontam que mais de 120 pessoas, incluindo várias crianças, morreram por fome ou desnutrição desde o início da ofensiva israelita no enclave palestiniano, em outubro de 2023.

  • MNE francês diz que "não há alternativa" à solução de dois Estados

    O ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot afirmou que “não há alternativa” à solução de dois Estados para Israel e para a Palestina.

    “Só uma solução política de dois Estados irá ajudar a responder às legítimas aspirações dos israelitas e dos palestinianos de viver em paz e em segurança. Não há alternativa”, afirmou Barrot, citado pela Al Jazeera, na conferência da ONU sobre uma solução de dois Estados entre Israel e os palestinianos a decorrer em Nova Iorque.

  • Guterres diz que destruição em massa da Faixa de Gaza é "intolerável" e que anexação da Cisjordânia por Israel é "ilegal"

    O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou esta segunda-feira que a anexação gradual da Cisjordânia por Israel é “ilegal” e a destruição em massa da Faixa de Gaza é “intolerável”, devendo ambas cessar.

    “Sejamos claros: a anexação gradual da Cisjordânia ocupada é ilegal. Tem de parar. A destruição em massa de Gaza é intolerável. Tem de parar”, disse Guterres, citado pelo Times of Israel, na conferência na ONU sobre uma solução de dois Estados entre Israel e os palestinianos, a decorrer esta segunda-feira em Nova Iorque.

    “Ações unilaterais que minariam para sempre a solução de dois Estados são inaceitáveis. Têm de parar”, acrescentou o secretário-geral da ONU.

  • O que se passou até agora

    • O Ministério da Saúde de Gaza reportou que 14 pessoas morreram por subnutrição nas últimas 24 horas, elevando o número total de mortos para 147 desde o início da guerra em outubro de 2023. Entre as vítimas, 88 eram crianças. Apesar das acusações de uma campanha de fome, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, negou a existência de fome em Gaza.
    • A Organização Mundial de Saúde alertou para níveis alarmantes de subnutrição na Faixa de Gaza, mencionando que o bloqueio da ajuda humanitária levou a uma trajetória perigosa, com um pico de mortes em julho. De acordo com a OMS, a situação é totalmente evitável, caso a ajuda humanitária não fosse bloqueada.
    • A conferência das Nações Unidas sobre a “solução dos dois Estados” iniciou-se sem a participação dos EUA e Israel, que boicotaram o evento. O encontro, co-presidido por França e Arábia Saudita, visa discutir a paz entre Israel e Palestina, tendo Portugal sido representado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.
    • Além da crise humanitária, os ataques israelitas na Faixa de Gaza resultaram na morte de 98 pessoas e ferimentos em 382 nas últimas 24 horas. Destes, 25 perderam a vida e 237 ficaram feridos enquanto aguardavam por ajuda humanitária.

  • 14 pessoas morreram por subnutrição nas últimas 24 horas em Gaza

    O Ministério da Saúde de Gaza anunciou esta segunda-feira terem morrido 14 pessoas por subnutrição nas últimas 24 horas no enclave palestiniano, elevando o número de mortos por fome para 147 desde o início da guerra, em outubro de 2023.

    Uma das vítimas mortais registadas nas últimas horas foi um bebé que sucumbiu no Hospital Al-Shifa, segundo avançaram fontes médicas, citadas pela agência de notícias palestiniana Wafa.

    Do total de pessoas que morreram de fome no enclave, 88 eram crianças, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, tutelado pelo grupo extremista Hamas, mas cujos dados são considerados fiáveis pela ONU.

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, considerou no domingo uma “mentira descarada” acusar o Governo de Telavive de “implementar uma campanha de fome na Faixa de Gaza”, garantindo que “não há fome” no enclave.

  • 98 vítimas mortais e mais de 380 feridos nas últimas 24 horas na Faixa de Gaza

    O número de vítimas mortais na sequência dos ataques israelitas em Gaza nas últimas 24 horas fixa-se em 98, de acordo com o Ministério da Saúde do enclave, citado pelo Haaretz. Há, ainda, registo de 382 feridos.

    O ministério avançou, ainda, que deste número, 25 pessoas foram mortas e pelo menos 237 ficaram feridas enquanto esperavam por ajuda humanitária.

  • Pelo menos 7 mortos em ataque israelita com tiros em Rafah e Khan Younis, Gaza

    Pelo menos sete pessoas foram mortas devido a um ataque israelita com tiros, relata a agência de notícias Wafa, citada pela Al Jazeera.

    Cinco pessoas foram mortas e várias dezenas que procuravam ajuda ficaram feridas a norte de Rafah. Em Khan Younis, dois jovens foram também mortos por tropas israelitas.

  • ONG israelitas acusam Israel de genocídio pela primeira vez

    As organizações israelitas B’Tselem e Médicos pelos Direitos Humanos Israel acusaram hoje o Governo israelita de cometer genocídio na Faixa de Gaza, sendo a primeira vez que organizações não-governamentais (ONG) locais caracterizam desta forma a ofensiva israelita.

    “Neste momento, é especialmente importante chamar as coisas pelo nome”, disse a representante da Médicos pelos Direitos Humanos Israel (PHRI, na sigla em inglês) Daphna Shochat, numa conferência de imprensa em Jerusalém para apresentação de um relatório do grupo que analisa a situação médica no enclave.

  • "Um cessar-fogo [em Gaza] é possível", diz Trump no encontro com Starmer

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou esta segunda-feira esperança para um acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza.

    Questionado pelos jornalistas sobre se concorda com a afirmação do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, de que “não há fome em Gaza”, o Presidente norte-americano disse: “Não sei. Quer dizer, com base na televisão, diria eu, não particularmente porque estas crianças parecem estar com muita fome”.

    “Mas estamos a doar muito dinheiro e muita comida. E outras nações estão a mobilizar-se”, como é o caso do Reino Unido, acrescentou Trump, que está reunido com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, no clube de golfe na vila de Turnberry, na Escócia.

    Starmer interrompeu as declarações de Trump para dizer que há uma “crise humanitária” em Gaza que é uma “catástrofe absoluta“. “Ninguém quer ver isto e acho que as pessoas no Reino Unido estão revoltadas ao ver o que estão a ver nos seus ecrãs”, sublinhou, acrescentando: ”Temos de chegar a este cessar-fogo, e obrigado, Presidente [Trump], por liderar isto”.

    A Faixa de Gaza “está uma confusão. Acho que ninguém fez nada de bom por lá”, afirmou o líder da Casa Branca, quando foi questionado sobre se Israel fez o suficiente para evitar as mortes de civis em Gaza.

    Sobre os reféns israelitas mantidos pelo Hamas, Trump garantiu que sempre disse que “quando chegarem os últimos 20, eles [Hamas] não os vão libertar porque isso é como um escudo para eles”. Portanto, “algo terá de ser feito“, sublinhou.

    Trump disse, ainda, que o Hamas “mudou totalmente” e não quer libertar os cerca de 20 reféns ainda vivos nem os corpos dos mortos, o que, segundo ele, é “muito injusto”.

    “Um cessar-fogo é possível. Temos de acabar com isso”, concluiu.

  • Sánchez diz que fome em Gaza é "vergonha para toda a humanidade" e anuncia entrega de carregamento de alimentos

    Numa conferência de balanço governativo em Espanha, e a braços com uma onda de casos de corrupção, Pedro Sánchez não deixou de destacar o cenário de fome em Gaza que considera ser uma “vergonha para toda a humanidade”. “Pará-la é um imperativo moral e político”, assegurou.

    Anunciou ainda, citado pelo EL País, que o governo espanhol está a preparar um carregamento de paraquedas com milhares de quilos de alimentos da Jordânia para a Faixa de Gaza nesta sexta-feira.

    “Acreditamos que isso proporcionará um alívio mínimo”, nota o primeiro-ministro espanhol, que defende que a solução definitiva para a crise humanitária em Gaza reside num cessar-fogo.

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